Imagine por um instante que, de repente, todos os meios de comunicação parassem o que estavam transmitindo. Um anúncio ecoa em cada tela, rádio e rede social do planeta: “Está confirmado. Jesus Cristo voltará amanhã.” Não é teoria, não é interpretação religiosa. É um fato inegável. Agora pergunto a você: o que faria diante disso? Procuraria alguém para se reconciliar? Pediria perdão por algo guardado no coração? Confessaria segredos que ninguém sabe? Mudaria hábitos que hoje justificamos? Abandonaria pecados que disfarçamos com desculpas e racionalizações? Pense bem: se você só mudaria porque Ele volta amanhã, o que isso revela sobre sua vida hoje?
Quando Jesus nasceu, Sua primeira vinda não foi um acaso. Ela havia sido anunciada séculos antes. Profecias cuidadosamente registradas apontavam sinais que seriam visíveis a todos. Mas quem realmente percebeu? Foram os homens do Oriente, estudiosos do céu, atentos aos astros, capazes de interpretar os sinais e dispostos a percorrer longas distâncias para adorar. Enquanto isso, muitos que tinham nas mãos as Escrituras — os guardiões da promessa — não reconheceram o cumprimento diante de seus próprios olhos. A Bíblia relata de forma direta: “Veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam.” Conhecer os sinais não é o suficiente. A questão é: você está atento? Está desperto? Ou, como muitos naquele tempo, vive ignorando o que está diante de você, acreditando que “amanhã haverá tempo”?