A Bíblia Curiosa reúne temas fascinantes relacionados às Escrituras, explorando sua origem, formação, autores, contexto histórico e os diversos acontecimentos que tornam a Bíblia um livro extraordinário. Além disso, apresenta artigos, estudos bíblicos, reflexões e curiosidades que ajudam a ampliar o conhecimento e fortalecer a fé. Porém, nosso objetivo não é apenas trazer entretenimento ou curiosidades, mas apresentar conteúdos relevantes para o crescimento espiritual e a preparação do caráter para a salvação. Afinal, o maior propósito do ser humano não é apenas adquirir conhecimento, mas conhecer a Deus e preparar-se para a eternidade. Essa preparação acontece através de Jesus Cristo, Seu amor e o sacrifício realizado na cruz, onde encontramos perdão, restauração e esperança de uma nova vida. Desejamos que cada estudo aqui apresentado seja uma oportunidade para aproximar você de Deus e permitir que Sua Palavra transforme sua vida. Desejamos a você uma excelente leitura!
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05 janeiro 2020
03 abril 2013
As 10 descobertas arqueológicas de 2012
Em 2012 várias dessas descobertas foram feitas, e algumas delas foram listadas pelo Christian Messenger. 10 das mais importantes entre essas descobertas encontram-se listadas abaixo:
1) Mosaico Huqoq Synagogue: Localizado na pequena vila de Huqoq, a oeste do Mar da Galileia, esse
artefato foi encontrado pelo arqueólogo Jodi Magness, que também é professor de judaísmo na Universidade Chapel Hill, no estado norte americano da Carolina do Norte. O mosaico retrata Sansão amarando as caudas das raposas e também mostra duas faces em torno de uma inscrição. Essa sinagoga data de vários séculos depois da época de Cristo. Os estudiosos esperam que através dela possam obter mais informações sobre o desenvolvimento das sinagogas na região da Galileia.
2) Santuários de culto em Khirbet Qeiyafa: Descoberta feita em 2011, mas anunciada no início da primavera de 2012, pelo arqueólogo Yosel Garfinkel, da Hebrew University (Universidade Hebraica). Os santuários são evidências de culto antes e o Templo de Salomão. Trata-se de santuários sem imagens de culto, que são diferentes dos santuários cananeus e em conformidade com as tradições do judaísmo. Khirbet Qeiyafa fica sobre o Vale de Elah, cerca de 20 km ao sudoeste de Jerusalém
3) Reservatório de água do período do Primeiro Templo: Esta cisterna está localizada a sudoeste do Monte
do Templo, em Arco de Robinson. Com sua capacidade de 66 mil litros, esta descoberta fornece novas informações sobre o consumo de água na época do Primeiro Templo de Jerusalém.
4) Belém Bullah: A impressão de selo com três linhas de script, esta é a primeira menção de Belém fora da Bíblia. Ele foi encontrado durante a peneiração de material de escavações na Cidade de Davi. Era um selo de uso fiscal, relacionado com a tributação dos embarques durante o reinado de um rei em torno do tempo de Ezequias, Manassés, ou Josias.
5) Selo de Jerusalém: Um selo real, que diz: “Pertencente a Matanyahu Ben Ho”, este selo foi encontrado perto de Arco de Robinson nas ruínas de um edifício do período do Primeiro Templo.
6) Um escaravelho egípcio: Este escaravelho foi encontrado em Jerusalém, pouco antes da Páscoa de 2012. Ele retrata a imagem de um pato, que é o nome do deus sol Amon-Ra. Ela é datada do século 13 a.C., logo após o período Amarna.
7) Kiryat Gat Hoard: Tesouro que foi encontrado perto de Ashkelon e contém 140 moedas romanas de ouro e prata que datam do século I d.C. e início do segundo. O tesouro inclui um brinco de ouro e um anel com um selo representando uma deusa alada.
8) A escultura hitita Neo, em Tel Tayinat: As inscrições da escultura registram eventos do reinado de Suppiluliuma, que provavelmente enfrentou Salmaneser III em 858 a.C. Tim Harrison, arqueólogo da Universidade de Toronto, acredita que este é o reino neo-hitita de Patina, que também pode ser Calno, citado em Isaías 10:9-10.
9) Trigo de 3.400 anos de Hazor: O trigo foi descoberto em 14 jarros de argila, queimados, mas não destruídas, há 3.400 anos. Este é uma das mais importantes escavações em curso em Israel, no local de uma das mais importantes cidades antigas do país.
10) Porto helenístico de Akko: Os arqueólogos estão escavando os restos do porto, que foi o mais importante de Israel nos séculos imediatamente antes do nascimento de Cristo.
Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/10-maiores-descobertas-arqueologia-biblica-2012-48227.html
07 março 2013
Óstraco de Samaria
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| Inscrição de um dos Ostracos de Samaria |
Foram encontrados durante uma escavação em 1910, por um grupo de arqueólogos. Datam, provavelmente de 850 a.C. Os textos registram carregamentos de óleo e vinho trazidos para Samaria de vários lugares vizinhos.
