A Bíblia Curiosa reúne temas fascinantes relacionados às Escrituras, explorando sua origem, formação, autores, contexto histórico e os diversos acontecimentos que tornam a Bíblia um livro extraordinário. Além disso, apresenta artigos, estudos bíblicos, reflexões e curiosidades que ajudam a ampliar o conhecimento e fortalecer a fé. Porém, nosso objetivo não é apenas trazer entretenimento ou curiosidades, mas apresentar conteúdos relevantes para o crescimento espiritual e a preparação do caráter para a salvação. Afinal, o maior propósito do ser humano não é apenas adquirir conhecimento, mas conhecer a Deus e preparar-se para a eternidade. Essa preparação acontece através de Jesus Cristo, Seu amor e o sacrifício realizado na cruz, onde encontramos perdão, restauração e esperança de uma nova vida. Desejamos que cada estudo aqui apresentado seja uma oportunidade para aproximar você de Deus e permitir que Sua Palavra transforme sua vida. Desejamos a você uma excelente leitura!

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28 julho 2026

"Leitura de Mão ou Leitura da Realidade? A Perspicácia de um Cristão"

Em uma movimentada praça da Catedral de Florianópolis, um turista cristão explorava as diversas atrações ao redor. Entre as barracas de artesanato e os artistas de rua, uma cigana adivinha, com um olhar enigmático e um manto colorido, se aproximou do turista e lhe pediu para ler a sua mão.

O turista, curioso sobre o ofício da adivinha, perguntou:

— A senhora, ao ler a mão, consegue prever o futuro?

A cigana, com uma confiança inabalável, respondeu:

— Sim, é exatamente isso que faço.

Intrigado, o turista continuou:

— E a senhora também adivinha coisas sobre as pessoas, não é?

— Sim, sem dúvida — confirmou ela.

O turista então perguntou:

— E quanto a senhora cobra por essas adivinhações e leituras de mão?

— Cinquenta reais — respondeu a cigana com um sorriso.

21 julho 2026

Você Continuaria Orando Se Tudo Começasse a Piorar? Saiba por que isso acontece.

 

Quando Deus Não Responde Como Você Espera

Você já teve a impressão de que quanto mais orava por uma situação, pior ela ficava? É justamente nesse momento que a fé é colocada à prova. Muitos acreditam que confiar em Deus significa vê-Lo agir exatamente da maneira que imaginam. Mas será que entregar um problema a Deus é pedir que Ele faça a nossa vontade, ou aceitar que Ele fará a vontade dEle?

Certa vez, uma mulher procurou o pastor de sua igreja profundamente angustiada. Seu filho havia se tornado alcoólatra, e ela já não sabia mais o que fazer. Com lágrimas nos olhos, pediu um conselho. O pastor respondeu com simplicidade:

— Irmã, quando não enxergamos uma saída, devemos usar a maior arma que Deus colocou em nossas mãos: a oração. Ore todos os dias e entregue essa situação ao Senhor. A oração feita com fé nunca volta vazia.

Aquela mãe saiu dali determinada a buscar a Deus diariamente.

26 janeiro 2026

“Da Curiosidade ao Desespero: A história de Rita e André”


Rita e André estavam superanimados para o dia em que o pai deles iria sair. Era uma oportunidade única para fazer o que quisessem em casa, pois ele havia deixado tudo de que precisavam: bolo e sorvete na geladeira, e brinquedos novos trancados no quarto. O pai, porém, fez um pedido específico: “Não mexam na caixinha da cozinha. Se vocês não mexerem nela, eu vou dar os brinquedos novos para vocês brincarem quando voltar. Não toquem nela e nem abram, ok?”

Depois que o pai saiu, Rita e André começaram a se divertir. Primeiro, assistiram a seus desenhos animados favoritos, rindo e se entretendo com as aventuras na TV. Em seguida, jogaram videogame por um bom tempo, competindo em uma partida emocionante e se divertindo muito.

Depois de tanto tempo jogando e assistindo TV, decidiram que era hora de brincar de casinha. Montaram um cenário com almofadas e cobertores e fizeram de conta que eram uma família que estava fazendo um piquenique no meio da sala. Prepararam uma pequena “festa” com os brinquedos e com o bolo e o sorvete que o pai havia deixado. A casa estava cheia de alegria e risadas.

02 janeiro 2026

"O Sabor da Verdade: Como Deus Influencia Nossas Vidas de Forma Invisível"

Deus é como o açúcar no leite

Certo dia, durante uma aula, a professora decidiu fazer uma pergunta simples às crianças:

— Alguém aqui sabe dizer quem é Deus?

Uma menina levantou a mão e respondeu com convicção:

— Deus é o nosso Pai. Foi Ele quem criou o céu, a terra, o mar e tudo o que existe. Ele cuida de nós como filhos.

A professora elogiou a resposta, mas quis aprofundar a reflexão:

— Muito bem. Mas como vocês sabem que Deus existe, se nunca O viram?

A sala ficou em silêncio. Ninguém parecia saber o que dizer. Então, Pedro, um menino tímido, levantou lentamente a mão e falou:

26 junho 2025

O Valor do Tempo

O Valor do Tempo

Era uma vez uma criança, já quase entrando na adolescência, que havia descoberto o valor do trabalho desde cedo. Com um brilho nos olhos e uma curiosidade incansável, passava os dias ajudando em casa ou prestando pequenos serviços para os vizinhos em troca de alguns trocados. Não era muito, mas para ele, cada moedinha carregava um orgulho enorme: era fruto do seu esforço.

Numa tarde comum, ele estava brincando sozinho com seus brinquedos — carrinhos antigos, bonecos meio gastos, mas ainda cheios de histórias. O som da porta abrindo fez o menino olhar para trás. Seu pai acabava de chegar do trabalho. Exausto, jogou-se no sofá com um suspiro pesado, os olhos cheios de cansaço.

O filho se aproximou devagar, e com aquela sinceridade pura da infância, perguntou:
— Pai, posso lhe fazer uma pergunta?

O pai, surpreso, olhou para ele com um sorriso cansado e disse:
— Claro, filho. Pode perguntar.
— Quanto o senhor ganha por um dia de trabalho?

O pai hesitou, pensou um pouco, nunca tinha parado para calcular aquilo exatamente. Pegou papel e caneta, começou a fazer as contas, rabiscando números, tentando transformar dias inteiros de esforço em simples cifras. Depois de alguns minutos, respondeu:
— Acho que o papai ganha cerca de 50 dólares por dia.

O menino assentiu em silêncio e, sem dizer mais nada, saiu calmamente e foi até o quarto. Alguns minutos depois, voltou com seu porquinho nas mãos. Sentou-se no chão, abriu cuidadosamente o fundo de borracha e começou a contar: moeda por moeda, nota por nota, com os olhos cheios de esperança.

Quando terminou, estendeu o montinho de dinheiro para o pai e disse, com a voz trêmula:
— Pai… aqui tem 50 dólares. O senhor pode escolher um dia… só um… pra brincar comigo?

O mundo parou.

O pai sentiu algo quebrar dentro de si. Seus olhos se encheram de lágrimas. Ele nunca imaginou que, em meio a tanto esforço para dar o melhor ao filho, estivesse, sem querer, deixando de dar o mais importante: o tempo.

Sem conseguir dizer uma só palavra, ajoelhou-se diante do menino, o abraçou forte — como se quisesse parar o tempo ali — e chorou. Chorou pelo que não via. Chorou pelo que faltava. E, mais do que tudo, chorou de gratidão por ter sido lembrado, por um coração tão pequeno e tão puro, do verdadeiro valor da vida.

