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24 setembro 2009
Fotografia em 360 graus do Santo Sepulcro
Vale a pena ver!!!!
Fonte: http://www.360tr.com/kudus/kiyamet_eng/index.html
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19 setembro 2009
A Ciência e a Bíblia
Em 1613, o cientista italiano Galileu publicou uma obra intitulada "Cartas Sobre as Manchas Solares", na qual apresentou evidências de que a Terra orbita ao redor do Sol, desafiando a visão geocêntrica predominante na época. Esta descoberta desencadeou uma série de eventos que eventualmente o levaram diante da Inquisição Católica Romana, acusado veementemente de heresia. Galileu foi finalmente forçado a retratar suas ideias. Por que essa ideia era considerada herética? Porque os acusadores de Galileu argumentavam que ela contradizia a interpretação bíblica de que a Terra era o centro do universo e que o Sol girava em torno dela.
Nosso planeta Terra oferece um exemplo fascinante do que a Bíblia descreve sobre ele. No livro de Jó, encontramos a afirmação: “[Deus] estende o norte sobre o vazio, suspende a terra sobre o nada.” (Jó 26:7) Isso ecoa com a declaração de Isaías: “Há um que mora acima do círculo da terra.” (Isaías 40:22) Essas descrições pintam um quadro de uma Terra redonda, suspensa no “vazio”, que nos lembra vividamente as imagens do globo terrestre flutuando no espaço, capturadas por astronautas.
Além disso, considere o notável ciclo da água na Terra. A Enciclopédia de Compton descreve este processo da seguinte maneira: “A água . . . evapora da superfície dos oceanos para a atmosfera . . . Correntes de ar em constante movimento na atmosfera terrestre transportam o ar úmido para o interior do continente. Quando o ar se resfria, o vapor se condensa em gotículas de água, frequentemente vistas como nuvens. Essas gotículas frequentemente se unem para formar gotas de chuva. Se a atmosfera estiver suficientemente fria, essas gotículas formarão flocos de neve em vez de gotas de chuva. Em qualquer caso, a água, que viajou centenas ou até milhares de milhas desde um oceano, cai na superfície da Terra. Lá, ela se acumula em rios, infiltrando-se no solo, começando sua jornada de volta para o mar.”
Esses relatos, tanto da forma da Terra quanto do ciclo da água, ilustram como a Bíblia oferece insights precisos que se alinham com descobertas científicas modernas, apesar de terem sido registrados séculos antes do desenvolvimento da ciência como a conhecemos hoje.
Este notável processo, essencial para sustentar a vida em terra seca, foi descrito na Bíblia cerca de 3.000 anos atrás de maneira simples e direta: “Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios vão, para ali continuam a correr.” (Eclesiastes 1:7)
A compreensão da história dos montes fornecida pela Bíblia também é notável. Um compêndio de geologia explica: “Desde tempos pré-cambrianos até o presente, o processo contínuo de formação e destruição dos montes tem prosseguido. . . . Os montes não apenas se originaram de leitos de mares extintos, mas muitas vezes foram submersos muito tempo após sua formação, para então serem novamente elevados.” Compare isso com a linguagem poética do salmista: “Tu a cobriste [a terra] com o abismo, como com vestimenta; as águas estavam sobre os montes. À tua repreensão fugiram; à voz do teu trovão se apressaram; subiram aos montes, desceram aos vales, até ao lugar que para elas fundaste.” (Salmo 104:6, 7)
Esses textos bíblicos não apenas destacam processos geológicos complexos de forma poética, mas também revelam um entendimento notável sobre a formação e a alteração dos montes, alinhando-se com descobertas modernas da geologia, mesmo sendo escritos há milênios.
“No Princípio”
O primeiro versículo da Bíblia declara: “No princípio Deus criou os céus e a terra.” (Gênesis 1:1) Observações feitas por cientistas levaram muitos a teorizar que o universo material teve de fato um princípio e não existiu sempre. O astrônomo Robert Jastrow, que era agnóstico em assuntos religiosos, escreveu: “Os detalhes podem variar, mas os elementos essenciais do relato astronômico e do relato bíblico de Gênesis são os mesmos: a sequência de eventos que levam à existência humana começou de forma súbita e distinta em um momento definido no tempo, em um clarão de luz e energia.”
Embora muitos cientistas concordem que o universo teve um início, nem todos aceitam a declaração de que “Deus criou”. No entanto, alguns admitem que é difícil ignorar a evidência de alguma forma de inteligência por trás de tudo. O físico Freeman Dyson observa: “Quanto mais examino o universo e estudo os detalhes de sua arquitetura, mais evidências encontro de que o universo, de alguma forma, deve ter sabido que nós estávamos chegando.”
Dyson continua com uma ressalva: “Como cientista, treinado nos hábitos de pensamento e linguagem do século XX, em vez do século XVIII, não afirmo que a arquitetura do universo prova a existência de Deus. Afirmo apenas que a arquitetura do universo é consistente com a hipótese de que a mente desempenha um papel essencial em seu funcionamento.” Seus comentários refletem a atitude cética de nosso tempo. No entanto, apesar desse ceticismo, há uma notável harmonia entre a ciência moderna e a declaração bíblica de que “no princípio Deus criou os céus e a terra” (Gênesis 1:1).
Saúde e Saneamento.Considere a maneira de a Bíblia abranger outro campo: a saúde e o saneamento. Quando um israelita tinha uma mancha na pele de que se suspeitava ser leprosa, ele era posto em isolamento. “Será impuro todos os dias em que a praga estiver nele. Ele é impuro. Deve morar isolado. Seu lugar de morada é fora do acampamento.” (Levítico 13:46) Até mesmo as vestes contaminadas eram queimadas. (Levítico 13:52) Naqueles dias, esta era uma maneira eficaz de impedir que a infecção se espalhasse.
Outra lei importante tinha que ver com a eliminação do excremento humano, que tinha de ser enterrado fora do acampamento. (Deuteronômio 23:12, 13) Esta lei, sem dúvida, resguardou Israel de muitas doenças. Até mesmo hoje, em alguns países, criam-se graves problemas de saúde por causa da eliminação imprópria dos dejetos humanos. Se as pessoas nessas terras tão-somente seguissem a lei escrita há milhares de anos na Bíblia, teriam muito mais saúde.
As elevadas normas de higiene, da Bíblia, até mesmo envolviam a saúde mental. Um provérbio bíblico diz: “O coração calmo é a vida do organismo carnal, mas o ciúme é podridão para os ossos.” (Provérbios 14:30) Em anos recentes, a pesquisa médica demonstrou que nossa saúde física de fato é afetada pela nossa atitude mental. Por exemplo, a Doutora C. B. Thomas, da Universidade de Johns Hopkins, estudou mais de mil pessoas formadas na universidade, durante um período de 16 anos, confrontando as características psicológicas delas com a sua vulnerabilidade a doenças. Uma coisa ela notou: As pessoas formadas mais vulneráveis a doenças eram aquelas que mais se zangavam e que mais ansiosas ficavam sob pressão.