“Os 63 óstracos encontrados em 1910 . . . [são], com justiça, tidos como um dos mais importantes conjuntos de material epigráfico do Israel antigo que sobreviveram. Essa importância não vem do conteúdo dos óstracos de Samaria . . . mas sim de seu extenso inventário de nomes de israelitas, nomes de clãs e designações geográficas.” —Ancient Inscriptions—Voices From the Biblical World (Antigas Inscrições — Vozes do Mundo Bíblico)
Além disso, os óstracos de Samaria parecem confirmar a situação religiosa dos israelitas conforme descrita na Bíblia. Na época da escrita dos óstracos de Samaria, os israelitas associavam a adoração de Jeová com a do deus cananeu Baal. Alguns nomes de pessoas encontrados nos óstracos de Samaria significam “Baal é meu pai”, “Baal canta”, “Baal é forte”, “Baal se lembra”, e outros parecidos. Para cada 11 nomes pessoais contendo alguma forma do nome Jeová, há 7 contendo “Baal”.(vide fonte)
Os óstracos de Samaria são fragmentos de cerâmica usados como material de escrita que datam do século VIII a.C. Esses fragmentos foram encontrados durante escavações na antiga cidade de Samaria, a capital do reino do norte de Israel. Eles são de grande importância para a compreensão da história bíblica e da vida cotidiana na antiga Samaria.
Conteúdo dos Óstracos de Samaria
Os óstracos de Samaria consistem principalmente em registros administrativos e econômicos. Eles documentam a entrega de bens como vinho e óleo a Samaria, provavelmente como tributo ou impostos. Aqui estão alguns detalhes específicos sobre o conteúdo:
Registros de Tributo: Muitos dos óstracos listam os nomes dos remetentes e os tipos e quantidades de bens entregues. Isso inclui itens como vinho e óleo, indicando um sistema organizado de coleta e distribuição de recursos.
Nomes de Pessoas e Clãs: Os óstracos contêm uma variedade de nomes pessoais e de clãs, muitos dos quais correspondem a nomes mencionados na Bíblia. Isso inclui nomes como Abiezer, Heleque, Asriel, Siquém, e Semida, entre outros. Esses nomes ajudam a confirmar a existência e a localização de certos clãs israelitas mencionados nas Escrituras.
Designações Geográficas: Além dos nomes pessoais, os óstracos mencionam localidades e regiões que estavam envolvidas na entrega de tributos a Samaria. Isso fornece uma visão sobre a geografia e a organização política do reino de Israel.
Importância Histórica e Bíblica
Os óstracos de Samaria são valiosos por várias razões:
Confirmação Histórica: Eles confirmam a precisão de certos detalhes históricos mencionados na Bíblia, como a existência de clãs e localidades específicas.
Vida Cotidiana e Economia: Os óstracos oferecem uma janela para a vida econômica e administrativa do reino de Israel, mostrando como os recursos eram geridos e distribuídos.
Contexto Religioso: Os nomes encontrados nos óstracos refletem práticas religiosas da época, incluindo a mistura da adoração de Jeová com deuses cananeus como Baal. Por exemplo, alguns nomes pessoais combinam elementos teofóricos, contendo tanto o nome de Jeová quanto de Baal, o que corrobora a descrição bíblica da sincretização religiosa em Israel.
Exemplos de Texto dos Óstracos
Embora a transcrição completa de cada óstraco não seja sempre disponível, aqui estão alguns exemplos resumidos de como esses textos podem ser estruturados:
Óstraco de Tributo de Vinho:
- "De [nome do remetente], [quantidade] de jarros de vinho, para [nome do destinatário] em Samaria."
Óstraco de Registro de Óleo:
- "Do clã de [nome do clã], [quantidade] de vasos de óleo, entregues a [nome do oficial] em Samaria."
Óstraco de Registro Pessoal:
- "[Nome], filho de [nome do pai], da cidade de [nome da cidade], entregou [quantidade] de vinho."
Os óstracos de Samaria, portanto, não apenas corroboram a narrativa bíblica, mas também enriquecem nossa compreensão da sociedade e cultura do antigo reino de Israel.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%93stracos_de_Samaria
Imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Ostraca_House_samaria.jpg
20 janeiro 2012
Objeto de 2 mil anos confirma rituais em Jerusalém
Fonte: http://www.arqueologia.criacionismo.com.br/2012/01/objeto-de-2-mil-anos-confirma-rituais.html, artigo escrito Quinta-feira, Janeiro 12, 2012
22 outubro 2011
ACHADOS ARQUEOLÓGICOS LEVAM CIENTISTAS A RECONHECER A BÍBLIA COMO TENDO BASE HISTÓRICA
Textos de Balaão – Fragmentos de escrita aramaica encontrados em Tell Deir Allá, que relatam um episódio da vida de "Balaão filho de Beor" e descrevem uma de suas visões – indícios de que Balaão existiu e viveu em Canaã, como afirma a Bíblia no livro de Números 22 a 24.
Obelisco negro e prisma de Taylor – Estes artefactos mostram duas derrotas militares de Israel. O primeiro traz o desenho do rei Jeú prostrado diante de Salmaneser III oferecendo tributo a ele. O segundo descreve o cerco de Senaqueribe a Jerusalém, citando textualmente o confinamento do rei Ezequias.