O valor do esforço desde cedo
A criança entende o valor do trabalho, da responsabilidade e do fruto do esforço próprio. Isso nos lembra que Deus valoriza atitudes sinceras desde a infância:
“Até a criança se dá a conhecer pelas suas ações, se a sua conduta é pura e reta.” (Provérbios 20:11)
Ensinar filhos a trabalharem com propósito desde pequenos forma caráter, humildade e gratidão.

A sabedoria revelada pelos pequenos
A pergunta da criança não foi apenas uma curiosidade. Ela carregava um desejo profundo de conexão. Jesus valorizava o coração das crianças e as usava como exemplo de pureza e verdade:
“Da boca das crianças e dos pequeninos suscitaste louvor.” (Mateus 21:16)
Como pais, líderes e adultos, precisamos aprender a ouvir com atenção o que as crianças estão realmente dizendo por trás de perguntas simples.

O sacrifício que toca o céu
O filho entregou tudo o que tinha para comprar um momento com o pai. Isso nos lembra da viúva que deu duas moedas, mas deu com o coração inteiro:
“Em verdade vos digo que esta viúva pobre deu mais do que todos os ofertantes.” (Marcos 12:43)
Deus não vê a quantia, mas o coração. O menino deu seu melhor, e sua entrega silenciosa foi uma expressão de amor e carência ao mesmo tempo.

O que realmente é tesouro
O pai percebe, com lágrimas, que se dedicava tanto ao trabalho para sustentar a casa, mas estava ausente do que mais importava: o coração do filho.
“Onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração.” (Mateus 6:21)
Muitos pais vivem para prover, mas esquecem de estar presentes. O verdadeiro valor está nos momentos partilhados com aqueles que amamos.

Restauração do relacionamento familiar
O abraço e o choro do pai representam cura e reconciliação. É o retorno do coração do pai ao filho — um movimento que Deus deseja em todas as famílias.
“Converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos aos pais.” (Malaquias 4:6)
Essa promessa é sinal de restauração espiritual e emocional. Famílias curadas começam com corações voltados uns para os outros.

Conclusão:

Talvez o tempo seja o presente mais precioso que podemos oferecer — e, ironicamente, o mais fácil de deixar escapar. No corre-corre da vida, entre contas, responsabilidades e compromissos, esquecemos que nossos filhos não querem tudo… eles só querem a gente. Eles não pedem carros novos, casas maiores ou brinquedos modernos. Eles pedem presença. Pedem um olhar que os veja, um abraço que os acolha, uma tarde qualquer que se transforme em eternidade só porque foi vivida juntos.

O gesto daquele menino, tão simples e tão profundo, é um grito silencioso vindo de muitos corações pequenos por aí. Um pedido por atenção, por afeto, por tempo — por amor em forma de presença.

E se hoje você ainda tem ao seu lado um filho que te espera, um pai que precisa te ouvir, uma mãe que sente saudade, um irmão que deseja conversar... então ainda há tempo. Tempo de olhar nos olhos, de segurar a mão, de recomeçar.

Que o amor volte a ser prioridade. Que o tempo volte a ter valor. E que a gente nunca mais precise comprar, com as economias da alma, aquilo que poderíamos simplesmente oferecer com o coração.

Porque, no fim, o que resta não é o que conquistamos. É com quem dividimos cada momento.

10 junho 2025

Você Sabe Nadologia?

 Um homem erudito, que tinha conhecimento em vários assuntos, embarcou em um navio para uma longa e perigosa viagem. Um dia, querendo mostrar a sua cultura, ele perguntou a um dos marinheiros:

— Amigo, você já estudou filosofia?

E ele respondeu:

— Não, meu senhor. Sou só um simples marinheiro. Nada sei de filosofia, apenas sei fazer este navio navegar.

O erudito balançou a cabeça e falou com desdém:

— Pobre homem! Desperdiçou metade de sua vida.

No dia seguinte, o erudito perguntou novamente:

— Meu bom homem, você estudou geometria?

E o marinheiro respondeu:

— Não, meu senhor, sou só um simples marinheiro. Só sei içar as velas e conduzir o navio.

O erudito balançou novamente a cabeça e falou com desdém:

— Pobre homem! Desperdiçou metade de sua vida.

Todos os dias, ele perguntava ao marinheiro sobre ciências e conhecimentos. E a resposta era sempre a mesma:

— Não, senhor, sou só um simples marinheiro.

E o erudito sempre balançava a cabeça com ar de reprovação e dizia com desdém:

— Pobre homem! Desperdiçou metade de sua vida.

Uma noite, caiu uma grande tempestade. O erudito ficou apavorado. As ondas batiam com violência. A situação estava terrível. O casco da embarcação estava rachando. E o marinheiro perguntou ao erudito:

— O senhor estudou nadologia?

O erudito balançou a cabeça negativamente e o marinheiro falou:

— Pobre homem. O senhor desperdiçou toda a sua vida. O navio está afundando.

Reflexão espiritual:

Essa história nos mostra que o verdadeiro valor da sabedoria não está apenas no conhecimento teórico, mas na sabedoria prática que nos capacita a enfrentar as dificuldades da vida.

O erudito tinha vasto conhecimento intelectual, mas ignorava o que realmente importava naquele momento: a habilidade para sobreviver à tempestade. Já o marinheiro, mesmo sem estudo formal, possuía a sabedoria prática que poderia salvar vidas.

A Bíblia nos ensina, em Tiago 1:5:
"Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida."

Essa sabedoria que Deus concede não serve apenas para acumular informações, mas para agir com discernimento, fé e humildade diante dos desafios da vida.

Também aprendemos em Provérbios 3:5-6:
"Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas."

Por mais que o conhecimento humano seja vasto, ele é limitado e pode não ser suficiente para lidar com as tempestades da vida. A verdadeira sabedoria vem da confiança em Deus e da dependência Dele.

Portanto, assim como o erudito precisava aprender “nadologia” para sobreviver, nós precisamos da sabedoria prática que vem de Deus para navegar pelas tempestades da vida. O conhecimento é importante, mas a sabedoria que salva e transforma é aquela que age com fé, humildade e aplicação.




05 junho 2025

A Cadeira Que Nunca Ficou Vazia


 Em um bairro simples de São Paulo, o responsável pela igreja notou algo que lhe chamou atenção. Todos os dias, assim que a igreja abria, um homem em situação de rua chamado José entrava, caminhava até o altar e logo saía, sem dizer uma palavra.

Curioso e com o coração apertado, ele decidiu parar José e perguntar:
— Por que você vem aqui todos os dias, entra e sai tão rápido?

José olhou para ele com um sorriso tranquilo e respondeu:
— Sabe, eu não sei aquelas orações longas, cheias de palavras difíceis. Então, eu entro, vou até o altar e falo só uma coisa:
“Oi Jesus, eu sou o José e vim te visitar.”
E tenho certeza, lá no fundo, que Ele me escuta.

A simplicidade daquela frase tocou profundamente o homem. Porém, após três dias, José não apareceu mais. Preocupado, ele saiu em busca dele e descobriu que José havia sido atropelado e estava internado no hospital da cidade.

Chegando lá, a enfermeira disse que José estava bem, com uma perna quebrada, mas que em todos aqueles dias ninguém havia ido visitá-lo. Mesmo assim, José havia pedido para colocar uma cadeira ao lado da cama, dizendo que sua visita ali era muito importante.

