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14 maio 2012

Codex de Leningrado



O Códice de Leningrado ("Codex Leningradensis, L") catalogado com a sigla "Firkovich B 19", é um dos mais antigos e completos manuscritos do texto massorético da Bíblia hebraica, escrito em pergaminho e datado de 1008 EC, de acordo com o Colophon (book), é a cópia completa mais antiga das Escrituras Hebraicas do mundo. Este manuscrito serve como texto básico para modernas traduções da Bíblia, e encontra-se na famosa Biblioteca Pública de São Petersburgo Leningrado, Rússia.[1]


Atualmente, o Códice de Leningrado, é o mais importante texto Hebraico reproduzido na Rudolf Kittel's Biblia Hebraica (BHK),(1937) e na Bíblia Hebraica Stuttgartensia (BHS), (1977). Serve também como uma fonte para que eruditos trabalhem na recuperação de detalhes nas partes faltantes do Codex de Aleppo.

O texto bíblico encontrado no códice, contém a letra-texto hebraica, junto com os tiberianos Niqqud e Cantillation. Além disso, possui notas massoréticas em suas margens. Há também vários suplementos técnicos que tratam dos detalhes textuais e lingüísticos, muitos dos quais são pintados em formulários geométricos. O codex é escrito em pergaminho. A ordem dos livros no Códice de Leningrado segue a tradição textual Tiberiana (Sefardita), que combina também a tradição mais antiga de manuscritos biblicos.

A ordem de marcações para os livros difere da maioria de Bíblias hebraicas impressos para os livros do Ketuvim judaico. No Codex de Leningrado, a ordem de Ketuvim está: I Crônicas, Salmos, Jó, Provérbios, Rute, Cântico dos cânticos, Eclesiastes, Lamentações, Ester, Daniel, e Esdras-Neemias.

O Códice de Leningrado, foi bem conservado e está em excelentes condições, mesmo após um milênio. Fornece também base para a arte judaica medieval. Dezesseis de suas páginas contêm desenhos padrões geométricos decorativos que iluminam as passagens do texto. A página da assinatura mostra uma estrela com os nomes dos escritores nas bordas.

História

De acordo com o Colophon (book), o códice foi copiado em Cairo, sendo um dos manuscritos copiados em 1008 EC - "dos livros corrigidos, preparados e anotados por Aaron ben Moses ben Asher, o instrutor".[2]

Acredita-se ser um manuscrito bem mais fiel do que o tradicional Codex Aleppo. Seu proprietário anterior, o coletor Abraham Firkovich, não deixou nenhum indício em seus escritos, sobre como adquiriu o códice, por volta de 1838. Algum tempo depois, em 1863, foi transferido para a Biblioteca Nacional da Russia em São Petersburgo. Por volta de 1917, foi rebatizado de Codex Leningradensis, mesmo nome da cidade onde fica a biblioteca que o abriga.

Edições Modernas

Bíblia Hebraica

Em 1935, o Códice de Leningrado foi emprestado ao Seminário do Velho Testamento da Universidade de Leipzig, por dois anos, quando Paul E. Kahle usou seu texto como base para a transcrição para o texto hebraico da terceira edição da Rudolf Kittel's Biblia Hebraica (BHK), publicada em Stuttgart, 1937. O Códice foi usado também para o tradução da Bíblia Hebraica Stuttgartensia (BHS) em 1977, e será usado para Biblia Hebraica Quinta (BHQ). Como um trabalho original feito pelos massoretas Tiberianos, o Códice de Leninegrado está por diversos séculos, bem à frente de outros manuscritos hebraicos, que tinham sido usados por todas as edições precedentes de Bíblias hebraicas impressas até a Rudolf Kittel's Biblia Hebraica (BHK).

The Westminster Leningrad Codex[3] é uma versão digital, do Códice de Leningrado mantido por J. Alan, para pesquisa Bíblica avançada no Westminster Theological Seminary. Esta é uma versão eletrônica verificada da BHS, com várias correções. A versão atual, inclui notas e ferramentas de transcrição para analisar a sintaxe.

Edições Judaicas

O Códice de Leningrado serviu também como a base para duas importantes edições judaicas da Bíblia Hebraica (Tanak):


• The Dotan edition, official Tanak of Israel Defense Forces , 1990.

• The New Jewish Publication Society of America Version, JPS Hebrew-English Tanakh (Philadelphia, 1999).