O Que Diz a Bíblia?.
Se a Bíblia é tão exata em campos científicos, por que dizia a Igreja Católica que o ensino de Galileu, de que a terra se movia em torno do sol, era antibíblico? Por causa da maneira em que as autoridades interpretavam certos versículos da Bíblia. Tinham razão? Leiamos duas destas passagens que citavam, e vejamos.
Uma passagem diz: “O sol se levanta, o sol se deita, apressando-se a voltar ao seu lugar para novamente tornar a nascer.” (Eclesiastes 1:5). Segundo o argumento da Igreja, expressões tais como “o sol se levanta” e “o sol se deita”, significavam que o sol, não a terra, se locomove. No entanto, mesmo hoje, dizemos que o sol se levanta e se põe, e a maioria de nós sabemos que é a terra que orbita, não o sol. Quando usamos expressões assim, apenas descrevemos o aparente movimento do sol, conforme parece ao observador humano. O escritor bíblico fez exatamente o mesmo.
A outra passagem diz: “Assentaste a terra sobre suas bases, inabalável para sempre e eternamente.” (Salmo 104:5). Isto foi interpretado como significando que a terra, após a sua criação, não se podia mais locomover. Na realidade, porém, este versículo enfatiza a permanência da terra, não a sua imobilidade. A terra nunca será ‘abalada’ para deixar de existir, ou ser destruída, conforme outros versículos da Bíblia confirmam. (Salmo 37:29; Eclesiastes 1:4) Este texto tampouco tem algo que ver com os movimentos relativos da terra e do sol. No tempo de Galileu, foi a Igreja, não a Bíblia, que impediu o livre debate científico.
Evolução e Criação.
No entanto, há um campo em que, segundo muitos, a ciência moderna e a Bíblia irremediavelmente divergem. A maioria dos cientistas crê na teoria da evolução, a qual ensina que todas as coisas vivas evoluíram duma forma simples de vida, que veio à existência há milhões de anos. A Bíblia, por outro lado, ensina que cada um dos principais grupos de coisas vivas foi criado especialmente e se reproduz apenas “segundo a sua espécie”. Ela diz que o homem foi criado “do pó do solo”. (Gênesis 1:21; 2:7) Trata-se aqui dum flagrante erro científico da Bíblia? Antes de decidirmos isso, examinemos mais de perto o que a ciência realmente sabe, em confronto com o que ela teoriza.
A teoria da evolução foi popularizada no século passado por Charles Darwin. Quando Darwin estava nas ilhas Galápagos, no Pacífico, ficou muito impressionado com as diferentes espécies de tentilhões nas diversas ilhas, todos os quais, segundo deduziu, devem ter descendido de apenas uma espécie ancestral. Parcialmente por causa destas observações, ele promoveu a teoria de que todas as coisas vivas provinham de uma só forma original simples. A força impulsora por detrás da evolução das criaturas superiores a partir das inferiores, segundo ele, era a seleção natural, a sobrevivência do mais apto. Graças à evolução, segundo ele alegava, os animais terrestres se desenvolveram de peixes, as aves de répteis, e assim por diante.
Na realidade, o que Darwin observou naquelas ilhas isoladas não estava em desacordo com a Bíblia, que permite variações dentro de uma principal espécie viva. Por exemplo, todas as raças da humanidade procederam de apenas um casal humano original. (Gênesis 2:7, 22-24) De modo que não é estranho que aquelas diferentes espécies de tentilhões descendessem duma espécie ancestral comum. Mas estes continuaram a ser tentilhões. Não evoluíram para se tornar falcões ou águias.
Nem as diversas espécies de tentilhões, nem qualquer outra coisa que Darwin viu, prova que todas as coisas viventes, quer tubarões, quer gaivotas, elefantes ou minhocas, tenham tido um ancestral comum. Todavia, muitos cientistas afirmam que a evolução não é mais apenas uma teoria, mas sim um fato. Outros, embora reconheçam os problemas da teoria, dizem que crêem nela mesmo assim. É popular fazer isso. Nós, porém, precisamos saber se a evolução foi provada a tal ponto, que a Bíblia tem de estar errada.
Foi Provada?.
Como se pode testar a teoria da evolução? A maneira mais óbvia é examinar a documentação fóssil, para ver se realmente houve uma gradual mudança de uma espécie para outra. Será que houve? Não, conforme admitem honestamente uma série de cientistas. Um deles, Francis Hitching, escreve: “Quando se procuram elos entre os principais grupos de animais, esses simplesmente não existem.” Esta falta de evidência na documentação fóssil é tão óbvia, que os evolucionistas surgiram com alternativas da teoria de Darwin, de uma mudança gradual. No entanto, a verdade é que o repentino aparecimento de espécies de animais na documentação fóssil apóia muito mais a criação especial do que ela apóia a evolução.
Além disso, Hitching mostra que as criaturas vivas são programadas para se reproduzirem com exatidão, em vez de evoluírem em outra coisa. Ele diz: “As células vivas se reproduzem com fidelidade quase que total. O grau de erro é tão ínfimo, que nenhuma máquina de fabricação humana pode chegar perto disso. Há também restrições inerentes. As plantas atingem certo tamanho e se negam a crescer mais. As moscas-das-frutas negam-se a se tornar outra coisa senão moscas-das-frutas, não importa quais as circunstâncias que se inventem.” Mutações, induzidas por cientistas durante muitas décadas em moscas-das-frutas, não conseguiram forçar estas a evoluir em outra coisa.
A Origem da Vida.
Outra questão espinhosa que os evolucionistas deixaram de resolver é: Qual foi a origem da vida? Como veio a existir a primeira forma de vida simples da qual todos nós supostamente descendemos? Há séculos, isto não teria parecido problema. A maioria das pessoas acreditava então que as moscas podiam desenvolver-se de carne em decomposição e que uma pilha de trapos velhos podia produzir espontaneamente ratos. No entanto, há mais de cem anos, o químico francês Louis Pasteur demonstrou claramente que a vida só pode proceder de vida preexistente.
Então, como explicam os evolucionistas a origem da vida? Segundo a teoria mais popular, uma combinação casual de substâncias químicas e de energia provocou uma geração espontânea de vida, há milhões de anos. Que dizer do princípio provado por Pasteur? A Enciclopédia Delta Universal explica: “Pasteur mostrou que a vida não pode originar-se espontaneamente nas presentes condições químicas e físicas da terra. Bilhões de anos atrás, porém, as condições químicas e físicas da Terra eram muitíssimo diferentes”!