O homem se aproximou da cama, e José, ao vê-lo, sorriu com ternura:
— Você veio me visitar também?

Surpreso, ele respondeu:
— Mas a enfermeira disse que ninguém veio te visitar esses dias!

José olhou para ele com olhos cheios de fé e disse:
— Ela está enganada. Todos os dias, quando acordo, meu melhor amigo está sentado aqui, bem nesta cadeira. Ele olha para mim, sorri e fala:
“Oi José, eu sou Jesus e vim te visitar.”

Naquele instante, o homem entendeu que, às vezes, o que realmente importa não são as palavras difíceis, mas a presença e a certeza de um amor que nunca abandona.

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O Lobo Real e o Perigo da Falsidade

 


O Menino e o Lobo

No alto de uma colina, que se erguia acima de um pequeno povoado, estava um jovem pastor. Entediado, ele buscava uma forma de se divertir e, para isso, decidiu pregar uma peça na aldeia. Começou a gritar com voz desesperada:

— O lobo! O lobo! O lobo está vindo!

A notícia correu rapidamente, e os moradores, preocupados, subiram apressados até a colina para ajudá-lo a proteger as ovelhas. No entanto, ao chegarem, perceberam que não havia nenhum lobo. O garoto, rindo de sua própria travessura, fez isso mais duas vezes, até que os aldeões começaram a se irritar, sentindo-se enganados e traídos.

Mas, num dia cinzento e enevoado, o perigo tornou-se real. O lobo apareceu de verdade, atacando as ovelhas com ferocidade. O menino, agora verdadeiramente alarmado, gritou por socorro:

— O lobo está aqui! Por favor, venham ajudar!

Dessa vez, ninguém atendeu. Os aldeões não acreditaram, pois suas mentiras anteriores haviam destruído a confiança. O lobo devorou todas as ovelhas, e o garoto aprendeu, da maneira mais dolorosa, que aqueles que vivem na mentira dificilmente terão suas palavras acreditadas, mesmo quando dizem a verdade.


Reflexão Bíblica

Essa história nos lembra uma lição fundamental que a Bíblia ensina sobre a importância da verdade e da confiança. Em Provérbios 12:22, está escrito: "Os lábios mentirosos são abomináveis ao Senhor, mas os que agem fielmente são o seu deleite." A mentira não apenas engana, mas destrói relacionamentos e a confiança que é essencial para a convivência humana.

Jesus também ensinou sobre o valor da integridade e da verdade, dizendo: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida." (João 14:6). A verdade é um caminho que devemos seguir, pois dela depende a solidez de nossas palavras e ações.

Quando alguém escolhe mentir, como o menino que gritou “lobo” sem motivo, cria um vazio de credibilidade que pode levar a consequências graves — às vezes, como na história, irreversíveis. A confiança, uma vez quebrada, é difícil de restaurar, conforme lembra Salmos 34:13: "Guarda a tua língua do mal e os teus lábios de falarem enganosamente."

Que essa parábola nos faça refletir sobre a responsabilidade de falar a verdade, não apenas para evitar problemas, mas para construir um caráter que honra a Deus e fortalece nossas relações com os outros. Afinal, como diz em Efésios 4:25: "Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros."

21 maio 2025

Defeituosos? Perfeitamente Amados.


Certa vez, um garoto passou em frente a uma loja de animais e viu um cachorro. No momento em que o viu, desejou tê-lo e disse consigo mesmo:

"Esse cachorro vai ser meu. Ninguém mais vai escolhê-lo. Quando eu voltar, ele ainda estará aqui."

Determinando-se a isso, o garoto começou a trabalhar. Lavou vidraças, cortou grama, lavou carros — fez várias tarefas até conseguir juntar o dinheiro necessário. Quando finalmente conseguiu, voltou à loja radiante de alegria, com os olhos brilhando de expectativa e o coração cheio de entusiasmo. Entregou o valor ao dono e pegou o cachorro nos braços. Ao abraçá-lo, disse emocionado:

"Esse é o meu cachorro."

O dono da loja, surpreso, tentou alertá-lo:

"Mas esse cachorro está doente. Ele tem um defeito na perna."

Mesmo assim, o garoto apenas sorriu e continuou abraçando o animal. O homem, então, se preparou para insistir, tentando fazê-lo entender. Mas, naquele momento, o garoto virou-se para sair da loja — e foi então que o homem percebeu o verdadeiro motivo da escolha:

A criança usava uma armação metálica presa à perna, que a ajudava a andar.

Naquele instante, o homem compreendeu — o garoto sabia exatamente o que o cachorro sentia, porque ele mesmo carregava uma dor e uma história parecida.



O Pecador e Cristo

Essa história simples, mas profundamente tocante, carrega em si uma poderosa imagem do amor redentor de Cristo pelo pecador. O menino não escolheu o cachorro apesar do seu defeito — escolheu justamente por causa dele. Ele não se intimidou pela deficiência, pois conhecia essa realidade em sua própria carne. Seu coração se identificou com o sofrimento do outro, e isso gerou compaixão e compromisso.

Assim também é Cristo conosco.

Jesus não nos escolhe porque somos perfeitos ou fortes, mas justamente porque somos fracos, quebrados e cheios de falhas. Ele conhece nossas dores, pois Ele mesmo foi rejeitado, ferido e humilhado. O profeta Isaías o chamou de “homem de dores, que sabe o que é padecer” (Isaías 53:3). Ao ver nossas imperfeições, Ele não se afasta — Ele se aproxima.

A cruz é o lugar onde essa escolha se torna mais evidente: Cristo viu nossa condição, nossa incapacidade de nos salvar, e mesmo assim — ou melhor, por causa disso — deu a Sua vida por nós. Não fomos escolhidos por mérito, mas por amor. Um amor que conhece nossas cicatrizes e, mesmo assim, diz:

"Esse é o meu."

O garoto da história nos ensina que o verdadeiro amor não ignora as fraquezas — ele as abraça. E Cristo, o nosso Salvador, nos abraça assim: com pleno conhecimento do que somos, mas com um amor que cura, transforma e nos dá valor, mesmo quando o mundo nos descartaria.

Somos como aquele cachorro — e Ele, como aquele menino, nos escolheu sabendo exatamente quem somos.
Porque Ele também carregou em Si as marcas da dor — por nós.


Fonte imagem: https://tribunadejundiai.com.br/mais/mundo-pet/ciencia-constata-os-caes-sentem-o-que-nos-sentimos/

20 agosto 2024

"Um Anjo na Estrada: Como Uma Voz Divina Salvou uma Família"

Quando era pastor em Ubatuba, e ainda recém-chegado à cidade, resolvi visitar pela primeira vez a igreja de Picinguaba, uma pequena e acolhedora congregação à beira-mar. Naquela noite de domingo, a chuva caía torrencialmente. Minha esposa, meu filho e eu chegamos à igreja e aguardamos o início do culto, na expectativa de que alguém chegasse para abrir a igreja para que pudéssemos entrar e realizar a cerimônia. Porém, às 20h, ninguém havia chegado e a chuva continuava forte. Às 20h30, sem sinal de chegada dos membros, decidi voltar para casa.

Mais tarde, descobri que os membros da igreja moram em um morro e, devido às condições escorregadias e rochosas, é impossível descer quando chove forte.

