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A Bíblia Curiosa reúne temas fascinantes relacionados à Bíblia, abordando sua origem, formação e autores. Além disso, traz artigos encontrados na internet, escritos pelo autor, e uma variedade de histórias e curiosidades que enriquecem nosso conhecimento. Essas experiências são fundamentais para fortalecer nossa fé e confiança em Deus. Aqui, você encontrará insights valiosos que podem transformar sua jornada espiritual. Desejamos a você uma ótima leitura!

30 abril 2010

Cientista prova a existência de Deus e ganha prêmio

Através de leis da física e da filosofia, pesquisador polonês Michael Keller mostra que Deus existe e ganha um dos mais cobiçados prêmios. Ele montou a sua metodologia a partir do chamado “Deus dos cientistas”: o big bang, a grande explosão de um átomo primordial que teria originado tudo aquilo que compõe o universo.


Como um seminarista adolescente que se sente culpado quando sua mente se divide, por exemplo, entre o chamamento para o prazer da carne e a vocação para o prazer do espírito, o polonês Michael Keller se amargurava quando tentava responder à questão da origem do universo através de um ou de outro ramo de seu conhecimento – ou seja, sentia culpa.

Ocorre, porém, que Keller não é um menino, mas sim um dos mais conceituados cientistas no campo da cosmologia e, igualmente, um dos mais renomados teólogos de seu país. Entre o pragmatismo científico e a devoção pela religião, ele decidiu fixar esses seus dois olhares sobre a questão da origem de todas as coisas: pôs a ciência a serviço de Deus e Deus a serviço da ciência. Desse no que desse, ele fez isso.

O resultado intelectual é que ele se tornou o pioneiro na formulação de uma nova teoria que começa a ganhar corpo em toda a Europa: a “Teologia da Ciência”. O resultado material é que na semana passada Keller recebeu um dos maiores prêmios em dinheiro já dados em Nova York pela Fundação Templeton, instituição que reúne pesquisadores de todo o mundo: US$ 1,6 milhão.

O que é a “Teologia da Ciência”? Em poucas palavras, ela se define assim: a ciência encontrou Deus. E a isso Keller chegou, fazendo- se aqui uma comparação com a medicina, valendo-se do que se chama diagnóstico por exclusão: quando uma doença não preenche os requisitos para as mais diversas enfermidades já conhecidas, não é por isso que ela deixa de ser uma doença. De volta agora à questão da formação do universo, há perguntas que a ciência não responde, mas o universo está aqui e nós, nele. Nesse “buraco negro” entra Deus.

Segundo Keller, apesar dos nítidos avanços no campo da pesquisa sobre a existência humana, continua-se sem saber o principal: quem seria o responsável pela criação do cosmo? Com repercussão no mundo inteiro, o seu estudo e sua coragem em dizer que Deus rege a ciência naquilo que a ciência ainda tateia abrem novos campos de pesquisa. “Por que as leis na natureza são dessa forma? Keller incentivou esse tipo de discussão”, disse a ISTOÉ Eduardo Rodrigues da Cruz, físico e professor de teologia da PUC de São Paulo.

Keller montou a sua metodologia a partir do chamado “Deus dos cientistas”: o big bang, a grande explosão de um átomo primordial que teria originado tudo aquilo que compõe o universo. “Em todo processo físico há uma seqüência de estados. Um estado precedente é uma causa para outro estado que é seu efeito. E há sempre uma lei física que descreva esse processo”, diz ele. E, em seguida, fustiga de novo o pensamento: “Mas o que existia antes desse átomo primordial?”

Essas questões, sem respostas pela física, encontram um ponto final na religião – ou seja, encontram Deus. Valendo-se também das ferramentas da física quântica (que estuda, entre outros pontos, a formação de cadeias de átomos) e inspirando-se em questões levantadas no século XVII pelo filósofo Gottfried Wilhelm Leibniz, o cosmólogo Keller mergulha na metáfora desse pensador: imagine, por exemplo, um livro de geometria perpetuamente reproduzido.

Embora a ciência possa explicar que uma cópia do livro se originou de outra, ela não chega à existência completa, à razão de existir daquele livro ou à razão de ele ter sido escrito. Keller “apazigua” o filósofo: “A ciência nos dá o conhecimento do mundo e a religião nos dá o significado”. Com o prêmio que recebeu, ele anunciou a criação de um instituto de pesquisas. E já escolheu o nome: Centro Copérnico, em homenagem ao filósofo polonês que, sem abrir mão da religião, provou que o Sol é o centro do sistema solar.

