A Bíblia Curiosa reúne temas fascinantes relacionados às Escrituras, explorando sua origem, formação, autores, contexto histórico e os diversos acontecimentos que tornam a Bíblia um livro extraordinário. Além disso, apresenta artigos, estudos bíblicos, reflexões e curiosidades que ajudam a ampliar o conhecimento e fortalecer a fé. Porém, nosso objetivo não é apenas trazer entretenimento ou curiosidades, mas apresentar conteúdos relevantes para o crescimento espiritual e a preparação do caráter para a salvação. Afinal, o maior propósito do ser humano não é apenas adquirir conhecimento, mas conhecer a Deus e preparar-se para a eternidade. Essa preparação acontece através de Jesus Cristo, Seu amor e o sacrifício realizado na cruz, onde encontramos perdão, restauração e esperança de uma nova vida. Desejamos que cada estudo aqui apresentado seja uma oportunidade para aproximar você de Deus e permitir que Sua Palavra transforme sua vida. Desejamos a você uma excelente leitura!

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29 junho 2019

A Lenda de Lilith: Esposa Rebelde de Adão

Lilith é uma personagem mitológica que não aparece na Bíblia. Segundo alguns mitos que se tornaram populares na idade média e histórias relatadas em outras civilizações, inclusive nas tradições judaicas, afirma que Lilith foi a primeira mulher criada antes de Eva.

A revista super interessante, youtubers e sites diversos, tem apresentado fatos, dando alguns indícios de que Lilith está na Bíblia. mostrarei algumas afirmações encontradas na revista superinteressante, o objetivo é atentar-se aos fatos, não atacar revistas, sites e youtubers que as publicaram, mas me concentrarei apenas aos fatos que possuem relevância bíblica.

Nosso comentário vira após o nome: Bíblia curiosa.



1)Desaparição editorial


No primeiro capítulo do livro Gênesis, que faz parte da Torá e da Bíblia, Deus cria “homem e mulher” à sua imagem e semelhança. Mas, logo no capítulo seguinte, somente Adão é mencionado. Onde foi parar a mulher do primeiro capítulo? É só no segundo capítulo que Eva é criada, e no terceiro que recebe seu nome. Essa inconsistência sugere que parte do texto tenha sido editada ou removida.

Bíblia Curiosa: Quem é a mulher mencionada no primeiro capítulo: 

Note que o capítulo 1 de Gênesis está mencionando sobre a semana da criação, onde Deus criou todas as coisas, antes disso não havia nada, a terra era sem forma e vazia(v.1).   Quando Deus menciona que criou o homem e a mulher segundo a sua imagem. (como qualquer curioso, indagaríamos: __ Como foi essa criação?.

O Capitulo 2, vem trazendo como foi a criação do homem e da mulher, trazendo para nós como ocorreu a criação. trazendo detalhes de como Deus despertou em Adão o desejo de ter uma companheira, visto que ao dar os nomes aos animais, cada um tinha o macho e a fêmea, e ele estava sozinho, e em todo o jardim não encontrou ninguém que fosse idônea (ou seja, que correspondesse a ele). 

Quanto a suspeita de ter sido editada ou removida, já podemos descartar isso dos judeus, visto que ele estão cientes da maldição de se acrescentar ou modificar algo da Bíblia. A Bíblia é um livro sagrado e os judeus sabiam perfeitamente que acrescentar, modificar ou até mesmo ensinar algo que não está relatado no livro sagrado, dizendo ser autoria de Deus, sobreviria maldições e flagelos sobre eles. Isso é válido para os dias de hoje.(Apoc.22:18-19)

2) Lilith já estava lá

O registro mais antigo dessa figura está nas gravuras dos amuletos de Arslan Tash, relíquias que datam do século 7 a.C. Alguns historiadores argumentam ainda que Lilith é mencionada ainda antes, na demonologia suméria do terceiro milênio a.C. Na Épica de Gilgamesh, poema mesopotâmio de 2100 a.C., há uma possível menção a Lilith como demônia. Ou seja,Lilith já era conhecida antes de compilarem o Gênesis, o que reforça a teoria de que foi “apagada da história”

Bíblia Curiosa: O nome "Lilith" são mencionados em outras culturas, mas isso não afirma que a Bíblia foi modificada por Deus, para omitir a existência de outra mulher. Afirmar que Deus criou Lilith e não mencionou este fato, omitindo, dá a conotação que Deus mentiu a respeito do que aconteceu na criação, e começa a trazer a idéia que Deus não é digno de confiança por não ter revelado a verdade, e sendo assim a Bíblia também não seria digna, visto que a Bíblia é a palavra de Deus.

Quero acrescentar que o principal objetivo do inimigo de Deus, é levar a descrédito Sua pessoa e sua palavra, e tem tentado isso de várias formas, Lilith é apenas uma dessas formas. Tentando trazer na mente humana dúvida e descrença. 

3) Primeira mulher, primeira rebelde
Segundo o Alfabeto de Ben Sirá, um dos textos que compõem a coleção de escritos rabínicos chamado Talmud,Lilith foi criada a partir da poeira junto a Adão – portanto, antes de Eva. Mas ela negou-se a deitar sob ele na hora do sexo por não se sentir inferior e, em protesto, abandonou o Éden. Ou seja, segundo o antigo folclore judaico, Lilith rebelou-se contra a “superioridade” masculina de Adão, o que a torna uma figura problemática para o judaísmo e para o catolicismo, religiões patriarcais
“Agora sim”
Outra evidência de que Eva não foi a primeira pode ser encontrada nos versículos de sua criação, no capítulo 2 do Gênesis. Em várias edições do texto, Deus decide dar ao homem uma companheira “idônea”, o que sugere que alguma primeira parceira,“não idônea”, já tinha sido criada antes. Reforça essa teoria a fala de Adão em certas edições da Bíblia (como a King James Atualizada) quando vê Eva: “Esta, sim, é osso dos meus ossos”

Bíblia Curiosa: Essa afirmação do titulo já começa errada, pois a primeira rebeldia começou no céu com Lúcifer e não com esta suposta mulher de Adão. É importante salientar que na criação, Deus havia criado tudo "perfeito", e que o Diabo e o pecado não tinham ação sobre o Éden, visto que Deus afirmou: "que tudo era muito bom".
Se tudo foi criado "perfeito", demonstra que não houve a existência de uma outra mulher, visto que isso iria contra a afirmação de tudo perfeito. Ou seja, tudo começou "errado"

Devo salientar que Deus deu a Adão e Eva o livre arbítrio (possibilidade de decidir, escolher em função da própria vontade, isenta de qualquer condicionamento, motivo ou causa determinante), e inclusive o livre arbítrio foi colocado em prática com o objetivo de saber se Adão e Eva obedeceriam ou não a Deus, proibindo que o casal comesse do fruto da árvore que havia no meio do jardim, a árvore do conhecimento do bem e do mal. E sabemos que o casal acabou comendo o fruto(um ato de desobediência), e mesmo pela desobediência não foram abandonados para o inferno. Deus estabeleceu um plano de resgate para o casal, caso houvesse existido Lilith, com certeza Deus não a abandonaria, e também teria um plano para o seu resgate. E se existisse, Eva não existiria.