Ao retornar para casa, na rodovia, enfrentei uma longa descida em linha reta, onde a visibilidade estava extremamente limitada devido à chuva intensa. Dirigi com cuidado e, quando iniciei aquela reta levemente ingrime, avistei as luzes de alerta de um veículo parado. Imediatamente, pensei: "Deve ser desesperador ficar com o carro quebrado nesta estrada deserta, especialmente à noite, fora da temporada, quando as praias ficam vazias e os carros são raros."

No instante em que tive esse pensamento, uma voz surgiu em minha mente: "Pare o carro e socorra o motorista." Respondi mentalmente: "Mas a chuva está torrencial e eu não conheço esse motorista." A voz insistiu: "Pare e socorra, há uma família no carro." Então, concordei: "Está bem, Senhor." Avisei minha esposa que íamos parar para ajudar. Ela ficou alarmada e exclamou: "Você está louco de parar numa chuva dessas! Se esqueceu que eu e seu filho estão no carro" Expliquei que uma voz havia me instruído a parar e que havia uma família no carro.

Parei o veículo à frente do carro deles, usei meu paletó como guarda-chuva e, ao chegar ao lado da porta do carro, o motorista abriu a janela parcialmente. Perguntei se podia ajudar, e ele me disse que a bomba de combustível havia queimado, impedindo a saída dali. Sua esposa, olhando para mim, perguntou: "O Senhor é um anjo?" Surpreso, perguntei o motivo, e ela respondeu: "Quando o carro quebrou no meio da tempestade, pedi a Deus que enviasse um anjo para nos socorrer, e então você apareceu."

Eu disse: "Acredito que sim, pois quando estava me aproximando, uma voz insistente me orientou a parar e ajudá-los."

Não tinha conhecimento sobre bombas de combustível, e no carro havia mais seis pessoas no banco traseiro. Ofereci ao motorista a possibilidade de levar quatro pessoas em meu carro e hospedá-las em minha casa até que o problema fosse resolvido. Ele concordou, e levei quatro pessoas para minha casa, onde as acolhemos da melhor forma possível.

Mas a experiência não parou por aí. A voz me disse para procurar parentes próximos que pudessem ajudar. Perguntei à esposa do motorista, e ela mencionou que um filho tinha um carro e poderia socorrê-los. Liguei para ele e pedi que trouxesse cordas caso fosse necessário rebocar o carro.

Quando ele chegou, fui com ele até o local onde o pai estava com o carro e fiquei surpreso ao descobrir que ele não trouxe cordas, apenas fios elétricos grossos. Lembrei-me de uma história sobre um monge que ensinava a importância da união com um fio de barbante fino. O discípulo conseguiu arrebentar o barbante, mas quando o monge enrolou vários fios no cabideiro, o discípulo não conseguiu romper o feixe.

Inspirado por essa história, juntei os fios elétricos, formando um feixe grosso, e amarrei na dianteira do carro quebrado e na traseira do carro do filho. Lentamente, puxamos o carro até chegar em casa.

Tenho absoluta certeza de que tudo o que aconteceu foi obra de Deus. O motorista era um homem fiel, e toda a família frequentava a igreja. Pude ver como Deus se preocupa com seus filhos, independentemente da denominação. Deus não abandona seus filhos em momentos de necessidade, especialmente quando clamamos por socorro.

Essa experiência me ensinou a nunca deixar de ouvir a voz do Espírito Santo, pois é Ele quem nos guia, dirige e protege.

 Fonte imagem: https://www.1zoom.me/pt/wallpaper/368372/z1470/

15 julho 2024

Além das Batalhas: A Fé Inabalável de Charlie Coulson


Após a batalha em Gettysburg chegaram ao hospital vários soldados feridos, entre eles Charlie Coulson. Ele era muito jovem para ser soldado, pois tinha 17 anos, alistara-se como tambor. Ele chegou com ferimentos graves, sendo necessário amputar um braço e uma perna.

Quando meus assistentes foram aplicar-lhe clorofórmio para a cirurgia, ele recusou-se e pediu para chamar-me e disse:

__ Doutor, quando eu tinha 9 anos, dei meu coração a Jesus e desde aquele dia venho aprendendo a confiar Nele. Ele é minha força, Ele me sustentará enquanto o senhor estiver amputando meu braço e minha perna.

Então indaguei e pedi para que tomasse um pouco de conhaque. Mais uma vez ele respondeu:

__ Doutor, quando eu tinha 5 anos, minha mãe se ajoelhou ao meu lado, pedindo à Jesus, para que eu nunca bebesse um gole de bebida alcoólica. Existe a possibilidade de eu morrer e ir para a presença de Deus. O senhor quer que eu chegue lá com bafo de conhaque?

O médico chamou o capelão, quando o capelão chegou, respondeu Charlie ao Capelão:

__Ah, eu estou bem senhor. O doutor me ofereceu clorofórmio e conhaque, mas eu não aceitei, pois quero me apresentar ao meu Salvador em meu juízo perfeito.

__ Talvez você não morra, disse o Capelão. Mas, se o Senhor o levar, você deseja que eu faça alguma coisa?

- Capelão, respondeu o jovem, escreva uma carta para minha mãe e diga que tenho lido a Bíblia todos os dias, e tenho orado sempre para que Ele a abençoe.

- Estou pronto doutor. Prometo que não vou nem gemer se o senhor não me der o clorofórmio.

Garanti-lhe que não aplicaria a droga, mas antes de pegar o bisturi, fui a saleta tomar um gole de conhaque. Quando peguei a serra para cortar o osso, o rapaz colocou a ponta do travesseiro entre os dentes e sussurrou:

- Ó Jesus, bendito Jesus! Fica ao meu lado agora.

O rapaz cumpriu o que prometera, não gemeu.

Naquela noite não dormi pensando no rapaz. Pouco depois da meia-noite, levantei-me e fui ao hospital. Assim que cheguei disse o enfermeiro:

- Dezesseis soldados morreram.

- E Charlie também? Indaguei.

- Não, dorme como um bebê. Por volta das 9 horas, o Capelão leu as escrituras para Charlie e ambos cantaram hinos de louvor. Não consigo entender doutor como uma pessoa sentindo tanta dor ainda era capaz de cantar, completou o enfermeiro.

Passados 5 dias desde que fora operado, Charlie me chamou e disse:

- É chegada a minha hora. Creio que não terei mais um dia de vida. Sei que é judeu, e não crê em Jesus, mas gostaria que ficasse ao meu lado e me visse morrer confiando em meu Salvador.

Tentei ficar, mas não consegui, pois aquele rapaz regozijava no amor daquele Jesus que eu detestava.

Passados 20 minutos o enfermeiro me procurou no consultório.

- Doutor, Charlie está morrendo e gostaria de vê-lo novamente.

Chegando ao quarto, Charlie pediu-me que segurasse em sua mão e disse:

- Doutor, amo o senhor porque é judeu. O melhor amigo que tive neste mundo foi um judeu.

Perguntei-lhe quem era esse amigo, e ele replicou:

__JESUS CRISTO. Quero apresentá-lo ao senhor antes de morrer. Enquanto o senhor me amputava, orei ao Senhor Jesus pedindo que manifestasse o seu amor ao senhor.

Essas palavras tocaram fundo em meu coração. Doze minutos depois ele dormiu seguro nos braços de Jesus.

Durante a guerra morreram centenas de soldados, mas só compareci ao sepultamento de Charlie Coulson.

As últimas palavras daquele rapaz me impressionaram muito. Possuía muitos bens materiais, mas teria dado todo meu dinheiro para crer em Cristo como ele cria.

Contudo a fé é algo que o dinheiro não compra.

