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A Bíblia Curiosa reúne temas fascinantes relacionados à Bíblia, abordando sua origem, formação e autores. Além disso, traz artigos encontrados na internet, escritos pelo autor, e uma variedade de histórias e curiosidades que enriquecem nosso conhecimento. Essas experiências são fundamentais para fortalecer nossa fé e confiança em Deus. Aqui, você encontrará insights valiosos que podem transformar sua jornada espiritual. Desejamos a você uma ótima leitura!

31 agosto 2013

Quem são os Espíritos do Espiritismo?

Irmãs Fox

O Espiritismo à luz da Bíblia

O espiritismo moderno surgiu em 1848, nos Estados Unidos, a partir de acontecimentos relatados pela família Fox, em Hydesville, Nova Iorque. O movimento se expandiu rapidamente para a Europa e encontrou grande divulgação na França por meio de Hippolyte Léon Denizard Rivail, conhecido como Allan Kardec.

De forma resumida, o espiritismo ensina a existência de espíritos desencarnados (pessoas mortas) e a possibilidade de comunicação entre vivos e mortos. Também apresenta uma visão específica do ser humano, composto por corpo físico, alma espiritual e um elemento intermediário, geralmente chamado de corpo astral.

Ao analisar essa crença, é importante perguntar: o que a Bíblia ensina sobre a morte, a consciência após ela e a comunicação com os mortos?

O que a Bíblia ensina sobre a morte

Segundo as Escrituras, a morte é um estado de inconsciência, frequentemente comparado a um sono. A Bíblia afirma claramente que os mortos não têm participação ativa no mundo dos vivos:

“Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma.” (Eclesiastes 9:5)

“Amor, ódio e inveja para eles já pereceram; para sempre não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol.”(Eclesiastes 9:6)

Outros textos confirmam esse ensino:

  • Salmos 6:5

  • Salmos 115:17

  • Salmos 146:3–4

  • Isaías 38:18–19

Essas passagens mostram que a Bíblia não descreve os mortos como conscientes ou comunicáveis.

Jesus e a morte: o ensino do Criador da vida

A Bíblia ensina que Jesus participou da criação de todas as coisas e é eterno:

“Nele foram criadas todas as coisas… tudo foi criado por meio dele e para ele.”(Colossenses 1:16–17)

Por ser o Autor da vida, Jesus sabe exatamente o que é a morte. Ao falar sobre Lázaro, Ele declarou:

“Nosso amigo Lázaro adormeceu.”(João 11:11)

E, em seguida, esclareceu:

“Lázaro morreu.”(João 11:14)

Aqui, Jesus compara a morte a um sono, uma imagem usada dezenas de vezes na Bíblia. Isso indica um estado temporário, do qual a pessoa será despertada pela ressurreição.

A esperança bíblica: a ressurreição

A solução apresentada por Deus para a morte não é a comunicação com os mortos, mas a ressurreição:

“Os teus mortos viverão… despertai e exultai, os que habitais no pó.”(Isaías 26:19)

O apóstolo Paulo reforça essa esperança:

“Os mortos ressuscitarão incorruptíveis.”(1 Coríntios 15:52)

A Bíblia ensina que a ressurreição ocorrerá no último dia, quando Cristo voltar:

“Esta é a vontade de meu Pai: que todo aquele que vê o Filho… eu o ressuscitarei no último dia.”(João 6:40)

“Os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro.”(1 Tessalonicenses 4:16)

O próprio Jesus declarou:

“Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá.”(João 11:25)

Se os mortos já estivessem vivos em outro plano, a ressurreição prometida perderia seu sentido. A esperança cristã está na volta de Cristo, não na continuidade consciente após a morte.

Quem são os espíritos que se manifestam?

Diante do ensino bíblico de que os mortos estão inconscientes, surge uma pergunta legítima: quem são os espíritos que se manifestam em práticas espíritas?