Mesmo sob condições bem diferentes, porém, há uma enorme brecha entre matéria inanimada e a coisa viva mais simples. Michael Denton, no seu livro Evolução: Uma Teoria em Crise, diz: “Entre uma célula viva e o sistema não-biológico mais altamente ordenado, tal como um cristal ou um floco de neve, há o mais vasto e absoluto abismo que se possa imaginar.” A idéia de que matéria inanimada possa passar a ter vida por algum acaso fortuito é tão remota, que é impossível. A explicação bíblica, de que ‘vida procede de vida’, visto que a vida foi criada por Deus, está convincentemente em harmonia com os fatos.
Por Que Não Aceitam a Criação.
Apesar dos problemas inerentes na teoria da evolução, a crença na criação é hoje considerada anticientífica, e até mesmo excêntrica. Por que se dá isso? Por que até mesmo uma autoridade tal como Francis Hitching, que honestamente indica as fraquezas da evolução, rejeita a idéia da criação? Michael Denton explica que a evolução, apesar de todas as suas falhas, continuará a ser ensinada, porque as teorias relacionadas com a criação “invocam causas francamente sobrenaturais”. Em outras palavras, o fato de que a criação envolve um Criador torna-a inaceitável. Este certamente é o mesmo círculo vicioso que já encontramos no caso dos milagres: Milagres são impossíveis porque são milagrosos!
Além disso, a própria teoria da evolução é profundamente suspeita do ponto de vista científico. Michael Denton prossegue: “Visto ser basicamente uma teoria de reconstrução histórica, [a teoria da evolução, de Darwin,] é impossível de ser verificada por experimentos ou pela observação direta, como é normal na ciência. . . . Além disso, a teoria da evolução trata duma série de eventos ímpares, a origem da vida, a origem da inteligência, e assim por diante.
Que Dizer do Dilúvio?.
Muitos apontam outra suposta contradição entre a Bíblia e a ciência moderna. No livro de Gênesis lemos que, há milhares de anos, a iniqüidade dos homens era tão grande, que Deus determinou destruí-los. Todavia, mandou que o homem justo Noé construísse uma grande embarcação de madeira, uma arca. Daí, Deus trouxe um dilúvio sobre a humanidade. Somente Noé e sua família sobreviveram, junto com representantes de todas as espécies animais. O Dilúvio era tão enorme, que “ficaram cobertos todos os altos montes que havia debaixo de todos os céus”. Gênesis 7:19.
Donde veio toda esta água para cobrir a terra inteira? A própria Bíblia responde. Na parte inicial do processo de criação, quando a expansão da atmosfera começou a tomar forma, passou a haver “águas . . . debaixo da expansão” e “águas . . . por cima da expansão”. (Gênesis 1:7; 2Pedro 3:5) Quando veio o Dilúvio, a Bíblia diz: “Abriram-se as comportas dos céus.” (Gênesis 7:11) Evidentemente, as “águas . . . por cima da expansão” caíram e forneceram grande parte da água para a inundação.
Compêndios modernos tendem a rejeitar um dilúvio universal. De modo que temos de perguntar: É o Dilúvio apenas um mito, ou aconteceu realmente? Antes de responder a isso, devemos notar que posteriores adoradores de Deus aceitavam o Dilúvio como história genuína; não o encaravam como mito. Isaías, Jesus, Paulo e Pedro estavam entre aqueles que o mencionaram como algo que realmente aconteceu. (Isaías 54:9; Mateus 24:37-39; Hebreus 11:7; 1 Pedro 3:20, 21; 2 Pedro 2:5; 3:5-7) Mas há perguntas que precisam de respostas a respeito deste Dilúvio universal.
As Águas do Dilúvio.
Primeiro, não é muito extremista a idéia de toda a terra ter ficado inundada? Na realidade, não é, não. De fato, a terra ainda está inundada até certo ponto. Setenta por cento dela está coberta por água e apenas 30 por cento dela é terra seca. Além disso, 75 por cento da água potável da terra está presa em geleiras e nas calotas polares. Se todo este gelo fosse derreter-se, o nível do mar ficaria muito mais elevado. Cidades tais como Nova Iorque e Tóquio desapareceriam.
Além disso, A Nova Enciclopédia Britânica diz: “A profundidade média de todos os mares foi calculada em 3.790 metros, uma cifra consideravelmente maior do que a elevação média da terra acima do nível do mar, que é de 840 metros. Se a profundidade média for multiplicada pela sua respectiva área de superfície, o volume do Oceano Mundial será 11 vezes superior ao da terra acima do nível do mar.” Portanto, se tudo fosse nivelado se os montes fossem achatados e as profundas bacias marítimas enchidas o mar cobriria a terra inteira numa profundidade de milhares de metros.
Para o Dilúvio poder acontecer, as bacias marítimas antediluvianas devem ter sido mais rasas e os montes mais baixos do que agora. É isto possível? Pois bem, certo compêndio diz: “Onde agora se elevam montes a alturas estonteantes, antigamente, há milhões de anos, estendiam-se oceanos e planícies numa monotonia plana. . . . Os movimentos das placas continentais fazem a massa terrestre elevar-se a uma altura em que apenas os mais resistentes animais e plantas podem sobreviver, e, no outro extremo, mergulhar e jazer em esplendor oculto bem abaixo da superfície do mar.” Visto que os montes e as bacias marítimas se elevam e abaixam, é evidente que, em certa época, os montes não eram tão altos como agora e as grandes bacias marítimas não eram tão fundas.
O que aconteceu com as águas inundantes após o Dilúvio? Elas devem ter drenado para as bacias marítimas. Como? Os cientistas acreditam que os continentes repousam sobre enormes placas. O movimento destas placas pode causar mudanças no nível da superfície da terra. Em alguns lugares, atualmente, há grandes abismos subaquáticos de mais de 10 km de profundidade nos limites das placas.
Se admitimos que um grande dilúvio pode ter acontecido, então por que é que os cientistas não encontraram nenhum vestígio dele? Eles talvez o tenham encontrado, mas interpretaram a evidência de modo diferente. Por exemplo, a ciência ortodoxa ensina que a superfície da terra foi modelada em muitos lugares por poderosas geleiras, durante uma série de épocas glaciais. Mas a aparente evidência de atividade glacial pode às vezes ser o resultado da ação de água. É bem provável, então, que parte da evidência do Dilúvio seja interpretada erroneamente como evidência duma época glacial.
Tem havido enganos similares. Lemos a respeito do tempo em que os cientistas desenvolveram sua teoria das épocas glaciais: “Para eles, houve épocas glaciais em todo estágio da história geológica, em harmonia com a filosofia da uniformidade. Um cuidadoso reexame da evidência, feita em anos recentes, porém, rejeitou muitas destas épocas glaciais; formações anteriormente identificadas como morenas glaciais foram reinterpretadas como leitos depositados por enxurradas de lama, deslizamentos submarinos de terra e correntes turvas: avalanches de águas turvas que depositam sedimentos, areia e cascalho no leito fundo do oceano.”
