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21 fevereiro 2020
JULGAR OU SER JULGADO - Romanos 2
Aqui Paulo está contrastando o julgamento humano com o juízo de Deus. Ele está dizendo que Deus julga de acordo com a verdade, sem parcialidade ou hipocrisia. Portanto, ao invés de julgar os outros com base em nossos próprios padrões falíveis, devemos lembrar que Deus julgará corretamente todos aqueles que praticam essas ações.
Esses versículos são parte de um argumento mais amplo de Paulo em Romanos, onde ele está expondo a necessidade universal de salvação por meio de Cristo, independentemente do status ou da posição de alguém. Ele está mostrando que todos, tanto judeus quanto gentios, são pecadores e estão sujeitos ao juízo de Deus, e que a justificação vem somente pela fé em Jesus Cristo.
É essencial lembrar que este texto não é uma simples opinião humana; está registrado na Bíblia. Quando alguém acusa ou julga sem evidências concretas, é importante considerar quem está realmente cometendo o erro.
Experiência Pessoal
Uma vez, um ancião da igreja trouxe à minha atenção acusações infundadas contra mim. Não deixei abalar pela acusação, falei para o ancião:
__Como não posso provar que a acusação que o senhor trouxe para mim é uma mentira. Vou fazer um propósito neste instante: Vou pedir que nesta noite, o Senhor nosso Deus, mostre quem está errado, pois nessa noite, quero que o Senhor nosso Deus, mostre o culpado, Ele vai disparar uma flecha no peito de quem está em pecado, uma dor forte no peito, para mostrar quem está errado, se sou eu ou se é meu acusador.
Na mesma noite o fato aconteceu, e logo pela manhã, o ancião me ligou dizendo:
__Pastor, o propósito que o senhor falou, aconteceu, o acusador teve uma dor intensa no peito, sua mulher achou que ele fosse morrer, chorava de desespero, uma dor insuportável, foi atendido as pressas no hospital.
Os homens podem julgar você, te injuriarem, falarem todo o mal a seu respeito, mas Deus, nosso pai, sempre fará justiça aos que lhe são fieis. Deus não deixará que seus filhos sejam julgados, sem que os acusadores fiquem sem punição.
Para refletir
"Você já parou para pensar no peso do julgamento? Quando apontamos o dedo para os outros, muitas vezes esquecemos que também estamos sob o olhar de Deus. Nos versículos de Romanos 2:1-3, Paulo nos lembra da fragilidade da hipocrisia e da inevitabilidade do juízo divino. É fácil apontar falhas nos outros, mas e quanto às nossas próprias falhas?
Imagine um mundo onde cada um de nós escolhe olhar para si mesmo antes de julgar o próximo. Um mundo onde a compaixão substitui a crítica e a humildade supera o orgulho. Deus não nos chama para julgar, mas para amar e cuidar uns dos outros.
Hoje, quero desafiar você a refletir profundamente sobre suas atitudes. Será que estamos verdadeiramente livres do julgamento de Deus ao condenar os outros? Que possamos escolher a compaixão sobre a condenação e a empatia sobre o julgamento.
Que nossas vidas reflitam a verdadeira justiça, aquela que vem do coração transformado pelo amor de Cristo. Que possamos todos buscar a paz e a reconciliação, sabendo que o julgamento é para Deus e o amor é para nós.
Vamos juntos, ser agentes de perdão e reconciliação neste mundo necessitado de graça. Que nossas ações falem mais alto do que nossas palavras, e que o amor de Cristo nos guie em cada passo. Este é o apelo: escolha o amor, escolha a compaixão, e escolha a paz. O mundo ao nosso redor pode mudar quando mudamos a forma como vemos e interagimos com ele. Vamos começar hoje!"
Portanto, querido leitor, não se deixe enganar por acusações vazias. Confie na palavra de Deus, que sempre revela a verdade no tempo certo.
18 fevereiro 2020
17 fevereiro 2020
15 fevereiro 2020
O Amor Que Deus Espera de Nós
Falar sobre ajudar ao próximo dentro do cristianismo não é confortável — é confrontador. Porque expõe uma realidade que muitos preferem ignorar: não é possível dizer que ama a Deus enquanto se vive indiferente à dor das pessoas. A fé bíblica não permite neutralidade. Ela exige posicionamento, atitude e renúncia. Em um mundo onde o egoísmo é normalizado, o evangelho continua sendo um chamado radical ao amor prático.