Inscrição de Siloé – Encontrada acidentalmente por algumas crianças que nadavam no tanque de Siloé. Essa antiga inscrição hebraica marca a comemoração do término do túnel construído pelo rei Ezequias, conforme o relato de 2 Crónicas 32:2-4.
Selo de Baruque – descoberto em 1975, provando a existência do secretário e confidente do profeta Jeremias.
Palácio de Sargão II – Descoberto em 1843, o palácio de Sargão II, rei da Assíria, pôs fim a negação de sua existência, conforme mencionado em Isaías 20:1.
Tijolo babilónico que traz nome de Nabucodonosor – O achado arqueológico traz a seguinte inscrição em cuneiforme: "(eu sou) Nabucodonosor, Rei de Babilónia. Provedor (do templo) de Ezagil e Ezida; filho primogénito de Nabopolassar”. Vale notar que por muito tempo se afirmou que a cidade da Babilónia era um mito – e muito mais lendário ainda seria o rei Nabucodonosor.
Fonte: http://www.galeriabiblica.com/2009/10/achados-arqueologicaso-levam-cientistas.html
31 julho 2011
Inscrição de Siloé
08 maio 2010
Arqueóloga descobre muros da antiga cidade de Jerusalém que pode ter sido construidos por Salomão
Jerusalém, 22 de fevereiro de 2010 - Uma seção de um muro da cidade antiga de Jerusalém, do século X a.C. - possivelmente construído pelo rei Salomão - foi revelado em escavações arqueológicas dirigida pela Dra. Eilat Mazar e conduzido sob o apoio Universidade Hebraica de Jerusalém.
A seção da muralha da cidade revelada, possui 70 metros de comprimento e 6 metros de altura, está localizado na área conhecida como Ofel, entre a cidade de Davi e na parede sul do Monte do Templo.
Também foram descobertas no complexo da muralha da cidade:
•uma portaria interna de acesso para as quartas real da cidade;
•uma estrutura real junto ao portão;
•uma torre de canto com vista para uma parte substancial do vale do Cedrom e adjacentes.
As escavações na área Ofel foram realizadas ao longo de um período de três meses com os financiamentos concedidos por Daniel Mintz e Berkman Meredith, um casal de Nova York interessados em Arqueologia Bíblica. O financiamento suporta tanto a conclusão das escavações arqueológicas e processamento e análise dos achados, bem como trabalhos de conservação e preparação do local para a visualização por parte do público dentro do Parque Arqueológico Ofel e do parque nacional em torno das muralhas de Jerusalém.
Figura 2 – Mazar servindo como referência para altura do muro atribuído à Salomão, no séc. X a.c.
As escavações foram realizadas em cooperação com a Autoridade de Antiguidades de Israel, Autoridade Israelense de Natureza e Parques e a Companhia de Desenvolvimento de Jerusalém Oriental. Contou com o auxílio de alunos do curso de Arqueologia da Universidade Hebraica de Jerusalém, bem como alunos voluntários das Herbert W. Armstrong College, em Tulsa, Oklahoma, e trabalhadores contratados para participaram nos trabalhos de escavação.
"O muro da cidade que foi descoberta uma testemunha a presença dominante. Sua força e sua forma de construção indicam um alto nível de engenharia ", disse Mazar.
O muro da cidade fica no extremo leste da área de Ofel, numa localização estratégica no alto a oeste do vale do Cedrom.
"Uma comparação entre esta última descoberta com muralhas e portões do período do Primeiro Templo, assim como a cerâmica encontrada no local, nos permitem postular com um grande grau de certeza de que a parede que foi revelado é o que foi construído pelo rei Salomão, em Jerusalém, na última parte do século X aC ", disse Mazar.
"Esta é a primeira vez que uma estrutura a partir desse momento verificou-se que pode se relacionar com descrições escritas de construção de Salomão, em Jerusalém", acrescentou ela.
Figura 3 – Vista do alto do muro atribuído à Salomão.
A Bíblia nos diz que Salomão construiu - com o auxílio dos Fenícios, que foram os construtores em circulação - o Templo e seu novo palácio e cercado deles com uma cidade, muito provavelmente ligado à parede mais antigas da cidade de Davi. Mazar cita especificamente o terceiro capítulo dos primeiros livros dos Reis, onde se refere que:
Até que acabasse de edificar a sua casa, e a casa do SENHOR, e a muralha de Jerusalém em redor.” (I Reis 3:1)
Os 6 metros da portaria alta do complexo ao ar livre do muro da cidade é construído no estilo típico daqueles da época do Primeiro Templo como Megido, Beersheva e Ashdod. Tem plano simétrico de idêntica quatro pequenas salas, duas de cada lado do corredor principal. Também houve uma torre, grande adjacente, cobrindo uma área de 24 por 18 metros, que se destinava a servir como uma torre de vigia para proteger a entrada da cidade. A torre situa-se hoje sob a estrada nas proximidades e ainda precisa ser escavado. Durante o século XIX o Arqueólogo britânico Charles Warren, havia realizado uma vistoria no subsolo da área, e descreveu pela primeira vez o esboço da grande torre em 1867, mas sem atribuí-la à época de Salomão.