Outro fato importante, é a interpretação inadequada da palavra "idonea", o qual afirmam que a primeira parceira(não idonea) já havia sido criada. A palavra idonea significa: "Que de adapta perfeitamente ao propósito para o qual se destina."  Nesta ocasião de Gen. 2:18, Deus viu que a solidão não era bom para Adão, se ele estava solitário, ele estava só, não havia outra pessoa ao seu lado, e Deus pediu que Adão desse nome aos animais. Ao dar os nomes, Adão percebeu que cada espécie tinha sua parceira idonea, um ser semelhante. O leão com a leoa, o urso com a ursa, etc... E Adão percebeu que não havia ninguém semelhante a ele. Então Deus fez Adão dormir e retirando uma das suas costelas fez Eva, sabendo que foi retirado do seu corpo uma costela, Adão sabia que Eva fazia parte dele.   

Você notará que o ato de Deus criar a mulher da costela de Adão, simboliza que ambos são iguais, a própria Bíblia em Gen.2:24 menciona que o homem se unirá a sua mulher e ambos se tornarão uma só carne, ou seja, ambos pensarão juntos, planejaram juntos, andarão juntos, viverão juntos, tendo apenas um único pensamento. Tal atitude não demonstra um será submetido ao outro, não havia isso no Éden, e mesmo depois da queda não há indícios que a mulher deveria ser submissa ao homem, tal pensamento deve-se possivelmente da má interpretação de Efésios capitulo 5 (um dos textos mais conhecidos e que fala sobre a mulher ser submissa do homem (assunto que podemos tratar em outro momento)) O princípio divino é que tanto homem e mulher são iguais diante de Deus, e possui o livre arbítrio.

4) Motivação política

Outro motivo para Lilith ter sumido do Gênesis é histórico. Durante anos nos séculos 7 e 6 a.C., os hebreus, patriarcas da tradição judaico-cristã, ficaram exilados na Babilônia. Durante essa época, os babilônios passam a adorá-la, cultuando-a como deusa da fertilidade. Por ser adorada por seus captores babilônicos, os hebreus retiraram Lilith do mito de criação da humanidade, e subsequentemente do Gênesis judeu e católico

Bíblia Curiosa: Como mencionei anteriormente, nem judeus, muito menos os hebreus fariam tais coisas, pois estavam cientes das pragas, maldições e flagelos que sobreviriam a eles se tal texto retirado fosse realizado(Apoc. 22:18-19)

5) Mulher-coruja

Lilith também é citada no Livro de Isaías, que faz parte tanto da Torá quanto da Bíblia. Porém, ao longo de diversas traduções, seu nome foi sendo suprimido até virar “animal noturno” ou “coruja”. Só algumas traduções que usam como base os textos em hebraico (mais antigos) mantêm “Lilith” em Isaías 34, no trecho em que o profeta descreve como a ira de Deus destruirá a Babilônia e, na terra desolada,Lilith encontrará um lugar para repousar. Ou seja: o profeta conhecia a figura da “primeira mulher”.Textos hebraicos e rendições artísticas de Lilith a descrevem como uma mulher alada e serpentina. Então, dá para associá-la à figura da serpente alada do Éden.

Bíblia Curiosa: Como os Babilônios cultuavam a Deusa Lilith, possivelmente Deus mencionou seu nome para descrever o que aconteceria com os babilonios em razão da adoração de Lilith, tais comentários são encontrados sobre nações que adoravam outros deuses, cujo os nomes de tais deuses também estão mencionados na Bíblia. Como o significado do seu nome era noite, animais da noite como a coruja poderiam ser associados.

6) Linhas tortas

A Igreja Católica, em particular, deu um “delete” definitivo na única menção a ela dentro da Bíblia na metade do século 16, durante o Concílio de Trento. Nele, a Igreja decidiu tornar “oficial” a Bíblia Vulgata, uma tradução para latim do século 4 que já havia trocado a palavra “Lilith” em Isaías 34 por “ibis”. A adoção de uma versão da Bíblia que já tinha dado sumiço em Lilith permitiu que ela fosse aos poucos desaparecendo da tradição católica.

POR OUTRO LADO (Comentário da superinteressante)
Nada é certo quando falamos em textos antigos
– A teoria acadêmica dominante sobre o Gênesis diz que a “incoerência” entre o primeiro e o segundo capítulo seria reflexo da tentativa de juntar dois mitos de criação em um livro só, e não sinais de que parte dele foi “apagado”
O Gênesis é aberto a interpretação. Há quem leia o primeiro capítulo como um resumo geral da criação do mundo, para só no segundo entrar em detalhes
– Tanto Gênesis quanto Isaías são textos antigos, têm origens incertas e passaram por diversas traduções até as versões atuais, que diferem entre si. Ou seja, não existem versões “definitivas” dos livros
– Todas as conexões entre a figura do folclore judaico Lilith e as civilizações pré-cristãs são contestáveis. Alguns consideram os amuletos de Arslan Tash falsificações. A passagem da Épica de Gilgamesh que cita Lilith pode ser uma adição do século 6 a.C., e seu significado é incerto
– O único texto que de fato menciona Lilith como primeira mulher de Adão é o Alfabeto de Ben Sirá, do século 7, que alguns consideram satírico, embora faça mesmo parte do Talmud judaico
– Textos sagrados não são livros de história. Discutir o que “realmente” aconteceu no Éden é igual a discutir se Capitu traiu Bentinho: não há uma resposta
Bíblia Curiosa: A maior parte dos artigos que são apresentados na internet, procuram chamar a atenção, trazer curiosidade ao leitor ou telespectador. Mas se tratando de assuntos espirituais, que vão definir seu futuro após está vida. não deixe ser influenciado por notícias que não são bíblicas, elas podem servir como informação, mas não são o "Assim diz o Senhor", se você busca a vida eterna que a Bíblia promete, você deve buscar a sua palavra(A Bíblia) a única regra de fé para todo o cristão.

Seja como os Bereanos, que ouviam tudo, mas verificavam nas escrituras para ver se o fato mencionado estava em harmonia com as escrituras.

Deus te abençoe.
 

Johnny Cleber Francisco 
Teólogo e Autor do Blog "Bíblia Curiosa"


Imagem: https://www.amambainoticias.com.br/especial/conheca-a-historia-de-lilith-a-primeira-mulher-de-adao

24 março 2019

CONHECE EDITH ELA ESTÁ NA BÍBLIA




O NOME DA ESPOSA DE LÓ

"Na Bíblia, a esposa de Ló é uma figura mencionada pela primeira vez em Genesis 19. O livro de Genesis descreve como ela se tornou um pilar de sal depois que ela olhou de volta para SodomaEla não é citada na Bíblia, mas é chamada de "Ado" ou "Edith" em algumas tradições judaicas. Ela também é mencionada nos livros deuterocanônicos em Sabedoria 10:7 e no Novo Testamento em Lucas 17:32. Os relatos islâmicos também falam sobre a esposa do Profeta Lut (Lot) ao mencionar 'Povo de Lut'." 1

Outro fato interessante, Deus aguardou Ló chegar na cidade de Zoar, para iniciar a destruição das cidades, foi na cidade de Zoar que a mulher de Ló olhou para traz.

Guias turisticos indicam uma coluna de sal como sendo a mulher

de Ló, no monte Gomorra, mas este local faz parte da cidade de Zoar? ou Gomorra? Não encontrei confirmação para isso, mas assim que obte-lo informarei a vocês, acredito que sabem aonde quero chegar.