Outra evidência a favor do Dilúvio parece existir na documentação fóssil. Em certa época, segundo esta documentação, grandes tigres-dentes-de-sabre caçavam suas presas na Europa, cavalos maiores do que quaisquer atualmente vivos percorriam a América do Norte e mamutes percorriam a Sibéria em busca de alimentos. Daí, em todo o mundo, espécies de mamíferos se tornaram extintas. Ao mesmo tempo, houve uma repentina mudança do clima. Dezenas de milhares de mamutes foram mortos e rapidamente congelados na Sibéria. Alfred Wallace, bem-conhecido contemporâneo de Charles Darwin, achava que essa ampla destruição deve ter sido causada por algum excepcional evento mundial. Muitos têm argumentado que este evento foi o Dilúvio.
Um editorial da revista Biblical Archaeologist observava: “É importante que seja lembrado que a história de um grande dilúvio é uma das mais amplamente difundidas tradições da cultura humana . . . No entanto, atrás das tradições mais antigas, encontradas em fontes do Oriente Próximo, é bem possível ter realmente havido um dilúvio de proporções gigantescas, datando de um dos períodos pluviais . . . há muitos milhares de anos.” Os períodos pluviais eram tempos em que a superfície da terra era muito mais úmida do que agora. Os lagos de água doce, em todo o mundo, eram muito maiores. Teoriza-se que a umidade era causada por pesadas chuvas associadas com o fim das épocas glaciais. Mas alguns sugeriram que, em uma ocasião, a extrema umidade da superfície da terra foi o resultado do Dilúvio.
A Humanidade Não se Esqueceu.O professor de geologia John McCampbell escreveu certa vez: “As diferenças essenciais entre o catastrofismo bíblico [o Dilúvio] e o uniformitarismo evolucionista não se devem aos dados factuais da geologia, mas às interpretações destes dados. A interpretação preferida depende em grande parte da formação e das pressuposições de cada estudante.”
Que o Dilúvio realmente aconteceu é visto no fato de que a humanidade nunca o esqueceu. Em todo o mundo, em lugares tão afastados entre si como o Alasca e as Ilhas dos Mares do Sul, existem histórias antigas sobre ele. Civilizações nativas, pré-colombianas, da América, bem como aborígines da Austrália, todos têm histórias sobre o Dilúvio. Embora alguns relatos difiram nos pormenores, o fato básico de que a terra foi inundada e que apenas poucos humanos foram salvos numa embarcação feita pelo homem aparece em quase todas as versões. A única explicação de tal ampla aceitação é que o Dilúvio foi um evento histórico.
Portanto, nos aspectos essenciais, a Bíblia está em harmonia com a ciência moderna. Onde há um conflito entre as duas, a evidência dos cientistas é duvidosa. Onde concordam, a Bíblia muitas vezes é tão exata, que temos de crer que ela obteve suas informações duma inteligência sobre-humana. De fato, a concordância da Bíblia com a ciência provada fornece evidência adicional de que ela é a palavra de Deus, não a de homem.
“Do Pó”.A “Enciclopédia Delta Universal” relata: “Todos os elementos químicos que formam os seres vivos também estão presentes na matéria inanimada.” Em outras palavras, os elementos químicos básicos que compõem os organismos vivos, inclusive o homem, também são encontrados na própria terra. Isto se harmoniza com a declaração da Bíblia: “E Deus passou a formar o homem do pó do solo.” Gênesis 2:7.
“À Imagem de Deus”.
Alguns indicam as similaridades físicas entre o homem e certos animais como prova do parentesco entre eles. No entanto, eles têm de concordar que as faculdades mentais do homem são muito superiores às de qualquer animal. Por que tem o homem a capacidade de fazer planos e de organizar o mundo em volta dele, a faculdade do amor, inteligência superior, consciência e concepção do passado, do presente e do futuro? A evolução não consegue responder a isso. Mas a Bíblia sim, quando diz: “Deus passou a criar o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou.” (Gênesis 1:27) No que se refere às faculdades mentais e morais, e ao potencial do homem, ele reflete seu Pai celestial.
Fonte: http://www.ccgospel.kit.net/ciencia_e_a_biblia.htm
17 setembro 2009
Reflexões sobre a Bíblia
Páginas e páginas poderiam ser aqui transcritas de pensamentos notáveis sobre o valor da Palavra de Deus, muitas histórias verídicas poderiam ser contadas do seu poder transformador na vida humana, mas fiquem apenas estes magníficos pensamentos:
"Meu Livro, livro em qualquer tempo e a qualquer hora, bom e amigo para o meu coração, forte e poderoso companheiro. Tu me tens ensinado a forte beleza e a singela candura, a verdade simples e terrível em breves cantos. Meus melhores companheiros não têm sido pessoas de meu tempo, mas as que tu me deste: Davi, Rute, Jó, Raquel e Maria. Juntamente com os meus, estes são toda a minha gente, os que rondam em meu coração"
Não seria esta atitude para com o Livro Santo um dos segredos da sua sublime inspiração poética?
“A Bíblia não é somente um grande livro de referências históricas, mas é também um Guia para a vida diária, e por esta razão eu a respeito e amo.”
"A alma jamais pode vaguear sem rumo, se tomar a Bíblia para lhe guiar os passos."
"É impossível governar perfeitamente o mundo, sem Deus e sem a Bíblia." George Washington
"Creio que a Bíblia é o melhor presente que Deus já deu ao homem. Todo o bem da parte do Salvador do mundo, nos é transmitido mediante esse livro." Abraão Lincoln
"Eu amo a Bíblia, eu leio-a todos os dias e, quanto mais a leio tanto mais a amo. Há alguns que não gostam da Bíblia. Eu não os entendo, não compreendo tais pessoas, mas, eu a amo, amo a sua simplicidade e amo as suas repetições e reiterações da verdade. Como disse, eu leio-a quotidianamente e gosto dela cada vez mais."
"Que o homem progrida quanto quiser, que todos os ramos do conhecimento humano se desenvolvam ao mais alto grau, coisa alguma substituirá a Bíblia, base de toda a cultura e de toda a educação."
"É minha fé na Bíblia que me serviu de guia em minha vida moral e literária. Quanto mais a civilização avance, mais será empregada a Bíblia."
"Livro de minha alma aqui o tenho: é a Bíblia. Não o encerro na biblioteca, entre os de estudo, conservo-o sempre à minha cabeceira, à mão. E dele que tiro o pão para a minha fome de consolo, é dele que tiro a luz nas trevas das minhas agonias."
Nos primeiros três anos após minha conversão, negligenciei a Palavra de Deus. Desde que comecei a pesquisá-la diligentemente, tenho sido maravilhosamente abençoado.
Já li a Bíblia cem vezes, e sempre com maior deleite. Cada vez se me apresenta um livro novo.