Jesus não deixou espaço para interpretações convenientes. Ele foi direto ao ligar o amor a Deus com o amor ao próximo: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração… e amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:37-39). Não são dois caminhos separados, mas um só. Quem afirma amar a Deus, mas ignora o próximo, está vivendo uma contradição espiritual. E essa contradição não é pequena — ela revela uma fé superficial, muitas vezes apenas religiosa, mas não transformadora.
O apóstolo João é ainda mais incisivo ao declarar: “Se alguém disser: Eu amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso” (1 João 4:20). Isso desmonta qualquer tentativa de espiritualidade baseada apenas em palavras, cultos ou aparência. O cristianismo não se mede pelo quanto alguém fala de Deus, mas pelo quanto vive como Ele ensinou. E viver como Cristo viveu significa, inevitavelmente, se importar com pessoas.
A grande questão é que ajudar o próximo custa. Custa tempo, custa conforto, custa recursos e, muitas vezes, custa orgulho. É mais fácil ignorar, justificar ou terceirizar a responsabilidade. Mas a Palavra de Deus não valida essas desculpas. Em “Se um irmão ou irmã estiverem nus e tiverem falta de mantimento cotidiano, e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá daí?” (Tiago 2:15-16), somos confrontados com uma cena comum. A pergunta é direta — que proveito há nisso? A resposta implícita é clara: nenhum.
A fé que não se manifesta em ação é considerada morta: “Assim também a fé, se não tiver obras, por si só está morta” (Tiago 2:17). Isso significa que não basta crer intelectualmente, nem sentir emocionalmente — é necessário agir. A omissão, diante da necessidade, não é neutralidade; é falha espiritual. É escolher não viver aquilo que se diz acreditar.
Jesus levou esse ensino a um nível ainda mais profundo ao afirmar: “Quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes” (Mateus 25:40). Isso muda completamente a perspectiva. A forma como tratamos as pessoas não é apenas uma questão social — é espiritual. Ignorar o necessitado é, em essência, ignorar o próprio Cristo. Ajudar o próximo, portanto, não é apenas bondade — é um ato direto de honra a Deus.
E se ajudar é honra, deixar de ajudar é o quê? Essa é a pergunta que muitos evitam, mas que precisa ser feita. “O que tapa o seu ouvido ao clamor do pobre também clamará e não será ouvido” (Provérbios 21:13). A indiferença tem consequências. Não se trata de perder a salvação por não ajudar alguém, mas de revelar um coração desalinhado com o caráter de Deus.
Outro ponto que confronta é a seletividade no amor. Muitos ajudam quando é conveniente, quando há reconhecimento ou quando a pessoa “merece”. Mas o evangelho não ensina um amor seletivo. “Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos…” (Gálatas 6:10). Isso inclui quem não pode retribuir, quem não agradece e até quem, humanamente falando, não parece digno. Porque o padrão não é o merecimento humano — é a graça divina.
Além disso, ajudar não deve ser um evento isolado, mas um estilo de vida. “E não nos cansemos de fazer o bem…” (Gálatas 6:9). Isso mostra que haverá cansaço, desgaste e até frustração. Mas o chamado não muda. O cristão não pratica o bem apenas quando sente vontade, mas porque entende que isso faz parte de quem ele é em Cristo.
No fundo, ajudar ao próximo revela a verdadeira condição do coração. Não é sobre ter muito ou pouco, mas sobre disposição. Há quem tenha pouco e ainda assim ajuda, e há quem tenha muito e vive fechado em si mesmo. Isso mostra que o problema nunca foi recurso — sempre foi prioridade.
Ajudar ao próximo é uma honra porque nos coloca no centro da vontade de Deus. Mas também é um teste — um teste de autenticidade da fé. Não se trata apenas de fazer o bem, mas de viver uma fé que não se esconde, não se acomoda e não se limita a palavras.
No final, o evangelho não será avaliado pelo que dizemos, mas pelo que vivemos. E a pergunta que permanece é simples, mas profunda: nossa fé tem sido vista nas nossas atitudes?
“Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade” (1 João 3:18).
08 fevereiro 2020
HUMILDADE E AMOR AO PRÓXIMO
Por que Jesus é chamado nazareno se ele nasceu em Belém da Judéia?
Se buscamos “Nazareno” na Bíblia, aparece 17 vezes (Almeida), nos evangelhos e em Atos. O grego usa “nazoraios” (Mateus, João e Atos) e também “nazarênos” (em Marcos e Lucas, que usa também “nazoraios”). Nazaré também aparece diversas vezes e o vocábulo grego usado é “Nazaret”. Basicamente Jesus é apelidado de “Nazareno”. Também os primeiros cristãos eram chamados assim pelos judeus. No mundo grego prevaleceu o adjetivo “cristão” para designar os seguidores de Jesus.
Normalmente se identifica o adjetivo “nazareno” ao nome da localidade onde teria vivido Jesus com sua família, antes de sua missão pública. Há algumas hipóteses, baseadas sobretudo em Mateus 2,23, que defendem outra origem para esse adjetivo. O texto de Mateus diz: “E chegou, e habitou numa cidade chamada Nazaré, para que se cumprisse o que fora dito pelos profetas: Ele será chamado Nazareno.” Não sabemos a qual oráculo profético Mateus se refere. Alguns pensam em Isaías 11,1, onde o profeta usa “neçer” (rebento), ou em Isaías 42,6 e 49,8, onde é utilizado o vocábulo “naçar” (guardar), do qual deriva “naçur” (o resto).
Há algumas hipóteses alarmistas que falam que Nazaré nem existia e que portanto “Nazareno” teria a ver com “nazireu”, pessoas que faziam um voto a Deus. Os testemunhos históricos são inúmeros e confirmam a existência da cidadezinha da Galiléia. Provavelmente, no tempo de Cristo, era um lugar pequenino. Os cristãos, contudo, há muito tempo visitam o local e recordam ali a vida da infância e juventude de Cristo. Isso foi confirmado pelas descobertas arqueológicas feitas nos anos 60, quando foi construída a atual basílica da anunciação.
Creio que não há suficiente argumentação para questionar a ligação de “Nazareno” com “Nazaré”. Aquilo que poderíamos aceitar é o uso do adjetivo, por parte de Mateus, para sublinhar o aspecto messiânico de Jesus, anunciado pelos profetas.
"Justiça e Coragem: A Lição de um Professor"
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| Foto Ilustrativa |
Era o primeiro dia de aula na USP São Francisco, e o clima de expectativa pairava no ar. O professor de "Introdução ao Direito" entrou na sala com uma expressão autoritária. Assim que avistou um aluno na primeira fila, disparou:
— Qual é o seu nome?
— Chamo-me Nelson, senhor.
— Saia da minha aula e não volte nunca mais! — gritou, de forma brusca.
Nelson ficou paralisado, atordoado pela agressividade. Quando conseguiu reagir, levantou-se rapidamente, apanhou seus materiais e saiu, deixando um rastro de desconforto. Os outros alunos, assustados e indignados, trocavam olhares cúmplices, mas a atmosfera de medo os impediu de se manifestar.
O professor, sem se importar com o clima tenso, prosseguiu:
— Agora sim! Vamos começar. — A voz dele ecoava na sala.
— Para que servem as leis? — perguntou, com um tom desafiador.
Os alunos, ainda impactados, hesitaram antes de responder. Um por um, começaram a murmurar respostas, tentando entender a lógica do professor:
— Para haver ordem em nossa sociedade.
— Não!
— Para cumpri-las.
— Não!
— Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.
— Não!
A tensão aumentava. O professor parecia se divertir com a confusão. Então, sua voz ressoou novamente, quase em desespero:
— Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!
Uma garota, sentindo-se impulsionada pela pressão do momento, falou timidamente:
— Para que haja justiça.
— Finalmente! É isso. Mas agora, para que serve a justiça?
O desconforto se transformou em incômodo, e os alunos, apesar do medo, continuaram a tentar responder:
— Para salvaguardar os direitos humanos...
— Muito bem. E mais?
— Para diferenciar o certo do errado, para premiar quem faz o bem...
