A Bíblia Curiosa reúne temas fascinantes relacionados às Escrituras, explorando sua origem, formação, autores, contexto histórico e os diversos acontecimentos que tornam a Bíblia um livro extraordinário. Além disso, apresenta artigos, estudos bíblicos, reflexões e curiosidades que ajudam a ampliar o conhecimento e fortalecer a fé. Porém, nosso objetivo não é apenas trazer entretenimento ou curiosidades, mas apresentar conteúdos relevantes para o crescimento espiritual e a preparação do caráter para a salvação. Afinal, o maior propósito do ser humano não é apenas adquirir conhecimento, mas conhecer a Deus e preparar-se para a eternidade. Essa preparação acontece através de Jesus Cristo, Seu amor e o sacrifício realizado na cruz, onde encontramos perdão, restauração e esperança de uma nova vida. Desejamos que cada estudo aqui apresentado seja uma oportunidade para aproximar você de Deus e permitir que Sua Palavra transforme sua vida. Desejamos a você uma excelente leitura!

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30 abril 2010

Cientista prova a existência de Deus e ganha prêmio

Através de leis da física e da filosofia, pesquisador polonês Michael Keller mostra que Deus existe e ganha um dos mais cobiçados prêmios. Ele montou a sua metodologia a partir do chamado “Deus dos cientistas”: o big bang, a grande explosão de um átomo primordial que teria originado tudo aquilo que compõe o universo.


Como um seminarista adolescente que se sente culpado quando sua mente se divide, por exemplo, entre o chamamento para o prazer da carne e a vocação para o prazer do espírito, o polonês Michael Keller se amargurava quando tentava responder à questão da origem do universo através de um ou de outro ramo de seu conhecimento – ou seja, sentia culpa.

Ocorre, porém, que Keller não é um menino, mas sim um dos mais conceituados cientistas no campo da cosmologia e, igualmente, um dos mais renomados teólogos de seu país. Entre o pragmatismo científico e a devoção pela religião, ele decidiu fixar esses seus dois olhares sobre a questão da origem de todas as coisas: pôs a ciência a serviço de Deus e Deus a serviço da ciência. Desse no que desse, ele fez isso.

O resultado intelectual é que ele se tornou o pioneiro na formulação de uma nova teoria que começa a ganhar corpo em toda a Europa: a “Teologia da Ciência”. O resultado material é que na semana passada Keller recebeu um dos maiores prêmios em dinheiro já dados em Nova York pela Fundação Templeton, instituição que reúne pesquisadores de todo o mundo: US$ 1,6 milhão.

O que é a “Teologia da Ciência”? Em poucas palavras, ela se define assim: a ciência encontrou Deus. E a isso Keller chegou, fazendo- se aqui uma comparação com a medicina, valendo-se do que se chama diagnóstico por exclusão: quando uma doença não preenche os requisitos para as mais diversas enfermidades já conhecidas, não é por isso que ela deixa de ser uma doença. De volta agora à questão da formação do universo, há perguntas que a ciência não responde, mas o universo está aqui e nós, nele. Nesse “buraco negro” entra Deus.

Segundo Keller, apesar dos nítidos avanços no campo da pesquisa sobre a existência humana, continua-se sem saber o principal: quem seria o responsável pela criação do cosmo? Com repercussão no mundo inteiro, o seu estudo e sua coragem em dizer que Deus rege a ciência naquilo que a ciência ainda tateia abrem novos campos de pesquisa. “Por que as leis na natureza são dessa forma? Keller incentivou esse tipo de discussão”, disse a ISTOÉ Eduardo Rodrigues da Cruz, físico e professor de teologia da PUC de São Paulo.

Keller montou a sua metodologia a partir do chamado “Deus dos cientistas”: o big bang, a grande explosão de um átomo primordial que teria originado tudo aquilo que compõe o universo. “Em todo processo físico há uma seqüência de estados. Um estado precedente é uma causa para outro estado que é seu efeito. E há sempre uma lei física que descreva esse processo”, diz ele. E, em seguida, fustiga de novo o pensamento: “Mas o que existia antes desse átomo primordial?”

Essas questões, sem respostas pela física, encontram um ponto final na religião – ou seja, encontram Deus. Valendo-se também das ferramentas da física quântica (que estuda, entre outros pontos, a formação de cadeias de átomos) e inspirando-se em questões levantadas no século XVII pelo filósofo Gottfried Wilhelm Leibniz, o cosmólogo Keller mergulha na metáfora desse pensador: imagine, por exemplo, um livro de geometria perpetuamente reproduzido.

Embora a ciência possa explicar que uma cópia do livro se originou de outra, ela não chega à existência completa, à razão de existir daquele livro ou à razão de ele ter sido escrito. Keller “apazigua” o filósofo: “A ciência nos dá o conhecimento do mundo e a religião nos dá o significado”. Com o prêmio que recebeu, ele anunciou a criação de um instituto de pesquisas. E já escolheu o nome: Centro Copérnico, em homenagem ao filósofo polonês que, sem abrir mão da religião, provou que o Sol é o centro do sistema solar.

A caminho do céu

Michael Keller usou algumas ferramentas fundamentais para ganhar o tão cobiçado prêmio científico da Fundação Templeton. Tendo como base principal a Teoria da Relatividade, de Albert Einstein, ele mergulhou nos mistérios das condições cósmicas, como a ausência de gravidade que interfere nas leis da física. Como explicar a massa negra que envolve o universo e faz nossos astronautas flutuarem? Como explicar a formação de algo que está além da compreensão do homem? Jogando com essas questões, que abrem lacunas na ciência, Keller afirma a possibilidade de encontrarmos Deus nos conceitos da física quântica, onde se estuda a relação dos átomos. Dependendo do pólo de atração, um determinado átomo pode atrair outro e, assim, Deus e ciência também se atraem. “E, se a ciência tem a capacidade de atrair algo, esse algo inexoravelmente existe”, diz Keller.

Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/cientista-prova-a-existencia-de-deus-e-ganha-premio.html

29 abril 2010

O menino e a cicatriz de Deus

Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia.

Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não freqüentasse mais o
colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.

A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão: Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o primeiro a entrar em sala de aula, e o ultimo a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que
olhassem para trás.

O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás. Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição: Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o por quê daquela CICATRIZ.

A turma concordou, e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula  e começou a relatar:

- Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri:. Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade... A turma estava em silencio atenta a tudo .

O menino continuou: além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.

Silêncio total em sala..

-... Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora,  havia muita fumaça, as paredes que eram de madeiras pegavam fogo e estava muito quente... Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chamas. Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar: 'minha filhinha estar lá dentro!' Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha...

Foi aí que decidi. Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e coloquei ele no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar. Saí entre as pessoas e quando perceberam eu já tinha entrado na casa. Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha.. Eu sabia o quarto em que ela estava. Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito... Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto...

A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada, então o menino continuou: Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha beija porque sabe que é marca de AMOR.

Para você que leu esta história, queria dizer que o mundo está cheio de CICATRIZ. Não falo da CICATRIZ visível mas das cicatrizes que não se vêem, estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas, seja com palavras ou nossas ações.

Há aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO, adquiriu algumas CICATRIZES em suas mãos, seus pés e sua cabeça. Essas cicatrizes eram nossas, mas Ele, morreu em nosso lugar, protegeu-nos e ficou com todas as nossas CICATRIZES.. Essas também são marcas de AMOR.

"Não ame pela beleza, pois um dia ela acaba. Não ame por admiração, pois um dia você se decepciona. Ame apenas, pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação."

Fonte: Recebida por Email.

09 abril 2010

Vinho na Bíblia, era alcoolico ou não?

3 palavras são usadas para designar tres especies de vinho na Bíblia! só no antigo testamento!

yayin - Gen 9:21 - é o mais usado, porque aparece nada menos de 140 vezes. esta palavra é empregada indistintamente sem considerar se o vinho é fermentado ou não.

Tirosh, empregado 38 vezes na Bíblia, ao contrário da anterior, esta indica que o vinho não é fermentado! Algumas vezes é traduzido como vinho novo ou mosto. Deut. 12:17

shekar é a terceira palavra usada, tem a conotação negativa, normalmente é traduzida por bebida forte. os escritores do velho testamento a empregam 23 vezes. Prov. 31:6 "Dai bebida forte(shekar) aos que perecem, e vinho(yayin) aos amargurados de espirito."

Se você usar a septuaginta(tradução do hebraico para o grego, feita por setenta sábios judeus) a palavra que é usada é "oinos" para traduzir as hebraicas Yayin e tirosh, mas nunca para shekar ou bebida forte.

