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A Bíblia Curiosa reúne temas fascinantes relacionados à Bíblia, abordando sua origem, formação e autores. Além disso, traz artigos encontrados na internet, escritos pelo autor, e uma variedade de histórias e curiosidades que enriquecem nosso conhecimento. Essas experiências são fundamentais para fortalecer nossa fé e confiança em Deus. Aqui, você encontrará insights valiosos que podem transformar sua jornada espiritual. Desejamos a você uma ótima leitura!

02 novembro 2013

Claudia Prócula está na Biblia, quem é ela!!!

Claudia - Filme Paixão de Cristo de Mel Gibson
As tradições cristãs geralmente a identificam como Santa Prócula ou Santa Cláudia, sendo a combinação Cláudia Prócula a mais utilizada, a esposa ou mulher de Pôncio Pilatos (em latim: uxor Pilati; em grego: γυνη Πιλατου - gunē Pilātou) é uma mulher sem nome citada no Novo Testamento uma única vez em Mateus 27:19.

Narrativa bíblica

A única referência à esposa de Pilatos se encontra em Mateus 27:19, em que ela manda uma mensagem a seu marido pedindo a ele que não condene Jesus Cristo à morte, dizendo:
«Não te envolvas no caso desse justo, porque muito sofri, hoje, em sonhos, por causa dele.» (Mateus 27:19)

Referências no cristianismo primitivo e interpretações teológicas


O sonho da Esposa de Pilatos, por Alphonse François
Fonte: Wikipedia
Em sua "Homilia sobre Mateus", do século II, Orígenes sugere que ela teria se tornado cristã ou, pelo menos, que Deus enviado a ela o sonho mencionado por Mateus para que ela se tornasse uma. Esta interpretação foi compartilhada por diversos teólogos da Antiguidade e da Idade Média. Os adversários da tese defendem que o sonho teria sido enviado por Satã numa tentativa de atrapalhar a salvação que resultaria da morte de Cristo.
A esposa de Pôncio Pilatos é também mencionada no apócrifo do Novo Testamento "Atos de Pilatos"  (também conhecido como "Evangelho de Nicodemos", escrito provavelmente em meados do século IV) , que nos apresenta uma versão mais elaborada do sonho do que a do Evangelho de Mateus. O nome Prócula deriva de versões traduzidas deste texto. Já a crônica de Pseudo-Dexter (1619) é o primeiro texto conhecido onde ela é chamada de Cláudia .

Suposta carta escrita pela esposa de Pilatos

Uma carta, supostamente escrita em latim pela esposa de Pilatos de "uma pequena cidade montanhosa na Gália" muitos anos após Pilatos ter deixado Jerusalém, foi publicada em inglês pela Pictorial Review Magazine em 1929 . Ela afirma que a esposa de Pilatos procurou com sucesso a ajuda de Jesus para curar o pé aleijado de seu filho Pilo .

Influência

Nos filmes modernos, ela é chamada de Cláudia Prócula.(Fonte Wikipédia)


Os sonhos da romana Claudia

Em uma época politicamente efervescente, onde o pensamento masculino  ditava as regras, Cláudia Prócula surge para fazer a diferença e posteriormente ser citada, ainda que sua palavra não tenha sido levada em conta a quem foi destinada. Mas essa mulher provou "que Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes" (1 Co 1: 27b).
Não temos muitos detalhes a respeito de sua vida, mas podemos observar, por suas atitudes, que ela possuía o temor do Senhor.     
Em certo livro apócrifo, escrito por alguém cognominado Nicodemos, encontra-se a descrição da esposa de Pôncio Pilatos, governador romano na Judéia, por ocasião da crucificação de Jesus Cristo; sendo neta do imperador Augusto. Este livro afirma que ela era prosélita do Judaísmo, ou convertida ao Judaísmo, pertencendo à classe alta de mulheres da época.        
Cláudia Prócula teve papel importantíssimo nos últimos dias de Jesus Cristo, mas ficou quase que completamente de fora dos evangelhos. Apenas o evangelho de Mateus fala sobre ela. Em Mateus 27:19, lemos:          
"E estando assentado no tribunal, sua mulher mandou dizer-lhe: Não te envolvas na questão desse justo, porque muito sofri hoje em sonho por causa dele".                         
Deus se revela a ela, possivelmente num sonho marcante, e lhe mostra que o "Rabi da Galiléia" era um homem justo. A alma dela angustiou-se ao pensar qual o destino dado a Jesus de Nazaré.          
Sabemos que Deus manifestou seu plano a homens no passado, trazendo revelações importantíssimas a reis e profetas. Assim foi com José no Egito, com o rei Nabucodonosor e José, marido de Maria. Entretanto, a única mulher citada na Bíblia que teve um sonho especial foi a mulher de Pôncio Pilatos. E os sonhos de Deus são importantes. Eles se cumprem, e levam o homem às reflexões e decisões na carreira da vida.          
Quem sabe se ela teria mostrado ao seu marido que Jesus estava sendo entregue pelos principais dos judeus por motivo de inveja? Quem sabe se ela teria conversado com o seu marido sobre a esperança dos judeus a respeito do seu "Messias", que seria rei de Israel, rei dos judeus, e que aquele seria o tempo referido pelas Escrituras para a Sua vinda entre o seu povo? Quem sabe ela não temia pela própria vida de seu marido, por condenar um justo chamado "O Cristo"?    
Cláudia Prócula já presenciara tremendas maldades do governo de Roma em tantas condenações injustas e cruéis. A esposa de Pilatos sabia que era necessário ao seu marido o uso de bom senso e um coração sensível, apesar da dureza inquestionável no cumprimento da lei romana pelo exército sob seu comando.              
Podemos supor que o motivo que levou Pilatos apenas mandar açoitar o prisioneiro Jesus, e soltá-lo logo em seguida, tenha sido por influência do conselho de sua esposa.  Até o ato de "lavar as mãos", indicando considerar-se isento de responsabilidade sobre o destino dele.        
A esposa de Pilatos mostrou ser uma mulher humilde e ágil em tomar decisões. Demonstrou submissão e respeito ao marido e procurou ajudá-lo naquele momento tão difícil, já que este exercia a autoridade romana sobre a Palestina. Ela não se omitiu, e a Bíblia relata o seu sonho de sofrimento com o "Justo Jesus de Nazaré".  
A Bíblia nos mostra personagens anônimos, como a esposa de Pilatos, que agiram corretamente na família e não se omitiram de suas responsabilidades. Apesar de não sabermos muito sobre ela, percebemos que era uma mulher presente na vida do marido, e ousava ajudá-lo com conselhos. Pelo menos ela tinha acesso a ele em suas decisões.            
Pilatos era duro e inflexível, mas aparentemente permitia que sua esposa expusesse suas opiniões. Tomou decisões brutais na Judéia. O povo judeu não gostava dele, como também não aceitava o domínio de Roma. Era algo difícil de engolir. Entretanto, Pilatos deixou uma pergunta no ar que alcançou a todas as gerações depois dele: "Que farei de Jesus, chamado o Cristo?".        
É certo que nem ele, nem sua esposa poderiam se omitir. Lavar as mãos publicamente e dizer-se inocente daquela morte não o isentaria da sua resposta para a eternidade.  
Podemos concluir que Deus revela seus segredos a quem Ele quer, quando Ele quer, onde Ele quer e para o propósito que Ele quer. "O Senhor não vê como vê o homem; Ele vê o coração" (1 Sm 16: 7). Os religiosos da época estavam mais dispostos a defenderem suas razões egoístas do que identificarem o "Messias" prometido naquele humilde homem de Nazaré.
Deus usou uma mulher fora do Seu povo, mas que aparentemente O temia. Ele lhe confiou uma revelação: A justiça de Cristo. Ela anunciou o que recebeu do Senhor. E quanto a nós? Temos anunciado o que temos recebido do Senhor? Temos falado de Cristo, mesmo em ambientes adversos? Ou temos "lavado as mãos" e nos omitido como Pilatos? Precisamos aprender com o exemplo da romana Cláudia! (Fonte: guiame.com.br)