Fonte: *https://www.youtube.com/watch?v=iSQUzOSSe_M

1. https://en.wikipedia.org/wiki/Lot's_wife

IMAGEM: https://www.google.com/search?rlz=1C1CHBD_pt-PTBR823BR823&biw=1024&bih=450&tbm=isch&sa=1&ei=3AGNXNmGEqi75OUP1Y6IwAk&q=MULHER+DE+L%C3%93&oq=MULHER+DE+L%C3%93&gs_l=img.3...28863.29077..30227...0.0..0.1177.2148.6-1j1......1....1..gws-wiz-img.PNsh1irgXvo#imgdii=K9GC0lwffXWJaM:&imgrc=m-c50bkEJqw8nM:

Deus, Somente Deus! - Prisma Brasil




Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=8CX-oLp0qtI

08 março 2019

DESVENDANDO OS ESCRIBAS: Guardiões do Conhecimento


Escriba é um termo utilizado para designar pessoas que na antiguidade exerciam funções relacionadas ao domínio da escrita. O significado mais comum de escriba na Bíblia refere-se aos intérpretes da Lei, mas a aplicação desse termo depende do contexto em que ele está empregado.
Como na antiguidade poucas pessoas dominavam a arte da leitura e escrita, a profissão de escriba era muito considerada. Neste texto, conheceremos um pouco mais sobre quem eram os escribas na Bíblia.

Qual o significado de escriba?

A palavra escriba é utilizada para traduzir pelo menos quatro termos originais encontrados na Bíblia, sendo, o hebraico sopher e os gregos grammateusnomikoi, também traduzido como “doutores da lei”, e nomodidaskaloi, também traduzido como “mestres da lei”.
Para entendermos melhor o significado de escriba, bem como a função que exerciam, precisamos considerar algumas passagens do Antigo e do Novo Testamento onde essas pessoas aparecem.

Os escribas no Antigo Testamento

Originalmente, no Antigo Testamento, o escriba era a pessoa que inspecionava e cuidava de documentos. Geralmente o escriba aparece em alguns textos designado como “escrivão” (2Cr 26:11; 2Rs 25:19).
Como dissemos, o termo empregado no Antigo Testamento é o hebraico sopher, que deriva de saphar, que significa “contar” ou “dizer”. Esse era um ofício altamente técnico.
Tal pessoa poderia ser um tipo de secretário real que possuía nível de ministro, e era o responsável por registrar informações importantes para a corte. Em alguns casos, a função do escrivão estava relacionada à tesouraria do estado (2Sm 8:17; 1Rs 4:3; 2 Rs 12:10; 18:18). O escriba chefe, por exemplo, era um dos principais conselheiros do rei.
Ainda do Antigo Testamento, às vezes encontramos o escriba designado como um simples secretário que escreve uma carta (Ed 4:8), mas em outras vezes o escriba aparece responsável por transcrever as Escrituras, como é o caso de Baruque (Jr 36:26,32).
Apesar de mesmo antes do fim do exílio o escriba, em algumas ocasiões, já poder ser alguém que copiava, estudava, interpretava e ensinava as Escrituras (Jr 8:8,9), a aplicação da função do escriba relacionada, principalmente, ao estudo, copia e guarda da Lei, pode ser vista especialmente após o período de cativeiro babilônico.
Em Neemias 8:9 lemos que Esdras era ao mesmo tempo sacerdote e escriba, o que sugere que inicialmente, após o exílio, essa poderia ser uma função pertencente aos sacerdotes, apesar de que antes disto a tarefa do escrivão parece ter sido completamente separada do sacerdócio.

Os escribas no período intertestamentário

Foi após o período dos grandes profetas, depois do exílio, no período interbíblico, que os escribas passaram a exercer uma influência maior sobre o povo, visto que a Lei Mosaica assumiu uma condição ainda mais proeminente.
Assim, durante esse período os escribas já eram reconhecidos como alguém que executava uma função honorária relacionada ao estudo da Lei. Por volta do século 2 a.C., boa parte dos escribas eram também sacerdotes. Foi nesse período que começaram a surgir os escribas da forma com que aparecem no Novo Testamento.

Os escribas no Novo Testamento

No Novo Testamento, devemos entender os escribas como sendo aqueles que eram especialistas na interpretação da Lei. Foram eles os principais originadores do culto na sinagoga.
Conforme já foi citado, os termos gregos aplicados no Novo Testamento para se referir aos escribas também podem ser traduzidos como “doutores da lei” e “mestres da lei”, de modo que tais traduções são sinônimas da palavra “escribas” nos livros do Novo Testamento. Assim, nunca encontraremos as expressões “escribas” e “mestres da lei” juntas na mesma sentença.
Alguns escribas também pertenciam ao Sinédrio (Mt 16:21; 26:3), de modo que tais expressões, doutores da lei e mestres da lei, se referem ao fato de que eles eram responsáveis pela administração da Lei nos julgamentos do Sinédrio.
Os escribas que aparecerem no Novo Testamento tinham a função de preservar a Lei. Eles eram profundos estudiosos da Lei, e também guardiões dela, principalmente quando o sacerdócio se corrompeu no período helenístico.
Eles instruíam muitos alunos na Lei, e exigiam que tais alunos fossem capazes de transmitir o que havia sido ensinado sem qualquer variação. Eles também faziam algumas atividades no Templo (Lc 2:46; Jo 18:20).
Os escribas deveriam ministrar seu ensino de forma gratuita, porém em muitos casos provavelmente tais ensinos eram transmitidos mediante pagamento, e inclusive eles tiravam vantagem da posição de honra que ocupavam diante do povo (Mt 10:10; Mc 12:40; Lc 20:47; cf. 1Co 9:3-18).
Os escribas aparecem nos Evangelhos geralmente acompanhados dos fariseus, ou seja, pertenciam principalmente ao partido deles, mas constituíam um grupo distinto.
Por diversas vezes eles entraram em conflito com Jesus, pois o Senhor condenava a hipocrisia e o formalismo exterior que estimulavam (Mt 7:28,29). A maioria deles fazia oposição aberta ao ministério de Cristo (Mt 21:15), mas alguns deles vieram a crer (Mt 8:19).
Os escribas também tinham uma preocupação muito grande em aplicar e transmitir no cotidiano a lei oral, isto é, as diversas normas legais não escritas. Eles priorizavam tanto a tradição oral que a elevaram acima da Lei escrita, e por esta razão foram duramente repreendidos pelo Senhor (Mc 7:1-13).
Eles também perseguiram o apóstolo Pedro e o apóstolo João (At 4:5), além de participarem do martírio de Estevão(At 6:12). Quando Paulo falou sobre a questão da ressurreição, eles se posicionaram ao lado do apóstolo ao discordarem dos sacudeus (At 23:9).
Os escribas se orgulhavam muito do título de rabi que significa “meu senhor” (Mt 23:7). Após a queda de Jerusalém em 70 d.C., a importância desse grupo ficou ainda maior, pois eles contribuíram de diversas maneiras para a continuidade do judaísmo.