— Ok, não está mal. Mas agora me digam: "Agir corretamente ao expulsar Nelson da sala de aula foi justo?"
Um silêncio sepulcral tomou conta da sala. Ninguém ousava responder. O professor, impaciente, insistiu:
— Quero uma resposta clara e unânime!
— Não! — gritaram todos, em uníssono, revelando a indignação acumulada.
O professor, surpreso, continuou:
— Poderia se dizer que cometi uma injustiça?
— Sim!
— E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não temos a coragem de praticá-las? Cada um de vocês tem a obrigação de se manifestar diante da injustiça. Todos. Nunca mais fiquem calados! Vou buscar o Nelson — disse ele, lembrando que, afinal, era o professor, enquanto os alunos eram de outro período.
Aprendam: Quando não defendemos nossos direitos, perdemos a dignidade, e dignidade não se negocia. O povo é forte; juntos somos mais do que aqueles que nos oprimem. Pagar o preço pelas injustiças que sofremos é demais.
Sei que poucos lerão isso, mas a mensagem é essencial para entendermos a realidade política do Brasil. Precisamos retomar as rédeas do nosso país. Estamos à deriva, abandonados, sem ninguém ao nosso lado, e é hora de nos unirmos em busca de mudança.
Reflexão
A história do professor e de Nelson serve como um poderoso alerta para as igrejas e suas comunidades. Muitas vezes, as instituições religiosas têm leis e diretrizes claras que definem o que é justo e correto, mas, na prática, muitas ficam em silêncio diante da injustiça, permitindo que situações inaceitáveis persistam. Essa inação transforma essas instituições em cúmplices, pois não agem quando deveriam defender os princípios que pregam.
Assim como os alunos se sentiram impotentes diante da agressividade do professor, muitas pessoas nas comunidades religiosas se sentem intimidadas a se manifestar contra injustiças, mesmo sabendo que a justiça é um valor central em suas crenças. A pergunta crucial que deve ser feita é: por que permanecer em silêncio?
Aplicações para as Igrejas:
Despertar a Coragem: Assim como o professor instigou os alunos a falarem, as igrejas devem incentivar seus membros a não apenas reconhecerem as injustiças, mas também a se manifestarem contra elas. É fundamental criar um ambiente onde a expressão de indignação e o clamor por justiça sejam bem-vindos. “Seja forte e corajoso. Não tema nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar.” (Josué 1:9)
Praticar o que Pregam: As igrejas têm um papel fundamental na promoção da justiça e na defesa dos oprimidos. É necessário que as comunidades religiosas não apenas proclamem a justiça, mas que também a pratiquem ativamente, tomando posições claras e concretas diante de injustiças sociais. “Defendam a causa do oprimido e do pobre; façam justiça ao necessitado e ao aflito.” (Salmos 82:3)
Educação e Conscientização: Assim como os alunos aprenderam sobre a função das leis e da justiça, as igrejas devem educar seus membros sobre seus direitos e deveres. Workshops, palestras e discussões em grupo podem ajudar a promover uma consciência crítica sobre questões sociais e éticas. “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8:32)
Solidariedade e Ação Coletiva: O professor ressaltou que a força está na união. As igrejas devem promover a solidariedade entre seus membros e incentivar ações coletivas para enfrentar injustiças. Juntos, podem ser uma voz poderosa que desafia a opressão. “Se um cair, o outro levanta o seu companheiro.” (Eclesiastes 4:10)
Responsabilidade Pessoal e Comunitária: Cada membro da comunidade deve entender que tem uma responsabilidade pessoal e coletiva em relação à justiça. O silêncio diante da injustiça é uma forma de consentimento. A igreja deve lembrar a todos que cada voz conta e que a ação é um imperativo moral. “Aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz, comete pecado.” (Tiago 4:17)
Situações Injustas e Inaceitáveis
Perseguição de Líderes Espirituais: Muitos pastores e líderes enfrentam perseguições dentro da própria congregação, frequentemente motivadas por ciúmes ou disputas de poder, o que não apenas prejudica os líderes, mas também divide a comunidade. “Não toquem nos meus ungidos, nem façam mal aos meus profetas.” (Salmos 105:15)