Pouco depois esqueci o sermão de Charlie, embora não conseguisse esquecer-me do próprio moço. Durante 10 anos lutei contra Cristo com todo ódio que tinha por Ele, até que afinal a oração de Charlie foi atendida.

Um ano e meio após a minha conversão fui a uma reunião de oração no Brooklyn, onde as pessoas davam seus testemunhos. Depois de várias pessoas falarem, levantou-se uma senhora idosa e disse:

- Estou com os pulmões muito doentes, pouco tempo me resta. É um imenso prazer saber que muito em breve me encontrarei com meu filho e com Jesus. O Charlie, além de soldado da pátria, foi também soldado de Cristo.

E ela continuou:

- Ele foi ferido em uma batalha, e ficou aos cuidados de um médico judeu que amputou um braço e uma perna. Morreu 5 dias após a operação. O Capelão escreveu-me uma carta relatando o que ocorrera entre meu filho e o médico em seus últimos momentos de vida.

Ao ouvi-la, não me contive. Levantei-me e fui correndo até ela. Apertei-lhe a mão e disse:

Deus a abençoe, minha irmã! A oração do seu filho já foi atendida. Sou o médico judeu por quem o Charlie orou, e o Salvador dele agora é meu Salvador também. O amor de Jesus cativou minha alma. ”

Esse relato toca profundamente nosso coração. Vemos em Charlie Coulson quatro qualidades notáveis:

Convicção, Descanso, Amor e Compromisso.

Mas vemos ainda a fidelidade de Deus que honrou essas quatro atitudes dele.

Fonte imagem: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Gettysburg_mon_72nd_Penna_Inf.JPG

"O Ferreiro e Seu Deus: Fé em Cada Martelada"

Havia um ferreiro que , após uma vida de excessos, resolveu consagrar sua vida a Deus.
 
Durante muitos anos trabalhou com afinco, praticou a caridade, mas, apesar de toda sua dedicação nada parecia dar certo na sua vida. Muito pelo contrário.

Seus problemas e dívidas acumulavam-se cada vez mais. Uma bela tarde, um amigo que o visitara, e que se compadecia de sua situação difícil, comentou:

- É realmente estranho que, justamente depois que você resolveu se tornar um homem temente a Deus, sua vida começou a piorar.

Eu não desejo enfraquecer sua fé, mas apesar de toda sua crença no mundo espiritual, nada tem melhorado.

O ferreiro não respondeu imediatamente. Ele já havia pensado nisso muitas vezes, sem entender o que acontecia em sua vida. Entretanto, como não queria deixar o amigo sem resposta, encontrou uma explicação.


Eis que o ferreiro disse: - Eu recebo nesta oficina o aço ainda não trabalhado e preciso transformá-lo em espadas. Você sabe como isto é feito?

Primeiro eu aqueço a chapa de aço num calor absurdo, até que fique vermelha.

Em seguida, sem qualquer piedade, eu pego o martelo mais pesado e aplico golpes até que a peça adquira a forma desejada.
Logo, ela é mergulhada num balde de água fria e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor.

Tenho que repetir esse processo até conseguir a espada perfeita;

Uma vez apenas não é suficiente.

O ferreiro deu uma longa pausa, pensou e continuou. - As vezes, o aço que chega até minhas mãos não consegue agüentar esse tratamento.
O calor, as marteladas e a água fria terminam por enchê-lo de rachaduras.

E eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada.
Então, eu simplesmente o coloco num monte de ferro-velho que você viu na entrada de minha ferraria.

Mais uma pausa e o ferreiro concluiu:

- Sei que Deus está me colocando no fogo das aflições.
 
Tenho aceito as marteladas que a vida me dá, e às vezes sinto-me tão frio e insensível como a água que faz sofrer o aço.

Mas a única coisa que peço é:  Meu Deus, não desista, até que consiga tomar a forma que o Senhor espera de mim.

Tente da maneira que achar melhor, pelo tempo que quiser, mas jamais me coloque no monte de ferro velho das almas.
Deus quer fazer de você uma pessoa melhor...

Caro leitor, 

Hoje, quero falar diretamente com você sobre a jornada da vida e os desafios que enfrentamos. Assim como o ferreiro que, através do fogo e das marteladas, transforma o aço em espada, Deus está moldando você em alguém extraordinário.

Você pode estar se sentindo sobrecarregado, enfrentando lutas que parecem nunca acabar. Mas lembre-se: cada martelada, cada prova é uma oportunidade de crescimento. Deus não desiste de você, mesmo quando tudo parece difícil.

Ele está ao seu lado, guiando suas mãos e moldando seu caráter. Não importa quão escura a situação possa parecer, confie que há um propósito em cada desafio. Assim como o aço se torna forte através do calor, você também se tornará mais forte.

Hoje, eu te convido a entregar suas lutas a Deus. Peça a Ele que continue o trabalho em sua vida, que não desista de você. Aceite que cada dificuldade é parte de um plano maior. Lembre-se: você é valioso e tem um propósito!

Deus quer fazer de você uma nova criação. Não desista! Ele está trabalhando em você, e grandes coisas estão por vir. Venha, dê esse passo de fé e deixe-se moldar pela mão do Criador. Você é amado e nunca está sozinho nessa jornada.

Não se preocupe com as marteladas da vida, ou as provas de fogo a que é submetido.

Ele está trabalhando seu caráter. 
Ainda bem, que Ele nunca desisti de nós !

Autor da Bíblia Curiosa

Fonte: recebido por email.

"A Fé que Move Montanhas: A História do Soldado Coelho"

Um jovem cumpriu o seu dever prestando serviço ao exército e era ridicularizado por ser cristão.

Um dia, o seu superior a fim de querer humilhá-lo na frente do pelotão lhe pregou uma peça...

- Soldado Coelho, venha até aqui!

- Pois não Senhor.

- Segure essa chave. Agora vá até aquele jipe e o estacione ali na frente.


- Mas senhor, o senhor sabe perfeitamente que eu não sei dirigir.

- Soldado Coelho, eu não lhe perguntei nada. Vá até o jipe e faça o que eu lhe ordenei...

- Mas senhor, eu não sei dirigir!

- Então peça ajuda ao seu Deus. Mostre-nos que Ele existe.

O soldado não temendo, pegou a chave das mãos do seu superior e foi até o veículo.

Entrou, sentou-se no banco do motorista e imediatamente começou sua oração.

"Senhor, tu sabes que eu não sei dirigir. Guie as minhas mãos e mostre a essas pessoas a sua fidelidade.

Eu confio em Ti e sei que podes me ajudar. Amém”.

O soldado manobrou o veículo e estacionou perfeitamente como queria o seu superior.
Ao sair do veículo, viu todo o pelotão chorando e alguns de joelhos...

- O que houve gente? - perguntou o soldado.

- Nós queremos o teu Deus, Coelho. Como fazemos para tê-lo? - respondeu o superior.

- Basta aceitá-lo como seu Senhor e Salvador. Mas porquê todos decidiram aceitar o meu Deus?

O superior pegou o soldado pela gola da camisa, caminhou com ele até o jipe enxugando suas lágrimas.

Chegando lá, levantou o capô do veículo e o mesmo não tinha nem motor!

DEUS CUIDA DOS SEUS E NÃO PERMITE QUE NINGUÉM NOS HUMILHE.

ENTREGA SEU CAMINHO AO SENHOR, CONFIA NELE, E O MAIS ELE FARÁ!!!

Deus te abençoe !