A caminho do céu

Michael Keller usou algumas ferramentas fundamentais para ganhar o tão cobiçado prêmio científico da Fundação Templeton. Tendo como base principal a Teoria da Relatividade, de Albert Einstein, ele mergulhou nos mistérios das condições cósmicas, como a ausência de gravidade que interfere nas leis da física. Como explicar a massa negra que envolve o universo e faz nossos astronautas flutuarem? Como explicar a formação de algo que está além da compreensão do homem? Jogando com essas questões, que abrem lacunas na ciência, Keller afirma a possibilidade de encontrarmos Deus nos conceitos da física quântica, onde se estuda a relação dos átomos. Dependendo do pólo de atração, um determinado átomo pode atrair outro e, assim, Deus e ciência também se atraem. “E, se a ciência tem a capacidade de atrair algo, esse algo inexoravelmente existe”, diz Keller.

Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/cientista-prova-a-existencia-de-deus-e-ganha-premio.html

29 abril 2010

O menino e a cicatriz de Deus

Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia.

Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não freqüentasse mais o
colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.

A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão: Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o primeiro a entrar em sala de aula, e o ultimo a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que
olhassem para trás.

O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás. Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição: Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o por quê daquela CICATRIZ.

A turma concordou, e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula  e começou a relatar:

- Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri:. Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade... A turma estava em silencio atenta a tudo .

O menino continuou: além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.

Silêncio total em sala..

-... Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora,  havia muita fumaça, as paredes que eram de madeiras pegavam fogo e estava muito quente... Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chamas. Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar: 'minha filhinha estar lá dentro!' Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha...

Foi aí que decidi. Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e coloquei ele no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar. Saí entre as pessoas e quando perceberam eu já tinha entrado na casa. Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha.. Eu sabia o quarto em que ela estava. Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito... Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto...

A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada, então o menino continuou: Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha beija porque sabe que é marca de AMOR.

Para você que leu esta história, queria dizer que o mundo está cheio de CICATRIZ. Não falo da CICATRIZ visível mas das cicatrizes que não se vêem, estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas, seja com palavras ou nossas ações.

Há aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO, adquiriu algumas CICATRIZES em suas mãos, seus pés e sua cabeça. Essas cicatrizes eram nossas, mas Ele, morreu em nosso lugar, protegeu-nos e ficou com todas as nossas CICATRIZES.. Essas também são marcas de AMOR.

"Não ame pela beleza, pois um dia ela acaba. Não ame por admiração, pois um dia você se decepciona. Ame apenas, pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação."

Fonte: Recebida por Email.

09 abril 2010

Vinho na Bíblia, era alcoolico ou não?

3 palavras são usadas para designar tres especies de vinho na Bíblia! só no antigo testamento!

yayin - Gen 9:21 - é o mais usado, porque aparece nada menos de 140 vezes. esta palavra é empregada indistintamente sem considerar se o vinho é fermentado ou não.

Tirosh, empregado 38 vezes na Bíblia, ao contrário da anterior, esta indica que o vinho não é fermentado! Algumas vezes é traduzido como vinho novo ou mosto. Deut. 12:17

shekar é a terceira palavra usada, tem a conotação negativa, normalmente é traduzida por bebida forte. os escritores do velho testamento a empregam 23 vezes. Prov. 31:6 "Dai bebida forte(shekar) aos que perecem, e vinho(yayin) aos amargurados de espirito."

Se você usar a septuaginta(tradução do hebraico para o grego, feita por setenta sábios judeus) a palavra que é usada é "oinos" para traduzir as hebraicas Yayin e tirosh, mas nunca para shekar ou bebida forte.

Arão e seus filhos, os sacerdotes, foram estritamente proibidos de beber vinho ou bebida forte ao entrarem no tabernaculo para ministrar diante do senhor(lev.10:9)

Os nazireus eram igualmente proibidos de usar vinho enquanto estivessem debaixo do voto(num. 6:3, 20; confira juizes 13: 4-7)

Os recabitas viveram um exemplo digino de nota de abstinência permanente do vinho, aderindo estritamente ao mandamento de seu ancestral, Jonadabe, para abster-se dele(jer. 35:2,5,8,14)

O livro de proverbios está repleto de advertências contra indulgência com o vinho e bebida forte (veja prov. 20:1; 20:17; 23:30,31; 31:4)

Existe no velho testamento as mais variadas advertencias dos grandes perigos advindos do uso do vinho e bebidas fortes. Dentre esta advertencias as que mais se agigantam são as apresentadas por Salomão no livro de proverbios(20:1;20,21 e 30)

No novo testamento também encontramos 3 palavras para descrever vinho: Oinos, síkera, gléukos.