"Parte do complexo do muro da cidade serviu como espaço comercial e parte como centrais de segurança", explicou Mazar.
O que confirma o costume daquele povo, conforme podemos ver, por exemplo, quando Boaz procurou resgatar Rute às portas da cidade.
Enquanto isso, Boaz subiu à porta da cidade e sentou-se, exatamente quando o resgatador que ele havia mencionado estava passando por ali. Boaz o chamou e disse: “Meu amigo, venha cá e sente-se”. Ele foi e sentou-se.
Boaz reuniu dez líderes da cidade e disse: “Sentem-se aqui”. E eles se sentaram.” (Rute 4:1-2 NVI)
Dentro do pátio da grande torre havia difundido atividades públicas, disse ela. Ele serviu como um ponto de encontro do público, como um lugar para a realização de atividades comerciais e de culto, e como um local para as atividades econômicas e jurídicas.
Figura 4 – Outra vista dos muros sendo escavados.
Cacos de cerâmica descoberto no preenchimento do piso inferior do edifício real perto da portaria também atestam que a datação do complexo é do século X a.C. O que foram encontradas no chão eram restos de jarros de armazenagem, com cerca de 1,15 metros de altura, que sobreviveu a destruição pelo fogo e que foram encontrados em quartos que aparentemente serviu de área de armazenagem no piso térreo do edifício. Em um dos frascos há uma inscrição em hebraico antigo parcial indicando que pertencia a um alto funcionário do governo de nível superior.
"Os frascos que foram encontrados são os maiores já encontrados em Jerusalém", disse Mazar, acrescentando que "a inscrição que foi encontrada em um deles mostra que ela pertencia a um funcionário do governo, aparentemente, a pessoa responsável por supervisionar o fornecimento de produtos de padaria para a corte real. "
Além dos cacos de cerâmica, estatuetas de culto também foram encontradas na área, assim como as impressões de selos na jarra lida com a palavra "ao rei", que atestem a sua utilização dentro da monarquia. Também foram encontrados impressões de selos com os nomes hebraicos, também indicando a natureza real da estrutura. A maioria dos pequenos fragmentos descobertos vieram de peneiração húmida intrincada feito com a ajuda do Projeto de Restauração Monte do Templo, dirigido pelo Dr. Gabriel Barkai e Zweig Zachi, sob o patrocínio da Autoridade Israelense de Parques e da Natureza e da Fundação Ir David.
Entre a grande torre na entrada da cidade e do edifício real os arqueólogos descobriram uma seção da torre de canto que é de 8 metros de comprimento e 6 metros de altura. A torre foi construída em pedra talhada de invulgar beleza.
A leste do edifício real, uma outra seção da muralha da cidade que se estende por cerca de 35 metros também foi revelado. Esta seção é de 5 metros de altura, e é parte do muro que continua a nordeste e uma vez delimitada a área de Ofel.
Fotografias disponíveis no seguinte link: http://bit.ly/cRvAeH
Fonte: http://www.huji.ac.il/dovrut/Ophel.doc (Adaptado por Hugo Hoffmann)
http://www.huji.ac.il/cgi-bin/dovrut/dovrut_search_eng.pl?mesge126691593732688760
30 outubro 2009
Achada Bíblia na língua de Jesus
Autoridades do Chipre, região controlada pela etnia turca, afirmam ter achado uma Bíblia antiga escrita na língua de Jesus. O achado aconteceu após uma investigação contra traficantes de antiguidades. Para eles, o artefato pode ter 2.000 anos. O códice está escrito em siríaco, dialeto aparentado ao aramaico falado por Jesus e pelos judeus da Palestina no século I de nossa era. A obra ainda precisa ser avaliada em detalhes por especialistas, mas alguns pesquisadores que tiveram acesso a fotos avaliam que a tinta dourada e a caligrafia sugerem uma idade mais recente, da Idade Média em diante.Fonte: http://www.elnet.com.br/news_interna.php?materia=5165
Achados artefatos arqueológicos que comprovam a historicidade de mais dois personagens bíblicos
A recente descoberta desenterrou a segunda prova de que o texto de Jeremias 38:1 foi baseado em fatos históricos confiáveis. Esse texto menciona os principais ministros do Rei Zedequias (597-586 a.C), o último rei de Judá: Jucal, filho de Selemias e Gedalias, filho de Pasur.
Esse achado está relacionado com outro artefato desenterrado em 2005 e que também foi causa de muita celebração, pois foi o primeiro que corroborou o texto bíblico de Jeremias 38:1. Na ocasião, foi encontrado o selo de Jucal, filho de Selemias (Yehukal ben Selemyahu).
Desta vez, o selo encontrado foi de Gedalias, filho de Pasur! E tem mais: Os nomes impressos sobre eles estão completos e em perfeitas condições de serem lidos. A informação torna-se mais impressionante, já que estamos falando de documentos de 2600 anos atrás!