Caro leitor,

Hoje, eu venho até você com um chamado profundo e sincero. A vida pode ser cheia de desafios, incertezas e momentos em que nos sentimos sozinhos. Você pode estar enfrentando dificuldades, se sentindo perdido ou desamparado. Mas, assim como o soldado da história, eu quero que você saiba que há sempre esperança e um caminho a seguir.

Deus está ao seu lado, mesmo quando parece que tudo está contra você. Ele é aquele que transforma suas lutas em vitórias, que ouve suas orações e que cuida de você em cada passo da jornada. Assim como o soldado que confiou em Deus e realizou o impossível, você também pode entregar seus medos e inseguranças a Ele.

Hoje é o dia para abrir seu coração e deixar que Deus entre na sua vida. Não importa onde você esteja ou o que tenha enfrentado, Ele está pronto para te acolher e te guiar. Tudo o que você precisa fazer é dar um passo de fé. Confie, entregue seu caminho ao Senhor, e Ele fará o resto.

Você é amado, você é importante, e sua vida tem um propósito. Não hesite em buscar esse propósito e permitir que Deus trabalhe em você. O que parece impossível se torna possível quando temos fé. Venha, aceite esse desafio e descubra a transformação que Deus pode fazer em sua vida.

Não está sozinho nessa jornada. Deus está ao seu lado, pronto para te ajudar a enfrentar qualquer tempestade. Hoje é o seu dia. Faça essa escolha e sinta a paz que só Ele pode oferecer.

Autor da Bíblia Curiosa


Fonte: História recebida por Email.

O Rito de Passagem que Ensina a Confiar Sem Ver


Você já ouviu falar da lenda do rito de passagem dos jovens Cherokees?

Imagine um pai amoroso, que sabe que chegou a hora do filho crescer e enfrentar o mundo. No fim da tarde, ele o conduz até o coração da floresta, onde o silêncio se mistura ao som suave das folhas. Com mãos firmes, mas ternas, ele cobre os olhos do menino com uma venda, e o deixa ali — sozinho, no topo de uma montanha.

O filho sente o peso do medo apertando o peito. A escuridão envolve tudo, como um manto frio e silencioso. Ele não pode chamar ninguém. Não pode pedir ajuda. Não pode sequer remover a venda. Só pode esperar. Sentado ali, rodeado por sons desconhecidos — o farfalhar da grama, o sussurrar do vento, o latir distante de um animal selvagem — ele sente cada minuto como uma eternidade.

Seu coração dispara com cada barulho. O frio aperta os ossos, a fome e a sede apertam o corpo. Talvez a solidão do mundo nunca tenha sido tão profunda.

Mas ele resiste.

A noite se estende, densa e silenciosa, e o menino sente o peso do medo e da coragem se entrelaçarem dentro dele.

E então, finalmente, quando o céu começa a clarear, os primeiros raios dourados rompem a escuridão. Ele retira a venda, cansado, exausto, mas de pé.

E é nesse instante que ele vê: seu pai está ali, sentado ao seu lado, em silêncio, firme, protetor — o tempo todo ao seu lado, vigilante.

Reflexão

Essa história é muito mais do que um simples rito. É um convite para entendermos que, mesmo quando nos sentimos sozinhos no meio da escuridão, há sempre alguém que nos ama e nos protege — mesmo quando não conseguimos enxergar.

A Bíblia nos reforça essa verdade em Deuteronômio 31:6, quando Deus nos assegura:
“Sejam fortes e corajosos. Não tenham medo, nem fiquem apavorados, pois o Senhor, o seu Deus, vai com vocês; nunca os deixará, nunca os abandonará.”

Mesmo nos momentos mais difíceis, quando tudo parece incerto e o medo nos envolve, Deus está presente, silencioso e firme ao nosso lado, guardando-nos e sustentando-nos.

E como Paulo nos lembra em 2 Coríntios 5:7:
“Porque vivemos por fé, e não pelo que vemos.”

Assim, mesmo que não possamos ver ou sentir Sua presença com clareza, somos chamados a confiar — a seguir adiante, mesmo com os olhos vendados pelas dificuldades da vida, certos de que não estamos sós.

Essa história, então, torna-se um poderoso símbolo da fé: um convite a enfrentarmos nossos medos, a permanecermos firmes na confiança de que o amor e a proteção divina nunca nos abandonam, mesmo nas noites mais escuras.

Convite à esperança

Se você está passando por uma noite difícil — uma fase de medo, solidão, dúvida ou dor — lembre-se dessa história. Não importa o quão escuro pareça, Deus está ao seu lado, silencioso, amoroso, protegendo você.

Abra seu coração para a fé, mesmo quando tudo ao seu redor pede para desistir. Acredite que, no amanhecer, uma nova força nascerá dentro de você.

Assim como aquele jovem que enfrentou o medo e se tornou homem, você também pode vencer — porque nunca estará sozinho.

Nota: A lenda do rito de passagem dos Cherokees é uma narrativa simbólica, usada para ilustrar valores profundos sobre coragem e fé. Embora bela, não há comprovação histórica de que esse ritual tenha sido realmente praticado por essa nação.


Fonte: Recebido por email.
Fonte imagem: Google Gemini



08 julho 2024

"O Milagre na Sétima Rua: Uma História de Provisão Inesperada"


Era por volta das 22:00 horas quando um jovem ao sair do trabalho começou a se dirigir para casa. Ao sentar-se no seu carro, ele fez uma breve oração:

  • "Senhor Deus! Me leve para casa com a tua segurança, que meus ouvidos possam ouvir a tua voz, fale comigo. Farei tudo o que o Senhor disser."

Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, um pensamento muito estranho cruzou sua mente:

  • "Pare e compre um galão de leite."

Ele balançou a cabeça e falou em voz alta:

  • "Deus? É o Senhor?"

Não houve resposta, e ele continuou dirigindo-se para casa. Porém, em sua mente o pensamento voltou:

  • "Compre um galão de leite."

"Está bem, Deus! Se é o Senhor, eu comprarei o leite." Pensou consigo mesmo, achando que não era um teste de obediência muito difícil... Além do mais, ele próprio precisava de leite.

O jovem parou, comprou o leite, e retomou o caminho de casa. Ao passar pela sétima rua, sentiu novamente uma voz dizendo a ele: 

  • "Vire naquela rua."

Sem entender a razão, o jovem pensou: "Porque...Isso é loucura..." e acabou passando direto.

Mas o sentimento de não ter obedecido pesou em sua mente, e a voz para virar na sétima rua persistia. No retorno seguinte, ele virou e seguiu pela sétima rua. 

Após algumas quadras, sentiu subitamente que deveria parar. Freou o carro e olhou ao redor. Era uma área mista, com comércios e residências. A maioria dos estabelecimentos estava fechada e as casas escuras, indicando que as pessoas já haviam ido dormir, exceto uma casa do outro lado da rua, onde uma luz ainda estava acesa.

Novamente, ele sentiu:

  • "Vá e entregue o leite para as pessoas naquela casa com a luz acesa do outro lado da rua."

Ele olhou para a casa. Abriu a porta do carro, mas hesitou.

  • "Senhor, isso é loucura. Como posso ir para uma casa estranha no meio da noite?"

Mas o sentimento persistiu. Finalmente, ele decidiu:

  • "Deus, se é o Senhor, eu irei e entregarei o leite naquela porta. Mas Senhor, me sinto desconfortável em fazer isso, estou me sentindo um idiota, mas tudo bem, eu disse que atenderia a sua voz. Não sei a razão para tudo isso, vou bater na porta, mas se eles não responderem imediatamente, irei embora."