Notas

1. ↑ Alexandre II: do livro Spamers Illustrierte Weltgeschichte, Leipzig, 1898.
2. ↑ [1]
3. ↑ The Westminster Leningrad Codex, Versão Digital;

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3dice_de_Leningrado

Codex Amiatinus

Contexto histórico

O Codex Amiatinus é o mais antigo manuscrito completo da Bíblia em latim que chegou até nós, sendo um testemunho fundamental da tradição da Vulgata de São Jerônimo. Ele foi produzido entre o final do século VII e início do século VIII (c. 692–716 d.C.) no mosteiro duplo de Wearmouth-Jarrow, localizado na Nortúmbria (atual Inglaterra), um dos centros intelectuais mais importantes do cristianismo anglo-saxônico. O período de sua produção coincide com um momento de intensa atividade monástica, no qual a cópia de manuscritos bíblicos era vista como uma obra espiritual e acadêmica de grande valor. O códice reflete também a influência do renascimento cultural anglo-saxão, associado ao ambiente erudito de figuras como Beda, o Venerável, cuja escola teológica estava ligada ao mesmo contexto monástico.

Ano de publicação

O manuscrito foi produzido aproximadamente entre 692 e 716 d.C., sob a direção do abade Ceolfrido (Ceolfrith). Após sua conclusão, foi levado como presente ao Papa Gregório II em Roma, embora o abade tenha morrido durante a viagem, e o manuscrito tenha seguido posteriormente seu destino final.

Autor

O Codex Amiatinus não possui autor individual. Ele foi produzido por uma comunidade de monges copistas altamente treinados, organizados sob a supervisão de Ceolfrido. Esses monges trabalhavam em scriptoria monásticos, onde a cópia de textos sagrados era realizada com rigor técnico e espiritual.

Criação

A criação do códice teve como objetivo produzir uma Bíblia completa da Vulgata latina, com precisão textual elevada e formato monumental. Ele foi baseado em modelos anteriores, especialmente o chamado Codex Grandior, hoje perdido, que teria servido como referência estrutural. O projeto exigiu anos de trabalho e grande investimento de recursos, incluindo pergaminhos de alta qualidade e organização sistemática do texto bíblico.

Publicação

Não houve publicação no sentido moderno. Após sua finalização, o códice foi transportado como oferenda papal para Roma. Durante o percurso, o abade Ceolfrido morreu na Gália, e o manuscrito acabou permanecendo na Itália, onde foi preservado ao longo dos séculos, chegando posteriormente à Biblioteca Medicea Laurenziana, em Florença.

Formação textual (Vulgata)

O Codex Amiatinus é uma das testemunhas mais puras da Vulgata de São Jerônimo, refletindo uma tradição textual relativamente estável do latim bíblico. Ele é essencial para a reconstrução crítica da Vulgata original, pois preserva um texto anterior a muitas revisões medievais posteriores. Seu valor está na fidelidade ao modelo jeronimiano e na ausência de alterações teológicas posteriores significativas.

Características distintas

O manuscrito é monumental em tamanho e qualidade. Possui páginas grandes em pergaminho, texto escrito em duas colunas por página, com escrita uncial latina extremamente regular e cuidadosamente padronizada. Contém ilustrações simbólicas importantes, como a representação de Esdras escrevendo as Escrituras e uma imagem do Tabernáculo descrito no Antigo Testamento, refletindo a teologia da época. É composto por três grandes volumes originais, reunidos em uma obra única de altíssimo valor material e espiritual.

Linguagem e estilo

O texto está em latim da Vulgata, caracterizado por clareza, uniformidade e padronização monástica. O estilo reflete o latim cristão tardio, com forte influência da tradição de tradução de São Jerônimo a partir do hebraico e do grego. A escrita é altamente legível e segue padrões rigorosos de cópia, indicando um esforço consciente de precisão textual.

Importância e influência

O Codex Amiatinus é considerado o testemunho mais confiável da Vulgata primitiva, sendo essencial para a crítica textual do Antigo e Novo Testamento em latim. Ele permite comparar e corrigir variantes posteriores da Vulgata medieval. Sua importância histórica também se estende à compreensão da cultura monástica medieval e do papel dos mosteiros na preservação da Bíblia. Além disso, influenciou diretamente edições críticas modernas da Vulgata.

Relação com outras traduções

O códice está diretamente ligado à Vulgata Latina, sendo uma de suas formas mais antigas e confiáveis. Indiretamente, relaciona-se aos textos hebraicos e gregos utilizados por São Jerônimo como base de tradução. Ele também serve como ponto de comparação com outras tradições textuais, como a Septuaginta e manuscritos gregos do Novo Testamento.

Edições e legados

Atualmente o Codex Amiatinus está preservado na Biblioteca Medicea Laurenziana, em Florença (Itália). Ele é constantemente estudado em edições críticas da Vulgata e em pesquisas de paleografia e crítica textual. Seu legado está na preservação quase perfeita de um texto bíblico medieval, servindo como referência central para estudiosos da transmissão do texto bíblico em latim.

Conclusão

O Codex Amiatinus representa o auge da tradição manuscrita da Vulgata no início da Idade Média. Sua precisão, monumentalidade e preservação o tornam uma das fontes mais importantes para o estudo da Bíblia latina, sendo essencial para compreender tanto a história do texto bíblico quanto o papel dos mosteiros na preservação das Escrituras.