Arão e seus filhos, os sacerdotes, foram estritamente proibidos de beber vinho ou bebida forte ao entrarem no tabernaculo para ministrar diante do senhor(lev.10:9)

Os nazireus eram igualmente proibidos de usar vinho enquanto estivessem debaixo do voto(num. 6:3, 20; confira juizes 13: 4-7)

Os recabitas viveram um exemplo digino de nota de abstinência permanente do vinho, aderindo estritamente ao mandamento de seu ancestral, Jonadabe, para abster-se dele(jer. 35:2,5,8,14)

O livro de proverbios está repleto de advertências contra indulgência com o vinho e bebida forte (veja prov. 20:1; 20:17; 23:30,31; 31:4)

Existe no velho testamento as mais variadas advertencias dos grandes perigos advindos do uso do vinho e bebidas fortes. Dentre esta advertencias as que mais se agigantam são as apresentadas por Salomão no livro de proverbios(20:1;20,21 e 30)

No novo testamento também encontramos 3 palavras para descrever vinho: Oinos, síkera, gléukos.

Dessas 3, a mais usada é "oinos" aparece 36 vezes

A palavra síkera aparece uma unica vez, luc 1:15

O vocabulo gléukos só foi usado uma vez em atos 2:13

Embora a lingua grega seja especialista em empregar palavras distintas para idéias diferentes, ela não possui uma palavra para vinho com alcool e outra para vinho sem alcool. o novo testamento emprega "oinos" tanto para o vinho fermentado como não fermentado.

O vinho usado por Jesus na Santa Ceia, não era alcoolico(fermentado)

O vinho fermentado, (alcoolico) não era utilizado, por que fermento é simbolo do pecado, e o vinho para simbolizar o sangue de cristo não podia conter fermento. Jesus não havia pecado.

Comentário: Por isso que o vinho alcoolico utilizado na igrejas cristas, não pode representar o sangue de Cristo, por que é o vinho alcoolico, foi fermentado, isto quer dizer que a pessoa que bebe deste vinho, afirma simbolicamente que Jesus pecou em vida. Muitos tomam sem saber deste fato.

Fonte: Explicações de Textos Dificeis da Biblia. Pedro Apolinário.
           Comentário: Pr. Johnny Cleber Francisco



07 abril 2010

Carta de Deus pra Você

O Homem Que Foi Salvo Duas Vezes Na Mesma Noite


Ele era conhecido como um nadador extraordinário. Confiante, experiente e apaixonado pela água, havia uma coisa, porém, que sempre chamava a atenção de todos: antes de qualquer mergulho, ele corria até a borda da piscina e molhava apenas o dedão do pé.

Muitos achavam aquilo estranho. Outros pensavam que fosse superstição. Até que um dia alguém, tomado pela curiosidade, perguntou:

— Por que você faz isso antes de entrar na água?

O homem ficou em silêncio por alguns segundos. Seus olhos se perderam em lembranças profundas. Então ele sorriu levemente e começou a contar sua história.

— Há muitos anos, eu era professor de natação. Ensinava pessoas a nadar, a mergulhar, a perder o medo da água. Eu me sentia seguro ali… como se nada pudesse me acontecer.

Ele respirou fundo antes de continuar.

— Certa noite, não consegui dormir. Resolvi ir até o clube para nadar sozinho. O lugar estava completamente vazio e silencioso. Não acendi as luzes, porque a claridade da lua atravessava o teto de vidro e iluminava suavemente a piscina.

Enquanto falava, parecia reviver cada detalhe daquela noite.

— Subi lentamente no trampolim. O ambiente estava quieto… tão quieto que eu conseguia ouvir minha própria respiração. Quando me preparei para saltar, algo chamou minha atenção. Na parede à minha frente apareceu minha sombra projetada pela luz da lua. Abri os braços… e então percebi que minha imagem formava uma cruz perfeita.

Sua voz ficou mais baixa.

— Naquele instante, alguma coisa tocou meu coração. Fiquei imóvel olhando para aquela cruz desenhada pela minha própria sombra. Eu não era cristão. Nunca tinha levado Deus a sério. Mas, de repente, me lembrei de algo que havia aprendido quando era criança: que Jesus morreu numa cruz para salvar pecadores… que derramou Seu sangue por amor a nós.

Os olhos do homem se encheram de emoção.

— As palavras que eu havia esquecido durante tantos anos voltaram com força à minha mente naquela noite. E ali, sozinho naquele trampolim, comecei a pensar na minha vida, nos meus pecados, nos caminhos errados que havia seguido… e principalmente no amor de Cristo.

Ele fez uma pausa longa.

— Não sei quanto tempo fiquei parado ali, com os braços abertos, olhando para aquela cruz silenciosa na parede.

Então continuou:

— Finalmente decidi mergulhar. Desci do trampolim e fui até a escada da piscina. Quando coloquei os pés na água… senti algo estranho. Não havia água.

Sua voz tremeu.

— A piscina estava vazia.

Um arrepio percorreu todo o meu corpo. Na escuridão, eu não tinha percebido que haviam esvaziado a piscina para manutenção. Se eu tivesse saltado do trampolim naquela noite… aquele teria sido o último salto da minha vida.

Ele abaixou a cabeça, emocionado.

— Foi então que entendi. Deus tinha me parado. A cruz não apareceu por acaso. Naquela noite, Jesus não apenas salvou meu corpo da morte… salvou também a minha alma.

As lágrimas começaram a escorrer discretamente pelo seu rosto.

— Ali mesmo, ajoelhado na beira daquela piscina vazia, eu entreguei minha vida a Deus. Confessei meus pecados e agradeci por Ele ter me alcançado antes que fosse tarde demais.

Então ele voltou a sorrir e concluiu:

— Desde aquela noite, toda vez que vou mergulhar, molho primeiro o dedão do pé. Não por superstição… mas para nunca esquecer que fui salvo duas vezes na mesma noite.

E às vezes Deus faz exatamente assim conosco. Quando pensamos que estamos prestes a dar apenas “mais um salto”, Ele nos para. Nem sempre entendemos os atrasos, os silêncios ou os caminhos interrompidos. Mas Deus enxerga o que nós não vemos. Ele conhece o fundo vazio que está escondido diante dos nossos olhos.

Porque o tempo de Deus nunca chega atrasado. E quando Ele interfere em nosso caminho, não é para destruir nossos sonhos… é para salvar nossa vida.


Fonte: Recebido por email.

06 abril 2010

O Servo Disse: “Deus Nunca Erra”… e Estava Certo

Havia um rei poderoso que não acreditava na bondade de Deus. Para ele, a vida era governada apenas pela força, pela lógica e pelo acaso. Ao seu lado, porém, vivia um servo fiel que, independentemente da situação, sempre dizia com serenidade:

— Meu rei, não desanime… tudo o que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra.

O rei se irritava ao ouvir aquelas palavras. Não conseguia compreender como alguém podia confiar tanto em Deus, mesmo diante das dificuldades da vida.

Certo dia, os dois saíram para caçar numa floresta distante. O vento soprava forte entre as árvores, e os cavalos avançavam rapidamente mata adentro. De repente, um animal feroz surgiu do meio da vegetação e atacou o rei violentamente.

O servo reagiu imediatamente. Arriscando a própria vida, conseguiu matar a fera antes que ela tirasse a vida do soberano. Mas o ataque já havia deixado uma marca dolorosa: o rei perdera um dos dedos da mão.

Ao olhar para a própria mão ensanguentada, o rei foi tomado pela revolta.

— Deus é bom?! — gritou furioso. — Se Deus fosse realmente bom, isso nunca teria acontecido comigo! Eu não teria sido atacado… nem perdido meu dedo!

Mesmo diante da ira do rei, o servo apenas abaixou a cabeça e respondeu calmamente:

— Meu rei… eu não compreendo todos os planos de Deus. Mas sei de uma coisa: tudo o que Ele faz é perfeito. Deus nunca erra.

Aquelas palavras aumentaram ainda mais a indignação do rei.

— Basta! — ordenou ele. — Levem este homem para a prisão!

E assim o servo foi lançado numa cela escura, mesmo depois de ter salvado a vida do próprio rei.

Os dias passaram.

Algum tempo depois, o rei decidiu sair novamente para caçar, desta vez sem a companhia do servo fiel. Durante a expedição, porém, acabou sendo cercado por uma tribo de selvagens que realizava sacrifícios humanos aos seus deuses.

O rei foi amarrado e levado até um altar de pedra. O fogo queimava ao redor, tambores ecoavam pela floresta, e tudo parecia perdido. Pela primeira vez em muito tempo, o rei sentiu medo de verdade.

Os selvagens começaram a examiná-lo, preparando-se para o sacrifício. Mas, de repente, perceberam algo.

O rei não tinha um dos dedos.

Houve murmúrios entre eles. A vítima não era considerada perfeita para ser oferecida aos deuses. Imediatamente cortaram suas cordas e o libertaram.

O rei saiu dali abalado, em silêncio, profundamente impactado pelo que acabara de viver. Durante todo o caminho de volta ao palácio, uma única frase ecoava em sua mente:

“Tudo o que Deus faz é perfeito… Ele nunca erra.”

Assim que chegou ao reino, mandou libertar o servo imediatamente.

Quando o servo entrou no salão, o rei caminhou até ele com os olhos cheios de emoção.