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Esposa_de_P%C3%B4ncio_Pilatos
http://www.guiame.com.br/noticias/colunistas/monica-valentim/os-sonhos-da-romana-claudia.html
Imagens: http://www.saltoquantico.com.br/wp-content/uploads/Claudia_Procula.jpg
http://desmanipulador.blogspot.com.br/2012/10/biografia-poncio-pilatos.html

01 novembro 2013

Quem era Barrabás e o aconteceu com ele depois da morte de Jesus


Após assistir este filme, comecei a pensar o que se passou com ele depois da cruz, e pesquisando achei o que se segue na internet:

Barrabás (do aramaico: Bar Abbas, "filho do pai") nasceu na cidade de Jopa, ao sul da Judeia. Tinha a profissão de remador de botes e foi contemporâneo de Jesus Cristo. É um personagem citado no Novo Testamento, no episódio do julgamento de Jesus por Pôncio Pilatos.

Narrativa bíblica

Era integrante de um partido judeu que lutava contra a dominação romana denominado zelote.
Seu grupo agia através de ataques às legiões como meio de fustigar as forças invasoras dominantes. Foi preso após um ataque a um grupo de soldados romanos na cidade de Cafarnaum, onde possivelmente um soldado foi morto. «E havia um chamado Barrabás, que, preso com outros amotinadores, tinha num motim cometido uma morte.» (Marcos 15:7)
Segundo o texto bíblico, quando Jesus foi acusado pelos sacerdotes judeus perante Pôncio Pilatos, o governador da Judeia, depois de interrogá-lo, não encontrou motivos para sua condenação. Mas como o populacho, presente ao julgamento, vociferava contra o prisioneiro exigindo sua crucificação, Pilatos mandou flagela-lo e depois exibi-lo, ensanguentado, acreditando que a multidão se comoveria (um episódio conhecido como Ecce homo). Mas tal não aconteceu.
Pressionado, o governador tentou um último recurso: mandou trazer um condenado à morte, tido como ladrão e assassino, chamado Barrabás, e, valendo-se de uma (suposta) tradição judaica, concedeu ao povo o direito de escolher qual dos dois acusados deveria ser solto e o outro crucificado. Então, o povo manifestou-se pela libertação de Barrabás.(fonte: Wikipédia)

Os textos apócrifos falam sobre o destino de Barrabás
Na literatura apócrifa encontramos alguns textos que indicam o destino de Barrabás, mas nada de verdadeiro.
Especulam-se entre os biblistas do Novo Testamento e Historiadores, que em alguns manuscritos apócrifos falam de Barrabás, o citam e revelam como o filho de Rabás, conhecido como Barrabás e que posteriormente converteu-se ao cristianismo e seguiu recontando a sua história as gentes de que houve alguém que morreu em seu lugar.(Fonte: a bíblia.org)

Quanto ao filme

Sinopse Barrabás tenta compreender a missão de Jesus aqui na Terra, ele é um homem cético e incapaz de compreender a fé cristã, entra em contato com os discípulos de Cristo. Eles dão a Barrabás a sua própria visão sobre quem era o Mestre, o que deixa Barrabás ainda mais confuso. Ele busca entender o que Jesus queria dizer: "O meu reino não é deste mundo", e por que Jesus morreu em seu lugar, em busca de respostas, ele liga tudo o que foi falado sobre Jesus, até que ele chega a Roma e compreende por que Jesus morreu em seu lugar. O mais, você precisa assistir o filme, serve para refletirmos e perguntarmos: "O que farei de Jesus, chamado O Cristo em minha vida?"

Narrativa de um sermão

Aprecio muito a narrativa de um sermão feita pelo pastor Alejandro Bullon, o qual ele menciona sobre Barrabás, e o significado da morte de Jesus na cruz, deixo a narração para reflexão:(sermão na integra, ide fonte abaixo)