Curiosidade sobre os escribas

O Novo Testamento não nos fornece tantos detalhes sobre as vestes usadas pelos escribas. Apenas nos é dito que eles se vestiam com túnicas longas e adornadas. Sem dúvida era um tipo de veste imponente.
Já no Antigo Testamento, sabemos que eles também se vestiam com vestes finas e possuíam um estojo para guardar a pena ajustado ao cinto (Ez 9:2). Seus instrumentos de trabalho eram as penas e uma pequena faca para apagar a escrita e cortar o papiro (Jr 36:23). Se fosse o caso, os escribas também usavam algum tipo de cunha ou estilete para escrever na escrita cuneiforme.
FONTE: https://estiloadoracao.com/o-que-e-escriba/

FONTE IMAGENS:  https://www.google.com/search?q=escriba&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwjW76CTx_LgAhWYILkGHY2aDGkQ_AUIDigB&biw=1920&bih=893#imgrc=e_8OPtVgu3oa2M:

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04 março 2019

Cientistas comprovam o dia em que o sol parou, descrito na Bíblia por Josué


Pesquisadores israelenses conseguiram determinar a data exata em que o pôr do sol se atrasou por quase um dia inteiro durante uma batalha descrita no livro de Josué. Segundo o relato bíblico em Josué 10:12-14, a Terra teria parado seu movimento por quase um dia, atrasando o pôr do sol e assegurando uma vitória decisiva para Israel. Esse episódio bíblico foi corroborado por uma equipe de cientistas israelenses com o apoio de dados da NASA.

Três pesquisadores da Universidade Ben-Gurion do Negev, em Bersebá, Israel, publicaram um estudo que sugere que, naquele período, ocorreu um eclipse solar. Eles conseguiram identificar a data da batalha como 30 de outubro de 1207 a.C. No relato bíblico, Josué pediu a Deus que o sol se detivesse sobre Gibeom e a lua sobre o vale de Aijalom, o que, segundo o texto, ocorreu: “O Sol parou no meio do céu e por quase um dia inteiro não se pôs” (Josué 10:12-13).

Os pesquisadores notaram que outros relatos antigos também mencionam a paralisação do Sol, mas apenas o relato bíblico inclui a Lua. Isso levou à conclusão de que o evento descrito corresponde a um eclipse solar, quando a Lua passa entre o Sol e a Terra, bloqueando a luz solar.

A equipe liderada pelo Dr. Hezi Yitzhak identificou um único eclipse solar na região que ocorreu entre 1500 e 1000 a.C., coincidindo com o período em que os israelitas teriam entrado na terra. O eclipse foi datado precisamente às 16h28 do dia 30 de outubro de 1207 a.C. Os estudiosos também conseguiram mapear o percurso de 30 quilômetros seguido por Josué e seus homens até Gibeão, ao norte de Jerusalém.

No entanto, o estudo não conseguiu verificar a origem da chuva de granizo mencionada em Josué 10:11: “Enquanto fugiam de Israel na descida de Bete-Horom para Azeca, o Senhor lançou sobre eles grandes pedras de granizo, que mataram mais gente do que as espadas dos israelitas.”

“Nem todos aceitam a ideia de usar a física para validar histórias bíblicas, e entendo que isso pode ser visto como uma tentativa de racionalizar a fé,” afirmou Yitzhak ao site Haaretz no último domingo (16). “No entanto, há muitas verdades históricas que têm evidências arqueológicas substanciais.”


Fonte: https://guiame.com.br/gospel/mundo-cristao/cientistas-comprovam-o-dia-em-que-o-sol-parou-descrito-na-biblia-por-josue.html


imagens respectivamente: https://www.google.com/search?q=josue+parando+o+sol&rlz=1C1CHBD_pt-PTBR823BR823&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwido4PukOngAhVdIrkGHVMEDoAQ_AUIDygC&biw=1536&bih=723#imgrc=z7Rl4q8TBcUBgM:


https://www.google.com/search?q=josue+parando+o+sol&rlz=1C1CHBD_pt-PTBR823BR823&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwido4PukOngAhVdIrkGHVMEDoAQ_AUIDygC&biw=1536&bih=723#imgrc=gZabRuzpTpS5rM:

DANIEL NA COVA DOS LEOES



Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=bDYJLJR2LNo&list=RD36w-GWF-zJk&index=2
Cenas da rede Record de televisão

COMENTÁRIOS SOBRE A CENA DE MESAQUE, SADRAQUE E ABEDENEGO SENDO JOGADOS NA FORNALHA

Os atores e o diretor comentam a cena da fornalha e como eles se sentiram com a cena.






Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=6xItBtqV9ro

https://www.youtube.com/watch?v=5bZFJrESVs0

Cenas da Rede record de Televisão

19 julho 2018

“Deus Escolheu um Povo: O Que Isso Significa Para Você Agora?”

 

Imagine que você recebe uma notícia inesperada: alguém muito importante escolheu você para uma missão especial.

Qual seria sua primeira reação? Talvez você perguntasse: "Por que eu?"

Talvez olhasse para sua própria vida e pensasse em todas as suas limitações, erros e fraquezas.

"Existem tantas pessoas melhores do que eu. Por que alguém me escolheria?"

Essa reação revela algo muito humano. Nós costumamos acreditar que escolhas importantes são feitas baseadas em capacidade, força, inteligência ou posição. Escolhemos os melhores jogadores. Escolhemos os melhores profissionais. Escolhemos aquilo que parece mais valioso. 

Mas quando olhamos para a maneira como Deus escolhe, descobrimos algo completamente diferente. Deus não escolhe como o homem escolhe. E talvez essa seja uma das maiores surpresas da Bíblia.

O povo escolhido não era o povo que parecia especial

Quando pensamos em um povo escolhido por Deus, talvez imaginemos uma grande nação, poderosa, admirada por todos e superior às demais.

Mas a história bíblica começa de uma forma completamente diferente. Começa com um homem chamado Abraão. Ele não era rei. Não comandava exércitos. Não possuía uma grande influência. Era apenas um homem vivendo sua vida em sua terra.

Então Deus faz um chamado que mudaria sua história:

"Ora, disse o Senhor a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei; de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção!" (Gênesis 12:1-2)

Perceba algo que talvez passe despercebido. Deus não encontrou Abraão pronto. Deus chamou Abraão para prepará-lo. O homem olha para aquilo que alguém é. Deus olha para aquilo que alguém pode se tornar em Suas mãos. Essa é uma diferença fundamental. Muitas vezes você olha para sua história e enxerga apenas suas falhas. Deus olha para a mesma história e enxerga um propósito.

Deus não escolheu Israel porque era maior

Com Abraão começou uma promessa que passaria por Isaque e Jacó, cujo nome foi mudado para Israel. Dessa família surgiria uma nação. Mas aqui está uma verdade que surpreende. 

Israel não foi escolhido porque era superior aos outros povos. Não foi porque era mais numeroso. Não foi porque possuía mais força. Deus deixou isso muito claro:

"O Senhor não tomou apego a vós, nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menor de todos os povos; mas porque o Senhor vos amava..." (Deuteronômio 7:7-8)

Perceba a diferença entre a lógica humana e a lógica divina.

O homem pensa:

"Sou escolhido porque sou melhor."

Deus ensina:

"Sou escolhido porque fui amado e tenho uma missão."

A escolha de Deus nunca foi uma declaração de superioridade. Foi um chamado para servir.

O maior privilégio também era a maior responsabilidade

Talvez, ao ouvir que Israel era o povo escolhido, alguém pudesse pensar: "Que privilégio!"

E realmente era. Mas havia algo maior envolvido. Havia uma responsabilidade. Deus disse:

"E vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa." (Êxodo 19:6)

O sacerdote tinha uma função: aproximar pessoas de Deus. Israel não deveria apenas receber a bênção. Deveria revelar a bênção. Não deveria apenas conhecer Deus. Deveria mostrar Deus ao mundo.