— Meu amigo… Deus foi realmente bom comigo. Se eu não tivesse perdido aquele dedo, hoje estaria morto.

O rei abaixou a cabeça, envergonhado.

— Agora eu entendo… mas ainda tenho uma dúvida. Se Deus é tão bom, por que permitiu que você fosse preso injustamente, mesmo sendo fiel a Ele?

O servo sorriu com humildade e respondeu:

— Meu rei… se eu não tivesse sido preso, teria ido com o senhor naquela caçada.

Ele fez uma pequena pausa antes de continuar:

— E como não me falta dedo algum… eu teria sido sacrificado no seu lugar.

O rei ficou sem palavras.

Naquele momento, compreendeu que até a dor que parecia injusta carregava um propósito escondido.

Muitas vezes reclamamos porque não entendemos os caminhos de Deus. Sofremos por portas fechadas, perdas, atrasos e situações que parecem cruéis aos nossos olhos. Mas há batalhas invisíveis das quais Deus está nos livrando sem que percebamos.

Quantas vezes chamamos de castigo aquilo que, na verdade, era livramento? Quantas vezes nos revoltamos contra Deus sem imaginar que Ele estava protegendo nossa vida de algo muito pior?

Essa história nos ensina que Deus vê além do que nossos olhos conseguem enxergar. Nós vemos apenas o momento; Deus vê o caminho inteiro. Nós sentimos a dor do presente; Deus conhece o futuro que ainda não chegou.

Às vezes, Deus permite uma pequena ferida para evitar uma tragédia maior. Permite uma prisão momentânea para salvar alguém da morte. Fecha caminhos porque sabe onde eles terminam. E mesmo quando não entendemos Seus planos, Ele continua trabalhando em silêncio para cuidar de nós.

Por isso, confiar em Deus não significa entender tudo… significa acreditar que Ele nunca perde o controle.

Porque os planos de Deus são perfeitos, mesmo quando parecem incompreensíveis.

E no final, descobrimos que Ele jamais erra.

Como está escrito: “O caminho de Deus é perfeito, e a palavra do Senhor é provada; Ele é o escudo para todos os que nele confiam.” — 2 Samuel 22:31


03 abril 2010

No princípio, era o Lego

Em Sintra, Portugal, o Museu dos Brinquedos está fazendo uma grande exposição sobre o Lego. Fiquei sabendo de uma histórioa muito boa. O “Reverendo” Brendan Powell Smith encontrou uma maneira bem criativa de espalhar a mensagem de Jesus- ou ao menos a sua versão dela – pelo mundo. Ele montou e fotografou centenas de cenas da Bíblia usando pecinhas de Lego como ferramenta principal.

Criada em 1932 pelo carpinteiro dinamarquês Ole Kirk Christiansen, a companhia Lego já vendeu 400 bilhões de pecinhas no mundo todo. Seus primeiros “bonequinhos” foram lançados em 1978. (Você encontra mais sobre invenções aqui)

Filho de um pastor protestante, Brendan considera-se um ateu “fascinado” pelo estudo da religião. Seu projeto começou em 2001, quando ele tinha 30 anos, um diploma de Filosofia e Teologia e ganhava a vida desenvolvendo sites na Internet. Apesar de controverso, o “The Brick Testament” (“O Testamento de Pecinhas”) já saiu do mundo online e virou livro destinado para o público infantil.


Visite o site com as histórias bíblicas em lego; https://thebrickbible.com/legacy/

Fonte: http://colunistas.ig.com.br/curioso/tag/biblia/

CALVÁRIO

Calvário ou Gólgota. Ambas as palavras, a primeira derivada do latim e a segunda do aramaico, significam "a caveira" ou "o lugar da caveira", e fazem referência ao lugar onde Cristo foi crucificado (Mt 27:33, Lc 23:33). Se o chamaram "o lugar da caveira" por ser um local de execução (um lugar onde havia caveiras) ou porque o lugar parecia com uma caveira, não se sabe ainda hoje.

A localização exata do calvário é atualmente desconhecida devido ao fato de Tito ter destruído Jerusalém no ano 70 D.C. Durante uns 60 anos, a cidade permaneceu em total ruína. Poucos cristãos regressaram para viver ali, e os que o fizeram, certamente eram em menor número do que aqueles que fugiram da cidade e não tiveram condições de reconhecer nenhum lugar em meio à devastação total.

Vários lugares têm sido sugeridos como a provável localização da sepultura, mas só dois deles são considerados com seriedade. Um é no interior da igreja do Santo Sepulcro, e outro é o calvário de Gordon, com sua tumba do jardim.

Fonte: http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?Id=136

30 março 2010

Texto Massorético

Contexto histórico

O Texto Massorético (MT) é um texto em hebraico do Tanakh, usado no Judaísmo como leitura sagrada, incluindo a Torá e outros livros considerados de inspiração divina. Foi elaborado por um grupo de escribas judeus conhecido como a “Escola de Massorá”, ativo principalmente entre os séculos VI e X d.C. Esses massoretas tinham a missão de reunir e preservar os textos considerados inspirados por Deus em um único escrito, examinando e comparando todos os manuscritos bíblicos conhecidos na época para garantir sua fidelidade. O termo "massorá" deriva da palavra hebraica mesorah (מסורה / מסורת), que significa "tradição", indicando a função desses estudiosos como guardiões da tradição textual.

Ano de publicação
O Texto Massorético foi sistematizado e finalizado aproximadamente entre os séculos IX e X d.C., quando os massoretas completaram a padronização do texto e seus sinais vocálicos. A primeira impressão do texto em formato livreiro ocorreu em 1524, quando Daniel Bomberg, um cristão veneziano, imprimiu o Texto Massorético, o que posteriormente influenciou traduções como a de Lutero para o alemão.

Autor
O texto original tem origem na tradição hebraica antiga, mas a versão massorética é o resultado do trabalho coletivo dos massoretas, principalmente das escolas de Tiberíades, Babilônia e Jerusalém. Entre eles, Aharon ben Asher se destaca por seu sistema de pontuação vocálica. Os massoretas, além de copiar o texto, introduziram um sistema rigoroso de controle de qualidade que envolvia a contagem exata das letras em cada cópia para garantir a fidelidade absoluta.

Criação
Escrito em hebraico antigo, com letra quadrada, o Texto Massorético inclui sinais vocálicos e de cantilação criados pelos massoretas para indicar a pronúncia tradicional, que não estava explícita no texto consonantal original do hebraico. Esta padronização era essencial, pois na época da compilação o hebraico já não era uma língua falada popularmente, e havia dificuldade em manter a pronúncia correta. A metodologia de criação incluía a contagem rigorosa das letras para garantir que as cópias fossem idênticas ao texto original, destruindo qualquer cópia que apresentasse discrepâncias.

Publicação
Antes da invenção da imprensa, o Texto Massorético circulava em manuscritos cuidadosamente copiados. Com a invenção da imprensa no século XV, o texto foi impresso pela primeira vez por Daniel Bomberg em 1524, o que ajudou na disseminação da versão massorética. Esse texto impresso serviu de base para várias traduções protestantes do Velho Testamento, incluindo a tradução de Lutero para o alemão.

Características distintas
O Texto Massorético se destaca pela introdução dos sinais vocálicos e de cantilação, que definem a pronúncia correta e a entonação do texto bíblico. Estes sinais são complementos essenciais ao texto consonantal. Além disso, as notas marginais (massoras) fornecem informações sobre variantes textuais e regras de leitura. A precisão na transmissão do texto era assegurada pela metodologia rigorosa de contagem das letras, que evitava alterações não autorizadas.

Linguagem e estilo
Mantendo o hebraico bíblico original, o Texto Massorético preserva a estrutura, vocabulário e estilo literário antigos. O sistema vocálico criado pelos massoretas não altera o texto consonantal, mas ajuda a garantir uma pronúncia uniforme e correta para a leitura litúrgica.

Importância e influência
O Texto Massorético é a base textual para a maioria das Bíblias hebraicas modernas e influenciou fortemente traduções do Antigo Testamento em diversas línguas. No Judaísmo rabínico, é o texto sagrado autorizado. No protestantismo, muitas traduções do Velho Testamento utilizam o Texto Massorético como base. Em contraste, a Igreja Católica, após o Concílio de Trento (1545-1563), adota a Septuaginta — tradução grega do Antigo Testamento patrocinada por Ptolomeu II do Egito (287 a.C. – 247 a.C.) — como base para seu cânone.

Relação com outras traduções
O Texto Massorético difere da Septuaginta e do Texto Samaritanus em vocabulário, ordem e conteúdo. Essas diferenças são essenciais para os estudos textuais, pois permitem analisar variações e influências entre as versões antigas do Antigo Testamento.

Edições e legados
O Codex Leningradensis (cerca de 1008-1010 d.C.) é o manuscrito completo mais antigo do Texto Massorético e é a base para muitas edições impressas atuais. A edição impressa de Daniel Bomberg em 1524 é outra referência histórica fundamental. O trabalho dos massoretas não só assegurou a preservação fiel do texto bíblico, como também estabeleceu as bases da gramática do hebraico moderno.