SUPLEMENTARES

Contexto linguístico (latim bíblico monástico)

Reflete o latim cristão tardio padronizado nos scriptoria monásticos anglo-saxônicos, com forte influência da tradição jeronimiana.

Status canônico

Não altera o cânon bíblico, mas preserva a forma textual oficial da Bíblia latina usada no Ocidente medieval.

Tradição manuscrita e transmissão textual

Produzido em ambiente monástico altamente organizado, representa o auge da técnica de cópia medieval de manuscritos bíblicos.

Importância para a crítica textual moderna

É uma das principais bases para reconstrução da Vulgata original de São Jerônimo, sendo considerado um dos manuscritos mais fiéis já preservados.

Difusão geográfica e uso histórico

Produzido na Inglaterra anglo-saxônica, foi levado à Itália e preservado na Europa continental, tornando-se referência central no estudo da Bíblia latina medieval e moderna.


Referências
  • Frederic G. Kenyon, Our Bible and the Ancient Manuscripts, Eyre & Spottiswoode, 1939.
  • Bruce M. Metzger, The Early Versions of the New Testament, Oxford University Press, 1977.
  • Robert Weber; Roger Gryson, Biblia Sacra Vulgata, Deutsche Bibelgesellschaft, 2007.
  • E. A. Lowe, Codices Latini Antiquiores, Oxford University Press, 1934–1971.
  • Patrick McGurk, Latin Gospel Books from A.D. 400 to A.D. 800, Clarendon Press, 1961.
  • Bernard Bischoff, Latin Palaeography: Antiquity and the Middle Ages, Cambridge University Press, 1990.
  • Michelle P. Brown, The Lindisfarne Gospels and the Early Medieval World, British Library, 2003.
  • David Ganz, Book Production in the Carolingian Empire and the Kingdom of France, Cambridge University Press, 1990.
  • Janet Backhouse, The Illuminated Manuscript, British Museum Press, 1997.
  • Codex Amiatinus, Biblioteca Medicea Laurenziana Catalogue, Florence.
  • British Library, Early Medieval Manuscripts Collection, London.


Codex Alepo



Codex Aleppo ou Códice de Alepo no (Hebraico: כֶּתֶראֲרָםצוֹבָא, (sˁovɔʔ ʔăɾɔm de kɛθɛɾ) Keter Aram Tsova é o mais antigo e completo manuscrito da Bíblia Hebraica de acordo com o Tiberiano Massorá, produzido e editado pelo respeitado massoreta Aaron ben Moses ben Asher.


Datado de 930 d.C., cerca um terço dele, inclui quase toda a Torá. Considera-se o manuscrito original de maior autoridade massoreta, que segundo a tradição familiar, estas Escrituras Hebraicas foram preservadas de geração em geração. Assim o Códice de Alepo é visto como fonte original e a maior autoridade para o texto bíblico e os rituais judaicos. Este provou ter sido o texto mais fiel aos princípios dos Massoretas.

O Códice de Alepo tem uma longa história de consultas pelas autoridades rabínicas. Os estudos modernos mostraram-no como a mais exata representação dos princípios massoréticos que podem ser encontrados em todo o manuscrito, contendo pouquíssimos erros entre os milhões dos detalhes ortográficos que compõem o texto massorético.

Autoridade

As consoantes usadas no Códice foram copiadas pelo escritor Shlomo ben Buya'a na região de Israel, 920. O texto foi, vocalizado com pontos consonantais no estilo massorético por Aaron ben Moses ben Asher. Ben Moses foi o último e o maior de membro proeminente da dinastia do Ben-Asher, que deu forma à versão mais exata da Massorá e, conseqüentemente, da Bíblia Hebraica.

O Códice de Leningrado, que data aproximadamente ao mesmo tempo em que o Códice de Alepo, foi reivindicado ser uma obra de escritura Ben-Asher.

O Códice de Alepo foi o manuscrito usado pelo rabino e acadêmico Maimónides (1135-1204) quando estabeleceu os parâmetros exatos para a escrita dos rolos da Torá, de Hilkhot Sefer Torah ("as leis dos rolos da Torá".) em sua Mishneh Torah.