Grande tem sido a bênção recebida do seu estudo seguido, diligente e quotidiano. “Considero perdido o dia em que não me detive a meditá-la.”
escreveu muitos pensamentos sobre a Bíblia, como estes dois: "A Bíblia é o mais poderoso instrumento que o pregador pode ter. Com ela falo com confiança à mais sofisticada ou mais degradada
ou mais incrédula das pessoas". "O alimentar-se da Palavra realmente faz o Pregador".
Conflito, pp. 8 e 10).
18. Papa Pio VI: "lias fiéis devem ser incitados à leitura das Sagradas Escrituras, porque é a fonte mais abundante da verdade, e que deve permanecer aberta a todas as pessoas, para que dela tirem a pureza de moralidade e de doutrina, para destruir inteiramente os erros que se espalham tão largamente nestes tempos corruptos."
Prezado amigo, você conhece a Bíblia?
Lê diariamente alguma porção deste maravilhoso livro?
Crê que é através dela que chegamos a Cristo, que nos dá a salvação e a vida eterna?
Amemos a Bíblia, fazendo nossas as palavras do salmista: "Lâmpada para os meus pés é a Tua palavra, e luz para o meu caminho" Sal. 119: 105)."
Encontrei algures os seguintes pensamentos sobre o Livro sagrado que nos serão úteis:
A Bíblia foi escrita por quarenta homens diferentes, de pescadores e lavradores a profetas e reis, num período de aproximadamente 1.600 anos. Embora esses escritores diferissem em cultura e posição social, e tivessem vivido em países e épocas diferentes, escreveram apenas um livro, o qual revela unidade e harmonia
do começo ao fim. A mensagem desse livro, embora moldada segundo o estilo e a individualidade dos homens que Deus usou, é uma mensagem divina, não do homem. Somente no Velho Testamento os escritores bíblicos utilizaram mais de 2.600 vezes a expressão "Assim diz o Senhoril. Essa insistência demonstra de modo inequívoco a sua convicção de que estavam falando não por si mesmos, mas inspirados por Deus.
O Novo Testamento confirma tais afirmações em textos como estes: II S. Pedro 1: 21 ... , II Tim. 3:16.
Isto significa que quando lemos a Bíblia, ouvimos Deus falando a nós, como se estivéssemos ouvindo-O audivelmente. Significa que se rejeitamos a Bíblia, rejeitamos a voz de Deus. E rejeitar sua voz é rejeitar o amoroso oferecimento que Ele nos faz - vida eterna através de Jesus Cristo, Seu filho.
Aproximadamente uma quarta parte da Bíblia é profética e há mais de mil profecias separadas e distintas nela registradas. A maioria delas já se cumpriu, com exatidão absoluta. Outras estão se cumprindo em nossa geração, ou se cumprirão no futuro.
Fonte imagem: Fonte imagem: Gemini IA
16 setembro 2009
Conceitos sobre a Bíblia
Os cristãos acreditam que estes homens escreveram a Bíblia inspirados por Deus e por isso consideram a Bíblia como a Escritura Sagrada. No entanto, nem todos os seguidores da Bíblia a interpretam de forma literal, e muitos consideram que muitos dos textos da Bíblia são metafóricos ou que são textos datados que faziam sentido no tempo em que foram escritos, mas foram perdendo seu sentido dentro do contexto da atualidade.
Para a maior parcela do cristianismo a Bíblia é a Palavra de Deus, portanto ela é mais do que apenas um bom livro, é a vontade de Deus escrita para a humanidade. Para esses cristãos, nela se encontram, acima de tudo, as respostas para os problemas da humanidade e a base para princípios e normas de moral.
Não-cristãos de um modo geral vêem a Bíblia como um livro comum, com importância histórica e que reflete a cultura do povo que os escreveu. Em regra os não-cristãos recusam qualquer origem divina para a Bíblia e a consideram como de pouca ou de nenhuma importância na vida moderna, ainda que na generalidade se reconheça a sua importância na formação da civilização ocidental (apesar de a Bíblia ter origem no Médio Oriente).
A comunidade científica tem defendido a Bíblia como um importante documento histórico, narrado na perspectiva de um povo e na sua fé religiosa. Muito da sua narrativa foi de máxima importância para a investigação e descobertas arqueológicas dos últimos séculos. Mas os dados existentes são permanentemente cruzados com outros documentos contemporâneos, uma vez que, a história religiosa do povo de Israel singra em função da soberania de seu povo que se diz o "escolhido" de Deus e, inclusive, manifesta essa atitude nos seus registros.
Independente da perspectiva que um determinado grupo tem da Bíblia, o que mais chama a atenção neste livro é a sua influência em toda história da sociedade ocidental e mesmo mundial, face ao entendimento dela nações nasceram (Estados Unidos da América etc.), povos foram destruídos (Incas, Maias, etc), o calendário foi alterado (Calendário Gregoriano), entre outros fatos que ainda nos dias de hoje alteram e formatam nosso tempo. Sendo também o livro mais lido, mais pesquisado e mais publicado em toda história da humanidade, boa parte das línguas e dialetos existentes já foram alcançados por suas traduções. Por sua inegável influência no mundo ocidental, cada grupo religioso oferece a sua interpretação, cada qual com compreensão peculiar.
"Além das Escrituras: Como as Diferentes Denominações Cristãs Enxergam a Bíblia"
A Bíblia é o texto religioso central tanto para o judaísmo quanto para o cristianismo, desempenhando um papel fundamental nas práticas e crenças dessas tradições. O termo "Bíblia" vem do grego "βίβλια" (bíblia), que significa "rolo" ou "livro". Foi São Jerônimo, o tradutor da Vulgata latina, quem primeiro denominou o conjunto dos livros do Antigo e Novo Testamento como "Biblioteca Divina", refletindo sua visão da Escritura como uma coleção sagrada de textos inspirados por Deus.
Para as três grandes religiões abraâmicas — judaísmo, cristianismo e islamismo — a Bíblia (ou Tanakh no judaísmo, que corresponde ao Antigo Testamento cristão) é considerada divinamente inspirada e é por isso que essas religiões são frequentemente chamadas de "religiões do Livro". No cristianismo, a Bíblia é também conhecida como as "Escrituras Sagradas" e a "Palavra de Deus", destacando sua importância e autoridade espiritual.
Há, no entanto, diferenças significativas entre as denominações cristãs em relação aos seus cânones sagrados. As igrejas protestantes, por exemplo, aceitam 39 livros no Antigo Testamento. Em contraste, a Igreja Católica inclui 46 livros, que compreendem os textos deuterocanônicos, como Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico, Baruque, I Macabeus e II Macabeus, além de adições em Ester e Daniel. Essas adições são livros que não estão presentes no cânon hebraico tradicional, mas que foram incluídos na Septuaginta, a versão grega do Antigo Testamento usada amplamente no início do cristianismo.
As igrejas ortodoxas, por sua vez, aceitam os mesmos livros deuterocanônicos reconhecidos pela Igreja Católica e incluem outros textos adicionais como Esdras, Macabeus e a Oração de Manassés. O número e a aceitação desses livros podem variar conforme a tradição ortodoxa específica, refletindo a diversidade dentro do cristianismo oriental.