As letras da inscrição Gedalyahu ben Pasur (Gedalias, filho de Pasur) estão em hebraico antigo e em perfeito estado de conservação, o que facilitou a tradução das duas linhas. Sendo o hebraico uma língua lida da direita para a esquerda, a primeira letra da primeira linha (l), é a preposição “para, pertencente a”, e as três últimas letras da mesma linha (yhw) é a forma abreviada do nome de Deus (YHWH), pronunciado comumente como “yahu”. Gedalias significa “O Senhor é Grande”. Pena que seu nome não revelou seu caráter, já que no capítulo 38 de Jeremias ele e outros ministros, entre eles Jucal, tentaram matar o profeta lançando-o numa cisterna sem água. Jeremias só não morreu graças aos esforços de um etíope, Ebede Meleque, que o retirou de lá.
A responsável pela descoberta foi a arqueóloga israelense Eilat Mazar, da Universidade Hebraica, de Jerusalém. Seu nome veio à tona quando, em 2005, ela anunciou a descoberta do palácio de Davi, na parte mais baixa de Jerusalém. Nas palavras dela: “Não é muito freqüente que uma descoberta aconteça em que figuras reais do passado agitam a poeira da história e tão vividamente revivem as histórias da Bíblia.”. Todas essas evidências exigem um veredito: A Bíblia é um documento histórico confiável!
Fonte: http://ibrpe.wordpress.com/2008/08/19/achados-artefatos-arqueologicos-que-comprovam-a-historicidade-de-mais-dois-personagens-biblicos/
Descoberta igreja do Império Bizantino em Israel
Durante as escavações, os arqueólogos encontraram uma ampla entrada em frente à igreja, que tem o chão decorado por mosaicos com figuras e escritas. No entanto, as ornamentações estão danificadas e foram quase destruídas completamente por vândalos, informou o diário israelense Haaretz.
A equipe de pesquisadores responsável pela escavação acredita que a região esconda outros objetos arqueológicos da época bizantina. "Sabemos de outras igrejas e monastérios que podem estar localizados em Nes Harim", disse o arqueólogo Daniel Ein Mor, citado pelo jornal israelense.
O Império Bizantino, conhecido no início como Império Romano do Oriente, sucedeu os romanos como reinado dominante do Mar Mediterrâneo. Em 1453 d.C., os bizantinos foram derrotados pelos turcos otomanos, marcando o fim da Idade Média. Na época, a capital - Constantinopla - teve o nome trocado para Istambul.
Redação Terra
Encontrada prova de general citado na Bíblia
O especialista na civilização assíria Michael Jursa descobriu uma pequena tabuleta de argila na qual o general é citado, informou hoje o Museu Britânico. Segundo a Bíblia, ele tomou parte no ataque a Jerusalém.
A tabuleta data de 595 a.C. e trata de uma oferenda de ouro apresentada por Sarsequim no templo principal da Babilônia, provavelmente em honra aos deuses. O objeto, gravado com escrita cuneiforme, a mais antiga conhecida pelo homem, é anterior à destruição de Jerusalém pelo Império da Babilônia, em 587 a.C.
De acordo com o capítulo 39 do Livro de Jeremias, Sarsequim esteve ao lado de Nabucodonosor, o rei de Babilônia, no ataque a Jerusalém.
Jursa, catedrático associado da Universidade de Viena, tem estudado tabuletas no Museu Britânico desde 1991. "Ler tabuletas babilônicas é, às vezes, muito trabalhoso, mas também muito gratificante", disse o especialista, em comunicado divulgado pelo museu.
Atualmente, apenas alguns estudiosos no mundo todo são capazes de decifrar a escrita cuneiforme, utilizada no Oriente Médio entre 3.200 a.C. e o século II d.C.
O Museu Britânico conta com mais de 100 mil tabuletas com inscrições, que são revisadas pelos especialistas.
Fonte: Portal Terra
Descoberta de texto hebraico de 3000 anos
Arqueólogos em Israel anunciaram ontem a descoberta um texto hebreu, o mais antigo alguma vez encontrado. O achado ocorreu numa antiga cidade a cerca de 20 quilómetros a sudeste de Jerusalém, no mítico Vale de Elah, onde David derrotou Golias.
Os peritos ainda não conseguiram decifrar completamente as cinco linhas do texto escrito a tinta preta num pedaço de cerâmica que foi encontrado na escavação arqueológica conhecida como fortaleza de Elah, ou Khirbet Qeiyafa. Segundo os arqueólogos da Universidade Hebraica de Israel, responsáveis pela datação dos objectos encontrados, a inscrição terá cerca de 3000 anos, o que antecede em 1000 anos os Manuscritos do Mar Morto.
Segundo a Bíblia, David - que mais tarde se tornou no rei judeu mais reconhecido - matou Golias, guerreiro filisteu, numa batalha no vale de Elah, onde atualmente existem apenas vinhas e uma estacão de satélites de Israel.
Até ao momento, segundo o “The New York Times”, apenas uma pequena parte da área foi escavada. "Este é um novo tipo de lugar que subitamente nos abre uma janela para uma área da qual não sabíamos quase nada, e exige que repensemos o que aconteceu neste período", disse Aren M. Maeir, professor de arqueologia da Universidade Bar-Ilan e diretor de outra escavação próxima na região. O especialista salienta que esta é "uma descoberta única".