Conclusão
O Texto Massorético constitui um marco decisivo na preservação e padronização do texto bíblico hebraico, assegurando sua integridade até os dias atuais. Sua influência transcende o judaísmo e alcança o cristianismo, moldando traduções e interpretações do Antigo Testamento e servindo como uma das fontes mais fiéis e respeitadas para o estudo das Escrituras.


Referências

  • Sáenz-Badillos, Angel. A History of the Hebrew Language. Cambridge University Press, 1993.

  • Tov, Emanuel. Textual Criticism of the Hebrew Bible. Fortress Press, 2012.

  • Würthwein, Ernst. The Text of the Old Testament. Wm. B. Eerdmans Publishing, 2014.

  • Joüon, Paul; Muraoka, Takamitsu. A Grammar of Biblical Hebrew. Pontifical Biblical Institute, 2006.

  • Brotzman, Ellis R. Old Testament Textual Criticism: A Practical Introduction. Baker Academic, 1994.

  • Jewish Encyclopedia. “Masorah.”

  • Ginsburg, Christian David. The Massorah. 1880 edition.

  • Encyclopedia Britannica. Entry on “Massoretic Text.”


Fonte imagem:https://pt.wikipedia.org/wiki/Texto_massor%C3%A9tico

Septuaginta


Contexto histórico
A Septuaginta surgiu no contexto do mundo helenístico entre os séculos III e I a.C., período marcado pela disseminação da cultura e da língua grega após as conquistas de Alexandre, o Grande. Em Alexandria, uma das maiores cidades do Egito e um centro de saber da Antiguidade, havia uma grande comunidade judaica que já não falava hebraico, mas sim o grego koiné, a língua franca do Mediterrâneo oriental. Essa população necessitava de uma versão das Escrituras Hebraicas compreensível, o que levou à tradução da Bíblia hebraica para o grego, adaptando-a a uma nova realidade cultural e linguística.

Ano de publicação
A tradução começou com o Pentateuco por volta de 250 a.C. e estendeu-se ao longo dos dois séculos seguintes, sendo completada de forma progressiva até o século I a.C. Não há um único momento de publicação, pois a tradução se deu por etapas e os livros foram incorporados em diferentes tempos. A nomeação “Septuaginta” como título consolidado para a versão grega só aparece com mais força no século IV ou V d.C., especialmente com Santo Agostinho.

Autor
A Septuaginta foi produzida coletivamente por diversos tradutores judeus. De acordo com a tradição da pseudepigráfica “Carta de Aristeias”, 72 sábios judeus teriam sido convocados pelo rei Ptolomeu II Filadelfo para traduzir a Torá para o grego em Alexandria, resultando milagrosamente em versões idênticas feitas de forma independente. Essa história lendária visava atribuir autoridade divina ao texto. A realidade histórica, porém, aponta para diferentes tradutores, com variações estilísticas e teológicas entre os livros.

Criação
A criação da Septuaginta foi motivada pela necessidade dos judeus da Diáspora de manterem contato com sua tradição religiosa em uma língua que compreendiam. O trabalho teve início com o Pentateuco e depois avançou para os demais livros. A qualidade das traduções variava: alguns textos foram traduzidos de forma literal, outros com paráfrases ou mesmo reinterpretações. Muitos livros foram retraduzidos ou revisados, e alguns, como Sabedoria e 2 Macabeus, já foram compostos originalmente em grego. Há variações significativas de extensão e conteúdo em livros como Daniel e Ester, mais longos que suas versões no texto massorético. O cânon da Septuaginta incluía livros que não entraram na Bíblia Hebraica, como Eclesiástico, Judite, Tobias e os livros dos Macabeus.

Publicação
A Septuaginta não teve uma publicação formal em sua origem. Ela foi transmitida manuscritamente e amplamente usada entre judeus helenizados e cristãos primitivos. Os códices mais antigos contendo a Septuaginta são o Codex Vaticanus, o Codex Sinaiticus e o Codex Alexandrinus, todos do século IV d.C. As primeiras edições impressas surgiram no Renascimento, como a Bíblia Poliglota Complutense (1514–1517), a edição aldina (1518, Veneza), e a edição romana ou sistina (1586), baseada no Codex Vaticanus.

Características distintas
A Septuaginta é a tradução mais antiga da Bíblia Hebraica e contém livros e passagens ausentes do texto hebraico tradicional. Em muitos casos, seu conteúdo diverge significativamente do texto massorético, refletindo tradições textuais diferentes ou interpretações teológicas específicas. Ela introduziu um cânon mais amplo que influenciou profundamente o cristianismo e permanece como base textual das Bíblias das Igrejas Ortodoxas. É também a primeira tradução bíblica conhecida a apresentar um corpus em grego koiné.

Linguagem e estilo
Escrito em grego koiné, o estilo da Septuaginta varia amplamente. O Pentateuco foi bem traduzido e preserva uma estrutura clara e coerente. Em contrapartida, livros poéticos e proféticos muitas vezes apresentam traduções menos precisas, com dificuldades linguísticas e até absurdos textuais. Há livros cuja linguagem é mais refinada e adaptada à cultura helenística, enquanto outros preservam um estilo semítico mais rígido. Essa variação reflete tanto o tempo longo de produção quanto as diferentes competências dos tradutores.

Importância e influência
A Septuaginta teve impacto profundo na tradição cristã. Foi a versão do Antigo Testamento usada pelos primeiros cristãos, inclusive pelos autores do Novo Testamento, que frequentemente citam diretamente seu texto. Foi considerada inspirada por autores antigos como Fílon de Alexandria e Flávio Josefo. Padres da Igreja como Orígenes, Jerônimo e Agostinho também a reconheceram como valiosa. Serviu como base para traduções para o latim, copta, siríaco, armênio, georgiano e eslavônico. Embora abandonada pelo judaísmo rabínico a partir do século II d.C., estudos recentes e descobertas como os Manuscritos do Mar Morto renovaram o interesse acadêmico, revelando que alguns textos da Septuaginta podem preservar tradições hebraicas alternativas ao texto massorético.

Relação com outras traduções
A Septuaginta foi a base para muitas traduções antigas, como a Vetus Latina, usada antes da Vulgata. Jerônimo, ao traduzir a Vulgata, inicialmente baseou-se nela antes de recorrer ao hebraico. Também influenciou traduções orientais e liturgias cristãs. As versões eslavas, armênias, georgianas e coptas derivam em grande parte da Septuaginta. Embora traduções protestantes posteriores tenham preferido o texto massorético, muitas incluem os chamados “apócrifos” ou “deuterocanônicos”, que provêm da LXX, em seções separadas.

Edições e legados
Todas as edições impressas da Septuaginta derivam de três códices principais. A Bíblia Poliglota Complutense foi a primeira edição impressa, baseada em manuscritos hoje perdidos, mas muito próxima aos mais antigos. A edição aldina (Veneza, 1518) segue mais de perto o Codex Vaticanus. A edição sistina (1586), promovida pelo Papa Sisto V, foi fundamental para as revisões da Vulgata latina no pós-Trento. Seguiram-se edições importantes, como as de Holmes e Pearson (1798–1827), as sete edições de Tischendorf (1850–1887) e as quatro edições de Henry Swete (1887–1909). A edição de Grabe (1707–1720) baseou-se parcialmente no Codex Alexandrinus.

Conclusão
A Septuaginta é uma obra monumental da história da Bíblia e da cultura judaico-cristã. Sua criação reflete um momento de transição linguística e cultural que exigiu a adaptação da fé ao mundo helenizado. Influenciou profundamente o cristianismo, moldando sua teologia e seu cânon bíblico. Apesar das controvérsias modernas sobre sua definição e existência como versão unificada, seu legado é indiscutível. Permanece essencial para estudos bíblicos, história textual e compreensão das tradições judaicas e cristãs antigas. A Septuaginta não é apenas uma tradução — é uma ponte entre mundos e um testemunho da diversidade e fluidez da transmissão das Escrituras.