No Novo Testamento, há um consenso entre todas as tradições cristãs sobre os 27 livros canônicos. No entanto, as igrejas protestantes consideram os livros deuterocanônicos como apócrifos, embora alguns reconheçam sua utilidade moral e histórica. Traduções protestantes influentes, como a Bíblia do Rei James e a Reina-Valera, ocasionalmente incluem esses textos em edições específicas, apesar de sua classificação como apócrifos.
Essas variações na aceitação dos livros bíblicos ilustram a riqueza e a complexidade da herança bíblica, refletindo diferentes abordagens quanto à formação e autoridade das Escrituras Sagradas ao longo da história do cristianismo. Essas diferenças não apenas destacam a diversidade dentro da tradição cristã, mas também ressaltam o profundo impacto que a Bíblia tem nas práticas e crenças das comunidades religiosas em todo o mundo.
Colaboração: Wikipedia
13 setembro 2009
JESUS E AS PROFISSÕES
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Ao analisar as profissões e estudar a Bíblia descobrimos fatos interessantes que estão relacionados, algo muito significativo. Há várias semelhanças entre Cristo e várias profissões.
Você consegue pensar em que relação Cristo poderia ter com um joalheiro? Um banqueiro? um agricultor? Vamos ver qual a relação que Cristo tem com cada uma delas:
Para o joalheiro, Cristo é comparado à "pérola de grande preço", conforme mencionado na parábola da pérola de grande valor em Mateus 13:45-46. Assim como uma pérola de grande valor é extremamente rara e valiosa, Cristo é visto como o tesouro mais precioso e incomparável que um joalheiro pode encontrar. Ele representa uma preciosidade espiritual que transcende qualquer riqueza material.
Pérolas são conhecidas por sua beleza natural e pureza. Da mesma forma, Cristo é visto como perfeito em santidade, beleza e pureza divina, sem mancha ou imperfeição. Na parábola, o comerciante de pérolas busca diligentemente por uma pérola de grande valor e, ao encontrá-la, está disposto a sacrificar tudo para obtê-la. Cristo é aquele que é buscado por corações sinceros e que, quando encontrado, transforma radicalmente a vida daqueles que o recebem.
Assim como o comerciante vende tudo o que tem para adquirir a pérola de grande valor, seguir a Cristo exige um compromisso total e sacrifício de tudo o mais que poderia competir com o seu valor supremo.
Para o banqueiro, Cristo é comparado ao "tesouro oculto" mencionado nas parábolas de Jesus. Esta comparação se baseia na parábola do tesouro escondido, onde um homem descobre um tesouro escondido em um campo e, por alegria, vende tudo o que possui para adquiri-lo (Mateus 13:44).
Para o agricultor, Cristo é frequentemente comparado à "videira". Essa metáfora é encontrada nos Evangelhos, onde Jesus se descreve como a verdadeira videira e os seus seguidores como os ramos que dão fruto (João 15:1-8).Para o agricultor, Cristo é como a videira.
Para o floricultor, Cristo é visto como a "Rosa de Saron", uma imagem poética e simbólica que representa sua beleza, sua pureza e seu valor incomparável. Cantares 2:1.
Para o gramático, Cristo é comparado ao "Verbo", uma metáfora rica em significado e profundidade teológica. Essa comparação é baseada no prólogo do Evangelho de João, onde Jesus é descrito como o Verbo (Logos) que estava com Deus desde o princípio e através de quem todas as coisas foram feitas (João 1:1-3).
Para o biólogo, Cristo pode ser comparado à "Vida", um conceito central que tem implicações tanto físicas quanto espirituais. Esta comparação se baseia em várias passagens das Escrituras que enfatizam Cristo como a fonte e o sustentador da vida.
Cristo é a Vida em todos os sentidos, sendo a fonte, sustentador e restaurador da vida biológica e espiritual, cujo entendimento e aplicação têm implicações profundas na compreensão da natureza e do propósito da vida humana e da criação como um todo.
Para o pregador, Cristo como a "Palavra encarnada" é não apenas o tema principal de sua mensagem, mas também a fonte de autoridade, poder e transformação na vida da igreja e na pregação do evangelho ao mundo.
Cristo é a Palavra de Deus feita carne (João 1:14). Ele é a expressão suprema da vontade e do propósito de Deus, revelando-se aos seres humanos de maneira tangível e acessível.
Para o marceneiro, Cristo como a "Porta" representa não apenas um símbolo físico de entrada e proteção, mas também uma verdade espiritual essencial que define a fé cristã e a relação pessoal com Deus.
Cristo não é apenas uma porta, mas a porta pela qual os crentes atravessam do pecado para a graça, da condenação para a salvação. Ele oferece uma nova vida e um novo começo para todos que o recebem como Senhor e Salvador.
Para o construtor, Cristo é comparado à "Pedra Angular". Cristo é descrito como a pedra angular sobre a qual a igreja é construída (Efésios 2:20). Ele é o alicerce sólido e confiável que sustenta toda a estrutura espiritual da fé cristã.
Para o construtor, Cristo como a Pedra Angular representa não apenas um elemento estrutural essencial, mas também o fundamento espiritual sobre o qual a vida cristã é construída. Ele é a base firme e confiável que garante a estabilidade, a unidade e a integridade da fé cristã e da comunidade dos crentes.
Para o padeiro, Cristo é comparado ao "Pão da Vida". Cristo se descreve como o pão da vida, aquele que dá verdadeira satisfação espiritual e sustento para a alma (João 6:35). Assim como o pão é essencial para a nutrição física, Cristo é essencial para a nutrição espiritual, oferecendo vida eterna aos que creem nele.
O pão da vida também é uma referência ao sacramento da comunhão, onde os crentes lembram e celebram o sacrifício de Cristo por eles. Jesus instituiu a Ceia do Senhor usando o pão como um símbolo de seu corpo dado por eles (Mateus 26:26-28).
Para o padeiro, Cristo como o Pão da Vida representa não apenas um alimento físico, mas o sustento espiritual e a provisão divina que satisfaz completamente as necessidades mais profundas da humanidade. Ele é a fonte de vida eterna e a base da fé cristã, cujo sacrifício e presença são essenciais para a vida espiritual abundante.
Para o médico, Cristo é comparado ao "Médico dos médicos". Cristo é descrito como aquele que cura as doenças espirituais e físicas. Ele realizou numerosos milagres de cura durante seu ministério terreno, demonstrando seu poder sobre a enfermidade e a morte (Mateus 4:23-24, Lucas 4:40-41).
Assim como os médicos buscam tratar não apenas os sintomas, mas a pessoa como um todo, Cristo oferece uma cura integral que abrange a cura espiritual, emocional e física. Ele restaura não apenas o corpo, mas também a alma e o espírito.