Tradição textual

O começo (em quase toda a Torah) e a extremidade do manuscrito faltam, algumas páginas. Visto que o Códice de Alepo estava imcompleto (até 1947), seguia-se a tradição textual tiberiana na ordem de seus livros, similar ao Códice de Leningrado, e que combina com a tradição mais antiga dos manuscritos bíblicos. Tora e Nevi'im aparecem na mesma ordem encontrada na maioria das bíblias impressas, mas difere na ordem para os livros segundo o Ketuvim. No Códice de Aleppo, a ordem de etuvim está: Crônicas, Salmos, Jó, Provérbios, Rute, Cântico dos Cânticos, Eclesiastes, Lamentações, Ester, Daniel, Esdras-Neemias. O texto atual falta quase o inteiro Tora (Gênesis e a maior parte de Deuteronômio). Começa com a última palavra de Deuteronômio 28:17 (ומשארתך, "e tua amassadeira"). Após este, nos livros de Nevi'im publicam-se em sua ordem tradicional (Josué, Juízes, Samuel, Reis, Isaías, Jeremias, Ezequiel, e os doze profetas menores). Faltam Eclesiastes, Lamentações, Ester, Daniel, e Esdras-Neemias.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Codex_Aleppo

Os Rolos do Mar Morto

Essa grande descoberta ocorreu em março de 1947, quando um jovenzinho árabe (Muhammad adh-Dhib) estava perseguindo uma cabra perdida nas grutas, a doze quilômetros ao sul de Jerico e um e meio quilômetro a oeste do mar Morto. Numa das grutas ele descobriu umas jarras que continham vários rolos de couro. Entre esse dia e fevereiro de 1956, onze grutas que continham rolos e fragmentos de rolos foram
 escavadas próximo a Qumran. Nessas grutas, os essênios, seita religiosa judaica que existiu por volta da época de Cristo, haviam guardado sua biblioteca. Somando tudo, os milhares de fragmentos de manuscritos
constituíam os restos de seiscentos manuscritos.

Os manuscritos que trazem o texto do Antigo Testamento são os de maior interesse para nós. A Gruta 1 é a que havia sido descoberta pelo jovem árabe, a qual continha sete rolos mais ou menos completos e alguns
fragmentos, dentre os quais o mais antigo livro que se conhece da Bíblia (Isaías Á), um Manual de disciplina, um Comentário de Habacuque, um Apócrifo de Gênesis, um texto incompleto de Isaías {Isaías B), a Regra da guerra e cerca de trinta Hinos de ação de graça. Na Gruta 2 foram encontrados outros manuscritos; essa gruta havia sido descoberta por beduínos que roubaram alguns artigos, Descobriram-se ali fragmentos de cerca de cem manuscritos; nenhum desses achados, porém, foi tio espetacular como o que se descobriu nas demais grutas. Na Gruta 3 foram achadas duas metades de um rolo de cobre que dava instruções sobre como achar sessenta ou mais lugares que continham tesouros escondidos, a maior
parte dos quais em Jerusalém ou em seus arredores.

A Gruta 4 (a Gruta da Perdiz) também havia sido pilhada por beduínos, antes de ser escavada em setembro de 1952. No entanto, verificou-se que haveria de ser a gruta mais produtiva de todas, visto que literalmente milhares de fragmentos foram recuperados e reconstituídos, quer mediante compra dos beduínos, quer em decorrência da peneiração arqueológica da poeira do solo da gruta. Um fragmento de Samuel que se encontrou aqui é tido como o mais antigo trecho de hebraico bíblico conhecido, pois data do século IV a.C. Na Gruta 5 acharam-se alguns livros bíblicos e outros apócrifos em avançado estado de deterioração. A
Gruta 6 revelou a existência de mais fragmentos de papiro que de couro.

As Grutas de 7 a 10 forneceram dados de interesse para o arqueólogo profissional, nada, porém, de interesse relevante ao estudo que estamos empreendendo. A Gruta 11 foi a última a ser escavada e explorada, em começos de 1956. Ali se encontrou uma cópia do texto de alguns salmos, incluindo-se o salmo apócrifo 151, que até essa data só era conhecido em textos gregos. Encontrou-se, ainda, um rolo muito fino que continha parte de Levítico e um Targum (paráfrase) aramaico de Jó.

Estimulados por essas descobertas originais, os beduínos insistiram nas buscas e descobriram outras grutas a sudoeste de Belém. Aqui, em Murabba'at, descobriram alguns manuscritos que traziam a data e alguns documentos da segunda revolta judaica (132-135 d.C). Esses documentos ajudaram a confirmar a antigüidade dos rolos do mar Morto. Descobriu-se também outro rolo dos profetas menores (de Joel a Ageu), cujo texto se aproxima muito do texto massorético. Além disso, descobriu-se ali um palimpsesto, o papiro semítico (o primeiro texto havia sido raspado) mais antigo de que se tem notícia. O segundo texto nele gravado era em hebraico antigo, dos séculos VII e VIII a.C. Vários tipos de evidências tendem a dar apoio às datas dos rolos do mar Morto. Em primeiro lugar está o processo do carbono 14, que dá a
esses documentos a idade de 1917 anos, com margem de variação de 200 anos (10%). Isso significa que tais documentos datam de 168 a.C. a 233 d.C. A paleografia (estudo da escrita antiga e de seus materiais) e a ortografia (redação correta das palavras) marcam a data de alguns desses manuscritos anterior a 100 a.C. A arqueologia trouxe mais algumas evidências paralelas, mediante o estudo da cerâmica encontrada nas grutas: descobriu-se que era da baixa Era Helenística (150-163 a.C.) e da alta Era Romana (63 a.C-100 d.C). For fim, as descobertas de Murabba'at corroboraram as descobertas de Qumran.