Esse princípio continua sendo verdadeiro hoje. Deus nunca ilumina uma pessoa apenas para que ela aproveite a luz sozinha. Ele ilumina para que ela ajude outros a encontrar o caminho. 

Talvez Deus tenha colocado algo em suas mãos não apenas para beneficiar você, mas para alcançar alguém através de você.

O plano de Deus sempre apontava para Cristo

Mas a história do povo escolhido não termina em Israel. Na verdade, Israel nunca foi o destino final. Era parte de um plano maior. Desde o início, Deus estava preparando o mundo para a chegada de Jesus. Paulo explica:

"Ora, as promessas foram feitas a Abraão e ao seu descendente. Não diz: E aos descendentes, como se falando de muitos, porém como de um só: E ao teu descendente, que é Cristo." (Gálatas 3:16)

Aqui está uma descoberta importante. O centro da história não é Israel. O centro da história é Cristo. Israel recebeu a promessa. Mas Jesus era o cumprimento da promessa. A bênção que começou com Abraão seria oferecida ao mundo inteiro através do Salvador. Por isso Jesus ordenou:

"Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações..." (Mateus 28:19)

O Deus que começou chamando uma família agora estava chamando pessoas de todos os povos.

O povo escolhido não é definido pela origem, mas pela união com Cristo

Durante séculos existiu uma separação entre judeus e gentios. Mas Cristo veio fazer algo que nenhum ser humano conseguiria fazer. Ele veio derrubar barreiras. Paulo escreveu:

"Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e, tendo derribado a parede da separação que estava no meio..." (Efésios 2:14)

A cruz mostrou que, diante de Deus, a maior separação não era entre povos. Era entre o ser humano e seu Criador. E Cristo veio restaurar essa relação. Por isso Pedro escreve:

"Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus..." (1 Pedro 2:9)

Agora essa pergunta chega até você. Você já percebeu que essa promessa também envolve sua vida?

Deus não escolhe pessoas apenas para salvá-las, mas para enviá-las

Talvez você já tenha feito esta pergunta: "Qual é o propósito da minha vida?"

A resposta começa aqui. Você não foi criado apenas para existir. Não foi chamado apenas para receber bênçãos. Foi chamado para representar Deus. O mundo precisa enxergar Cristo através daqueles que pertencem a Ele.

Na sua família. No seu trabalho. Nas suas escolhas. Na maneira como você trata as pessoas.

Ser escolhido por Deus não significa estar acima dos outros. Significa estar disponível para servir outros. Jesus mostrou isso perfeitamente. Ele era o Filho de Deus, mas lavou os pés dos discípulos. Ele tinha toda autoridade, mas escolheu servir. Ele merecia ser exaltado, mas escolheu a cruz.

A pergunta que Deus faz a você hoje

A história do povo escolhido não é apenas uma história antiga. É um convite. Deus chamou Abraão. Formou Israel. Enviou Cristo. Chamou pessoas de todas as nações. E continua chamando hoje.

Talvez você tenha passado muito tempo olhando para suas limitações e pensando: 

"Deus não pode usar alguém como eu."

Mas a Bíblia mostra exatamente o contrário. Deus sempre trabalhou através de pessoas que dependiam dEle. A questão nunca foi se elas eram suficientes. A questão sempre foi se estavam dispostas. Então a pergunta final não é apenas:

"Quem é o povo escolhido?"

A pergunta que Deus coloca diante de você é:

"Você permitirá que Eu transforme sua vida em uma expressão do Meu amor para o mundo?"

Porque ser escolhido por Deus não é apenas receber um lugar em Sua família. É aceitar o chamado de fazer parte da Sua missão. 

E talvez hoje Deus esteja chamando você para descobrir que sua vida não é um acidente. Ela faz parte de um plano maior.

Um plano que começou com uma promessa, encontrou seu cumprimento em Cristo e continua sendo escrito através daqueles que entregam sua vida nas mãos de Deus.

02 fevereiro 2018

Novelas Bíblicas são verdadeiras????


É  notável a quantidade de pessoas que estão habituadas a assistir as novelas bíblicas, possuem aspectos até positivos, mas até que ponto são aceitáveis?

Em primeiro lugar, precisamos entender que a novela é um instrumento de entretenimento, normalmente são preenchidos com cenas impressionantes ou curiosas que prendem o telespectador, para que ele tenha o desejo de ver o próximo capítulo no dia seguinte.

Em segundo lugar, o mundo que vivemos tem tornado o que é sagrado em algo comum, isto é um grande dano, pois o sagrado com o profano não podem ser misturados, é uma ofensa a Deus.

Este hábito tem se tornado comum, por exemplo, quando ouvimos hinos que possuem ritmos que são de origem do mundo, exemplo: samba, pagode, musicas romanticas, rap, etc...   Ou eventos como "Carnaval de Jesus", "baile do Rei", etc...

Mas voltando a novelas, existe algum mal nelas?

Se você meu querido leitor, assiste por entretenimento, e não está vinculada a alguma igreja, a novela pode ter até pontos positivos, porém você corre o risco de achar que o que assistiu está na Bíblia e poderá considerar a novela como uma verdade bíblica, o que leva você a um risco muito grande. Pois a verdade de Deus está somente em seu livro sagrado, a Bíblia.

No entanto, se você é um cristão, vai a igreja regularmente, ama a Deus e tem sua fé focada em Cristo, aconselho que tome cuidado. Procure assistir com o espirito analítico, procure ver na palavra de Deus se o que você está assistindo é de fato assim, ou o autor da novela recheou os capítulos com eventos que não estão nas escrituras, para aumentar a audiência. (tendência natural das novelas)

Na verdade, as novelas estão cheias de misticismo e roteiro fantasioso, que ilude e engana as pessoas, a Bíblia não pode ser distorcida como a vemos nas novelas, lembre-se do que diz o texto bíblico: " Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: "se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro" Apoc. 22:18

A Bíblia fala que devemos divulgar o está relatado nas escrituras, mas não podemos alterar o que está escrito, pois sofreremos a punição divina.

Por isso, pois todo o cristão deve estar atento para as armadilhas que inimigo pode trazer para te afastar do livro sagrado. Há pessoas que assistem filmes bíblicos, músicas, e novelas, achando que está ligado a Deus através destes. Mas é um engano tremendo.

Portanto, caro leitor, não caia no engano de achar que "entreter-se" com material supostamente "espiritual", nutrirá seu coração do que precisa espiritualmente, lembre-se nada, mas nada substitui a palavra de Deus. Você só poderá reconhecer o erro se conhecer o livro sagrado. Somente nas escrituras encontramos o caminho para salvação.

Lembre-se disso!!!

Autor: Johnny Cleber Francisco
Autor da Bíblia Curiosa.



21 julho 2017

Cientista americano choca ateus ao confirmar que a oração tem o poder de curar doenças após estudar 40 mil casos!


A oração pode curar, sim! E quem diz isso não somos nós! É a ciência!
O dr. Andrew Newberg, professor da Universidade Thomas Jefferson, nos Estados Unidos, realizou um estudo de ressonância magnética e descobriu que a oração e a meditação são realmente poderosíssimas.