Para o médico, Cristo como o Médico dos médicos representa não apenas um curador milagroso, mas o modelo supremo de compaixão, cuidado e serviço ao próximo. Ele é o portador da cura divina que transcende o físico para alcançar o espiritual, oferecendo esperança e restauração completa para todos os que o buscam.
Para o geógrafo, Cristo pode ser comparado à "Água da Vida". Assim como a água é essencial para a vida física na terra, Cristo é essencial para a vida espiritual. Ele se apresentou como a água viva que sacia a sede espiritual de todos os que vêm a ele (João 4:13-14).
A água é frequentemente associada à renovação e à purificação. Da mesma forma, Cristo oferece purificação espiritual e renovação aos pecadores arrependidos, lavando-os de seus pecados e restaurando sua comunhão com Deus (1 João 1:7).
Portanto, para o geógrafo, Cristo como a Água da Vida representa não apenas um símbolo de vida espiritual e purificação, mas também uma fonte de esperança e restauração que transcende fronteiras geográficas e culturais. Ele é a fonte de vida eterna e a satisfação espiritual que todos os seres humanos podem encontrar ao buscá-lo.
Para o professor, Cristo pode ser comparado ao "Mestre dos mestres". Cristo é reconhecido como aquele que possui autoridade suprema no ensino espiritual e moral. Ele ensinou com autoridade, desafiando tradições e revelando a verdade divina de maneira acessível e profunda (Mateus 7:28-29)
Jesus não apenas ensinou com palavras, mas também com a vida que viveu. Ele exemplificou os princípios que ensinou, mostrando aos seus seguidores como viver uma vida de fé, amor e serviço a Deus e ao próximo.
Para o professor, Cristo como o Mestre dos mestres representa não apenas um modelo supremo de ensino e sabedoria, mas também o guia espiritual e moral que orienta seus seguidores no caminho da verdade e da vida abundante. Ele é o mestre cujo impacto transcende o ensino acadêmico para abranger a transformação espiritual e moral da humanidade.
Para o advogado, Cristo pode ser comparado ao "Advogado Divino" ou "Defensor dos Justos". Cristo é descrito como aquele que intercede por seus seguidores diante de Deus Pai (1 João 2:1). Ele é o advogado divino que defende os justos e intercede por eles, assegurando a graça e a misericórdia de Deus para aqueles que confiam nele.
Para o advogado, Cristo como o Advogado Divino representa não apenas um símbolo de intercessão e defesa espiritual, mas também o modelo supremo de justiça, sabedoria e sacrifício. Ele é o defensor que oferece segurança, esperança e a certeza de uma defesa perfeita diante de Deus, através de sua morte e ressurreição.
Para o desenhista, Cristo pode ser comparado ao "Grande Artista" ou "Criador Supremo". Cristo é o Criador Supremo que inspira os desenhistas a expressarem sua criatividade e habilidades artísticas. Ele é a fonte de toda a beleza e harmonia encontrada na criação (Gênesis 1:1).
Assim como um artista busca a perfeição estética em suas obras, Cristo é aquele que cria com perfeição e ordem. Ele é o artista supremo que moldou os céus, a terra e tudo o que neles há com sabedoria e habilidade (Salmos 104:24).
Para o químico, Cristo pode ser comparado ao "Alquimista Divino". Esta metáfora destaca o papel de Cristo na transformação espiritual e na revelação do conhecimento espiritual e material.
Cristo é aquele que realiza uma profunda transformação espiritual na vida daqueles que o seguem. Assim como o alquimista busca transformar metais em ouro, Cristo transforma corações e mentes, restaurando e renovando a vida espiritual (2 Coríntios 5:17).
Cristo oferece purificação espiritual e perdão dos pecados, semelhante ao processo de purificação realizado pelo químico em suas experiências de laboratório. Ele é o Alquimista que remove impurezas espirituais e restaura a comunhão perdida com Deus (1 João 1:9).
Para o pecador, Cristo é o "Salvador", o "Redentor". Esta metáfora destaca o papel central de Cristo na vida daqueles que reconhecem sua necessidade espiritual e pecaminosidade. Cristo é aquele que oferece perdão completo e reconciliação com Deus para todos os pecadores arrependidos (1 João 1:9). Ele é o Redentor que remove a culpa e restaura a comunhão perdida com Deus.
Cristo não apenas perdoa, mas também transforma vidas. Ele oferece uma nova natureza espiritual e capacita os pecadores a viverem em retidão e santidade através do poder do Espírito Santo (2 Coríntios 5:17).
Cristo demonstrou o amor de Deus de maneira suprema ao sacrificar sua própria vida na cruz pelos pecados da humanidade (Romanos 5:8). Ele é o Salvador que ama incondicionalmente e oferece graça abundante para todos que o recebem.
Para o pecador, Cristo como o Salvador e Redentor representa não apenas uma oportunidade de perdão e reconciliação com Deus, mas também a promessa de uma nova vida em Cristo. Ele é aquele que oferece esperança, transformação e um caminho para a verdadeira paz e alegria espiritual.
12 setembro 2009
O Senhor Executou Julgamento Contra o Povo Egípcio ou Contra os Deuses Impotentes do Egito?
Na mitologia egípcia, Geb (também grafado como Keb) era um dos deuses principais e era considerado o deus da terra. Ele era frequentemente representado como um homem deitado sob Nut, a deusa do céu, separando-a dela. Essa posição simbolizava a terra fértil onde as plantações poderiam crescer.
Geb era visto como um deus benevolente que garantia a fertilidade da terra, permitindo colheitas abundantes e prosperidade agrícola. Ele também tinha uma conexão íntima com os faraós, pois era considerado o pai dos primeiros reis do Egito.
Em resumo, Geb era uma figura central na mitologia egípcia, associado à fertilidade e à sustentação da vida na terra.
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| 6.Ápis |
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| 5. Hathor |
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| 8.Isis |
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| 7. Horus |
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| 12.Rá |
Deus é soberano sobre tudo
As pragas mostram que o domínio de Deus não se limita ao “espiritual”, mas alcança toda a realidade criada. A água, a terra, os animais, o clima, o corpo humano, a economia e até a continuidade da família egípcia estão sob sua autoridade. O faraó se via como um deus, e o Egito confiava em seus sistemas religiosos, políticos e militares, mas todos eles se revelam impotentes diante da palavra do Senhor. A soberania divina se manifesta não apenas no poder de ferir, mas também no poder de poupar, proteger e conduzir a história.
Nada está fora do controle de Deus — nem forças políticas, nem “deuses” humanos, nem sistemas opressores.
Confiar menos no que parece poderoso aos olhos humanos e mais em Deus, que governa inclusive aquilo que não compreendemos.