Do texto encontrado conseguiram deslindar apenas algumas palavras, entre elas: “julgar”, “escravo” e “rei”. Os caracteres foram escritos em proto-Canaanita, língua precursora do alfabeto hebreu. Graças ao verbo com três letras que significa “fazer” em hebraico, Yosef Garfinkel, o arqueólogo responsável garante que a inscrição é mesmo hebraica. “Isto faz-nos crer que é hebraica e que será a mais antiga já encontrada”.
Outros cientistas, segundo a BBC, aconselham mais cautela e defendem que seria necessário mais estudos para confirmar esta acepção. Reinado de David Garfinkel afirmou que estas descobertas podem dar importantes pistas sobre o reinado do Rei David sobre os israelitas. “A cronologia e a geografia de Khiret Qeiyafa criam um ponto de encontro único entre mitologia, história, historiografia e a arqueologia do rei David”, disse Garfinkel. O período de 10 a.C. é o mais controverso na arqueologia bíblica porque foi ali que, de acordo com o Velho Testamento, David uniu os reinos da Judeia e Israel.
Para muitos judeus e cristãos, mesmo os que não levam as Escrituras à letra, a Bíblia é uma fonte histórica vital. Para o Estado de Israel, que se considera mesmo como descendente do reino de David, evidências que atestem as histórias bíblicas têm um enorme valor. No entanto, os dados arqueológicos de tal reino são escassos (quase inexistentes) e inúmeros estudiosos de hoje argumentam que ele não passou de um mito criado séculos depois, como explica o “New York Times”.
Ainda falta pôr a descoberto mais 96 por cento deste local, um processo que poderá demorar ainda 10 anos. Garfinkel espera que mais artefactos importantes sejam descobertos e que possam acrescentar elementos essenciais a esta descoberta.
Fonte: http://www.publico.pt/Cultura/arqueologos-israelitas-descobrem-texto-em-hebraico-com-3000-anos_1348154
2 MOEDAS ANTIGAS DESCOBERTAS NO MONTE DO TEMPLO
A primeira moeda, um meio shekel em prata, foi aparentemente moldada no próprio Monte do Templo pelas autoridades do Templo durante o primeiro ano da "Grande Revolta contra os Romanos" no ano 66-67 d.C.
A Bíblia ordena a cada judeu que contribua com um meio shekel para a manutenção do Templo em Jerusalém. A segunda moeda tem a imagem do governador grego Antíoco Epifâneo IV (175 - 163 a.C.) que suprimiu a prática do Judaísmo até que a revolta dos Macabeus restaurou a soberania judaica e purificou o Templo.
Fonte: http://shalom-israel-shalom.blogspot.com/2008/12/2-moedas-antigas-descobertas-no-monte.html
Arqueólogos israelenses encontram Sinagoga dos Tempos de Jesus
Durante os trabalhos, os arqueólogos encontraram uma pedra gravada com uma imagem de uma menorá, o candelabro de sete velas utilizado em cerimônias religiosas judaicas.
A menorá é um símbolo do judaísmo de mais de 3 mil anos e também o emblema nacional de Israel. A imagem gravada na pedra encontrada nas escavações aparece em cima de um pedestal e ladeada por ânforas. Segundo os arqueólogos, esta é a primeira vez que uma imagem de uma menorá é encontrada em uma escavação fora de Jerusalém.
A cidade de Migdal, sob o nome aramaico de Magdala, é citada nas escrituras cristãs como o local de nascimento de Maria Madalena, uma das mulheres que acompanharam Jesus Cristo e que depois foi tornada santa pela Igreja Católica.
Fonte: http://salmo127.spaces.live.com/blog/cns!DA18AB0ED4BE5EA0!856.entry
As cidades mencionadas na Bíblia
E a muralha ruiu por terra... (J s 6.20).
O dr. John Garstang, diretor da Escola Britânica de Arqueologia de Jerusalém e do Departamento de Antiguidades do governo da Palestina (1930-36), descobriu em suas escavações que o muro realmente "foi abaixo"; caiu, e que era duplo. Os dois muros ficavam separados um do outro por uma distância de cinco metros. O muro externo tinha dois metros de espessura e o interno, quatro metros. Os dois tinham cerca de dez metros de altura. Eram construídos não muito solidamente, sobre alicerces defeituosos e desnivelados, com tijolos de dez centímetros de espessura, por trinta a sessenta centímetros de comprimento, assentados em argamassa de lama. Eram ligados entre si por casas construídas de través na parte superior, como a de Raabe, por exemplo, erguida "sobre o muro".
Garstang verificou também que o muro externo ruiu para fora, pela encosta da colina, arrastando consigo o muro interno e as casas, ficando as camadas de tijolos cada vez mais finas à proporção que rolavam ladeira abaixo. O dr. Garstang pensa haver indícios de que o muro foi derribado por um terremoto, o que pode ser, perfeitamente unia conseqüência da ação divina.