Uns dias antes da morte de Cristo, a polícia de Jerusalém prendeu um marginal chamado Barrabás. O delinqüente foi julgado e condenado à pena de morte. Devia ser cravado numa cruz. Esta era uma morte cruel. Ninguém morre por causa de feridas nas mãos e nos pés. A morte por crucificação é lenta e cruel. O sangue vai se acabando gota a gota. Às vezes o marginal ficava cravado vários dias. O sol de dia e o frio a noite, a fome, a sede e a perda paulatina de sangue iam acabando pouco a pouco com sua vida.
Depois do julgamento e da condenação de Barrabás, as autoridades chamaram um carpinteiro para preparar a cruz que seria dele. Ali estava o delinqüente e ali estava sua cruz, preparada especialmente para ele, com suas medidas, com seu nome. Mas naquele dia os judeus prenderam Jesus. Ele também foi julgado e condenado. A história conta que um homem chamado Pilatos, tentando defendê-lo, apresentou perante o povo Cristo e Barrabás e disse: "...Qual quereis que vos solte? Barrabás ou Jesus, chamado Cristo? ... E eles disseram: Barrabás. Disse-lhes Pilatos: Que farei então com Jesus, chamado Cristo? Disseram-lhe todos: Seja crucificado" (Mateus 27:17, 21 e 22).
Acho que se alguém entendeu alguma vez na plenitude do sentido a expressão, "Cristo morreu em meu lugar", foi Barrabás. Ele não podia acreditar. Talvez beliscasse sua pele para saber se realmente estava acordado. Ele, o marginal, o homem mau, estava livre. E aquele Jesus, manso e simples, que só viveu semeando amor, devolvendo saúde aos doentes e vida aos mortos estava ali para morrer em seu lugar. Eu imagino que Barrabás pensou: "Eu nunca terei palavras para agradecer a Cristo por ter aparecido. Se Ele não tivesse vindo, eu estaria condenado irremediavelmente".
Já não havia mais tempo para chamar o carpinteiro e preparar uma cruz para Cristo. Além do mais, ali havia uma cruz vaga, apesar de ter as medidas de outro, o nome de outro, e de ter sido preparada para outro... Naquela tarde, meu amigo, quando Cristo subiu o monte do Calvário carregando uma pesada cruz - eu gostaria que você entendesse bem isto - aquela tarde triste, Jesus estava carregando uma cruz alheia, porque nunca ninguém preparou uma cruz para Cristo. Sabe por quê? Simplesmente porque Ele não merecia uma cruz. Aquela tarde Cristo estava carregando minha cruz. Era eu quem merecia morrer, mas Ele me amou, me amou tanto que decidiu morrer em meu lugar e assim me oferecer o direito à vida.
Finalmente os homens chegaram lá no topo da montanha. Deitaram a cruz no chão e com enormes pregos atravessaram as mãos e os pés de Jesus. A cruz foi levantada e com o peso do corpo Suas carnes se rasgaram. Um soldado tinha lhe colocado na fronte uma coroa de espinhos. O sangue escorria lentamente pelo rosto. Um outro soldado lhe feriu o lado com uma lança. Ali estava o Deus-homem morrendo por amor. O sol ocultou seu rosto para não ver a miséria dos homens, o Céu chorou numa torrente de chuva. Até as aves dos céus e as bestas do campo corriam de um lado para outro sentindo em sua irracionalidade que alguma coisa estranha estava acontecendo. Só o homem, a mais bela e inteligente das criaturas, parecia ignorar que naquele instante seu destino eterno estava em jogo.
Horas depois, quando os judeus voltaram para casa, lá naquela montanha solitária, em meio a dois ladrões, pendia agonizante o maravilhoso Jesus, que estava entregando Sua vida pela humanidade.
Alguma vez você se deteve a pensar no significado daquele ato de amor? Não foi um louco suicida que morreu na cruz. Não foi um revolucionário social que pagou por sua ousadia. Era um Deus feito homem e como homem tinha medo de morrer. Possuía o instinto de conservação. Ele tinha tanto medo de morrer que, na noite anterior, no Getsêmani, disse a Seu Pai: "... Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres" (Mateus 26:39).
E eu tenho certeza que Deus disse:
- Ainda está em tempo de voltar atrás, Meu Filho.
A vida de toda a humanidade estava em Suas mãos. Ele tinha medo de morrer, mas Seu amor era maior do que o medo, maior do que a vida. Como abandonar o homem no mundo de desespero e de morte? É isso que talvez eu nunca consiga entender: "Por que Ele me amou tanto? Você entende o significado de sua vida?" Você é a coisa mais importante que Cristo tem. Ele o ama de tal maneira que mesmo tendo medo da morte, aceitou-a para vê-lo feliz. Não apenas para vê-lo tornar-se membro de uma igreja, mas para vê-lo realizado e feliz.
O homem pecou e merece morrer. Mas diz a Deus:
- Pai, perdoa-me.
Em outras palavras:
- Eu não quero morrer.
- Filho, Eu não posso mudar uma lei: "O salário do pecado é a morte". Não tem outra saída - disse Deus.
- Pai, perdoa-me, por favor, perdoa-me - continua clamando o homem em seu desespero.
O Pastor H. M. S. Richards conta uma pequena história de quando era garoto.
Ele diz que gostava de pular a cerca e colher as maçãs do vizinho. Um dia a mãe o chamou e mostrando-lhe uma vara verde, disse:
- Você está vendo esta vara verde?
- Sim, mãe.
- Se você colher mais uma maçã do vizinho, vou castigá-lo cinco vezes com esta vara, entendeu?
- Sim, mãe.
Os dias passaram. As maçãs estavam cada dia mais vermelhas e o menino não conseguiu resistir à tentação. Pulou a cerca e comeu maçãs até ficar satisfeito. O que ele não podia esperar era que ao voltar para casa a mãe estivesse esperando-o com a vara verde na mão. Tremeu. Sabia o que iria acontecer. Quase sem pensar suplicou:
- Mãe, me perdoe.
- Não, filho - disse a mãe - eu fiz uma promessa e terei que cumpri-la.
- Mãe, por favor, eu prometo que nunca mais tornarei a fazer isso.
- Não posso filho, você terá que receber o castigo.
- Por favor mãe, por favor - continuou suplicando com olhos lacrimejantes.
Que mãe pode ficar insensível vendo o filho amado suplicando perdão?
Ela tomou entre as suas, as mãos do filho e perguntou:
- Você não quer receber o castigo?
- Não, mãe.
- Então, só existe uma saída meu filho.
- Qual é?
A mãe estendeu a vara para ele e disse:
- Segura a vara meu filho. Em lugar de eu castigar você com esta vara você vai me castigar. O castigo tem que se cumprir, porque a falta existiu. Você não quer receber o castigo, mas eu o amo tanto que estou disposta a receber o castigo por você.
"Até aquele momento eu tinha chorado com os olhos - contou Richards - naquele momento eu comecei a chorar com o coração. Como teria coragem de bater na minha mãe por um erro que eu havia cometido?"
Você entendeu a mensagem? É isso que acontece entre Deus e nós quando, depois de pecar, suplicamos perdão. Ele olha com amor para nós e diz:
- Filho, você pecou e merece a morte, mas você não quer morrer. Então, só resta uma saída, Meu filho.
- Qual é? - perguntamos ansiosos.
- Em lugar de você morrer pelo pecado que cometeu, estou disposto a sofrer a conseqüência de seu erro - responde Ele com sua voz mansa.
Richards não teve coragem de castigar sua mãe por um erro que ele tinha cometido. Mas nós tivemos coragem de crucificar o Senhor Jesus na cruz do Calvário. Continuamos crucificando-O cada dia com as nossas atitudes. E Ele não diz nada. Como um cordeiro é levado ao matadouro e como ovelha muda diante dos Seus tosquiadores, não abre a boca, não reclama, não exige direitos, não pensa em justiça. Apenas morre, morre lentamente consumido pelas chamas de um amor misterioso, incompreensível, infinito.
Não, eu nunca terei palavras para agradecer o que Ele fez por mim. Eu nunca poderei entender a plenitude de Seu amor por mim. Mas ao levantar os olhos para a montanha solitária e ver pendurado na cruz um Deus de amor, meu coração se enternece e exclamo como a garota da faculdade: "Como teria coragem de não amar alguém que me ama tanto?"
E quanto a você? Correrá aos braços de Jesus dizendo: "Senhor, porque me amas tanto? Estou aqui e Te entrego a minha vida, ou o que resta dela. Te entrego meu coração manchado de egoísmo. Toma-o, Senhor, e transforma-o." (Fonte: Jesusvoltara.com.br)
 