Referências

  1. Carta de Aristeias (pseudepígrafo), relato lendário sobre a tradução da Torá para o grego.

  2. Jones, F.F. & Silva, M. Invitation to the Septuagint, 2010.

  3. Flávio Josefo, Antiguidades Judaicas, 12.57 e 12.86.

  4. Tov, Emanuel. Textual Criticism of the Hebrew Bible, 2012.

  5. Saldarini, Anthony J. Pharisees, Scribes and Sadducees in Palestinian Society, 2001.

  6. Charlesworth, James H. The Old Testament Pseudepigrapha, 1983.

  7. Collins, John J. Introduction to the Hebrew Bible, 2004.

  8. Tov, Emanuel. The Septuagint Translation of Jeremiah and Baruch, 1999.

  9. Liddell, H.G. & Scott, R. A Greek-English Lexicon, 1940.

  10. Augustine de Hippo, A Cidade de Deus, Livro XVIII, capítulo 42.

  11. Philo de Alexandria, De Vita Mosis; Megillah 9a-b (Talmude Babilônico).

  12. Biblia Poliglota Complutense, 1514–1517.

  13. Holmes, F.L. & Pearson, H.J. Septuaginta, Oxford, 1798–1827.

  14. Tischendorf, Constantin von, edições da Septuaginta, Leipzig, 1850–1887.

  15. Swete, Henry Barclay, The Old Testament in Greek, Cambridge, 1887–1909.

  16. Grabe, John Ernest, Septuaginta, Oxford, 1707–1720.


Fonte imagem:https://cursoaleftav.com.br/porque-o-povo-da-alianca-rejeita-a-septuaginta/

Vulgata


A Vulgata é uma das obras mais importantes da tradição cristã ocidental. Mais do que uma simples tradução da Bíblia, ela representa um esforço monumental de tornar as Escrituras acessíveis, compreensíveis e liturgicamente adequadas ao povo da época. Mas o que exatamente é a Vulgata? Como ela surgiu? E por que continua sendo tão relevante mesmo após séculos? Neste artigo, vamos explorar tudo isso.

O que significa “Vulgata”?

O termo "Vulgata" vem de expressões latinas como vulgata editio, vulgata versio ou vulgata lectio, significando literalmente “edição/divulgação popular”. Ou seja, trata-se da versão mais difundida e aceita de um texto – no caso, a Bíblia.

Essa tradução para o latim ganhou este nome porque foi pensada para o povo comum, num latim acessível, em contraste com o latim clássico e literário de autores como Cícero.

Contexto histórico: a transição do grego ao latim

Nos primeiros séculos do cristianismo, a maior parte dos textos sagrados circulava em grego koiné, a língua franca do Império Romano oriental. O próprio Novo Testamento foi inteiramente escrito em grego, incluindo cartas como a Epístola aos Romanos de São Paulo.

No entanto, com a expansão do cristianismo no Ocidente, onde o latim era dominante, surgiu a necessidade de uma tradução das Escrituras para essa nova língua do povo. Assim, no século IV, o papa Dâmaso I encarregou São Jerônimo de revisar as antigas traduções latinas (conhecidas como Vetus Latina) e produzir uma versão mais fiel e acessível.

São Jerônimo e a criação da Vulgata

Entre os anos 382 e 405 d.C., Jerônimo traduziu os Evangelhos a partir do grego e, posteriormente, dedicou-se ao Antigo Testamento, utilizando os textos hebraicos originais — um feito notável para a época. Ele vivia em Belém, e ali se dedicou ao estudo profundo da Bíblia em suas línguas originais.

Além da tradução, Jerônimo escreveu diversos prólogos críticos, destinados a estudiosos e não ao público leigo. O mais famoso é o Prologus Galeatus, onde ele defende a autoridade do cânon hebraico de 22 livros. Mesmo assim, ele incluiu na tradução os livros deuterocanônicos, como Judite, Sabedoria e Eclesiástico, sobre os quais demonstrou posterior aceitação em suas cartas.

Outro prólogo interessante, de autoria desconhecida, é o Primum Quaeritur, que defende a autoria paulina da Carta aos Hebreus.

Características da Vulgata

A Vulgata foi elaborada para ser mais exata e compreensível do que suas predecessoras. Suas características principais incluem:

  • Fidelidade aos textos originais, especialmente o hebraico para o Antigo Testamento.

  • Latim acessível, conhecido como sermo humilis (linguagem humilde), que contrastava com o latim literário clássico.

  • Clareza teológica e pastoral, sem abrir mão da beleza estilística em passagens como os Salmos ou os Evangelhos.

  • Inclusão dos deuterocanônicos, mesmo após hesitações iniciais de Jerônimo.

Oficialização e evolução da Vulgata

A Vulgata se espalhou amplamente pela Europa medieval, tornando-se a versão padrão da Bíblia na Igreja Católica. No século XVI, durante a Reforma Protestante, a Igreja viu a necessidade de consolidar um texto único e confiável.

Assim, o Concílio de Trento (1546) oficializou a Vulgata como a Bíblia oficial da Igreja Católica, com base em manuscritos disponíveis. Essa versão ficou conhecida como Vulgata Clementina, promulgada em 1592 pelo Papa Clemente VIII.

Com o tempo, surgiram novas edições críticas, como a Vulgata de Stuttgart (1969), voltada para estudos acadêmicos.

A Nova Vulgata

Após o Concílio Vaticano II, o Papa Paulo VI iniciou uma revisão do texto latino da Bíblia, atualizando-o com base em avanços linguísticos e descobertas manuscritas. O resultado foi a Nova Vulgata, concluída em 1975 e promulgada oficialmente em 1979 pelo Papa João Paulo II.

A Nova Vulgata continua sendo, até hoje, a versão oficial da Bíblia da Igreja Católica, usada especialmente na liturgia.

Influência e legado da Vulgata

A influência da Vulgata é imensurável. Durante mais de mil anos, ela moldou:

  • A teologia católica, incluindo obras de Santo Agostinho, São Tomás de Aquino e outros teólogos medievais.

  • A literatura e a arte europeia, desde Dante Alighieri até a Bíblia de Gutenberg (1455), o primeiro livro impresso no Ocidente.

  • Traduções vernáculas, como a Bíblia de Wycliffe (inglês), a de Lutero (alemão) e as modernas traduções católicas.

Mesmo hoje, a Vulgata continua a inspirar edições modernas, estudos linguísticos e debates teológicos.

Conclusão

A Vulgata não é apenas uma tradução da Bíblia — é um monumento da fé cristã e da cultura ocidental. Sua criação, evolução e permanência mostram como a tradição pode dialogar com a erudição e a pastoralidade.

Seja na versão Clementina, na crítica de Stuttgart ou na Nova Vulgata, essa obra milenar continua a ser uma ponte entre os textos sagrados e os povos que buscam compreendê-los com profundidade.

Se você gostou deste conteúdo e quer saber mais sobre as edições da Vulgata ou outras traduções bíblicas, deixe um comentário! 

Referências

  • Jerônimo, São. Prologus Galeatus e outros prólogos. Disponível em: Documenta Catholica Omnia

  • Vulgata Clementina (1592). Texto oficial da Igreja Católica. Acesso digital na Biblioteca Digital Mundial

  • Nova Vulgata (1979). Texto oficial da Igreja para uso litúrgico. Disponível no Vaticano: Nova Vulgata PDF

  • Metzger, Bruce M. The Early Versions of the New Testament. Oxford University Press, 1977.

  • Ehrman, Bart D. The Orthodox Corruption of Scripture. Oxford University Press, 1993.

  • Vetus Latina e traduções antigas da Bíblia. Disponível em: New Advent - Catholic Encyclopedia

  • Biblia Vulgata Stuttgart Edition (1969). Disponível para estudos: Bible Gateway

Bíblia



Foi São Jerónimo, tradutor da Vulgata latina, que chamou pela primeira vez ao conjunto dos livros do Antigo Testamento e Novo Testamento de "Biblioteca Divina". A Bíblia é uma coleção de livros catalogados, considerados como divinamente inspirados pelas três grandes religiões dos filhos de Abraão (além do cristianismo e do judaísmo, o islamismo). São, por isso, conhecidas como as "religiões do Livro". É sinónimo de "Escrituras Sagradas" e "Palavra de Deus".

As diversas igrejas cristãs possuem algumas divergências quanto aos seus cânones sagrados.

As igrejas cristãs protestantes possuem 39 livros no Antigo Testamento como parte do cânone de suas Bíblias.

A Igreja Católica possui 46 livros no Antigo Testamento como parte de seu cânone bíblico (os livros de Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico (ou Sirácides), Baruque, I Macabeus e II Macabeus, e alguns trechos nos livros de Ester e de Daniel). Estes textos são chamados deuterocanónicos (ou "do segundo cânon") pela Igreja Católica.

As igrejas cristãs ortodoxas, e as outras igrejas orientais, aceitam, além de todos estes já citados, outros dois livros de Esdras, outros dois dos Macabeus, a Oração de Manassés, e alguns capítulos a mais no final do livro dos Salmos (um nas Bíblias das igrejas de tradição grega, cóptica, eslava e bizantina, e cinco nas Bíblias das igrejas de tradição siríaca).[2]

As igrejas cristãs protestantes, dentre outros grupos, consideraram os textos deuterocanónicos como apócrifos. Mas alguns deles os reconhecem como leitura proveitosa e moralizadora, além do valor histórico dos livros dos Macabeus. E algumas importantes Bíblias protestantes, como a Bíblia do Rei Tiago e a Bíblia espanhola Reina-Valera, os contêm ao menos nalgumas das suas edições.

Quanto ao Novo Testamento, todos os cristãos são unânimes em aceitar o Novo Testamento com seus 27 escritos.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

25 março 2010

A NATUREZA REVELA QUE DEUS É AMOR











E mais uma............................ A seguinte foto é comovente...