0s cristãos não possuem nenhuma dúvida quanto à existência das cidades mencionadas no Antigo e no Novo Testamento. Por isso, dificilmente julgamos necessário conhecer alguma documentação que comprove esse fato. Não obstante, sabemos que muitas obras religiosas não resistem à menor verificação arqueológica, o que contrasta imensamente com a Bíblia que, através dos séculos, tem seus apontamentos históricos e geográficos cada vez mais ratificados pela verdadeira ciência. Evidentemente, nossa fé não está baseada nas descobertas da ciência. Entretanto, não podemos ignorar os benefícios provindos dela quando seus estudos servem para solidificar a nossa crença.
O objetivo desta matéria é apresentar uma lista parcial de algumas cidades mencionadas na Bíblia e encontradas atualmente pelas escavações arqueológicas. Elaboraremos a lista apresentando suas respectivas evidências. Esclarecemos também essa seletividade porque há centenas de outras cidades que também foram evidenciadas pela arqueologia. O que faremos aqui, no entanto, é apenas uma breve introdução ao assunto.
Este artigo se propõe tão somente a lançar mais evidências ao fato de que a Bíblia não é um livro de ficção, de histórias inventadas por homens falíveis, mas, sim, inspirada por Deus, portanto, suas citações geográficas resistem à verificação arqueológica.
De fato, a Bíblia não só descreve esses lugares em suas páginas como também o faz com extrema precisão. Vejamos:
1. Siquém
Referência bíblica: "E chegou Jacó salvo a Salém, cidade de Siquém, que está na terra de Cannaã, quando vinha de Padã-Arã; e armou a sua tenda diante da cidade" (Gn 33.18;12.6; grifo do autor).
Evidência arqueológica:
"Escavações foram empenhadas em Siquém, primeiramente pelas expedições austríaco-alemãs em 1913 e 1914; posteriormente no período de 1926 a 1934, sob a responsabilidade de vários arqueólogos; e, por fim, por uma expedição americana no período de 1956 a 1972 [...] A escavação na área sagrada revelou uma fortaleza na qual havia um santuário e um templo dedicado a El-berith, `o deus do concerto'. Este templo foi destruído por Abimeleque, filho do juiz Gideão (Veja Jz 9) e nos proporcionou uma data confiável acerca do `período teocrático'. Recentemente, nas proximidades do monte Ebal (Veja Dt 27.13), foi encontrada uma estrutura que sugere identificar um altar israelita. Datado do 13° ou 12° século a.C., o altar pode ser considerado como contemporâneo de Josué, indicando a possibilidade de ter sido construído pelo próprio líder hebreu, conforme é descrito em Deuteronômio 27 e 28". (Horn, Siegfried H, Biblical archaeology: a generation of discovery, Andrews University, Berrien Springs, Michigan,1985, p.40).
2. Jericó
Referência bíblica: "Depois partiram os filhos de Israel, e acamparam-se nas campinas de Moabe, além do Jordão na altura de Jericó" (Nm 22.1; grifo do autor).
Evidência arqueológica:
"Jericó foi a mais velha fortaleza escavada". (Horn, Siegfried H. Biblical archaeology: a generation of discovery, Andrews University, Berrien Springs, Michigan, 1985, p. 37)
"A cidade de Jericó é representada hoje por um pequeno montículo de área [...1 A cidade antiga foi escavada por C. Warren (1867), E. Sellin e C. Watzinger (1907-09), J. Garstang (1930-36), e K. Kenyon (1952-58)". (Achtemeier, Paul J., Th.D. Harper's Bible Dictionary San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc., 1985).
"A primeira escavação científica em Jericó (1907-9) foi feita por Sellin e Watzinger em 1913". (The New Bible Dictionàry Wheaton, Illinois: Tyndale House Publishers, Inc., 1962).
3. Arade
Referência bíblica: "Ouvindo o cananeu, rei de Arade, que habitava para o lado sul, que Israel vinha pelo caminho dos espias, pelejou contra Israel, e dele levou alguns prisioneiros" (Nm 21.1; 33.40; grifo do autor).
Evidência arqueológica:
"Escavações realizadas por Y. Aharoni e R. B. K. Amiran no período de 1962 a 1974 comprovaram a existên cia de Arade - 30 km ao nordeste de Berseba" (The New Bible Dictionary Wheaton, Illinois: Tyndale House Publishers, Inc.,1962).
"O local consiste em um pequeno monte superior ou acrópole onde as escavações revelaram ser a cidade da Idade do Ferro". (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harper k Bible Dictionary, San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc.,1985).
Referência bíblica: "E chamaram-lhe Dá, conforme ao nome de Dá, seu pai, que nascera a Israel; era, porém, antes o nome desta cidade Laís" (Jz 18.29; grifo do autor).
Evidência arqueológica:
"A escavação de Dá começou em 1966 sob a direção de Avraham Biran". (Horn, Siegfried H., Biblical archaeology: a generation of discovery, Andrews University, Berrien Springs, Michigan, 1985, p.42).
"Primeiramente chamada Laís, esta cidade é mencionada nos textos das tábuas de Mari e nos registros do faraó Thutmose III, no século XVIII a.C. É identificada como Tel Dá (moderna Tell el-Qadi) e localiza-se no centro de um vale fértil, próximo de uma das principais fontes de alimentação, o Rio Jordão [...] Tel Dá tem sido escavada por A. Biran desde 1966. A primeira ocupação no local remonta ao terceiro milênio antes de Cristo". (Achtemeier, Paul J., ThU, Harper's Bible Dictionary, San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc.,1985).