Comentários do autor do blog: Embora não tenhamos informações do fim de Barrabás, sabemos que o que aconteceu com ele foi para o seu bem, pois "todas as coisas colaboram para o bem...", Deus tinha um propósito salvifico na vida de Barrabás, pois ele busca a todos, não importa se você o aceita ou o rejeita, Jesus nunca desistirá de você, por que ele te ama, você é único, ele tem um propósito especial, na vida de cada um dos seus filhos.(Johnny Cleber Francisco, Autor do blog Biblia Curiosa)


Fonte:
Imagem: http://www.google.com.br/imgres?sa=X&biw=1152&bih=603&tbm=isch&tbnid=dgIORU_bRL5yIM:&imgrefurl=http://veja.abril.com.br/blog/temporadas/tag/barrabas/&docid=-8PW9AO6NX8a8M&imgurl=http://veja.abril.com.br/blog/temporadas/files/2013/03/BarrabasCartaz.jpg&w=731&h=1000&ei=FF90Ut3kDM-dkAfyuoEQ&zoom=1&ved=1t:3588,r:8,s:0,i:112&iact=rc&page=1&tbnh=194&tbnw=186&start=0&ndsp=10&tx=96&ty=106.60000610351562
Pesquisa: http://pt.wikipedia.org/wiki/Barrab%C3%A1s
http://www.abiblia.org/ver.php?id=5056#.UnReXclTtok
http://www.jesusvoltara.com.br/sermoes/bullon65_coragem_amar.htm

14 setembro 2013

Salomão

Salomão é um personagem da Bíblia (mencionado, sobretudo, no Livro dos Reis), filho de David com Bate-Seba, que teria se tornado o terceiro rei de Israel, governando durante cerca de quarenta anos (segundo algumas cronologias bíblicas, de 1009 a 922 a.C.).

Salomão na tradição bíblica


O nome Salomão ou Shlomô (em hebraico:שלמה), deriva da palavra Shalom, que significa "paz" e tem o significado de "Pacifico". Também chamado de Jedidias (em árabe سليمان Sulayman) pelo profeta Natã, nome que em hebraico significa "Amado de Jeová". (II Samuel 12:24, 25)

Idealização do Templo de Salomão

Foi quem ordenou a construção do Templo de Jerusalém, no seu 4.º ano, também conhecido como o
Templo de Salomão, levado a efeito por Hiram Abiff, segundo a Bíblia, em Reis e em Crônicas. Depois disso, mandou construir um novo Palácio Real para o Sumo Sacerdote, o Palácio da Filha de Faraó, a Casa de Cedro do Líbano e o Pórtico das Colunas. A descrição do seu Trono era exemplar único em seus dias. Mandou construir fortes muralhas na cidade de Jerusalém, bem como diversas cidades fortificadas e torres de vigia.

Salomão se notabilizou pela sua grande sabedoria, prosperidade e riquezas abundantes, bem como um longo reinado sem guerras. Foi após a sua morte, que ocorre o previsto cisma nas Tribos de Israel, originando o Reino de Judá (formado pelas 2 Tribos), ao Sul, e o Reino de Israel Setentrional (formado pelas 10 Tribos), ao Norte.

Riquezas de Salomão


Taça de Ouro.

"O peso do ouro que se trazia a Salomão cada ano era de seiscentos e sessenta e seis talentos de ouro” 1 (equivalente a cerca de 10 toneladas de ouro) de tributos, além das outras fontes que não eram o próprio povo.2 "Todas as taças de que se servia o rei Salomão eram de ouro,[...]não havia nelas prata, porque nos dias de Salomão não se dava a ela estimação nenhuma"3 , ou seja, a riqueza em ouro do rei era tamanha que não precisava demonstrar sua riqueza em prata. Uma hipérbole bíblica: "Fez o rei que, em Jerusalém, houvesse prata como pedras e cedros (madeira nobre) em abundância como os sicômoros (espécie de árvore comum na região) que estão nas planícies."4

"O rei tinha no mar uma frota de Társis, com as naus de Hirão; de três em três anos, voltava a frota de Társis, trazendo ouro, prata, marfim, bugios e pavões. Assim, o rei Salomão excedeu a todos os reis do mundo, tanto em riqueza como em sabedoria. Todo o mundo procurava ir ter com ele para ouvir a sabedoria que Deus lhe pusera no coração. Cada um trazia o seu presente: objetos de prata e de ouro, roupas, armaduras, especiarias, cavalos e mulas, assim, ano após ano."5

O rei Salomão realizou uma expedição a Ofir, terra cuja localização é imprecisa. "Dentre as sugestões apresentadas estão o oeste da Árabia, o Cabo Horn, na África, a Índia e até mesmo o Peru."6 Nesta expedição ele contou com o apoio de seu amigo, o rei de Tiro, Hirão, que enviou-lhe marinheiros experientes.7 A descrição da expedição é "Chegaram a Ofir e tomaram de lá quatrocentos e vinte talentos de ouro (equivalente a cerca de 16 toneladas de ouro), que trouxeram ao rei Salomão".8

Templo de Salomão


Salomão ordenou a construção do primeiro Templo de Jerusalém, o qual começou a ser construído no quarto ano de seu governo, no segundo mês do ano 480 depois da saída de Israel do Egito. Foram necessários 30.000 trabalhadores para serrar a madeira no Líbano, 70.000 para o transporte das cargas e 80.000 que talhavam as pedras nas montanhas, além de 3.300 chefes-oficiais.9

O Templo media sessenta côvados de comprimento, vinte de largura e trinta de altura.10 Era todo revestido em seu interior por cedro, madeira nobre, e nenhuma pedra se via; o chão era de tábuas de cipreste, também madeira nobre; posteriormente cobriu-se todo o interior do templo de ouro puro.11 O Santo dos Santos, câmara mais especial, que guardava a Arca da Aliança, era revestido totalmente de ouro, e era um cubo cuja aresta media vinte côvados.12 O altar também foi coberto de ouro. O Templo também apresentava enormes átrios (pátios) exteriores13

Reinado de Salomão


Rei Salomão,filho de David, em seu trono.

Existem diferentes datas para divisão do reino de Israel.