A Dobermam está grávida.

O bombeiro acabou de salvá-la de um incêndio em sua casa, colocando-a no jardim, e continuou com a luta contra o fogo.

Quando finalmente terminou , sentou-se para tomar ar e descansar.

Um fotógrafo notou que a cachorra olhava seu salvador de longe. E a viu caminhar direto ao bombeiro e ficou se perguntando o que ela iria fazer.

O fotógrafo captou o exato momento em que a mesma lambeu o homem em agradecimento!

08 março 2010

A submissão da mulher ao marido – Efésios 5:22



Veja o relato a seguir:

“Meu marido toma algumas decisões e não considera os meus sentimentos e opiniões. Constantemente cita os textos bíblicos em que a mulher deve ser submissa ao homem. Devo me submeter até que ponto?” I. Q., por e-mail.

A seguir, as orientações bíblicas dadas a ela:

O seu esposo está com uma compreensão equivocada do que significa a submissão da mulher ao marido. E, se ele não mudar os conceitos, o casamento de vocês estará em sério risco. Levando-se em conta também o verso 21 do capítulo 5 (que muitos não fazem questão de ler…), o assunto ficará mais bem esclarecido: “sujeitando-VOS UNS AOS OUTROS no temor de Cristo.”

Veja que o marido também deve SE SUJEITAR a sua esposa, “no temor de Cristo”. Sujeitar a ela as suas afeições, seu amor e torná-la parte importante de sua vida.

Alguns se apóiam apenas nos versos 22 e 23 de Efésios 5 para defender a ideia antibíblica de que a mulher, por ser submissa, “não precisa tomar parte nas decisões do lar”. É necessário ler TODO O CONTEXTO DOS VERSOS e, ao mesmo tempo, lembrar que, para, Deus marido e mulher formam “uma só carne” (Gênesis 2:24; Mateus 19:5). Isto envolve uma união íntima, sexual, e também união em outros aspectos da vida conjugal, inclusive no tomar decisões. Isto é uma demonstração de amor, interesse e respeito.

Quando levamos também em conta os versos 25-33 de Efésios 5, vemos que A SUBMISSÃO A QUE A BÍBLIA SE REFERE É AQUELA BASEADA NO AMOR DO MARIDO. E esta submissão é do mesmo tipo de submissão que a igreja tem para com Cristo. A submissão é um respeito pelo marido, um reconhecimento de que ele é o CABEÇA do lar. Ao mesmo tempo, o esposo não deve se esquecer que a esposa é o CORAÇÃO do lar.

Pergunto: Cristo é um carrasco para a igreja? Não a deixa tomar as decisões com Ele? De modo algum! Jesus AMA A IGREJA COMO A SI MESMO! DO MESMO MODO, OS MARIDOS DEVEM AMAR AS SUAS EPOSAS. DA MESMA MANEIRA QUE CRISTO CUIDA DE SUA IGREJA O MARIDO DEVE CUIDAR DA SUA MULHER.

O matrimônio simboliza a união entre Cristo e a igreja, é algo sagrado. Peça ao seu marido para ler estes textos, refletir e pedir a Deus ajuda para que possa a tratar DO MESMO MODO QUE CRISTO TRATA A SUA ESPOSA, A IGREJA.

JUNTOS, vocês podem vencer na vida conjugal.

Despeço-me com alguns versos para reflexão:

“Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama”. Efésios 5:28

“Não obstante, vós, cada um de per si também ame a própria esposa como a si mesmo, e a esposa respeite ao marido”. Efésios 5:33.

Fonte: http://www.novotempo.org.br/namiradaverdade/?p=334
Fonte imagem: https://redacaonline.com.br/blog/tema-de-redacao-a-submissao-feminina-na-sociedade/

Os animais irão para o Céu?



Gostaria de saber o que a Bíblia diz em relação aos animais e a ressurreição, já que esta menciona que no dia do arrebatamento, apenas as pessoas escolhidas serão irão para o Céu. Os animais serão destruídos juntamente com os maus ou Deus criará outros?…

Realmente, a Bíblia não menciona a ressurreição dos animais. Podemos ler apenas citações sobre a ressurreição dos justos para a salvação e acerca da ressurreição dos maus para a perdição (João 5:28 e 29; Apocalipse 20:5 e 6, etc.).

Conquanto as Escrituras não confirmem a existência de animais no Céu, afirmam que eles existirão na Nova Terra. Eis alguns textos que você poderá ler em sua Bíblia sobre o assunto: Isaías 11:6-9; Isaías 65:17 e 25.

Não temos como explicar plenamente como Deus trará os animais à existência na Nova Terra. O que encontramos na Bíblia é um Deus amoroso, que se preocupa com todos os animaizinhos, por menores que sejam. Veja:

“Lembrou-se Deus (aqui o termo indica o interesse de Deus e Sua graça em favor de alguém) de Noé e de todos os animais selváticos e de todos os animais domésticos que com ele estavam na arca…” Gênesis 8:1. Ao orientar Noé a sair da arca, além de abençoar a raça humana o Senhor abençoou também os animais (Gênesis 8:15-17).

“Se encontrares desgarrado o boi do teu inimigo ou o seu jumento, lho conduzirás. Se vires prostrado debaixo da sua cerca o jumento daquele que te aborrece, não o abandonarás, mas ajudá-lo-ás a erguê-lo” Êxodo 23:4 e 5.

“Seis anos semearás a tua terra e recolherás os seus frutos; porém, no sétimo ano, a deixarás descansar e não a cultivarás, para que os pobres do teu povo achem o que comer, e do sobejo comam os animais do campo…” Êxodo 23:11.

“Seis dias farás a tua obra, mas, ao sétimo dia, descansarás; para que descanse o teu boi e o teu jumento…” Êxodo 23:12. Mesmo os animais devem ter o direito ao repouso sabático! (Conferir Êxodo 20:8-11).

“Quando nascer o boi, ou cordeiro, ou cabra, sete dias estará com a mãe; do oitavo dia em diante, será aceito por oferta…” Levítico 22:27. Aqui vemos que um animal recém nascido não era aceito como oferta. Deus queria que ele ficasse com a mãe. Ver também Êxodo 22:30.

“Se de caminho encontrares algum ninho de ave, nalguma árvore ou no chão, com passarinhos, ou ovos, e a mãe sobre os passarinhos ou sobre os ovos, não tomarás a mãe com os filhotes…” Deuteronômio 22:6 (conferir também o verso 7, que mostra a preocupação de Deus com a preservação das espécies ).

“Não atarás a boca ao boi quando debulha” Deuteronômio 25:4. Deus não queria que o boi fosse maltratado. Ao debulhar espigas na frente dele, com certeza iria salivar de tanta vontade de comer.

“Os leõezinhos rugem pela presa e buscam de Deus o sustento” Salmo 104:21.

“Tornou o Senhor: tens compaixão da planta que te não custou trabalho, a qual não fizeste crescer, que numa noite nasceu e numa noite pereceu; e não hei de eu ter compaixão da grande cidade de Nínive, em que há mais de cento e vinte mil pessoas, que não sabem discernir entre a mão direita e a mão esquerda, e também muitos animais?” Jonas 4:10 e 11.

“Não se vendem cinco pardais por dois asses? Entretanto, nenhum deles está em esquecimento diante de Deus” Lucas 12:6.

“Observai os corvos, os quais não semeiam, nem ceifam, não têm despensa nem celeiros; todavia, Deus os sustenta…” Lucas 12:24.

Além disso, a Bíblia diz que os filhos de Deus têm responsabilidades para com os animais: “o justo atenta para a vida dos seus animais, mas o coração dos perversos é cruel” Provérbios 12:10. A escritora cristã Ellen G. White assim se expressou a respeito:

“É por causa do pecado do homem que “toda a criação geme e está juntamente com dores de parto”. Rom. 8:22. O sofrimento e a morte foram assim impostos não somente ao gênero humano, mas aos animais. Certamente, pois, ao homem toca procurar aliviar o peso do sofrimento que sua transgressão acarretou sobre as criaturas de Deus, em vez de aumentá-lo. Aquele que maltrata os animais porque os tem em seu poder, é tão covarde quanto tirano. A disposição para causar dor, quer seja ao nosso semelhante quer aos seres irracionais, é satânica. Muitos não compreendem que sua crueldade haja de ser conhecida, porque os pobres animais mudos não a podem revelar. Mas, se os olhos desses homens pudessem abrir-se como os de Balaão, veriam um anjo de Deus, em pé, como testemunha, para atestar contra eles no tribunal celestial. Um relatório sobe ao Céu, e aproxima-se o dia em que se pronunciará juízo contra os que maltratam as criaturas de Deus” Patriarcas e Profetas, pág. 443 (Grifos acrescentados).