Ele atravessou a rua e tocou a campainha. Pôde ouvir um barulho vindo de dentro, como o choro de uma criança. Logo depois, um homem perguntou:

  • "Quem está aí? O que você quer?"

A porta abriu antes que o jovem pudesse fugir. Em pé, um homem vestido de jeans e camiseta, com um olhar estranho e claramente não feliz em ver um estranho na sua porta.

  • "O que é?"

O jovem entregou-lhe o galão de leite.

  • "Eu trouxe isso para vocês."

O homem pegou o leite e correu para dentro, falando alto. Logo depois, uma mulher passou pelo corredor com o leite, indo para a cozinha. O homem seguia-a, segurando uma criança que chorava nos braços. Lágrimas escorriam pelo seu rosto, enquanto ele começou a falar, quase soluçando:

  • "Nós estávamos desesperados. Tínhamos muitas contas para pagar este mês e nosso dinheiro tinha acabado. Não tínhamos mais leite para nosso bebê. Ao ver a criança chorando sem parar, com fome, eu orei, pedindo a Deus para mostrar uma maneira de conseguirmos leite."

Sua esposa gritou da cozinha:

  • "Pedi a Deus para enviar um anjo com um pouco de leite... Você é um anjo?"

Comovido pela situação, o jovem pegou sua carteira e retirou todo o dinheiro que tinha e entregou para aquele homem. Então virou-se e voltou para o carro, as lágrimas começaram a escorrer pelo seu rosto. Ele teve a certeza de que Deus estava atento a sua oração e das pessoas daquela casa.

Caro leitor

Nas noites silenciosas da vida, quando a incerteza nos envolve e os caminhos parecem obscurecidos, há uma certeza que transcende toda dúvida: nossas preces não são ignoradas, e Deus está sempre pronto para ouvir nossa voz. Cada palavra sussurrada em esperança, cada grito de angústia ou alegria ecoa nos corredores do céu.

Talvez você esteja enfrentando desafios agora, lutando contra tempestades internas ou buscando soluções onde parecem não existir. Saiba que não está sozinho. Como o jovem na história do galão de leite, que ouviu um chamado inexplicável, você também pode experimentar a presença de Deus, que não apenas escuta, mas responde de maneiras que muitas vezes superam nossa compreensão.

Seja qual for a sua necessidade hoje - seja por conforto, cura, provisão ou orientação - permita-se acreditar que suas palavras não voltam vazias. Deus conhece seu coração, conhece suas lutas e anseia por demonstrar seu amor inabalável e sua capacidade de transformar situações aparentemente impossíveis em milagres vivos.

Que este lembrete acenda uma chama de esperança em seu coração. Deixe suas palavras fluírem como um rio de confiança e fé, sabendo que o Pai Celestial está atento, pronto para estender suas mãos compassivas e guiar seus passos na jornada da vida.

Que sua fé seja fortalecida pela certeza de que, assim como o jovem no momento crucial da entrega do leite, você também pode testemunhar a resposta poderosa do Deus que nunca falha em seu amor por você.

Fonte: Adaptado de um texto anônimo encontrado na internet

 Fonte imagem: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Bottle_of_milk.jpg

06 outubro 2011

Cirurgião Encontra Jesus no coração de uma criança

-Amanhã de manhã eu vou abrir o teu coração. Explicava o cirurgião para uma criança.

E a criança o interrompeu:

-Você encontrará Jesus ali?

O cirurgião olhou para ela, e continuou:

-Eu vou cortar uma parede do teu coração para ver o dano completo.

-Mas quando você abrir o meu coração, encontrará Jesus lá? A criança voltou a interrompê-lo.

O cirurgião se voltou para os pais, que estavam sentados em silêncio.

-Quando eu tiver visto todo o dano causado, planejaremos o que fazer em seguida, ainda com teu coração aberto.

-Mas você encontrará Jesus em meu coração? A Bíblia diz claramente que Ele mora ali. Todos que acreditam Nele dizem que Ele vive ali...

Então você vai encontrá-lo no meu coração!

O cirurgião pensou que era suficiente e lhe explicou:

-Após a operação, te direi o que encontrei em teu coração, de acordo?

Eu tenho certeza que encontrarei músculo cardíaco danificado, baixa resposta de glóbulos vermelhos, e fraqueza nas paredes e vasos. E, além disso, eu vou concluir se posso te ajudar ou não.

-Mas você encontrará Jesus ali também? É sua casa, Ele vive ali, sempre está comigo.

O cirurgião não tolerou mais os comentários insistentes e se foi. Em seguida, ele se sentou em seu consultório e começou a gravar seus estudos prévios para a cirurgia: aorta danificada, veia pulmonar deteriorada, degeneração muscular cardíaca massiva. Sem possibilidades de transplante, dificilmente curável.

Terapia: analgésicos e repouso absoluto.

Prognóstico: fez uma pausa e em tom triste disse:
-Morte nos primeiros anos de vida.
Então, parou o gravador.
Mas tenho algo a mais a dizer:
-Por quê? Perguntou em voz alta.
Por que acontecer isso com ela? O Senhor a colocou aqui, nessa dor e já a havia condenado a uma morte precoce. Por quê?
De repente, Deus, nosso Criador respondeu:

O menino, minha ovelha já não pertencerá a teu rebanho, porque ele é parte de mim e comigo estará por toda a eternidade. Aqui no céu, em meu rebanho sagrado, já não terá nenhuma dor, será consolado de uma forma inimaginável para ti ou para qualquer outra pessoa. Seus pais, um dia, se unirão com ele, conhecerão a paz e a harmonia juntos em meu reino e meu rebanho sagrado continuará crescendo.

O cirurgião começou a chorar muito, mas sentiu ainda mais raiva, não entendia as razões. E replicou:

-Tú criastes este menino, e também seu coração para quê? Para que morresse em poucos meses?

O Senhor lhe respondeu:

-Porque é tempo de regressar ao seu rebanho, sua missão na terra já se cumpriu. Há alguns anos atrás enviei uma ovelha minha com dom de médico para que ajudasse a seus irmãos, mas com tantos conhecimentos na ciência se esqueceu de seu Criador.

Então enviei outra de minhas ovelhas, o menino enfermo, não para perdê-lo, e sim para que a ovelha perdida há tanto tempo, com dotes de médico volte para mim.

Então o cirurgião chorou e chorou inconsolavelmente.

Dias depois, após a cirurgia, o médico sentou-se ao lado da cama do menino, enquanto seus pais estavam a frente do médico.

O menino acordou e murmurando rapidamente perguntou:

-Abriu meu coração?

-Sim. Disse o cirurgião.

-O que encontrou? Perguntou o menino.

Tinha razão, reencontrei Jesus ali.

Deus tem muitas maneiras diferentes para que você volte para o seu lado.

Fonte: Recebido por Email.

23 junho 2011

"A Generosidade que Salva Vidas: A História de Howard Kelly"


Um jovem pobre de nome Howard Kelly, vendia bugigangas de porta em porta para pagar sua escola. Certo dia ele se achou sozinho e faminto, e ao vascular os bolsos percebeu que só tinha uma simples moeda de dez centavos.

Decidiu então que na próxima casa, em vez de oferecer algo, pediria comida. No entanto, sentiu seus nervos reagirem ao ser atendido por uma linda jovem, quando decidiu pedir somente um copo de água. A jovem, porém, notou que ele parecia faminto e lhe trouxe um grande copo de leite. Ele tomou devagar, e então lhe perguntou ”Quanto lhe devo?”