Adonias, o filho primogénito de David, proclamou-se pretendente ao Trono e sucessor de seu pai. Segundo os profetas, era da vontade Divina que o sucessor fosse Salomão, filho de David e Bate-Seba. Visto que Salomão não era o herdeiro imediato ao Trono, isso levou a intrigas e conspirações pelos partidários de Adonias. O direito de Salomão ao trono é assegurado mediante ação decidida de sua mãe, do Sumo Sacerdote Zadoque e do profeta Natã, com aprovação do idoso Rei David. Logo que se tornou rei, Salomão eliminou todos os conspiradores e consolidou o seu reinado.

Diferentemente de seu pai, Salomão não se tornou um líder guerreiro, pois isso não foi preciso. Soube manter a grande extensão territorial que herdara de seu pai. Mostrou, de acordo com a tradição judaica, ser um grande governante e um juiz justo e imparcial. Soube habilmente desenvolver o comércio externo e da indústria, as relações diplomáticas com países vizinhos, o que levou a um progresso considerável das cidades israelitas.

Salomão casou com uma filha de Faraó (Anelise) e recebeu como dote de casamento a cidade cananéia de Gezar. Renovou a aliança comercial com Hirão, Rei de Tiro. Ficou conhecido por ter ordenado a construção do Templo de Jerusalém (também conhecido como o Templo de Salomão), no Monte Moriá. Isto ocorreu no seu 4º ano de reinado, exatamente no 480.º ano (479 anos completos mais alguns dias ou meses) após o Êxodo de Israel do Egipto. (Os historiadores e exegetas bíblicos consideram esta data como artificial, embora haja alguns biblistas que a consideram uma sincronização autêntica.)

Após isso mandou construir fortes muralhas na cidade de Jerusalém, bem como mandou reconstruir e fortificar diversas cidades (como por exemplo, Megido, Bete-Seã, Hazor…) e construir cidades-armazém.

Salomão organizou uma nova estrutura administrativa, dividindo as terras em 12 distritos administrativos governados por funcionários nomeados diretamente pela administração central. No exército, deu especial importância a cavalaria e aos carros de guerra. Dispunha no porto de Eziom-Geber, no Golfo de Aqaba de uma frota de navios comerciais de longo curso, chamados de "navios de Társis".

Segundo I Reis 11:3, Salomão tinha setecentas mulheres e trezentas concubinas, e "suas mulheres lhe perverteram o coração e o seu coração não era perfeito para com o Jeová seu Deus, como o coração de Davi, seu pai".

Divisão do Reino


Com a sua morte, Roboão, seu filho, sucedeu-lhe no trono. Em vez de ouvir o conselho sábio dos anciãos das tribos de Israel para aliviar a carga tributária e os trabalhos compulsórios impostos por seu pai, ele mandou aumenta-los. Isso levou à rebelião das tribos setentrionais e à divisão do Reino em dois novos reinos: o Reino de Israel Setentrional (ou Reino das 10 Tribos, tendo como Rei Jeroboão I), e o Israel Meridional (tendo por capital Jerusalém e como rei, Roboão).

Tradição posterior


A tradição posterior imputaria a Salomão grande sabedoria e ao seu reinado o status de época áurea. Ele é considerado dentro da tradição judaico-cristã, como o homem mais sábio que já viveu até então. A Bíblia nos relata que no seu reinado diversos reis e governantes vinham a Israel fazer perguntas e receber conselhos do Rei Salomão, incluindo a rainha de Sabá. Durante os séculos posteriores, diversas obras de outros autores eram imputadas a Salomão, para dar-lhes valor.

História do Bebê


A Salomão é atribuída a famosa história de que duas mulheres foram ao seu palácio. Duas mulheres tiveram filhos juntos, um dos filhos morreu e a mãe do que morreu, pegou a da outra mãe. De manhã, ela percebeu que aquele que tinha morrido não era seu filho e começaram a discutir. Foram até o palácio do Rei Salomão e contaram-lhe a história. Ele mandou chamar um dos guardas e lhe ordenou: "Corte o bebê ao meio e dê um pedaço para cada uma". Falado isso, uma das mães começou a chorar e disse: "Não, eu prefiro ver meu filho nos braços de outra do que morto nos meus", enquanto a outra disse: "Pra mim é justo". Salomão, reconhecendo a mãe na primeira mulher, mandou que lhe entregassem o filho.14

Salomão na tradição islâmica


O Rei Salomão aparece no Corão com o nome de Sulayman ou Suleiman. No Islão, é considerado como um profeta e um grande legislador da parte de Alá .

Salomão à luz da História e da Arqueologia


Até o presente, não há comprovação capaz de conferir autenticidade histórica à figura do rei Salomão, além da própria Bíblia, nem que Jerusalém tenha sido, por volta do século X a.C., o centro de um reino amplo e próspero, conforme descrito no Livro dos Reis. Ademais, tendo sido Salomão um rei famoso por sua sabedoria e riqueza (como mostrado na Bíblia), era de se esperar que seu nome fosse referido por outros povos daquela região, sobretudo pelos fenícios de Tiro, com quem o reino de Salomão manteria intenso comércio. A ausência de quaisquer achados arqueológicos dessa natureza parece indicar que Salomão é, na verdade, o símbolo de um passado glorioso (ainda que legendário) que a maioria dos povos antigos apreciava se atribuir.15 Entretanto, as menções acerca da riqueza de Salomão e do reino de Israel presentes na Bíblia não são apenas superficiais, mas relatam expressivas fortunas, como a adquirida na expedição a Ofir, onde o lucro foi de cerca de dezesseis toneladas de ouro (precisamente 420 talentos de ouro)16 , e a necessária para a construção do Templo de Salomão (veja os tópicos: Templo de Salomão e Riquezas de Salomão). A construção do templo, aliás, é comprovada arqueologicamente com ruínas encontradas no subsolo do monte Sião. Ademais, a visita da rainha de Sabá comprova que Salomão era conhecido por sua sabedoria e riqueza em todo o Oriente Próximo, pois, para "averiguar se o rei fazia jus à sua reputação", ela partiu de uma terra mui distante, Sabá, que provavelmente se localizava no atual Iêmen.17

31 agosto 2013

Quem são os Espíritos do Espiritismo?

Irmãs Fox

O Espiritismo à luz da Bíblia

O espiritismo moderno surgiu em 1848, nos Estados Unidos, a partir de acontecimentos relatados pela família Fox, em Hydesville, Nova Iorque. O movimento se expandiu rapidamente para a Europa e encontrou grande divulgação na França por meio de Hippolyte Léon Denizard Rivail, conhecido como Allan Kardec.