O orgulho endurece o coração
O texto bíblico repete várias vezes que o coração do faraó se endureceu. Em alguns momentos, ele mesmo endurece o coração; em outros, o texto afirma que Deus permite esse endurecimento. Isso revela um processo espiritual: a resistência contínua à verdade gera insensibilidade. Cada recusa torna a próxima decisão mais difícil. O faraó reconhece o erro em certos momentos, mas seu arrependimento é superficial, motivado apenas pelo alívio do sofrimento.
Quando ignoramos sinais, conselhos e advertências, o coração vai se tornando menos sensível à voz de Deus.
A humildade abre caminhos de restauração, enquanto o orgulho prolonga a dor e aprofunda a escravidão interior.
A desobediência traz consequências
As pragas não são aleatórias; elas são respostas diretas à desobediência persistente do faraó. Deus revela sua vontade de forma clara — “deixa ir o meu povo” — e a recusa consciente gera consequências progressivas. Isso não acontece por crueldade, mas por justiça. A narrativa mostra que a desobediência não afeta apenas quem decide, mas toda a sociedade ao redor.
Deus é paciente, mas a persistência no erro produz frutos amargos.
Nossas escolhas têm peso espiritual e impacto coletivo; não são neutras nem isoladas.
Deus revela os falsos deuses
Cada praga confronta diretamente crenças egípcias. O Nilo, visto como fonte de vida, torna-se sangue. As rãs, símbolo de fertilidade, tornam-se praga. O sol, divindade central, é vencido pelas trevas. Deus expõe a fragilidade de tudo aquilo que o ser humano idolatra. Ídolos prometem segurança, mas não podem salvar quando são testados.
Tudo o que ocupa o lugar de Deus acaba se mostrando limitado e incapaz de sustentar a vida.
Dinheiro, poder, status, controle ou até pessoas falham quando assumem o papel que pertence somente a Deus.
Deus faz distinção entre opressão e fidelidade
A partir de certo ponto, o texto deixa claro que as pragas não atingem a terra de Gósen, onde Israel habitava. Isso não significa ausência total de sofrimento, mas revela que Deus não é indiferente à injustiça. Ele vê a opressão, escuta o clamor e age de forma concreta na história.
Deus distingue quem oprime de quem sofre, e sua justiça não é cega.
Fidelidade não significa vida sem lutas, mas garante cuidado, presença e direção mesmo em meio às crises.
Deus dá oportunidades de arrependimento
As pragas são graduais. Entre uma e outra, há tempo para reflexão, decisão e mudança. Deus poderia agir de forma definitiva desde o início, mas escolhe um caminho pedagógico. Isso revela seu desejo de arrependimento, não de destruição. O juízo vem acompanhado de misericórdia até o último momento possível.
Juízo e misericórdia caminham juntos no agir de Deus.
Enquanto há tempo, há possibilidade real de recomeço e transformação.
A libertação tem um custo
A última praga revela a gravidade da opressão e do pecado. A morte dos primogênitos atinge o futuro do Egito e mostra que a escravidão não é algo leve ou neutro. A libertação de Israel exige uma ruptura definitiva. Não há libertação verdadeira sem enfrentamento do mal que aprisiona.
O pecado destrói, e a libertação exige decisão e renúncia.
Não é possível viver em liberdade sem confrontar aquilo que nos mantém presos, por mais doloroso que seja.
O sangue como sinal de salvação (Páscoa)
O sangue nos umbrais das portas não é um amuleto mágico, mas um ato de obediência e fé. As famílias israelitas precisaram confiar na palavra de Deus e agir de acordo com ela. Esse sinal se torna um marco espiritual para todo o povo, lembrado ao longo das gerações.
A salvação envolve fé que se expressa em atitudes concretas.
Não basta conhecer a verdade; é preciso responder a ela com obediência.
Deus escuta o clamor dos oprimidos
A narrativa do Êxodo começa com Deus ouvindo o grito de um povo escravizado. Antes das pragas, antes de Moisés, há um Deus atento ao sofrimento humano. O agir divino nasce da compaixão e da fidelidade à aliança.
Deus não ignora a dor prolongada nem o sofrimento silencioso.
Mesmo quando tudo parece injusto e sem resposta, Deus continua ouvindo e agindo no tempo certo.
A libertação não é o fim — é o começo
As pragas libertam Israel do Egito, mas não do “Egito interior”. O deserto será um tempo de formação, correção e aprendizado. Deus não apenas liberta da opressão externa, mas trabalha o caráter, a fé e a identidade do seu povo.
Sair da escravidão é apenas o primeiro passo; viver em liberdade exige transformação contínua.
Deus não quer apenas nos tirar do “Egito”, mas formar em nós um coração livre, obediente e maduro.
1ª praga (Água do Nilo transformada em sangue) — John I. Durham, Exodus: An Exegetical Commentary, Wm. B. Eerdmans, 1987, pp. 102-105; Willem A. VanGemeren (ed.), New International Dictionary of Old Testament Theology and Exegesis, Zondervan, 1997, vol. 3, pp. 394-397.
2ª praga (Rãs) — John I. Durham, Exodus: An Exegetical Commentary, Eerdmans, 1987, pp. 110-112; Geraldine Pinch, Egyptian Mythology: A Guide to the Gods, Oxford University Press, 2002, pp. 78-80.
3ª praga (Pó transformado em piolhos/borrachudos) — Durham, Exodus, 1987, pp. 115-117; Donald B. Redford (ed.), The Oxford Encyclopedia of Ancient Egypt, Oxford University Press, 2001, vol. 2, pp. 89-90 (sobre Geb).
4ª praga (Moscas) — Durham, Exodus, 1987, pp. 120-122; Redford, Oxford Encyclopedia, 2001, vol. 3, pp. 251-252 (sobre Uatchit/Wadjet).
5ª praga (Peste no gado) — Durham, Exodus, 1987, pp. 125-127; Pinch, Egyptian Mythology, 2002, pp. 99-101 (sobre Hathor).
6ª praga (Úlceras/furúnculos) — Durham, Exodus, 1987, pp. 130-132; Pinch, Egyptian Mythology, 2002, pp. 121-123 (sobre Ísis).
7ª praga (Trovões e saraiva) — Durham, Exodus, 1987, pp. 135-137; Redford, Oxford Encyclopedia, 2001, vol. 3, pp. 330-331 (sobre Reshpu).
8ª praga (Gafanhotos) — Durham, Exodus, 1987, pp. 140-142; Pinch, Egyptian Mythology, 2002, pp. 64-66 (sobre Min).
9ª praga (Três dias de escuridão) — Durham, Exodus, 1987, pp. 145-147; Redford, Oxford Encyclopedia, 2001, vol. 3, pp. 168-170 (sobre Hórus e Rá).
10ª praga (Morte dos primogênitos) — Durham, Exodus, 1987, pp. 150-153; Willem A. VanGemeren (ed.), New International Dictionary of Old Testament Theology and Exegesis, Zondervan, 1997, vol. 3, pp. 400-404 (sobre Ámon-Rá).
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