Dessas 3, a mais usada é "oinos" aparece 36 vezes

A palavra síkera aparece uma unica vez, luc 1:15

O vocabulo gléukos só foi usado uma vez em atos 2:13

Embora a lingua grega seja especialista em empregar palavras distintas para idéias diferentes, ela não possui uma palavra para vinho com alcool e outra para vinho sem alcool. o novo testamento emprega "oinos" tanto para o vinho fermentado como não fermentado.

O vinho usado por Jesus na Santa Ceia, não era alcoolico(fermentado)

O vinho fermentado, (alcoolico) não era utilizado, por que fermento é simbolo do pecado, e o vinho para simbolizar o sangue de cristo não podia conter fermento. Jesus não havia pecado.

Comentário: Por isso que o vinho alcoolico utilizado na igrejas cristas, não pode representar o sangue de Cristo, por que é o vinho alcoolico, foi fermentado, isto quer dizer que a pessoa que bebe deste vinho, afirma simbolicamente que Jesus pecou em vida. Muitos tomam sem saber deste fato.

Fonte: Explicações de Textos Dificeis da Biblia. Pedro Apolinário.
           Comentário: Pr. Johnny Cleber Francisco



07 abril 2010

Carta de Deus pra Você

O Homem Que Foi Salvo Duas Vezes Na Mesma Noite


Ele era conhecido como um nadador extraordinário. Confiante, experiente e apaixonado pela água, havia uma coisa, porém, que sempre chamava a atenção de todos: antes de qualquer mergulho, ele corria até a borda da piscina e molhava apenas o dedão do pé.

Muitos achavam aquilo estranho. Outros pensavam que fosse superstição. Até que um dia alguém, tomado pela curiosidade, perguntou:

— Por que você faz isso antes de entrar na água?

O homem ficou em silêncio por alguns segundos. Seus olhos se perderam em lembranças profundas. Então ele sorriu levemente e começou a contar sua história.

— Há muitos anos, eu era professor de natação. Ensinava pessoas a nadar, a mergulhar, a perder o medo da água. Eu me sentia seguro ali… como se nada pudesse me acontecer.

Ele respirou fundo antes de continuar.

— Certa noite, não consegui dormir. Resolvi ir até o clube para nadar sozinho. O lugar estava completamente vazio e silencioso. Não acendi as luzes, porque a claridade da lua atravessava o teto de vidro e iluminava suavemente a piscina.

Enquanto falava, parecia reviver cada detalhe daquela noite.

— Subi lentamente no trampolim. O ambiente estava quieto… tão quieto que eu conseguia ouvir minha própria respiração. Quando me preparei para saltar, algo chamou minha atenção. Na parede à minha frente apareceu minha sombra projetada pela luz da lua. Abri os braços… e então percebi que minha imagem formava uma cruz perfeita.

Sua voz ficou mais baixa.

— Naquele instante, alguma coisa tocou meu coração. Fiquei imóvel olhando para aquela cruz desenhada pela minha própria sombra. Eu não era cristão. Nunca tinha levado Deus a sério. Mas, de repente, me lembrei de algo que havia aprendido quando era criança: que Jesus morreu numa cruz para salvar pecadores… que derramou Seu sangue por amor a nós.

Os olhos do homem se encheram de emoção.

— As palavras que eu havia esquecido durante tantos anos voltaram com força à minha mente naquela noite. E ali, sozinho naquele trampolim, comecei a pensar na minha vida, nos meus pecados, nos caminhos errados que havia seguido… e principalmente no amor de Cristo.

Ele fez uma pausa longa.

— Não sei quanto tempo fiquei parado ali, com os braços abertos, olhando para aquela cruz silenciosa na parede.

Então continuou:

— Finalmente decidi mergulhar. Desci do trampolim e fui até a escada da piscina. Quando coloquei os pés na água… senti algo estranho. Não havia água.

Sua voz tremeu.

— A piscina estava vazia.

Um arrepio percorreu todo o meu corpo. Na escuridão, eu não tinha percebido que haviam esvaziado a piscina para manutenção. Se eu tivesse saltado do trampolim naquela noite… aquele teria sido o último salto da minha vida.