De forma resumida, o espiritismo ensina a existência de espíritos desencarnados (pessoas mortas) e a possibilidade de comunicação entre vivos e mortos. Também apresenta uma visão específica do ser humano, composto por corpo físico, alma espiritual e um elemento intermediário, geralmente chamado de corpo astral.

Ao analisar essa crença, é importante perguntar: o que a Bíblia ensina sobre a morte, a consciência após ela e a comunicação com os mortos?

O que a Bíblia ensina sobre a morte

Segundo as Escrituras, a morte é um estado de inconsciência, frequentemente comparado a um sono. A Bíblia afirma claramente que os mortos não têm participação ativa no mundo dos vivos:

“Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma.” (Eclesiastes 9:5)

“Amor, ódio e inveja para eles já pereceram; para sempre não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol.”(Eclesiastes 9:6)

Outros textos confirmam esse ensino:

  • Salmos 6:5

  • Salmos 115:17

  • Salmos 146:3–4

  • Isaías 38:18–19

Essas passagens mostram que a Bíblia não descreve os mortos como conscientes ou comunicáveis.

Jesus e a morte: o ensino do Criador da vida

A Bíblia ensina que Jesus participou da criação de todas as coisas e é eterno:

“Nele foram criadas todas as coisas… tudo foi criado por meio dele e para ele.”(Colossenses 1:16–17)

Por ser o Autor da vida, Jesus sabe exatamente o que é a morte. Ao falar sobre Lázaro, Ele declarou:

“Nosso amigo Lázaro adormeceu.”(João 11:11)

E, em seguida, esclareceu:

“Lázaro morreu.”(João 11:14)

Aqui, Jesus compara a morte a um sono, uma imagem usada dezenas de vezes na Bíblia. Isso indica um estado temporário, do qual a pessoa será despertada pela ressurreição.

A esperança bíblica: a ressurreição

A solução apresentada por Deus para a morte não é a comunicação com os mortos, mas a ressurreição:

“Os teus mortos viverão… despertai e exultai, os que habitais no pó.”(Isaías 26:19)

O apóstolo Paulo reforça essa esperança:

“Os mortos ressuscitarão incorruptíveis.”(1 Coríntios 15:52)

A Bíblia ensina que a ressurreição ocorrerá no último dia, quando Cristo voltar:

“Esta é a vontade de meu Pai: que todo aquele que vê o Filho… eu o ressuscitarei no último dia.”(João 6:40)

“Os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro.”(1 Tessalonicenses 4:16)

O próprio Jesus declarou:

“Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá.”(João 11:25)

Se os mortos já estivessem vivos em outro plano, a ressurreição prometida perderia seu sentido. A esperança cristã está na volta de Cristo, não na continuidade consciente após a morte.

Quem são os espíritos que se manifestam?

Diante do ensino bíblico de que os mortos estão inconscientes, surge uma pergunta legítima: quem são os espíritos que se manifestam em práticas espíritas?

A Bíblia afirma que existem seres espirituais que não são humanos e que podem realizar sinais:

“São espíritos de demônios, operadores de sinais.”(Apocalipse 16:14)

Esses seres são descritos como anjos caídos que se rebelaram contra Deus. Por isso, as Escrituras advertem claramente contra qualquer tentativa de comunicação com o mundo espiritual fora da orientação divina:

“Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivinhos.”(Levítico 19:31)

Essa advertência não é uma ameaça, mas um ato de cuidado, pois Deus deseja proteger Seus filhos do engano espiritual.


Cena do filme Ghost - do outro lado da vida

A advertência bíblica sobre a consulta aos mortos

A Bíblia é clara ao alertar sobre práticas espirituais que envolvem a tentativa de contato com os mortos. Em Levítico, o próprio Deus declara:

“Quando alguém se voltar para os necromantes e feiticeiros, para se prostituir com eles, eu me voltarei contra essa pessoa e a eliminarei do meio do seu povo.”(Levítico 20:6)

Esse texto mostra que Deus leva esse assunto com seriedade. Não se trata de rejeição às pessoas, mas de rejeição às práticas que afastam o ser humano da confiança plena n’Ele.

O propósito do engano espiritual

Segundo a Bíblia, o objetivo de Satanás é enganar. Jesus afirmou:“Ele é mentiroso e pai da mentira.” (João 8:44)

A estratégia do engano espiritual consiste em levar a pessoa a acreditar que pode obter orientação, consolo ou revelação por meio dos mortos. Ao aceitar essa ideia, a confiança que deveria estar em Deus e em Sua Palavra é gradualmente substituída por outras vozes.

O profeta Isaías faz um alerta direto:

“Quando vos disserem: Consultai os necromantes e os adivinhos… acaso não consultará o povo ao seu Deus?”(Isaías 8:19–20)

A Bíblia ensina que buscar orientação espiritual fora de Deus conduz à confusão e ao afastamento da verdade.

Como Deus vê a prática de consultar mortos

As Escrituras não deixam dúvida quanto à posição divina:

“Não se achará entre ti… quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor.”(Deuteronômio 18:10–12)

A palavra “abominação” indica algo que Deus rejeita por causar dano espiritual. Se tais práticas fossem benéficas, Deus não as proibiria, pois a Bíblia afirma:

“O Senhor não nega bem algum aos que andam retamente.”(Salmo 84:11)

Importante ressaltar: Deus rejeita a prática, mas ama as pessoas. Seu desejo é libertar, não condenar.

Por que as manifestações parecem tão reais?

A Bíblia ensina que existem seres espirituais que não são humanos — anjos fiéis a Deus e anjos caídos. Esses seres possuem grande capacidade de observação e podem se manifestar de formas surpreendentes.

As Escrituras mostram que anjos podem assumir aparência humana (Gênesis 18:1–2; Hebreus 13:2) e até falar por meio de outros seres (Números 22:28; Gênesis 3:1). Isso explica por que certas manifestações parecem tão convincentes, inclusive imitando vozes, lembranças e características pessoais.

Contudo, a Bíblia afirma que tais manifestações não vêm de pessoas falecidas, mas de seres espirituais que não dizem a verdade.

Um chamado bíblico à confiança em Deus

A Palavra de Deus nos convida a buscar segurança, consolo e direção somente n’Ele. A esperança cristã não está na comunicação com o além, mas na graça oferecida por meio de Jesus Cristo.

“Eis agora o tempo aceitável, eis agora o dia da salvação.”(2 Coríntios 6:2)

A salvação não é comprada nem conquistada por méritos humanos; ela é um presente de Deus:

“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé… é dom de Deus.”(Efésios 2:8)

Deus continua chamando cada pessoa com amor, paciência e misericórdia. Ele deseja restaurar, perdoar e conduzir à vida verdadeira.


Como a Bíblia explica as chamadas “experiências pós-morte”?