A natureza e o número dessas descobertas do mar Morto produziram as seguintes conclusões gerais a respeito da integridade do texto massorético. Os rolos fornecem espantosa confirmação da fidelidade do texto massorético. Millar Burrows, em sua obra The Dead Sea scrolls [Os rolos do mar Morto], mostra que existiram pouquíssimas alterações do texto, num período aproximado de mil anos. R. Laird Harris, em sua obra Inspiration and canonicity ofthe Bible [A inspiração e a canonicidade da Bíblia], sustenta que existem menos diferenças nessas duas tradições, em mil anos, do que em duas famílias de manuscritos do Novo Testamento.

Gleason Archer, autor de A survey of Old Testament introduction [Pesquisa para introdução ao Antigo Testamento] apóia a integridade do texto massorético ao declarar que tal texto concorda com o manuscrito de Isaías encontrado na Gruta 1 em 95% de seu conteúdo. Os restantes 5% compreendem lapsos óbvios da pena e variações de grafia que ocorreram naquele ínterim.

Texto Massorético


Até recentemente, só uns poucos manuscritos hebraicos do Antigo Testamento eram conhecidos. Aliás, antes da descoberta dos manuscritos Cairo Certeza, em 1890, só 731 manuscritos hebraicos haviam sido publicados. É por isso que a edição corrente da Bíblia hebraica, de Kittel, baseia-se em apenas quatro principais manuscritos, mas sobretudo em um deles (o Códice do Leningrado). Nessa tradição, os principais textos foram copiados durante o período massorético, como comprovam as seguintes amostras.

O manuscrito Códice do Cairo ou Códice cairota (c) (895 d.C.) talvez seja o manuscrito massorético mais antigo dos profetas, e contém tanto os profetas antigos como os posteriores, mais recentes.

O Códice deLeningrado dos profetas ou Códice babilônia dos profetas posteriores (MX B 3), também conhecido como Códice de [São] Petersburgo (916 d.C), contém apenas os últimos profetas (Isaías Jeremias, Ezequiel e os Doze), tendo sido escrito com vocalização babilônica.

O Códice Aleppo (930 d.C.) do Antigo Testamento já não está mais completo. Deve ser a principal
autoridade em Bíblia hebraica a ser publicada em Jerusalém, tendo sido corrigida e vocalizada por Aaron ben Asher, em 930 d.C. O Códice do Museu Britânico (Oriental 4445) data de 950 d.C; trata-se de um
manuscrito incompleto do Pentateuco. Contém apenas de Gênesis 39.20 a Deuteronômio 1.33.

O Códice de Leningrado (B 19 A OU L) (1008 d.C.) é o maior manuscrito do Antigo Testamento, o mais completo. Foi escrito em velino, com três colunas de 21 linhas por página. Os sinais vocálicos e os acentos seguem o padrão babilônico, colocados acima da linha.

O Códice Reuchlin (MS Ad. 21161) dos profetas (1105 d.C.) contém um texto revisto que atesta a fidelidade do Códice de Leningrado. Os fragmentos de Cairo Geneza (500-800 d.C), descobertos em 1890, no Cairo, estão espalhados por diversas bibliotecas. Ernst Wurthwein afirma existirem cerca de 10 mil manuscritos bíblicos e fragmentos de manuscritos desse depósito.

O número relativamente reduzido de antigos manuscritos do Antigo Testamento, com exceção do Cairo Geneza, pode ser atribuído a vários fatores. O primeiro e mais óbvio é a própria antigüidade dos manuscritos, combinada com sua inerente destrutibilidade; esses dois fatores concorrem para o desaparecimento dos manuscritos. Outro fator que militou contra a sobrevivência dos manuscritos foi a deportação dos israelitas à Babilônia e ao domínio estrangeiro após o retorno à Palestina. Jerusalém foi
conquistada 47 vezes, em sua história, só no período de 1800 a 1948 d.C.

Isso também explica por que os textos massoréticos foram descobertos fora da Palestina. Outro fator que influi na escassez de manuscritos do Antigo Testamento diz respeito às leis sagradas dos escribas, que exigiam que os manuscritos gastos pelo uso ou com erros fossem enterrados. Segundo uma tradição talmúdica, todo manuscrito que contivesse erro ou falha e todo aquele que estivesse demasiado gasto pelo uso eram sistemática e religiosamente destruídos. Tais práticas sem dúvida alguma fizeram diminuir o número de manuscritos que se poderiam encontrar algures. Por fim, durante os séculos V e VI d.C, quando os massoretas (escribas judeus) padronizaram o texto hebraico, acredita-se que de modo sistemático e
 completo destruíram todos os manuscritos que discordassem do sistema de vocalização (adição de letras vocálicas) e de padronização do texto das Escrituras. Muitas evidências arqueológicas e a ausência de manuscritos mais antigos tendem a dar apoio a esse julgamento. O resultado é que o texto massorético impresso do Antigo Testamento, como o temos hoje, baseia-se nuns poucos manuscritos, nenhum dos quais com origem anterior ao século X d.C