Ele abaixou a cabeça, emocionado.

— Foi então que entendi. Deus tinha me parado. A cruz não apareceu por acaso. Naquela noite, Jesus não apenas salvou meu corpo da morte… salvou também a minha alma.

As lágrimas começaram a escorrer discretamente pelo seu rosto.

— Ali mesmo, ajoelhado na beira daquela piscina vazia, eu entreguei minha vida a Deus. Confessei meus pecados e agradeci por Ele ter me alcançado antes que fosse tarde demais.

Então ele voltou a sorrir e concluiu:

— Desde aquela noite, toda vez que vou mergulhar, molho primeiro o dedão do pé. Não por superstição… mas para nunca esquecer que fui salvo duas vezes na mesma noite.

E às vezes Deus faz exatamente assim conosco. Quando pensamos que estamos prestes a dar apenas “mais um salto”, Ele nos para. Nem sempre entendemos os atrasos, os silêncios ou os caminhos interrompidos. Mas Deus enxerga o que nós não vemos. Ele conhece o fundo vazio que está escondido diante dos nossos olhos.

Porque o tempo de Deus nunca chega atrasado. E quando Ele interfere em nosso caminho, não é para destruir nossos sonhos… é para salvar nossa vida.


Fonte: Recebido por email.

06 abril 2010

O Servo Disse: “Deus Nunca Erra”… e Estava Certo

Havia um rei poderoso que não acreditava na bondade de Deus. Para ele, a vida era governada apenas pela força, pela lógica e pelo acaso. Ao seu lado, porém, vivia um servo fiel que, independentemente da situação, sempre dizia com serenidade:

— Meu rei, não desanime… tudo o que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra.

O rei se irritava ao ouvir aquelas palavras. Não conseguia compreender como alguém podia confiar tanto em Deus, mesmo diante das dificuldades da vida.

Certo dia, os dois saíram para caçar numa floresta distante. O vento soprava forte entre as árvores, e os cavalos avançavam rapidamente mata adentro. De repente, um animal feroz surgiu do meio da vegetação e atacou o rei violentamente.

O servo reagiu imediatamente. Arriscando a própria vida, conseguiu matar a fera antes que ela tirasse a vida do soberano. Mas o ataque já havia deixado uma marca dolorosa: o rei perdera um dos dedos da mão.

Ao olhar para a própria mão ensanguentada, o rei foi tomado pela revolta.

— Deus é bom?! — gritou furioso. — Se Deus fosse realmente bom, isso nunca teria acontecido comigo! Eu não teria sido atacado… nem perdido meu dedo!

Mesmo diante da ira do rei, o servo apenas abaixou a cabeça e respondeu calmamente:

— Meu rei… eu não compreendo todos os planos de Deus. Mas sei de uma coisa: tudo o que Ele faz é perfeito. Deus nunca erra.

Aquelas palavras aumentaram ainda mais a indignação do rei.

— Basta! — ordenou ele. — Levem este homem para a prisão!

E assim o servo foi lançado numa cela escura, mesmo depois de ter salvado a vida do próprio rei.

Os dias passaram.

Algum tempo depois, o rei decidiu sair novamente para caçar, desta vez sem a companhia do servo fiel. Durante a expedição, porém, acabou sendo cercado por uma tribo de selvagens que realizava sacrifícios humanos aos seus deuses.

O rei foi amarrado e levado até um altar de pedra. O fogo queimava ao redor, tambores ecoavam pela floresta, e tudo parecia perdido. Pela primeira vez em muito tempo, o rei sentiu medo de verdade.

Os selvagens começaram a examiná-lo, preparando-se para o sacrifício. Mas, de repente, perceberam algo.

O rei não tinha um dos dedos.

Houve murmúrios entre eles. A vítima não era considerada perfeita para ser oferecida aos deuses. Imediatamente cortaram suas cordas e o libertaram.

O rei saiu dali abalado, em silêncio, profundamente impactado pelo que acabara de viver. Durante todo o caminho de volta ao palácio, uma única frase ecoava em sua mente:

“Tudo o que Deus faz é perfeito… Ele nunca erra.”

Assim que chegou ao reino, mandou libertar o servo imediatamente.

Quando o servo entrou no salão, o rei caminhou até ele com os olhos cheios de emoção.

— Meu amigo… Deus foi realmente bom comigo. Se eu não tivesse perdido aquele dedo, hoje estaria morto.

O rei abaixou a cabeça, envergonhado.