Relatos de experiências chamadas de “pós-morte” são conhecidos em muitas culturas e despertam curiosidade. A Bíblia, porém, nos convida a analisar essas experiências com discernimento, à luz da razão e da Palavra de Deus. A seguir, alguns pontos importantes.

1. Essas pessoas não estavam realmente mortas

A medicina distingue dois conceitos importantes:

  • Morte clínica: ocorre quando o coração para de bater temporariamente. Nessa fase, ainda há possibilidade de reversão.

  • Morte biológica: ocorre quando cessam de forma irreversível as funções do cérebro e de todo o organismo.

Uma pessoa só é considerada realmente morta quando ambas acontecem. Os relatos de “experiência pós-morte” envolvem pessoas que passaram apenas por morte clínica, não por morte biológica. Portanto, do ponto de vista médico, elas não estavam mortas.

Em situações de trauma, coma, falta de oxigênio ou grande estresse, o cérebro pode produzir sensações muito vívidas, que parecem reais, mas não correspondem a uma saída literal do corpo.

2. O papel da mente e das percepções alteradas

A mente humana é capaz de criar experiências intensas em situações extremas. Sonhos, pesadelos e alucinações mostram isso claramente. Quem nunca sonhou estar caindo, sendo perseguido ou vivendo algo que parecia absolutamente real?

A ciência reconhece que:

  • Falta de oxigênio no cérebro

  • Uso de medicamentos ou substâncias

  • Estados de choque ou coma

  • Experimentos médicos

podem induzir a sensação de estar fora do corpo, observando a si mesmo ou atravessando ambientes irreais.

Essas experiências não provam que a pessoa morreu, mas revelam como o cérebro reage em condições extremas.

3. O ensino bíblico sobre a morte contradiz essas experiências

Mais importante que qualquer relato humano é o que a Bíblia ensina. As Escrituras afirmam claramente que os mortos não retornam para relatar experiências:

“Tal como a nuvem se desfaz e passa, aquele que desce à sepultura jamais tornará a subir.”(Jó 7:9)

“Dentro de poucos anos, seguirei o caminho de onde não tornarei.”(Jó 16:22)

A Bíblia ensina que a morte é um estado definitivo até a ressurreição, e não uma ida consciente a outro plano com posterior retorno.

Além disso, lemos:

“Aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disso, o juízo.”(Hebreus 9:27)

Esse texto ensina duas verdades fundamentais:

  • A vida humana não segue um ciclo de múltiplas mortes e retornos.

  • A morte ocorre uma única vez, seguida do juízo de Deus.

Se alguém tivesse realmente morrido e retornado, essa afirmação bíblica não faria sentido.

A esperança bíblica não está na experiência, mas na ressurreição

A Bíblia não fundamenta a fé em experiências subjetivas, mas na promessa segura de Deus. A esperança cristã não é “voltar da morte”, mas ressuscitar quando Cristo voltar:

“Os mortos ressuscitarão incorruptíveis.”(1 Coríntios 15:52)

“Eu o ressuscitarei no último dia.”(João 6:40)

Por isso, a Bíblia nos chama a confiar mais na Palavra de Deus do que em relatos impressionantes, por mais sinceros que pareçam.


4º) Sobre experiências pós-morte

Muitas experiências relatadas por pessoas que afirmam ter passado pela morte podem transmitir uma ideia equivocada sobre Deus e o Céu. Frequentemente, essas pessoas descrevem serem envolvidas por uma luz, que seria Deus. No entanto, a Bíblia nos mostra que Deus não é apenas uma luz ou uma energia, mas um ser pessoal, com rosto e presença real. Ele é alguém que podemos abraçar, conversar e nos relacionar (Gênesis 1:27; Êxodo 3:1-15; Êxodo 33:17-23; Números 12:5-8; Atos 7:56; Apocalipse 21:2-5).

Não é maravilhoso saber que nosso Deus é um ser que nos ama e que poderemos estar com Ele para sempre? Quando formos para o Céu, não seremos “luzes” flutuando, mas teremos corpos reais. Essa é a vontade de Deus para a humanidade.

Algumas pessoas também descrevem terem passado por um “túnel brilhante”, envolvidas por luz. Mas Jesus nos oferece algo muito mais grandioso: o Céu. O lugar que Cristo está preparando para nós (João 14:1-3; Hebreus 11:10) é maravilhoso. As ruas são de ouro, as portas de pérola, e os fundamentos da cidade são feitos de pedras preciosas. Há rios, árvores, flores delicadas e muitos outros detalhes que a Bíblia descreve (Apocalipse 21:9-27; 22:1-5).

Mesmo que possamos imaginar a paisagem mais linda do mundo, ela não se compara ao que Deus preparou para nós. Como diz a Escritura: “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado

O que são Espírito e Alma?

A Bíblia usa as palavras “espírito” e “alma” para descrever diferentes aspectos da vida humana, e é importante compreender o significado correto de cada termo para não confundir conceitos.

Espírito

No Antigo Testamento, a palavra hebraica para “espírito” é ruach (רוּחַ). Ela aparece 377 vezes e é traduzida de formas diferentes, dependendo do contexto:

  • Vento – Gênesis 8:1

  • Princípio vital – Gênesis 6:17; 7:22

  • Coragem – Josué 2:1

  • Vitalidade ou força – Juízes 15:19

  • Ânimo ou disposição – Jó 17:1; Isaías 54:6

  • Caráter moral – Ezequiel 11:19

  • Espírito de Deus – Isaías 63:10

  • Sede das emoções – 1 Samuel 1:15

Perceba que o “espírito” ou “fôlego” de uma pessoa é o mesmo que o dos animais (Eclesiastes 3:19): trata-se do fôlego de vida, que Deus dá a todos os seres viventes.

No Novo Testamento, a palavra grega é pneuma (πνεῦμα). Ela aparece 220 vezes e pode significar:

  • Espírito

  • Respiração

  • Atitude ou estado de espírito – Romanos 8:15; 2 Timóteo 1:7

  • Hálito ou sopro de Deus – 2 Tessalonicenses 2:8

  • Consciência – 1 Coríntios 2:11

  • Anjos e demônios – Hebreus 1:14; 1 Timóteo 4:1

  • A divindade ou natureza de Cristo – Romanos 1:4; 2 Coríntios 3:17

  • O Espírito Santo – Efésios 4:30; Romanos 8:9-11

O espírito, portanto, não é uma entidade independente. É o “sopro” ou “fôlego de vida” que Deus coloca no corpo (Gênesis 2:7). É isso que nos mantém vivos.

Em Eclesiastes 12:7, lemos:

“E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.”

Na língua original, “espírito” significa fôlego de vida. Ele não pensa nem julga; simplesmente retorna a Deus, que o concedeu. Isso significa que tanto o “fôlego” dos justos quanto o dos ímpios volta a Deus – mas sem consciência ou recompensa imediata.