A Bíblia afirma que existem seres espirituais que não são humanos e que podem realizar sinais:

“São espíritos de demônios, operadores de sinais.”(Apocalipse 16:14)

Esses seres são descritos como anjos caídos que se rebelaram contra Deus. Por isso, as Escrituras advertem claramente contra qualquer tentativa de comunicação com o mundo espiritual fora da orientação divina:

“Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivinhos.”(Levítico 19:31)

Essa advertência não é uma ameaça, mas um ato de cuidado, pois Deus deseja proteger Seus filhos do engano espiritual.


Cena do filme Ghost - do outro lado da vida

A advertência bíblica sobre a consulta aos mortos

A Bíblia é clara ao alertar sobre práticas espirituais que envolvem a tentativa de contato com os mortos. Em Levítico, o próprio Deus declara:

“Quando alguém se voltar para os necromantes e feiticeiros, para se prostituir com eles, eu me voltarei contra essa pessoa e a eliminarei do meio do seu povo.”(Levítico 20:6)

Esse texto mostra que Deus leva esse assunto com seriedade. Não se trata de rejeição às pessoas, mas de rejeição às práticas que afastam o ser humano da confiança plena n’Ele.

O propósito do engano espiritual

Segundo a Bíblia, o objetivo de Satanás é enganar. Jesus afirmou:“Ele é mentiroso e pai da mentira.” (João 8:44)

A estratégia do engano espiritual consiste em levar a pessoa a acreditar que pode obter orientação, consolo ou revelação por meio dos mortos. Ao aceitar essa ideia, a confiança que deveria estar em Deus e em Sua Palavra é gradualmente substituída por outras vozes.

O profeta Isaías faz um alerta direto:

“Quando vos disserem: Consultai os necromantes e os adivinhos… acaso não consultará o povo ao seu Deus?”(Isaías 8:19–20)

A Bíblia ensina que buscar orientação espiritual fora de Deus conduz à confusão e ao afastamento da verdade.

Como Deus vê a prática de consultar mortos

As Escrituras não deixam dúvida quanto à posição divina:

“Não se achará entre ti… quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor.”(Deuteronômio 18:10–12)

A palavra “abominação” indica algo que Deus rejeita por causar dano espiritual. Se tais práticas fossem benéficas, Deus não as proibiria, pois a Bíblia afirma:

“O Senhor não nega bem algum aos que andam retamente.”(Salmo 84:11)

Importante ressaltar: Deus rejeita a prática, mas ama as pessoas. Seu desejo é libertar, não condenar.

Por que as manifestações parecem tão reais?

A Bíblia ensina que existem seres espirituais que não são humanos — anjos fiéis a Deus e anjos caídos. Esses seres possuem grande capacidade de observação e podem se manifestar de formas surpreendentes.

As Escrituras mostram que anjos podem assumir aparência humana (Gênesis 18:1–2; Hebreus 13:2) e até falar por meio de outros seres (Números 22:28; Gênesis 3:1). Isso explica por que certas manifestações parecem tão convincentes, inclusive imitando vozes, lembranças e características pessoais.

Contudo, a Bíblia afirma que tais manifestações não vêm de pessoas falecidas, mas de seres espirituais que não dizem a verdade.

Um chamado bíblico à confiança em Deus

A Palavra de Deus nos convida a buscar segurança, consolo e direção somente n’Ele. A esperança cristã não está na comunicação com o além, mas na graça oferecida por meio de Jesus Cristo.

“Eis agora o tempo aceitável, eis agora o dia da salvação.”(2 Coríntios 6:2)

A salvação não é comprada nem conquistada por méritos humanos; ela é um presente de Deus:

“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé… é dom de Deus.”(Efésios 2:8)

Deus continua chamando cada pessoa com amor, paciência e misericórdia. Ele deseja restaurar, perdoar e conduzir à vida verdadeira.


Como a Bíblia explica as chamadas “experiências pós-morte”?