Quando iniciamos essas práticas regularmente, o nosso cérebro aumenta a atividade dos lobos frontais e da área de linguagem, da mesma forma que acontece com a comunicação.
Esse esforço deve ser entendido como um treino físico para a mente, que resulta na cura de várias doenças e até no desenvolvimento cerebral.
O bom de tudo é que não precisa de ser um monge ou uma freira para desfrutar dos benefícios que a oração e a meditação podem oferecer.
Para chegar à conclusão de que essas práticas realmente são importantes, o dr. Andrew fez a seguinte experiência:
Selecionou alguns idosos com problemas de memória para observá-los antes, durante e depois das meditações e orações.
A análise foi feita diariamente, por 12 minutos, durante 8 semanas.
O resultado foi muito positivo em relação aos benefícios que a oração e a meditação podem oferecer à nossa saúde.
O mais interessante é que o dr. Andrew afirma que nosso cérebro realmente tem estrutura para receber essas experiências especiais com facilidade, independentemente da religião.
Outro estudo, publicado na revista Câncer, da Sociedade Americana do Cancro, provou que pacientes com fortes crenças espirituais reagem melhor ao tratamento e têm menos sintomas.
A análise foi realizada com 40.000 pacientes.
Pesquisadores da Moffitt Cancer Center, na Flórida, perceberam que os que acreditavam numa força superior tinham mais saúde física e mental do que os incrédulos.
Essas pessoas também têm melhor convivência com o meio social.
O que podemos concluir com tudo isso é que a crença e a fé nos tornam pessoas melhores.
E que o ser humano apoia-se em três pilares: físico, mental e espiritual.
Isso não é maravilhoso?

Com informações do site: http://www.muitofixe.pt/ e Fonte: curapelanatureza.com.br

Extraido do Site: http://www.jornaldopais.com.br/cientista-americano-choca-ateus-ao-confirmar-que-a-oracao-tem-o-poder-de-curar-doencas-apos-estudar-40-mil-casos/

23 setembro 2016

"A Autoridade das Escrituras: O Desafio de Viver Sob a Palavra de Deus"


Nenhum livro foi tão amado, tão odiado, tão reverenciado e tão perseguido quanto a Bíblia. Muitas pessoas deram a vida em defesa da Bíblia, enquanto outras mataram por causa dela. Ela inspirou as maiores e mais nobres ações humanas, ao mesmo tempo em que foi acusada de incitar os atos mais danosos e degenerados. Guerras foram travadas, revoluções ocorreram e reinos caíram em nome da Bíblia. Pessoas de todas as vertentes – de teólogos da libertação a capitalistas, de fascistas a marxistas, de ditadores a libertadores, de pacifistas a militaristas – recorrem avidamente às suas páginas em busca de justificativas para suas ações. No entanto, a singularidade da Bíblia não se deve apenas às suas influências políticas, culturais e sociais, mas à sua origem divina e aos temas que aborda. Ela é a revelação do Deus-homem único: Jesus Cristo, o Filho de Deus e Salvador do mundo.

Revelação Divina

Apesar das inúmeras questões desafiadoras sobre Deus ao longo da história, a humanidade tem testemunhado confiantemente Sua existência e Seu modo de revelação. De que maneira Deus se revelou à raça humana e até que ponto Ele pode ser compreendido?

Revelação Geral

Muitos veem canais da auto-revelação de Deus na natureza, na história e no comportamento humano. Esses vislumbres da natureza de Deus, obtidos através desses meios, são frequentemente chamados de “revelação geral”, pois estão disponíveis para todos e apelam à razão humana. Para milhões, a beleza natural é prova de um Deus amorável.

O brilho do sol, a chuva, as montanhas e as correntes de água testemunham a existência de um Criador amoroso. "Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras de Suas mãos" (Salmo 19:1). "Os atributos invisíveis de Deus, Seu eterno poder e Sua divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos pelas coisas criadas" (Romanos 1:20).

Outros percebem evidências de um Deus cuidadoso através das relações humanas, como o amor e a amizade entre amigos, família, cônjuges e pais. "Como alguém a quem sua mãe consola, assim Eu vos consolarei" (Isaías 66:13). "Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor Se compadece dos que O temem" (Salmo 103:13).

No entanto, a mesma luz do sol pode transformar a terra em deserto, a mesma chuva pode causar inundações devastadoras, e as mesmas montanhas podem desmoronar. As relações humanas muitas vezes são marcadas por inveja, ciúmes e violência. O mundo ao nosso redor oferece sinais confusos, apresentando perguntas e respostas, refletindo o conflito entre o bem e o mal, mas sem explicar sua origem, os envolvidos e o desfecho final.

Revelação Especial

O pecado obscurece a capacidade humana de interpretar a revelação geral de Deus. Para auxiliar a compreensão divina, Deus ofereceu uma “revelação especial” através das Escrituras do Antigo e do Novo Testamento. Inicialmente, a revelação veio por meio dos profetas e, posteriormente, culminou em Jesus Cristo, a revelação final de Deus (Hebreus 1:1-2).

Na Bíblia, Deus se revela pessoalmente e também através de proposições que declaram a verdade a Seu respeito. Ambas as formas de revelação são necessárias: conhecer Deus através de Jesus (João 17:3) e compreender a verdade “segundo é... em Jesus” (Efésios 4:21). Essas revelações permitem que Deus supere as limitações humanas e comunique Seu desejo de salvação.

O Ponto Focal das Escrituras

A Bíblia expõe a condição humana e revela a solução divina. Os seres humanos são mostrados como perdidos e separados de Deus, enquanto Jesus é apresentado como o Redentor que os reconcilia. Jesus Cristo é o ponto central das Escrituras. No Antigo Testamento, Ele é o Messias; no Novo Testamento, é revelado como o Salvador. Cada página, seja através de símbolos ou realidades concretas, revela algum aspecto de Jesus Cristo, Sua obra ou Seu caráter.

Na cruz, a principal revelação da obra de Deus é dramaticamente demonstrada. A cruz representa o ponto de convergência entre a maldade humana e o amor divino. Ela revela a falibilidade humana e a profundidade do pecado, bem como o maior sacrifício e a mais abrangente demonstração de amor.

O foco da Bíblia é, portanto, a pessoa de Jesus Cristo. Ele é o centro de todo o drama cósmico. Quando o conflito entre luz e trevas terminar, o triunfo de Cristo na cruz culminará com a erradicação do mal. A unidade entre seres humanos e Deus será restaurada. O tema do amor de Deus, especialmente demonstrado na morte sacrificial de Cristo, é a maior verdade do universo e o ponto focal da Bíblia.

A Autoria das Escrituras

A autoridade da Bíblia como regra de fé e prática decorre de sua origem. Os escritores bíblicos a consideravam única e distinta de toda a literatura existente, referindo-se a ela como “Sagradas Escrituras” (Romanos 1:2), “sagradas letras” (2 Timóteo 3:15) e “oráculos de Deus” (Romanos 3:2; Hebreus 5:12).

Os autores bíblicos frequentemente destacaram que não eram os originadores das mensagens que transmitiam, mas que recebiam essas mensagens de fontes divinas. A revelação divina foi transmitida através do Espírito Santo, que falou por meio dos profetas (Neemias 9:30; Zacarias 7:12). Davi, Ezequiel e Miquéias reconheceram a inspiração do Espírito Santo em suas mensagens. O Novo Testamento também confirma que o Espírito Santo inspirou os escritores da Bíblia, como Pedro destacou em suas epístolas (1 Pedro 1:10-11; 2 Pedro 1:21).