5. Susã
Referência bíblica: "As palavras de Neemias, filho de Hacalias. E sucedeu no mês de quisleu, no ano vigésimo, estando eu em Susã, a fortaleza" (Ne 1.1; Et 1.1; grifo do autor).
Evidência arqueológica:
"Escavações conduzidas por Marcel Dieulafoy no período de 1884 a 1886 comprovaram a existência da cidade de Susã". (Douglas, J. D., Comfort, Philip W & Mitchell, Donald, Editors. Whos Who in Christian History Wheaton, Illinois: Tyndale House Publishers, Inc., 1992.)
6. Nínive
Referência bíblica: "E veio a palavra do SENHOR a Jonas, filho de Amitai, dizendo: Levantate, vai à grande cidade de Nínive, e clama contra ela, porque a sua malícia subiu até a minha presença" (Jn 1.1,2; 2Rs 19.36; grifo do autor).
Evidência arqueológica:
"Nínive foi encontrada nas escavações de Austen H. Layard no período de 1845 a 1857". (Douglas, J. D., Comfort, Philip W & Mitchell, Donald, Editors. Who's Who in Christian History, Wheaton, Illinois: Tyndale House Publishers, Inc., 1992).
7. Betel
Referência bíblica: "Depois Amazias disse a Amós: Vaite, ó vidente, e foge para a terra de Judá, e ali come o pão, e ali profetiza, mas em Betel daqui por diante não profetizarás mais, porque é o santuário do rei e casa real" (Am 7.12,13; grifo do autor).
Evidência arqueológica:
"W. F Albright fez uma escavação de ensaio em Betel em 1927 e posteriormente empenhou uma escavação oficial em 1934. Seu assistente, J. L. Kelso, continuou as escavações em 1954, 1957 e 1960" (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harper'sBible Dictionary San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc.,1985).
8. Cafarnaum
Referência bíblica: "E, chegando eles a Cafarnaum, aproximaram-se de Pedro os que cobravam as dracmas, e disseram: O vosso mestre não paga as dracmas?" (Mt 17.24; grifo do autor).
Evidência arqueológica:
"Cafarnaum foi identificada desde 1856 e, a partir de então, tem sido alvo de escavações nos últimos 130 anos" (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harpers Bible Dictionary San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc., 1985).
9. Corazim
Referência bíblica: "Ai de ti, Corazim! ai de ti, Betsaida! peque, se em Tiro e em Sidom fossem feitos os prodígios que em vós se fizeram, há muito que se teriam arrependido, com saco e com cinza" (Mt 11.21; grifo do autor).
Evidência arqueológica:
"Escavações na atual cidade deserta indicam que ela abrangeu uma área de doze acres e foi construída com uma série de terraços com o basalto da região montanhosa local" (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harper's Bible Dictionary San Francisco: Harper ando 10.
10. Éfeso
Referência bíblica: "Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, aos santos que estão em Efeso, e fiéis em Cristo Jesus" (Ef 1.1; grifo do autor).
"E encheu-se de confusão toda a cidade e, unânimes, correram ao teatro, arrebatando a Gaio e a Aristarco, macedônios, companheiros de Paulo na viagem" (At 19.29) . A cidade em referência é Éfeso.
Evidência arqueológica:
"Arqueólogos austríacos encontraram em escavações, no século passado, um teatro de 24.000 assentos, bem como muitos outros edifícios públicos e ruas do primeiro e segundo séculos depois de Cristo, de forma que a pessoa que visita o local pode ter uma boa impressão da cidade como foi conhecida pelo apóstolo Paulo" (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harpers Bible Dictionary San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc.,1985).
11. Jope
Referência bíblica: "E, como Lida era perto de Jope, ouvindo os discípulos que Pedro estava ali, lhe mandaram dois varões, rogando-lhe que não se demorasse em vir ter com eles." (At 9.38; grifo do autor).
Evidência arqueológica:
"Durante escavações no local da antiga cidade de Jope (XIII a.C.) o portão da fortaleza foi descoberto..." (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harper's Bible Dictionary, San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc., 1985).
Diante desta simples exposição, podemos afirmar como Sir Frederic Kenyon, que disse: "Portanto, é legitimo afirmar que, em relação à Bíblia, contra a qual diretamente se voltou a crítica destruidora dá segunda metade do século dezenove, as provas arqueológicas têm restabelecido a sua autoridade. E mais: têm aumentado o seu valor ao torná-la mais inteligível por meio de um conhecimento mais completo de seu contexto e ambiente. A arqueologia ainda não se pronunciou definitivamente a respeito, mas os resultados já alcançados confirmam aquilo que a fé sugere, que a Bíblia só tem a ganhar com o aprofundar do conhecimento".1
Nota
1 Josh MCDOwELL, Evidência que exige um veredicto, vol. 1, Candeia, 1992, p. 83.
Fonte: Jesus Site http://www.jesussite.com.br/
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