Ainda que haja relativamente poucos manuscritos massoréticos primitivos, a qualidade dos manuscritos disponíveis é muito boa. Isso também se deve atribuir a vários fatores. Em primeiro lugar, há pouquíssimas variantes nos textos disponíveis, visto serem todos descendentes de um tipo de texto estabelecido por volta de 100 d.C. Diferentemente do Novo Testamento, que baseia sua fidelidade textual na multiplicidade de cópias de manuscritos, o texto do Antigo Testamento deve sua exatidão à habilidade e à confiabilidade dos escribas que o transmitiram. Com todo o respeito às Escrituras judaicas, só a exatidão dos escribas, no entanto, não basta para garantir o produto genuíno. Antes, a reverência quase supersticiosa que dedicavam às Escrituras é de primordial importância. Segundo o Talmude, só determinados tipos de peles podiam
ser utilizados, o tamanho das colunas era controlado por regras rigorosas, o mesmo acontecendo com respeito ao ritual que o escriba deveria seguir ao copiar um manuscrito. Se se descobrisse que determinado manuscrito continha um único erro, a peça era descartada e destruída. Tão severo formalismo dos escribas foi responsável, pelo menos em parte, pelo extremo cuidado aplicado no processo de copiar as Escrituras Sagradas.

Outra categoria de evidências quanto à integridade do texto massorético encontra-se na comparação de passagens duplas do próprio texto massorético do Antigo Testamento. O salmo 14, por exemplo, reaparece de novo como salmo 53; grande parte de Isaías 36— 39 reaparece em 2Reis 18.20; Isaías 2.2-4 corresponde a Miquéias 4.1-3, e grande parte de Crônicas se encontra de novo em Samuel e em Reis.

Um exame dessas passagens, bem como de outras, revela não só substancial acordo textual, mas também, em certos casos, igualdade quase absoluta, palavra por palavra. Resulta disso a conclusão de que os textos do Antigo Testamento não sofreram revisões radicais, ainda que as passagens paralelas tenham origem em fontes idênticas.

Outra prova substancial quanto à exatidão do texto massorético procede da arqueologia. Robert Dick Wilson e William F. Albright, por exemplo, fizeram numerosas descobertas que confirmam a exatidão histórica dos documentos bíblicos, até mesmo no que concerne aos nomes obsoletos de reis estrangeiros. A obra de Wilson, A scientific investigation of the Old Testament [Investigação científica do Antigo Testamento], e a de  Albright, From the Stone Age to Christianity [Da Idade da Pedra ao cristianismo], podem ser consultadas em busca de apoio para essa concepção. Talvez o melhor tipo de evidências em apoio à integridade do texto massorético é encontrada na tradução grega do Antigo Testamento, conhecida como Septuaginta ou LXX. Esse trabalho foi executado durante os séculos II e III a.C, em Alexandria, no Egito. Na maior parte, é praticamente uma reprodução livro por livro, capítulo por capítulo do texto massorético e contém diferenças estilísticas e idiomáticas comuns. Além disso, a Septuaginta foi a Bíblia que Jesus e os apóstolos usaram, e a maior parte das citações no Novo Testamento foram tiradas diretamente dessa tradução. No todo, a Septuaginta constitui-se correspondente do texto massorético e tende a confirmar a fidelidade do texto hebraico do século x d.C. Se não houvesse nenhuma outra evidência, a comprovação da fidelidade ao texto massorético poderia ser aceita com confiança, em razão das evidências aqui apresentadas.

Fonte: Como a Biblia chegou até nós, autor Norman Geisler e William Nix, pg. 140-143

13 maio 2012

Onde e quando os livros da Bíblia foram escritos


Veja este quadro com os lugares onde foram escritos os livros da Bíblia: (clique na foto para ampliar)
 


Este diagrama mostra a ordem que foram escritos os livros do Antigo Testamento: (Clique na imagem abaixo para ampliar)


Texto Cesareense



O nome cesareense não indica que teve sua origem em Cesaréia, pois a crítica textual comprova sua origem no Egito. Cesareense vem da circunstância de ser o tipo de texto usado em Cesaréia.

O manuscrito padrão deste grupo é o Coridete ou B. Apresentam características semelhantes ao Coridete as Famílias 1 e 13 dos minúsculos.

A recensão do tipo cesareense de texto tem sido atribuída a Panfílio, grande admirador de Orígenes, que por defender a multiplicação das cópias das Escrituras foi martirizado em 309.