Manipulação da Humildade: Irmãos se aproveitam da humildade de outros, criando relações de dependência e manipulando em vez de promover um ambiente de apoio. “Portanto, se alguém pensa que está em pé, cuide-se para que não caia.” (1 Coríntios 10:12)
Engano e Falsidade: A presença de enganos e desonestidade cria um clima de desconfiança, ferindo a essência da comunidade cristã. “Não mintam uns aos outros, pois já vos despistes do velho homem com suas práticas.” (Colossenses 3:9)
Lutas pelo Poder: Rivalidades e disputas por controle substituem o amor e a solidariedade, minando a unidade da igreja. “Onde há inveja e ambição egoísta, aí há confusão e toda espécie de males.” (Tiago 3:16)
Julgamento e Condenação: Muitos irmãos preferem julgar e criticar em vez de oferecer apoio, criando um ambiente hostil. “Não julgueis, para que não sejais julgados.” (Mateus 7:1)
Críticas Destrutivas: Críticas feitas de maneira destrutiva ferem e desmotivam os membros, afastando-os da igreja. “A língua dos sábios é medicina, mas a boca dos tolos provoca calamidade.” (Provérbios 12:18)
Divisões na Comunidade: A formação de facções e rivalidades provoca desunião, afastando os irmãos e minando a força da comunidade. “Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões.” (1 Coríntios 1:10)
Lobos na Pele de Ovelhas: Infelizmente, há aqueles que se infiltram nas comunidades com intenções maliciosas, agindo como "lobos na pele de ovelhas". Esses indivíduos podem manipular, enganar e causar divisões, visando seu próprio benefício em detrimento do bem coletivo. “Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm até vocês disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores.” (Mateus 7:15)
A Injustiça Não Deve Ser Ignorada
A injustiça não deve ser ignorada, especialmente dentro da igreja, que deve ser um baluarte da justiça e da verdade. Aqueles que escolhem permanecer em silêncio ou que ignoram essas situações se tornam coniventes com a injustiça, permitindo que ela se perpetue. “Examinai tudo. Retende o bem.” (1 Tessalonicenses 5:21) Se os membros são coniventes com a injustiça, a igreja sofre, o distrito sofre, a associação sofre, a união sofre; todos enfrentam as consequências. Assim como o povo de Israel, que, quando esteve em pecado e foi à luta, acabou perdendo:
Josué 7:1-5: Após a conquista de Jericó, Israel foi derrotado em Ai porque Acã desobedeceu e pecou ao tomar itens consagrados. A derrota foi um reflexo do pecado no meio do povo.
1 Samuel 4:1-11: Israel foi derrotado pelos filisteus na batalha de Ebenézer. Eles trouxeram a arca da aliança como um amuleto, mas estavam em desobediência e sem buscar a orientação de Deus, resultando em uma grande derrota.
2 Samuel 11-12: Embora não seja uma derrota em batalha imediata, o pecado de Davi com Bate-Seba e o subsequente assassinato de Urias resultaram em consequências severas para Israel, incluindo conflitos e perdas subsequentes. (2 Samuel 12:10-12)
1 Crônicas 10:13-14: A morte de Saul é atribuída à sua desobediência e à busca de consulta a um espírito em vez de buscar a Deus, resultando em sua derrota na batalha contra os filisteus.
Isaías 30:1-5: Embora não mencione uma derrota específica em batalha, o texto fala sobre a rebelião de Israel e como isso traria consequências, inclusive em tempos de guerra.
Conclusão
Assim como os alunos finalmente se uniram em uma única voz, as igrejas e suas comunidades precisam se levantar contra as injustiças que testemunham. A dignidade e os direitos humanos são valores que não podem ser negociados. Que as igrejas se tornem faróis de justiça, desafiando suas comunidades a não apenas falar sobre justiça, mas a agir em prol dela, todos os dias. Quando a igreja se une para enfrentar essas injustiças, ela cumpre sua missão de ser uma luz no mundo, promovendo amor, unidade e verdadeira justiça. “Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte.” (Mateus 5:14)
Fonte: https://espelhosemaco.blogspot.com/2015/07/primeiro-dia-de-aula-na-usp-sao.html
Fonte imagem: https://editoraforum.com.br/noticias/curso-online-gratuito-de-formacao-docente-para-professores-de-direito-pela-fgv/
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