Conclusão: sem o corpo, o espírito (fôlego) não produz vida. A união de corpo + fôlego é essencial para a existência.

Alma

No Antigo Testamento, a palavra hebraica para “alma” é nephesh (נֶפֶשׁ); no Novo Testamento, a palavra grega é psyche (ψυχή). Ambas aparecem centenas de vezes e têm significados variados:

  • Vida – Gênesis 35:18; 9:4-5; Salmo 31:13

  • Pessoa – Gênesis 14:21; Deuteronômio 10:22; Atos 27:37

  • Cadáver – Números 9:6

  • Apetite – Eclesiastes 6:7

  • Coração ou emoções – Êxodo 23:9

  • Ser vivente – Apocalipse 16:3

  • Pronomes pessoais – Salmo 3:2; Mateus 26:38

A palavra “alma” nunca se refere a uma entidade imortal separada do corpo. A Bíblia deixa claro que somente Deus é imortal:

“…o único que possui imortalidade, que habita em luz inacessível, a quem homem algum jamais viu, nem é capaz de ver.”(1 Timóteo 6:15-16)

Por que “espírito” e “alma” têm tantos sentidos?

A língua hebraica possui um vocabulário limitado:

  • Sem vogais

  • Poucas preposições e conjunções

Por isso, uma única palavra pode assumir vários significados dependendo do contexto. É preciso estudar cada passagem com cuidado para não confundir conceitos.

Sobre alma, espírito e curas sobrenaturais

Para entendermos melhor certos conceitos bíblicos, podemos fazer uma comparação com a língua portuguesa. Nossa língua é rica, com mais de 400.000 palavras, mas mesmo assim algumas palavras têm mais de um sentido. Por exemplo, “manga” pode significar a fruta ou a parte de uma roupa. Agora imagine o alfabeto hebraico, que é ainda mais complexo.

Na Bíblia, “alma” se refere à pessoa como um todo. Em Gênesis 2:7 lemos:

“Então, formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente.”

Ou seja:
Pó da terra (corpo) + fôlego de vida (espírito) = alma vivente

O espírito é o fôlego que Deus soprou em nós, o princípio vital que nos mantém vivos (Gênesis 2:7). Portanto, nem “alma” nem “espírito” têm, no sentido bíblico, existência fora do corpo.

Sobre curas sobrenaturais

Hoje, assim como no passado, ocorrem curas milagrosas atribuídas a forças sobrenaturais. Mas é importante ter cuidado, porque nem toda cura é necessariamente de Deus. A Bíblia é o critério seguro para avaliarmos qualquer fenômeno sobrenatural, pois é a palavra de Deus, suficiente para nos guiar.

Por exemplo, na história de Moisés diante do Faraó: Deus realizou milagres para mostrar seu poder, como transformar a vara em serpente e a água em sangue, ou fazer surgirem rãs (Êxodo 7 e 8). Porém, os sábios e encantadores do Egito conseguiram imitar alguns desses sinais com suas artes ocultas (Êxodo 7:11-12; 7:22; 8:7).

Isso mostra que Satanás também pode produzir sinais sobrenaturais (Apocalipse 13:13-14). Mas qual é o objetivo dele ao fazer o “bem” aparente? Ele quer enganar as pessoas, prendê-las em práticas que afastam de Deus, e controlar suas vidas, com consequências presentes e futuras.

A escritora cristã Ellen White relata casos em que pais confiavam a filhos a médiuns ou curadores, sem perceber que estavam sob influência satânica, o que podia trazer sérios efeitos duradouros. Por isso, é muito perigoso envolver-se com espiritismo, principalmente quando se trata de crianças. A melhor proteção é ensinar os filhos a frequentar a igreja e seguir a Deus.

Cuidado com os enganos

A Bíblia adverte que Satanás se apresenta como “anjo de luz” e que seus ministros podem parecer “ministros de justiça” (II Coríntios 11:14-15). Nos últimos tempos, ele aumentará seus esforços para enganar as pessoas com espíritos enganadores e ensinamentos falsos (1 Timóteo 4:1; II Tessalonicenses 2:9). Ele sabe que seu tempo é curto (II Tessalonicenses 2:8) e busca levar o máximo de pessoas à perdição.

Portanto, o espiritismo é perigoso, porque muitas vezes se apresenta de forma atraente e inofensiva, mas seu objetivo real é afastar as pessoas de Deus. Nossa luta não é contra pessoas, mas contra poderes espirituais do mal (Efésios 6:12).


Fonte: http://www.advir.com.br/sermoes/sermao_c_espiritismo_vp.htm
Fotos: http://setimodia.wordpress.com/2011/12/19/teria-ellen-white-se-equivocado-ao-identificar-as-batidas-misteriosas-na-casa-das-irmas-fox-com-o-surgimento-do-espiritismo-moderno/
http://scrapetv.com/News/News%20Pages/Entertainment/pages-4/Patrick-Swayze-death-puts-Ghost-sequel-on-fast-track-Scrape-TV-The-World-on-your-side.html
Autor: Leandro Quadros

Cuidado com a Feitiçaria

Deus proíbe a feitiçaria. A Bíblia diz em Deuteronômio 18:9-13 “Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos. Não se achará no meio de ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti. Perfeito serás para com o Senhor teu Deus.”
Aqueles que estão envolvidos na feitiçaria não entrarão no reino de Deus. A Bíblia diz em Gálatas 5:19-21 “Ora, as obras da carne são manifestas, as quais são: a prostituição, a impureza, a lascívia, a idolatria, a feitiçaria, as inimizades, as contendas, os ciúmes, as iras, as facções, as dissensões, os partidos, as invejas, as bebedices, as orgias, e coisas semelhantes a estas, contra as quais vos previno, como já antes vos preveni, que os que tais coisas praticam não herdarão o reino de Deus.
Só Deus é que sabe o futuro e não os feiticeiros. A Bíblia diz em Isaías 8:19 “Quando vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os feiticeiros, que chilreiam e murmuram, respondei: Acaso não consultará um povo a seu Deus? acaso a favor dos vivos consultará os mortos?"

Fonte: http://www.jesusvoltara.com.br/info/feiticaria.htm
Negrito e sublinhado: Biblia curiosa

26 julho 2013

Planetas na Bíblia???

Você Sabia que antes do Rei Josias ser Rei, o povo de Israel adorou planetas? é o que está escrito em II Reis 23:5.
Desde aquela época o povo já tinha conhecimento do planetas. Interessante!!! Não?










Fonte Imagem: http://louvandoaorei.blogspot.com.br/2011/11/adorar-deus.html

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