Relatos de experiências chamadas de “pós-morte” são conhecidos em muitas culturas e despertam curiosidade. A Bíblia, porém, nos convida a analisar essas experiências com discernimento, à luz da razão e da Palavra de Deus. A seguir, alguns pontos importantes.

1. Essas pessoas não estavam realmente mortas

A medicina distingue dois conceitos importantes:

  • Morte clínica: ocorre quando o coração para de bater temporariamente. Nessa fase, ainda há possibilidade de reversão.

  • Morte biológica: ocorre quando cessam de forma irreversível as funções do cérebro e de todo o organismo.

Uma pessoa só é considerada realmente morta quando ambas acontecem. Os relatos de “experiência pós-morte” envolvem pessoas que passaram apenas por morte clínica, não por morte biológica. Portanto, do ponto de vista médico, elas não estavam mortas.

Em situações de trauma, coma, falta de oxigênio ou grande estresse, o cérebro pode produzir sensações muito vívidas, que parecem reais, mas não correspondem a uma saída literal do corpo.

2. O papel da mente e das percepções alteradas

A mente humana é capaz de criar experiências intensas em situações extremas. Sonhos, pesadelos e alucinações mostram isso claramente. Quem nunca sonhou estar caindo, sendo perseguido ou vivendo algo que parecia absolutamente real?

A ciência reconhece que:

  • Falta de oxigênio no cérebro

  • Uso de medicamentos ou substâncias

  • Estados de choque ou coma

  • Experimentos médicos

podem induzir a sensação de estar fora do corpo, observando a si mesmo ou atravessando ambientes irreais.

Essas experiências não provam que a pessoa morreu, mas revelam como o cérebro reage em condições extremas.

3. O ensino bíblico sobre a morte contradiz essas experiências

Mais importante que qualquer relato humano é o que a Bíblia ensina. As Escrituras afirmam claramente que os mortos não retornam para relatar experiências:

“Tal como a nuvem se desfaz e passa, aquele que desce à sepultura jamais tornará a subir.”(Jó 7:9)

“Dentro de poucos anos, seguirei o caminho de onde não tornarei.”(Jó 16:22)

A Bíblia ensina que a morte é um estado definitivo até a ressurreição, e não uma ida consciente a outro plano com posterior retorno.

Além disso, lemos:

“Aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disso, o juízo.”(Hebreus 9:27)

Esse texto ensina duas verdades fundamentais:

  • A vida humana não segue um ciclo de múltiplas mortes e retornos.

  • A morte ocorre uma única vez, seguida do juízo de Deus.

Se alguém tivesse realmente morrido e retornado, essa afirmação bíblica não faria sentido.

A esperança bíblica não está na experiência, mas na ressurreição

A Bíblia não fundamenta a fé em experiências subjetivas, mas na promessa segura de Deus. A esperança cristã não é “voltar da morte”, mas ressuscitar quando Cristo voltar:

“Os mortos ressuscitarão incorruptíveis.”(1 Coríntios 15:52)

“Eu o ressuscitarei no último dia.”(João 6:40)

Por isso, a Bíblia nos chama a confiar mais na Palavra de Deus do que em relatos impressionantes, por mais sinceros que pareçam.


4º) Sobre experiências pós-morte

Muitas experiências relatadas por pessoas que afirmam ter passado pela morte podem transmitir uma ideia equivocada sobre Deus e o Céu. Frequentemente, essas pessoas descrevem serem envolvidas por uma luz, que seria Deus. No entanto, a Bíblia nos mostra que Deus não é apenas uma luz ou uma energia, mas um ser pessoal, com rosto e presença real. Ele é alguém que podemos abraçar, conversar e nos relacionar (Gênesis 1:27; Êxodo 3:1-15; Êxodo 33:17-23; Números 12:5-8; Atos 7:56; Apocalipse 21:2-5).

Não é maravilhoso saber que nosso Deus é um ser que nos ama e que poderemos estar com Ele para sempre? Quando formos para o Céu, não seremos “luzes” flutuando, mas teremos corpos reais. Essa é a vontade de Deus para a humanidade.