— Agora eu entendo… mas ainda tenho uma dúvida. Se Deus é tão bom, por que permitiu que você fosse preso injustamente, mesmo sendo fiel a Ele?

O servo sorriu com humildade e respondeu:

— Meu rei… se eu não tivesse sido preso, teria ido com o senhor naquela caçada.

Ele fez uma pequena pausa antes de continuar:

— E como não me falta dedo algum… eu teria sido sacrificado no seu lugar.

O rei ficou sem palavras.

Naquele momento, compreendeu que até a dor que parecia injusta carregava um propósito escondido.

Muitas vezes reclamamos porque não entendemos os caminhos de Deus. Sofremos por portas fechadas, perdas, atrasos e situações que parecem cruéis aos nossos olhos. Mas há batalhas invisíveis das quais Deus está nos livrando sem que percebamos.

Quantas vezes chamamos de castigo aquilo que, na verdade, era livramento? Quantas vezes nos revoltamos contra Deus sem imaginar que Ele estava protegendo nossa vida de algo muito pior?

Essa história nos ensina que Deus vê além do que nossos olhos conseguem enxergar. Nós vemos apenas o momento; Deus vê o caminho inteiro. Nós sentimos a dor do presente; Deus conhece o futuro que ainda não chegou.

Às vezes, Deus permite uma pequena ferida para evitar uma tragédia maior. Permite uma prisão momentânea para salvar alguém da morte. Fecha caminhos porque sabe onde eles terminam. E mesmo quando não entendemos Seus planos, Ele continua trabalhando em silêncio para cuidar de nós.

Por isso, confiar em Deus não significa entender tudo… significa acreditar que Ele nunca perde o controle.

Porque os planos de Deus são perfeitos, mesmo quando parecem incompreensíveis.

E no final, descobrimos que Ele jamais erra.

Como está escrito: “O caminho de Deus é perfeito, e a palavra do Senhor é provada; Ele é o escudo para todos os que nele confiam.” — 2 Samuel 22:31


03 abril 2010

No princípio, era o Lego

Em Sintra, Portugal, o Museu dos Brinquedos está fazendo uma grande exposição sobre o Lego. Fiquei sabendo de uma histórioa muito boa. O “Reverendo” Brendan Powell Smith encontrou uma maneira bem criativa de espalhar a mensagem de Jesus- ou ao menos a sua versão dela – pelo mundo. Ele montou e fotografou centenas de cenas da Bíblia usando pecinhas de Lego como ferramenta principal.

Criada em 1932 pelo carpinteiro dinamarquês Ole Kirk Christiansen, a companhia Lego já vendeu 400 bilhões de pecinhas no mundo todo. Seus primeiros “bonequinhos” foram lançados em 1978. (Você encontra mais sobre invenções aqui)

Filho de um pastor protestante, Brendan considera-se um ateu “fascinado” pelo estudo da religião. Seu projeto começou em 2001, quando ele tinha 30 anos, um diploma de Filosofia e Teologia e ganhava a vida desenvolvendo sites na Internet. Apesar de controverso, o “The Brick Testament” (“O Testamento de Pecinhas”) já saiu do mundo online e virou livro destinado para o público infantil.


Visite o site com as histórias bíblicas em lego; https://thebrickbible.com/legacy/

Fonte: http://colunistas.ig.com.br/curioso/tag/biblia/

CALVÁRIO

Calvário ou Gólgota. Ambas as palavras, a primeira derivada do latim e a segunda do aramaico, significam "a caveira" ou "o lugar da caveira", e fazem referência ao lugar onde Cristo foi crucificado (Mt 27:33, Lc 23:33). Se o chamaram "o lugar da caveira" por ser um local de execução (um lugar onde havia caveiras) ou porque o lugar parecia com uma caveira, não se sabe ainda hoje.

A localização exata do calvário é atualmente desconhecida devido ao fato de Tito ter destruído Jerusalém no ano 70 D.C. Durante uns 60 anos, a cidade permaneceu em total ruína. Poucos cristãos regressaram para viver ali, e os que o fizeram, certamente eram em menor número do que aqueles que fugiram da cidade e não tiveram condições de reconhecer nenhum lugar em meio à devastação total.

Vários lugares têm sido sugeridos como a provável localização da sepultura, mas só dois deles são considerados com seriedade. Um é no interior da igreja do Santo Sepulcro, e outro é o calvário de Gordon, com sua tumba do jardim.

Fonte: http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?Id=136

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