“Não me deves nada”, respondeu a moça. “minha mãe sempre me ensinou a jamais aceitar pagamento por atos de caridade”.

Quando Howard Kelly saiu, não somente se sentia mais forte fisicamente, como também sua fé em Deus e nos homens havia aumentado. Ele que já estava disposto a desistir de tudo.

Anos depois, essa jovem mulher ficou gravemente enferma. Os médicos do local estavam confusos e não entendiam a razão de sua enfermidade. Finalmente a enviaram a uma cidade grande onde chamaram especialistas para estudar e diagnosticar a rara enfermidade da jovem.

Chamaram o então doutor Howard Kelly para consultá-la. Quando ele viu o nome da cidade de onde ela veio, uma estranha luz encheu seus olhos. Imediatamente subiu vestiu seu jaleco médico e foi consultá-la.

Quando a viu a reconheceu de imediato. Voltou para sua sala e começou a pensar no que fazer para salvá-la. 
Desse dia em diante começou a observar mais atentamente cada detalhe do caso, e depois de muita dedicação ganhou a batalha em favor da vida dela.

Finalmente, o Dr. Kelly pediu a fatura à administração do hospital e o total de gastos para aprovar . Revisou, escreveu algo na borda da fatura, e enviou ao quarto da paciente que temia abrir o envelope, (pois sabia que levaria o resto de sua vida pra pagar aquele tratamento) por fim abriu, e algo chamou sua atenção na borda da fatura. Estava escrito:

“JÁ FOI PAGO COMPLETAMENTE A MUITOS ANOS ATRAS
COM UM COPO DE LEITE"
(assinado) DR. Howard Kelly.

Lágrimas de alegria banharam seu rosto e lavou seu coração que, agradecida orou: “ Obrigado Deus porque teu amor se manifestou nas mãos e nos corações de seres humanos”.

Fonte: http://metanoiacruz.blogspot.com/2010/03/bendito-copo-de-leite.html

21 agosto 2010

Ele Não Sabia Orar… Até Descobrir o Segredo da Cadeira Vazia


O sacerdote foi chamado às pressas para visitar um homem gravemente enfermo. Ao entrar no pequeno quarto silencioso, encontrou o velho deitado na cama, o rosto abatido pela doença e a cabeça apoiada sobre algumas almofadas já gastas pelo tempo. Ao lado da cama havia uma cadeira vazia. O sacerdote imaginou que o homem o estivesse esperando.

— Vejo que já aguardava minha visita — disse ele suavemente.

O enfermo virou o rosto devagar e respondeu com voz fraca:

— Não… quem é o senhor?

— Sou o sacerdote que sua filha chamou para orar pelo senhor. Quando vi essa cadeira ao lado da cama, pensei que estivesse esperando por mim.

Os olhos cansados do homem se voltaram para a cadeira. Então, com um leve sorriso, ele disse:

— Ah… a cadeira. Feche a porta, por favor. Quero lhe contar algo.

O sacerdote se aproximou, curioso. O velho respirou fundo antes de continuar:

— Nunca contei isso a ninguém… mas passei a vida inteira sem saber orar. Sempre ouvi pessoas falando sobre oração, mas para mim aquilo parecia complicado, distante… impossível. Achava que Deus estava tão longe que jamais ouviria alguém como eu.

Ele fez uma pausa, como se revisitasse anos de solidão.

— Com o tempo, desisti completamente de tentar falar com Deus.

Seus olhos então se encheram de um brilho diferente.

— Até que um dia um amigo me disse algo que mudou tudo. Ele falou: “José, orar é simplesmente conversar com Jesus. Nada mais.” Depois me ensinou uma coisa estranha… mas linda. Disse para eu colocar uma cadeira vazia na minha frente e imaginar Jesus sentado ali. “Porque Ele prometeu: ‘Eu estarei sempre com vocês.’”

O velho olhou novamente para a cadeira, agora com ternura.

— Então comecei a fazer isso. Sentava aqui todos os dias… e conversava com Jesus como estou conversando com o senhor agora. Contava minhas dores, meus medos, minhas lembranças… e também aprendia a ouvir em silêncio. Com o tempo, aquela cadeira vazia deixou de parecer vazia.

Uma lágrima escorreu discretamente pelo seu rosto.

— Desde então, passo horas falando com Ele. Mas tomo cuidado para minha filha não me ver… ela pensaria que enlouqueci e talvez me internasse num manicômio.

O sacerdote sentiu um nó na garganta. Nunca tinha ouvido uma explicação tão simples e tão profunda sobre oração. Comovido, segurou a mão do homem e disse:

— José… o que você está fazendo é maravilhoso. Nunca deixe de fazer isso.

Os dois oraram juntos naquela tarde. Depois, o sacerdote se despediu e foi embora levando no coração uma emoção difícil de explicar.

Dois dias depois, a filha de José ligou para avisar que seu pai havia partido.

— Ele morreu em paz? — perguntou o sacerdote, apreensivo.

— Sim… foi algo muito bonito — respondeu ela com a voz embargada. — Antes de eu sair para fazer compras, ele me chamou perto da cama. Disse que me amava muito e me deu um beijo. Quando voltei, cerca de uma hora depois… ele já tinha morrido.

Ela hesitou por alguns segundos antes de continuar:

— Mas houve algo estranho… Quando o encontrei, sua cabeça não estava sobre o travesseiro. Ele tinha se levantado da cama e estava com a cabeça apoiada naquela cadeira ao lado dele… como se estivesse descansando nos braços de alguém.

O sacerdote fechou os olhos, profundamente emocionado. As lágrimas começaram a escorrer lentamente pelo seu rosto.

Então respondeu em voz baixa:

— Não há nada de estranho nisso… José não morreu sozinho.

Ele partiu nos braços do seu melhor amigo.

29 abril 2010

O menino e a cicatriz de Deus

Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia.

Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não freqüentasse mais o
colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.

A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão: Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o primeiro a entrar em sala de aula, e o ultimo a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que
olhassem para trás.

O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás. Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição: Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o por quê daquela CICATRIZ.

A turma concordou, e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula  e começou a relatar:

- Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri:. Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade... A turma estava em silencio atenta a tudo .

O menino continuou: além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.

Silêncio total em sala..

-... Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora,  havia muita fumaça, as paredes que eram de madeiras pegavam fogo e estava muito quente... Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chamas. Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar: 'minha filhinha estar lá dentro!' Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha...

Foi aí que decidi. Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e coloquei ele no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar. Saí entre as pessoas e quando perceberam eu já tinha entrado na casa. Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha.. Eu sabia o quarto em que ela estava. Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito... Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto...

A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada, então o menino continuou: Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha beija porque sabe que é marca de AMOR.

Para você que leu esta história, queria dizer que o mundo está cheio de CICATRIZ. Não falo da CICATRIZ visível mas das cicatrizes que não se vêem, estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas, seja com palavras ou nossas ações.

Há aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO, adquiriu algumas CICATRIZES em suas mãos, seus pés e sua cabeça. Essas cicatrizes eram nossas, mas Ele, morreu em nosso lugar, protegeu-nos e ficou com todas as nossas CICATRIZES.. Essas também são marcas de AMOR.

"Não ame pela beleza, pois um dia ela acaba. Não ame por admiração, pois um dia você se decepciona. Ame apenas, pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação."

Fonte: Recebida por Email.

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