Algumas pessoas também descrevem terem passado por um “túnel brilhante”, envolvidas por luz. Mas Jesus nos oferece algo muito mais grandioso: o Céu. O lugar que Cristo está preparando para nós (João 14:1-3; Hebreus 11:10) é maravilhoso. As ruas são de ouro, as portas de pérola, e os fundamentos da cidade são feitos de pedras preciosas. Há rios, árvores, flores delicadas e muitos outros detalhes que a Bíblia descreve (Apocalipse 21:9-27; 22:1-5).

Mesmo que possamos imaginar a paisagem mais linda do mundo, ela não se compara ao que Deus preparou para nós. Como diz a Escritura: “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado

O que são Espírito e Alma?

A Bíblia usa as palavras “espírito” e “alma” para descrever diferentes aspectos da vida humana, e é importante compreender o significado correto de cada termo para não confundir conceitos.

Espírito

No Antigo Testamento, a palavra hebraica para “espírito” é ruach (רוּחַ). Ela aparece 377 vezes e é traduzida de formas diferentes, dependendo do contexto:

  • Vento – Gênesis 8:1

  • Princípio vital – Gênesis 6:17; 7:22

  • Coragem – Josué 2:1

  • Vitalidade ou força – Juízes 15:19

  • Ânimo ou disposição – Jó 17:1; Isaías 54:6

  • Caráter moral – Ezequiel 11:19

  • Espírito de Deus – Isaías 63:10

  • Sede das emoções – 1 Samuel 1:15

Perceba que o “espírito” ou “fôlego” de uma pessoa é o mesmo que o dos animais (Eclesiastes 3:19): trata-se do fôlego de vida, que Deus dá a todos os seres viventes.

No Novo Testamento, a palavra grega é pneuma (πνεῦμα). Ela aparece 220 vezes e pode significar:

  • Espírito

  • Respiração

  • Atitude ou estado de espírito – Romanos 8:15; 2 Timóteo 1:7

  • Hálito ou sopro de Deus – 2 Tessalonicenses 2:8

  • Consciência – 1 Coríntios 2:11

  • Anjos e demônios – Hebreus 1:14; 1 Timóteo 4:1

  • A divindade ou natureza de Cristo – Romanos 1:4; 2 Coríntios 3:17

  • O Espírito Santo – Efésios 4:30; Romanos 8:9-11

O espírito, portanto, não é uma entidade independente. É o “sopro” ou “fôlego de vida” que Deus coloca no corpo (Gênesis 2:7). É isso que nos mantém vivos.

Em Eclesiastes 12:7, lemos:

“E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.”

Na língua original, “espírito” significa fôlego de vida. Ele não pensa nem julga; simplesmente retorna a Deus, que o concedeu. Isso significa que tanto o “fôlego” dos justos quanto o dos ímpios volta a Deus – mas sem consciência ou recompensa imediata.

Conclusão: sem o corpo, o espírito (fôlego) não produz vida. A união de corpo + fôlego é essencial para a existência.

Alma

No Antigo Testamento, a palavra hebraica para “alma” é nephesh (נֶפֶשׁ); no Novo Testamento, a palavra grega é psyche (ψυχή). Ambas aparecem centenas de vezes e têm significados variados:

  • Vida – Gênesis 35:18; 9:4-5; Salmo 31:13

  • Pessoa – Gênesis 14:21; Deuteronômio 10:22; Atos 27:37

  • Cadáver – Números 9:6

  • Apetite – Eclesiastes 6:7

  • Coração ou emoções – Êxodo 23:9

  • Ser vivente – Apocalipse 16:3

  • Pronomes pessoais – Salmo 3:2; Mateus 26:38

A palavra “alma” nunca se refere a uma entidade imortal separada do corpo. A Bíblia deixa claro que somente Deus é imortal:

“…o único que possui imortalidade, que habita em luz inacessível, a quem homem algum jamais viu, nem é capaz de ver.”(1 Timóteo 6:15-16)

Por que “espírito” e “alma” têm tantos sentidos?