Este estudo é difícil, complexo, e mesmo as idéias apresentadas foram simplificadas, para que até pessoas não muito relacionadas com a Crítica Textual o pudessem compreender razoavelmente.

O agrupamento de manuscritos em famílias simplificou bastante o trabalho da Crítica Textual, que não se baseia mais no número de manuscritos, mas no número de famílias e suas características predominantes. É muito mais fácil e apresenta melhores resultados consultar cinco manuscritos de famílias diferentes do que uma centena pertencentes à mesma família.

O texto perfeito, ideal, ainda não foi encontrado, os problemas vão sendo superados e os esforços de muitos devot
ados trabalhadores, neste campo, merecem nosso respeito e consideração.(vide fonte)

O texto cesareense é uma das várias famílias de textos do Novo Testamento em grego que foram identificadas por estudiosos da crítica textual. Esta família de textos é considerada menos conhecida e menos influente do que as famílias Alexandrina, Bizantina e Ocidental, mas ainda possui importância para a compreensão da transmissão do texto do Novo Testamento. Aqui estão os principais aspectos do texto cesareense:

Origens e Características

  1. Origem Geográfica:

    • O nome "cesareense" deriva de Cesareia Marítima, uma cidade na antiga Palestina onde, segundo a tradição, esse tipo de texto teria sido usado e preservado.
    • Orígenes, um dos primeiros teólogos e estudiosos cristãos, que se mudou para Cesareia por volta de 231 d.C., é frequentemente associado a esta família de textos. Após seu trabalho em Alexandria, ele continuou seus estudos e escrita em Cesareia, e acredita-se que ele tenha influenciado a forma como o texto do Novo Testamento foi copiado e transmitido lá.
  2. Características Textuais:

    • O texto cesareense apresenta características que o diferenciam das outras famílias de textos, embora essas diferenças não sejam tão marcadas como entre os textos Alexandrino, Bizantino e Ocidental.
    • Ele é visto como um tipo misto de texto, contendo elementos de outras famílias de textos, mas com suas próprias leituras únicas.
  3. Manuscritos Representativos:

    • Alguns dos principais manuscritos associados ao texto cesareense incluem os códices Θ (Codex Koridethi), 565 (Codex Emilianus), e alguns manuscritos minúsculos como 700.
    • Esses manuscritos são mais notavelmente evidentes nos evangelhos, onde a presença do texto cesareense é mais pronunciada.

Significância na Crítica Textual

  1. Importância:

    • O estudo do texto cesareense ajuda os estudiosos a entender a diversidade e a evolução do texto do Novo Testamento.
    • Ele oferece uma visão sobre como o texto do Novo Testamento foi transmitido e adaptado em diferentes regiões e contextos da igreja primitiva.
  2. Interação com Outras Famílias de Texto:

    • O texto cesareense é frequentemente comparado com os textos Alexandrino, Bizantino e Ocidental para ajudar a reconstruir o texto original do Novo Testamento.
    • Diferenças e semelhanças entre essas famílias de texto são analisadas para entender melhor quais variantes textuais podem representar a forma mais antiga e autêntica do texto.

Conclusão

Embora o texto cesareense não seja tão amplamente reconhecido ou influente quanto outras famílias de texto, ele desempenha um papel significativo na crítica textual do Novo Testamento. O estudo dessas variantes textuais e dos manuscritos associados ao texto cesareense proporciona uma compreensão mais profunda da história e da transmissão do texto do Novo Testamento, enriquecendo o conhecimento sobre a preservação e a interpretação das escrituras cristãs ao longo dos séculos.


Fonte: História do Texto Bíblico, autor Pedro Apolinário






Cerca de 3.000 cristãos estão presos na Eritreia de maneira desumana

A Eritreia continua prendendo cristãos em containers de metal e também em prisões em condições desumanas por simplesmente professarem sua fé em Jesus. É possível que no momento tenham entre 2.000 ou 3.000 pessoas presas por serem membros de denominações não reconhecidas pelo governo.


Localizada na África, a Eritreia só foi incluída no relatório anual de Liberdade Religiosa Internacional, na Comissão dos Estados Unidos, no ano passado e agora figura na lista dos países que geram preocupação diante da discriminação e perseguição de cristãos.

A história mais marcante foi da cantora evangélica Helen Berhane que ficou mais de dois anos dentro de um container, vivendo em condições desumanas e sem direito a julgamento. Tudo porque ela se converteu e gravou um CD com músicas evangélicas, por esse motivo ela foi acusada de ser um “inimigo político” por propagar um discurso diferente do Estado.

Casos como o de Helen são difíceis de receberem interferência internacional, pois o país não tem processo judicial independente, ou seja, os cidadãos não podem, de maneira pacífica, organizar protestos. Outro fator que impede a ação é a falta de organizações nacionais que defendam os direitos humanos e como se não bastasse a imprensa não tem liberdade de expressão.