A Palavra de Deus também afirma que um dia o Criador virá a este mundo para dar o castigo àqueles que destroem a natureza (plantas, animais, rios, etc.): “na verdade, as nações se enfureceram; chegou, porém, a tua ira, e o tempo determinado para serem julgados os mortos, para se dar o galardão aos teus servos, os profetas, aos santos e aos que temem o teu nome, assim aos pequenos como aos grandes, e para destruíres os que destroem a terra” Apocalipse 11:18.

Todos esses versos (entre outros) são bem claros: Deus ama muito os animais e se preocupa com o bem estar de cada um deles. Isso indica que o Criador tem bons planos para tais criaturinhas. Não há como ter dúvidas.

Não podemos afirmar com base na Bíblia que teremos o mesmo animalzinho de estimação na Nova Terra e muito menos que não o teremos! Os textos que lemos devem nos confortar com a certeza de que Deus fará aquilo que for melhor para a nossa felicidade. Com toda a certeza, nosso Criador tem poder para recriar o mesmo animalzinho de estimação que um dia perdemos.

No mundo restaurado teremos muitas surpresas; por que nos admirarmos de que o Senhor possa querer alegrar Seus filhos com os animais domésticos que tanto lhes fizeram bem? Gosto muito de ver a Deus como um pai que se alegra em dar ao seu filho um presente que ele menos espera.

Confie no amor de Deus e descanse em Suas promessas. O que Ele fez na cruz do calvário (João 3:16; Romanos 5:6-8) é suficiente para nos provar que o Seu amor por todas as Suas criaturas é infinito.

Fonte: http://www.novotempo.org.br/namiradaverdade/?p=269

É impossível o arrependimento de acordo com Hebreus 6:4-6?

A seguir, disponibilizo a resposta do Prof. Pedro Apolinário (que hoje descansa no Senhor) sobre um texto que tem deixado muitos cristãos perplexos. Foi extraída e adaptada do livro “Leia e Compreenda Melhor a Bíblia” (agosto de 1985 – segunda edição ampliada), pág. 111-114.

Tenho certeza de que o estudo contextualizado de Hebreus 6 lhe dará esperança e a certeza do amor de Deus por cada pecador – não importa o quanto tenha ido longe (desde que se arrependa)!

Vamos ao estudo do professor Apolinário:

Em Hebreus 6:4-6 lemos: “É impossível, pois, que aqueles que uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se tornaram participantes do Espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro, e caíram, sim, é impossível outra vez renová-los para arrependimento, visto que, de novo, estão crucificando para si mesmos o Filho de Deus e expondo-o à ignomínia”.

Estes versos, através dos séculos, têm deixado seus leitores angustiados e perplexos, por que a primeira vista parecem ensinar que não há esperança de arrependimento ou de aceitação divina para aqueles que aceitaram a Cristo e depois O rejeitaram.

Para melhor compreensão do problema, Hebreus 6:4 deve ser estudado juntamente com as declarações que tratam do mesmo assunto em Hebreus 10: 26-31 e 12: 15-17; 25-29.

Há várias interpretações sugeridas para solucionar os aparentes paradoxos desta passagem com as demais doutrinas escriturísticas, destacando-se entre estas as arminianas e as calvinistas, apresentadas por Russell Champlin em O Novo Testamento Interpretado, vol. 5, págs 537 e 538.

Em uma coisa os comentaristas estão de acordo: há neste trecho referências ao pecado da apostasia.

Declara o Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia: “Entre as várias opiniões que têm sido sugeridas, duas são dignas de consideração:

“1o) Que a apostasia aqui referida é o ato de cometer o pecado imperdoável (Mateus 12:31-32), uma vez que esta é a única forma de apostasia que é sem esperança;

“2o) Que a passagem corretamente compreendida não ensina a absoluta desesperança da apostasia aqui descrita, mas uma desesperança condicional (Hebreus 6:6). A maioria dos comentaristas aceita a primeira alternativa, embora a segunda tenha méritos e possa ser baseada no grego”.

Como bem salientou Cotton: “nada pode existir nesta passagem que nos leve a duvidar da total misericórdia de Deus, pois do contrário, esta passagem destruiria o evangelho”.

Deduzimos da leitura de Hebreus 6:4-6 e das outras passagens correlatas, que Paulo fala de pessoas que propositadamente rejeitaram a Cristo e os princípios do evangelho.

As afirmações aqui consignadas pelo apóstolo trouxeram sérios problemas para a igreja cristã, especialmente durante as perseguições, quando alguns fraquejaram e posteriormente arrependidos de terem sido tíbios na fé quiseram voltar. E, infelizmente, muitas comunidades cristãs não queriam aceitá-los escudados em Hebreus 6:6.

A seguinte verdade não pode ser esquecida: Cristo está sempre de braços abertos para receber o mais indigno pecador, que reconhece o erro e apela pelo perdão, como nos relata Mateus 18:22 e se comprova na triste experiência de Pedro. Em contrapartida, outra verdade escriturística deve ser lembrada: não há esperança para quem consciente e deliberadamente rejeita os ensinamentos de Cristo e o seu sacrifício vicário em nosso favor.

Fonte:http://www.novotempo.org.br/namiradaverdade/?p=262

Deus criou o mal? Isaías 45:7



Sinto-me honrado em saber que Deus usa o programa para dar as respostas que você precisa meu irmão. Não tenha dúvidas de que o Senhor o tirará do deserto e o colocará sobre o “rio da água da vida” – o Espírito Santo – (Joao 7:37-39) a fim de você ser refrescado e encontrar alívio. Continue em sua busca por Jesus peça-Lhe forças para vencer o que o atrapalha de seguir adiante. Filipenses 2:13 diz que é Ele que efetua em você (e em mim) o querer e o fazer coisas boas. Portanto, basta pedir e o Senhor atuará lá no fundo da sua mente, refinando seus gostos e o auxiliando até obter a vitória que tanto almeja!

Isaías 45:7, a princípio, parece contradizer 1 João 4:8, 16, Tiago 1:13, etc. Mas, quando entendemos o significado da palavra hebraica para “mal” empregada no texto, o aparente problema fica resolvido. Vou lhe ajudar:

A palavra hebraica para designar mal no verso é ‘ra e significa: “mal moral”, “a natureza perversa” e também “males como inundações, terremotos, tempestades de granizo”. Nesse contexto, ao compararmos com Isaías 47:11, vemos o termo “mal” se refere à “desolação” e às “calamidades” que Deus permitiria vir sobre os babilônicos por não terem se arrependido dos pecados deles! Leiamos Isaías 47:11:

“Pelo que sobre ti virá o mal que por encantamentos não saberás conjurar; tal calamidade cairá sobre ti, da qual por expiação não te poderás livrar; porque sobre ti, de repente, virá tamanha desolação, como não imaginavas.” (Grifo acrescentado)

O Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia comenta sobre Isaías 45:7:

“Crio o mal – Deus é o autor da luz e da paz. Ele permite o mal para que os homens e os anjos possam testificar o resultado do afastamento dos eternos princípios da justiça. Na Escritura, Deus muitas vezes é representado como causando aquilo que ele não evita”em> (Grifos acrescentados).

Aqui é exposto um princípio muito importante para análise do texto: o idiomatismo hebraico (forma de os hebreus se expressarem) apresenta Deus fazendo coisas que na verdade Ele não impede de acontecerem. Esse é o caso de 1 Samuel 16:14.

Quando entendemos o termo no original e a forma como o hebreu se expressa (apresenta Deus a fazer algo, mas, que na verdade Ele não impediu), conseguimos entender tais questões difíceis. E, quando lemos o contexto geral das Escrituras, concluímos que Deus realmente não é o autor do mal moral, mas sim que Ele permite que calamidades e desolações sobrevenham a nações rebeldes (Isaías 45:7 e 47:11):

“Pois tu não és Deus que se agrade com a iniqüidade, e contigo não subsiste o mal.” Salmo 5:4.

Fonte: http://www.novotempo.org.br/namiradaverdade/?p=259

Miguel não é mais que um título do Divino Jesus!



by leandro.quadros on 24/06/09 at 1:23 pm

O nome Miguel significa: “Quem é semelhante a Deus?”. É um desafio a satanás que, desde o princípio, quis ser igual ao Criador (Isaías 14:12-14). Sempre que Miguel é mencionado na Bíblia, se refere à pessoa de Jesus como Comandante dos exércitos celestiais em direta disputa com Satanás. Para nossa felicidade eterna, Miguel sempre sai vitorioso. Leia: Judas 9; Daniel 10:13, 21;12:1; Apocalipse 12:7.

Detalhe: quando nós Adventistas afirmamos que Miguel significa “semelhante a Deus”, no original e para a cultura hebraica, entendemos que “semelhante” significa “igual” (ver João 5:18; 19:7).

Miguel, portanto, é um dos nomes de honra de Jesus e em nada interfere na Divindade dEle. Por isso, é injusta a comparação que alguns “apologistas” modernos fazem entre os Adventistas e as Testemunhas de Jeová, que usam o argumento de que Cristo é “Miguel” para “provar” que Ele é uma “criatura”.