A Bíblia é a verdade divina expressa em linguagem humana. Assim como Jesus combinou o divino e o humano em Sua encarnação, a Bíblia reúne esses aspectos em um só. A combinação divina e humana torna a Bíblia uma obra única na literatura.

Os Autores das Escrituras

O Espírito Santo preparou certos indivíduos para receber e comunicar as verdades divinas. A Bíblia não detalha os métodos exatos de qualificação, mas sabemos que o Espírito Santo estabeleceu uma união entre o divino e o humano na escrita das Escrituras. A qualificação para ser um escritor bíblico não dependia de talentos naturais ou de uma vida perfeita. A revelação divina não convertia a pessoa nem garantia a sua salvação eterna. Balaão, por exemplo, transmitiu uma revelação divina sob inspiração, mas agiu contrariamente aos conselhos de Deus (Núm. 22-24). Davi, amplamente usado pelo Espírito Santo, também cometeu graves pecados, conforme reconhecido em seus próprios lamentos no Salmo 51.

Os autores bíblicos, apesar de serem pessoas com uma natureza pecaminosa, necessitavam da graça de Deus diariamente (Rom. 3:12). A inspiração que receberam não deve ser vista apenas como iluminação ou orientação, pois essas são prometidas a todos que buscam a verdade. Na verdade, os escritores bíblicos foram inspirados mesmo em momentos em que não compreendiam completamente a mensagem divina (I Ped. 1:10-12).

A resposta dos autores à mensagem recebida variava. Às vezes, o profeta estava perplexo (Dan. 8:27; Apoc. 5:4) ou pesquisava o significado das revelações (I Ped. 1:10). Outras vezes, os profetas sentiam-se temerosos ou até discutiam com Deus sobre a mensagem que deveriam proclamar (Hab. 1; Jon. 1:1-3; 4).

Método e Conteúdo da Inspiração

O Espírito Santo frequentemente comunicava o conhecimento divino por meio de visões e sonhos (Núm. 12:6). Outras vezes, Ele falava audivelmente ou através de impressões íntimas. Samuel recebeu informações divinas diretamente (I Sam. 9:15; I Sam. 16:7). Zacarias viu representações simbólicas e suas explicações (Zac. 4). Paulo e João tiveram visões celestiais com instruções orais (II Cor. 12:1-4; Apoc. 4 e 5).

Ezequiel foi mostrado eventos ocorrendo em outros lugares (Ezeq. 8), e alguns profetas participaram ativamente de suas visões (Apoc. 10). O conteúdo da inspiração incluiu tanto eventos futuros (Dan. 2, 7, 8 e 12) quanto registros históricos, baseados em experiências pessoais e fontes existentes (Juízes, I Samuel, II Crônicas, Evangelhos, Atos dos Apóstolos).

Inspiração e História

A afirmação bíblica de que “toda a Escritura é inspirada por Deus” (II Tim. 3:16) garante a confiabilidade das Escrituras, assegurando que todas as informações, sejam colhidas por observação, relato oral, fontes escritas ou revelação direta, foram guiadas pelo Espírito Santo. A Bíblia não é apenas uma coleção de doutrinas abstratas, mas revela o plano de Deus através de eventos históricos reais.

A confiabilidade dos dados históricos é crucial, pois eles formam a base para compreender o caráter de Deus e o destino da humanidade. Uma visão correta desses aspectos pode levar à vida eterna, enquanto uma visão incorreta pode causar confusão sobre a salvação. Deus instruiu homens a escreverem sobre Seu relacionamento com a humanidade, especialmente com o povo de Israel, e essas narrativas oferecem uma visão precisa e objetiva da história divina (Núm. 33:1-2; Jos. 24:25-26; Ezeq. 24:2).

Os eventos históricos registrados têm valor espiritual e servem como "tipos" e "exemplos" para orientação e advertência (I Cor. 10:11). As experiências de Abraão, as leis civis do Antigo Testamento e até mesmo a destruição de Sodoma e Gomorra têm lições espirituais importantes (II Ped. 2:6; Jud. 7; Rom. 4; Tia. 2:14-22; I Cor. 9:8-9). Lucas e João, ao escreverem suas narrativas, tinham como objetivo garantir que os leitores tivessem plena certeza das verdades sobre Jesus e a salvação (Luc. 1:4; João 20:31).

A Inspiração Divina

As biografias bíblicas revelam a inspiração divina ao apresentar o caráter verdadeiro dos personagens, mostrando suas virtudes e fraquezas sem encobrimento. Os erros e fraquezas dos indivíduos são registrados com a mesma fidelidade que seus sucessos, como evidenciado nas vidas de Noé, Abraão, Moisés, Paulo, Tiago e João. A precisão dos relatos históricos e a exposição honesta dos personagens sugerem que uma análise genuína só pode ser atribuída à inspiração divina.

A Bíblia é considerada por muitos como uma fonte de verdade divina, que, apesar de enfrentar ceticismo e críticas, tem demonstrado uma precisão notável ao longo do tempo. A comparação dos manuscritos antigos, como os do Mar Morto, com textos posteriores confirma a preservação fiel da Bíblia ao longo dos séculos. A exatidão dos textos, apesar das tentativas de desmenti-los, assegura a confiabilidade das Escrituras como revelação infalível da vontade de Deus.

A Autoridade das Escrituras

As Escrituras possuem autoridade divina porque representam a Palavra escrita de Deus, transmitida pelo Espírito Santo. Essa autoridade é evidenciada pelo fato de que Deus fala através das Escrituras, garantindo sua veracidade e relevância para a vida moral e espiritual. A Bíblia, portanto, deve ser vista como a fonte definitiva de verdade e orientação para a humanidade.

As implicações da pretensão das Escrituras à autoridade divina e à inspiração têm um profundo impacto em nossa vida e na busca do conhecimento. Aqui está uma análise de como essas reivindicações afetam a maneira como vivemos e como abordamos o conhecimento:

Implicações da Autoridade das Escrituras

  1. Guia Moral e Espiritual

    • Direção para a Vida: A Bíblia, como revelação direta de Deus, se estabelece como a autoridade suprema em questões de moralidade e espiritualidade. Isso significa que suas orientações e mandamentos são vistos como a norma definitiva para conduta pessoal e ética. Assim, as Escrituras fornecem um padrão de comportamento e princípios que orientam as decisões e ações diárias.
    • Busca de Conhecimento: Quando a Bíblia é reconhecida como a Palavra de Deus, ela se torna a referência última para avaliar qualquer forma de conhecimento ou ensinamento. Isso implica que todas as outras fontes de conhecimento devem ser avaliadas à luz das Escrituras.
  2. Compreensão e Revelação Espiritual

    • Iluminação pelo Espírito Santo: A compreensão verdadeira das Escrituras é considerada dependente da iluminação do Espírito Santo. Sem essa iluminação, a Bíblia pode ser mal compreendida ou ignorada em seu significado profundo. O Espírito Santo não apenas inspira os autores bíblicos, mas também capacita os leitores a entender e aplicar suas verdades.
    • Conhecimento Espiritual: A revelação divina contida nas Escrituras é vista como superior ao conhecimento meramente humano. A iluminação do Espírito Santo é crucial para captar as verdades espirituais que estão além da compreensão natural, o que é especialmente importante ao considerar a profundidade dos ensinamentos bíblicos.
  3. Autoridade sobre Outras Fontes de Conhecimento

    • Padrão de Verdade: As Escrituras estabelecem um padrão para a verdade que deve ser usado para avaliar outras formas de conhecimento. Isso inclui a ciência, a filosofia e outras disciplinas. A Bíblia é considerada superior a todas as formas de sabedoria humana, e qualquer entendimento humano deve ser harmonizado com os princípios bíblicos.
    • Correção e Julgamento: A Bíblia serve como um critério para julgar a validade de ensinamentos e revelações espirituais. Isso significa que qualquer alegação de conhecimento ou prática espiritual deve estar em conformidade com o que está escrito nas Escrituras.