A língua hebraica possui um vocabulário limitado:

  • Sem vogais

  • Poucas preposições e conjunções

Por isso, uma única palavra pode assumir vários significados dependendo do contexto. É preciso estudar cada passagem com cuidado para não confundir conceitos.

Sobre alma, espírito e curas sobrenaturais

Para entendermos melhor certos conceitos bíblicos, podemos fazer uma comparação com a língua portuguesa. Nossa língua é rica, com mais de 400.000 palavras, mas mesmo assim algumas palavras têm mais de um sentido. Por exemplo, “manga” pode significar a fruta ou a parte de uma roupa. Agora imagine o alfabeto hebraico, que é ainda mais complexo.

Na Bíblia, “alma” se refere à pessoa como um todo. Em Gênesis 2:7 lemos:

“Então, formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente.”

Ou seja:
Pó da terra (corpo) + fôlego de vida (espírito) = alma vivente

O espírito é o fôlego que Deus soprou em nós, o princípio vital que nos mantém vivos (Gênesis 2:7). Portanto, nem “alma” nem “espírito” têm, no sentido bíblico, existência fora do corpo.

Sobre curas sobrenaturais

Hoje, assim como no passado, ocorrem curas milagrosas atribuídas a forças sobrenaturais. Mas é importante ter cuidado, porque nem toda cura é necessariamente de Deus. A Bíblia é o critério seguro para avaliarmos qualquer fenômeno sobrenatural, pois é a palavra de Deus, suficiente para nos guiar.

Por exemplo, na história de Moisés diante do Faraó: Deus realizou milagres para mostrar seu poder, como transformar a vara em serpente e a água em sangue, ou fazer surgirem rãs (Êxodo 7 e 8). Porém, os sábios e encantadores do Egito conseguiram imitar alguns desses sinais com suas artes ocultas (Êxodo 7:11-12; 7:22; 8:7).

Isso mostra que Satanás também pode produzir sinais sobrenaturais (Apocalipse 13:13-14). Mas qual é o objetivo dele ao fazer o “bem” aparente? Ele quer enganar as pessoas, prendê-las em práticas que afastam de Deus, e controlar suas vidas, com consequências presentes e futuras.

A escritora cristã Ellen White relata casos em que pais confiavam a filhos a médiuns ou curadores, sem perceber que estavam sob influência satânica, o que podia trazer sérios efeitos duradouros. Por isso, é muito perigoso envolver-se com espiritismo, principalmente quando se trata de crianças. A melhor proteção é ensinar os filhos a frequentar a igreja e seguir a Deus.

Cuidado com os enganos

A Bíblia adverte que Satanás se apresenta como “anjo de luz” e que seus ministros podem parecer “ministros de justiça” (II Coríntios 11:14-15). Nos últimos tempos, ele aumentará seus esforços para enganar as pessoas com espíritos enganadores e ensinamentos falsos (1 Timóteo 4:1; II Tessalonicenses 2:9). Ele sabe que seu tempo é curto (II Tessalonicenses 2:8) e busca levar o máximo de pessoas à perdição.

Portanto, o espiritismo é perigoso, porque muitas vezes se apresenta de forma atraente e inofensiva, mas seu objetivo real é afastar as pessoas de Deus. Nossa luta não é contra pessoas, mas contra poderes espirituais do mal (Efésios 6:12).


Fonte: http://www.advir.com.br/sermoes/sermao_c_espiritismo_vp.htm
Fotos: http://setimodia.wordpress.com/2011/12/19/teria-ellen-white-se-equivocado-ao-identificar-as-batidas-misteriosas-na-casa-das-irmas-fox-com-o-surgimento-do-espiritismo-moderno/
http://scrapetv.com/News/News%20Pages/Entertainment/pages-4/Patrick-Swayze-death-puts-Ghost-sequel-on-fast-track-Scrape-TV-The-World-on-your-side.html
Autor: Leandro Quadros

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