Sendo Jesus chamado de o “arcanjo” (e até de anjo algumas vezes, como veremos a seguir) nas Escrituras, isto não O torna “anjo” no sentido de criatura, assim como o fato de Ele ser chamado de cordeiro (João 1:29) e leão (Apocalipse 5:5) não o torna animal. Da mesma forma que estes nomes simbólicos se referem a determinadas funções de Jesus, os termos “arcanjo” e “anjo”, também. Anjo significa “mensageiro” e Jesus é o “mensageiro de Deus Pai” à humanidade, o Mensageiro que comunica as boas notícias de Salvação!

Portanto, para os Adventistas do Sétimo Dia e demais cristãos ortodoxos, Jesus é Deus no mais pleno sentido da palavra. A Bíblia não deixa dúvidas: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez”. João 1:1-3. “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai”. João 1:14. “Este é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste”. Colossenses 1:15-17. “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz. Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai”. Filipenses 2:5-11.

E o texto de Judas 9? Se o aplicarmos a Jesus não estaríamos rebaixando a Sua autoridade perante Satanás?

“Contudo, o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo e disputava a respeito do corpo de Moisés, não se atreveu a proferir juízo infamatório contra ele; pelo contrário, disse: O Senhor te repreenda!” Judas 1:9.

Este texto não rebaixa a autoridade de Jesus, mas contém uma preciosa lição para nós cristãos. Cristo, mesmo sendo Deus, não respondeu a diabo da mesma forma: não se rebaixou a ponto de proferir palavras de difamação ao diabo, mesmo (Cristo) falando com autoridade. A natureza perfeita de Jesus não permite que Ele faça uso do mesmo comportamento do inimigo (proferir palavras malignas, juízo infamatório, como diz o texto – compare-o com Filipenses 2:5-8 e veja o contraste entre caráter de satanás e o caráter humilde de Cristo).

Em certa ocasião, Deus Pai, mesmo sendo poderoso, não optou por expulsar de vez Satanás de Sua presença. (Ler Jó 1:6-12). Do mesmo modo que o Pai não perdeu Sua autoridade Divina por ter permitido que Satanás dialogasse, Jesus não perde a autoridade dEle pelo fato de deixar o diabo falar e por não querer (Jesus) fazer parte daquele tipo de palavreado maldoso. Jesus é um Deus de classe.

Leia Zacarias 3:1-8, especialmente o verso dois. Poderá confirmar que o “Anjo do Senhor” (termo usado em referência ao próprio Cristo) é Miguel em Judas 9.

E Daniel 10:13? A expressão “um dos primeiros príncipes” não estaria sugerindo que há outros no mesmo pé de igualdade que Miguel, ou seja, que este ser é um anjo mesmo?

Conquanto Miguel seja chamado de “um dos primeiros príncipes” isso não O coloca no mesmo pé de igualdade que os demais anjos. No Céu há uma hierarquia de anjos (há querubins, serafins…), cada um com um papel a desempenhar na adoração a Deus e no plano da salvação (Hebreus 1:14). Se Jesus escolheu alguns anjos para serem príncipes com Ele no governo dos demais anjos (sendo Ele o Príncipe Supremo), que problema haveria em Ele ser chamado de “um dos primeiros príncipes”? Não há dificuldades em Jesus ser o Príncipe Principal (por ser Deus) e estabelecer outros seres abaixo dele, com o mesmo nível de governo, para dirigir os anjos. Isto em nada afeta a autoridade Divina do nosso Salvador.

O pastor americano Mark Finley em seu livro Revelando os Mistérios de Daniel, pág. 125, traz uma informação importante: há traduções (em inglês) que traduzem Daniel 10:13 da seguinte forma: “o primeiro dos príncipes”.

Interessante é que não são apenas os Adventistas do Sétimo Dia que identificam Miguel com Jesus Cristo. Comentaristas como João Calvino, Matthew Henry, entre outros, tiveram a mesma opinião! (Disponibilizarei no blog várias citações deles que constam no livro “Questões Sobre Doutrina” – Casa Publicadora Brasileira).

Também é importante salientar que a mesma Bíblia que chama a Miguel de “um dos primeiros príncipes” diz ser Ele “o vosso príncipe” (Daniel 10:21) e “o grande príncipe” (Daniel 12:1). Comparando estes textos com Isaías 9:6 e Atos 5:31 (preste atenção no termo “príncipe”), não podemos ter dúvidas de que o Ser mencionado em Daniel 10:13 mencionado é Cristo.

1ª Tessalonicenses 4:16 relaciona a “voz do arcanjo” com a ressurreição dos santos por ocasião da volta do Senhor Jesus. Cristo mesmo declarou que os mortos sairiam do túmulo ao ouvirem SUA VOZ (João 5:28, 29). Esta é outra evidência de que Miguel tem de ser um dos nomes de honra do Salvador.

“A literatura judaica descreve a Miguel como o mais elevado dos anjos, o verdadeiro representante de Deus, e o identifica como “anjo de Yahweh”, o qual se menciona com freqüência no Antigo Testamento como um ser divino” (Dicionário Bíblico Adventista do 7º Dia [CD ROM, espanhol]).

Daniel é a maior evidência de que Miguel é um dos nomes de honra do Divino Jesus

O livro de Daniel, a meu ver, apresenta a maior das evidências de que o nome “Miguel” deve obrigatoriamente ser aplicado a Cristo. Temos neste livro quatro grandes blocos proféticos que dão ênfase a Jesus e ao Seu reino. Estes blocos proféticos nos ajudam a entender o livro, seu propósito e também a descobrir quem é o personagem principal das profecias da Bíblia. Veja:

CAPÍTULO 2: Jesus aparece como sendo a Pedra que destrói a estátua;

CAPÍTULO 7: Jesus aparece como sendo o Filho do Homem que se dirige ao Ancião de Dias (Deus Pai);

CAPÍTULO 8: Jesus aparece em cena como sendo o Príncipe dos Príncipes;

CAPÍTULOS 10-12: Jesus aparece como Miguel, o libertador.

Veja que interessante: se Miguel não fosse Jesus, o sincronismo do livro de Daniel (apresentado em seus blocos proféticos) seria quebrado! É muito estranho imaginarmos que nos três primeiros blocos proféticos o centro é Jesus enquanto que no último o personagem principal é um “ser criado”.

Todos os blocos proféticos terminam com a manifestação de Cristo e do Seu reino. Por isso, para que o sincronismo do livro de Daniel seja mantido, Miguel tem que ser um dos nomes de Jesus. Além disso, deve-se destacar que o conflito entre o bem e o mal se dá entre Cristo (Deus) e lúcifer (criatura) e não entre dois seres criados (ver Apocalipse 12:7-9).

Se Jesus é Deus, como pode ser chamado de Arcanjo?

Ao compreendermos o sentido etimológico da palavra “arcanjo”, este aparente problema é resolvido. No grego, “arcanjo” significa “chefe dos Anjos”. Este título não precisa necessariamente referir-se apenas a um ser criado, assim como ocorre com o termo “anjo” – mensageiro (vimos isso anteriormente). É aceito entre os comentaristas (inclusive não-adventistas) que Jesus Cristo é o “Anjo do Senhor” mencionado no Antigo Testamento (ver Gênesis 16:7; 18:1, 2, 13 e 19; Êxodo 3:2-5; 23:20-33; 32:34; Juízes 6:11-24; 13:21-22. Eis uma nota explicativa da Bíblia de Estudo Almeida sobre Êxodo 3:2 [Sociedade Bíblica do Brasil]: “O Anjo do Senhor (mensageiro ou enviado) não é aqui um ser distinto do próprio Deus (conferir verso 4), mas Deus mesmo, enquanto se faz presente para comunicar uma mensagem”.

Do mesmo modo que Cristo não se torna uma criatura ao ser chamado de “Anjo do Senhor” (na verdade Ele é o “mensageiro”, de Deus Pai à humanidade), o mesmo ocorre quando é designado de arcanjo. Sendo que Ele é o Criador, automaticamente é o “Chefe Supremo”- Arcanjo – de todos os anjos.

A expressão “arcanjo” aparece apenas em passagens apocalípticas, onde Cristo está em direto confronto com satanás. Não há base bíblica para crermos que este termo aplique-se a um anjo, um ser criado. É difícil provar pela Bíblia a ideia de que arcanjo seria uma “classe de anjo”, mesmo que um dos significados da palavra possa ser “anjo chefe”. Como sabemos, não devemos basear um ensino apenas no significado das palavras: um conjunto de textos bíblicos que esclareçam um ponto também deve ser considerado.

Com isto, podemos ver que a posição Adventista a respeito do “Arcanjo Miguel”, levando em conta não apenas o sentido do termo, mas também outros textos paralelos, em nada afeta a suprema e absoluta Divindade do Senhor Jesus Cristo. (1 João 5:20; Hebreus 1:1-3, etc).

Fonte: http://www.novotempo.org.br/namiradaverdade/?p=246

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