O Papel das Escrituras na Busca do Conhecimento

  1. Unidade e Coerência

    • Revelação Progressiva: A Bíblia, escrita ao longo de muitos séculos e por diferentes autores, mostra uma unidade surpreendente, refletindo uma revelação progressiva de Deus. O Antigo e o Novo Testamentos são vistos como partes interconectadas de uma única revelação divina, cada uma complementando e explicando a outra.
    • Harmonia entre Testamentos: O Antigo Testamento contém profecias e símbolos que são cumpridos no Novo Testamento. Isso demonstra a coerência e a continuidade da mensagem divina, oferecendo uma base sólida para a compreensão das Escrituras como um todo.
  2. Preparação para a Vida

    • Educação e Crescimento: A Bíblia é descrita como útil para ensinar, repreender, corrigir e instruir em justiça (II Tim. 3:16). Isso sugere que as Escrituras são um recurso essencial para o crescimento espiritual e moral, oferecendo uma base para o desenvolvimento do caráter e da vida cristã.
    • Perfeição e Capacitação: As Escrituras têm o potencial de tornar os leitores "perfeitos e perfeitamente habilitados para toda boa obra" (II Tim. 3:17). Isso implica que a Bíblia não apenas orienta, mas também capacita os crentes a viverem de acordo com a vontade de Deus.
  3. Desafio à Compreensão Humana

    • Limitações Humanas: A Bíblia reconhece que o entendimento humano é limitado e que a compreensão plena das verdades divinas exige uma abertura ao Espírito Santo. Esse reconhecimento desafia os crentes a buscar uma compreensão mais profunda e a confiar na orientação divina para interpretar e aplicar as Escrituras corretamente.

Conclusão

A pretensão das Escrituras de serem a palavra inspirada e autorizada de Deus tem profundas implicações para nossa vida e nossa busca por conhecimento. Ela estabelece a Bíblia como a autoridade final em questões de moralidade e espiritualidade, demanda uma compreensão iluminada pelo Espírito Santo e orienta todas as formas de conhecimento humano. Ao aceitar essa autoridade e buscar uma compreensão mais profunda das Escrituras, os crentes são chamados a viver de acordo com os princípios divinos e a permitir que a Bíblia molde sua visão de mundo e prática diária.

20 agosto 2016

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DE ONDE VIEMOS?????

Idéia da evolução
O “Centro Ames de Pesquisas da Nasa” foi o responsável por um pronunciamento dos seus cientistas a respeito desta idéia em abril de 1985 (Mountainview/California). Entretanto, ela só foi pronunciada publicamente em Outubro de 1977 na Conferência do Pacífico sobre química, pelo chefe da equipe de cientistas do Centro Ames, James A. Loweless.

Criação do homem - Michelangelo
A idéia dizia respeito ao barro das praias dos mares antigos, tão importantes para o surgimento da vida na terra. “Supondo-se que simples aminoácidos (os componentes químicos de construção das proteínas) e os nucleotídeos (substâncias químicas de construção dos genes) que já tenham se desenvolvido na “sopa prebiótica”, no mar, começarram a se formar em cadeias quando depositados no barro que continha traços de matais como o níquel ou o zinco, secando depois”.

Os cientistas pesquisadores haviam descoberto o seguinte: “Os traços de níquel eram seletivamente mantidos só para os 20 tipos de aminoácidos comuns a todos os viventes, os traços de zinco, na lama, ajudavam a ligar os nucleotídeos, o que resultou em um composto análogo a uma enzima – DNA polimerase – que une partes de material genético em todas as células vivas”.

Ano de 1985 – Os cientistas do Centro Ames anunciam descobertas substanciais nesta pesquisa: as duas propriedades básicas da vida, estavam contidas no barro: capacidade de estocagem e a habilidade de transferir energia. Nas condições primevas essa energia podia ter sido proveniente, principalmente, do declínio radioativo.

A energia estocada no barro o teria transformado em um pseudo-laboratório químico processando as matérias primas inorgânicas em células mais complexas.

Armim Weiss – Universidade de Glasgow – afirma que experiências haviam demonstrado que os cristais de barro pareciam se reproduzir de um cristal genitor – um fenômeno primitivo de reprodução. Graham Caims Smith – Universidade de Glasgow – faz a sua afirmação de que os proto-organismos inorgânicos no barro foram envolvidos na direção ou realmente atuarem como molde do qual eventualmente se desenvolveram os organismos vivos.

Foi a vez de Lelia Coyne opinar. Ela chefiava a equipe de pesquisas da Nasa. A sua declaração esclareceu que a capacidade do barro em estocar e transmitir energia era devida a certos erros na formação dos seus cristais; os defeitos, na microestrutura do barro eram usados como depósitos de energia de onde se emitiam os comandos para a formação dos proto-organismos. Coyne, química da Nasa, descobriu também, que o barro transmite a radiação promotora da vida como resultado do que ela chamou de “gentler process”. Leila Coyne e a sua colega Noam Lahab – Universidade Hebraica de Israel – demonstraram que a secagem e o umedecimento do barro em vários ciclos eram necessários para que ele pudesse atuar como catalisador na formação das cadeias de aminoácidos.

A descoberta de que o barro pode estocar e transferir energia – algumas vezes sob a forma de radioatividade – foi demonstrada por Coyne e Lahab durante os seus experimentos, provando que o barro emite luz ultra violeta quando molhado com líquidos orgânicos (usaram parte de kaolin molhada primeiramente e depois, procederam à secagem com um agente químico secante) ou água.

Leslie Orgel, mesmo diante das novas evidências, ironicamente exclamou: “ A maioria das pessoas que trabalham com a origem da vida, provavelmente, votará na “sopa fora da moda”.....

O The New York Times comenta:

“Aparentemente o barro comum possui duas propriedades básicas essenciais à vida. Pode estocar energia e, também, transmiti-la. Portanto, os cientistas concluem que o barro poderia ter atuado como um fator químico para transformar matérias primas inorgânicas em moléculas mais complexas. Dessas últimas surgiu a vida – e um dia, nós. É o que a bíblia afirmou há tanto tempo, e por barro o gênesis se referia à poeira do solo, obviamente do que o homem é formado. O que não é tão óbvio é o fato de frequentemente repetirmos isso uns aos outros sem saber”.

Bibliografia

- O Gênesis Revisitado –Zecharia Sitchin, erudito e consultor da Nasa – ed. Best Seller

- Internet, vários artigos sobre o assunto e sobre os seus pesquisadores.

- Evolution: A Theory in Crisis – Michael denton – ed. Adler & Adler

Fonte: http://www.jornalinfinito.com.br/series.asp?cod=107

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