A agência de notícias Christian Solidarity Worldwide (CSW) afirma que os cristãos sofrem muita perseguição e quando são presos ficam trancados em ambientes quentes e insalubres, sofrendo privações e torturas.

Entre as igrejas cristãs que não são autorizadas pelo governo da Eritreia a prestar cultos livremente está a Igreja Adventista do Sétimo Dia, além de muitas outras que foram banidas pelo Estado. Mesmo assim 47% da população se declara cristã e 49% são muçulmanos.

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/cerca-de-3-000-cristaos-estao-presos-na-eritreia-de-maneira-desumana/#ixzz1rfsNpLbe

Textus Receptus


Textus Receptus (em latim "texto recebido") é o nome subsequentemente dado por Bonaventura Elzevir à série de impressões, em grego, do Novo Testamento que serviu de base para a Bíblia Luther, a Bíblia Rei James e para a maioria das traduções do Novo Testamento da reforma protestante, inclusive a tradução portuguesa por João Ferreira de Almeida.

A série que iniciou com a primeira impressão publicada do Novo Testamento em Grego, foi organizada pelo filósofo e humanista Erasmo de Roterdã em 1516. Sob pressão do seu editor, que queria que a obra fosse publicada antes da Bíblia Poliglota Complutense, Erasmo criou o Textus Receptus a partir de cerca de seis manuscritos, que não continham no seu total a completude do Novo Testamento. Dentre estes manuscritos datados do século XII ou posteriores, apenas um não era do estilo Bizantino, apesar disso a obra de Erasmo possui várias diferenças marcantes em relação à versão clássica deste texto, a de Hodges e Farstad.

Origem

A primeira edição de Erasmo foi criada apressadamente, pois seu editor Johann Froben queria se antecipar à versão em grego do Novo Testamento que estava sendo elaborada na Espanha, como parte do grande projeto da Bíblia Poliglota Complutense. Erros tipográficos, atribuídos à pressa em completar o trabalho, eram abundantes no texto publicado. Erasmo também não possuía uma versão completa do Apocalipse de João e foi forçado a traduzir para o grego seis versos da Vulgata em latim. Erasmo alterou o texto grego em vários locais para que correspondesse ao texto da Vulgata ou às citações dos Pais da Igreja, em consequência disso, apesar do Textus Receptus ser classificado como um texto Bizantino ele possui várias diferenças marcantes em relação à versão clássica de Hodges e Farstad.

A edição, que contava com um acordo de exclusividade por quatro anos do Maximiliano I, Sacro Imperador Romano-Germânico e Papa Leão X foi um sucesso comercial, sendo reimpressa por Erasmo em 1519 com a maioria dos erros tipográficos corrigidos.

Erasmo vinha estudando manuscritos do Novo Testamento em Grego por vários anos, na Holanda, França, Inglaterra e Suíça, notando suas diversas variantes, mas na época da feitura do Textus Receptus possuía apenas seis manuscritos à sua disposição.[1] Todos eles eram do século XII ou mais novos, sendo apenas um fora da corrente Bizantina. Consequentemente, a maioria dos estudiosos modernos considera seu texto de qualidade dúbia.[2]

Na terceira edição, de 1522, Erasmo incluiu o Comma Johanneum porque um único manuscrito continha este trecho, apesar disso Erasmo expressou dúvida sobre a autenticidade da passagem em suas anotações. A demanda popular pelo Novo Testamento em Grego gerou uma série de edições autorizadas e não-autorizadas baseadas em seu trabalho, incorporando sua versão do Novo Testamento, embora tipicamente incluindo várias alterações particulares. São também denominadas Textus Receptus as reimpressões de Estéfano em 1546; Beza em 1598 e também a dos irmãos Elzevir em 1633.

Nome

O nome "Textus Receptus" provém do prefácio da edição de 1633 (dos irmãos Bonnaventura e Abraão Elzevir) que diz: Textum ergo habes nunc ab omnibus receptum, in quo nihil immutatum aut corruptum damus (Tens, portanto, o texto agora recebido por todos, no qual nada oferecemos de alterado ou corrupto). As palavras "textum" e "receptum" foram utilizadas no caso nominativo para formar "Textus Receptus".

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Textus_Receptus

Texto Bizantino



É conhecido como Asiático por Bengel, Constantinopolitano por Griesbach, Siríaco, por W. H., oriental por Semler e K por Von Soden.


O chefe da recensão deste tipo de texto foi Luciano. Trabalho feito nos últimos anos do século terceiro, levando-se em conta que foi martirizado em 312, por ordem do imperador Maximino. O principal objetivo desta recensão foi fundir passagens paralelas para que nada se perdesse do texto sagrado e aclarar o texto, fazendo com que passagens difíceis se tornassem mais fáceis.

Como um exemplo da fusão de variantes pode ser citado Lucas 24:53, que aparece em alguns manuscritos - "e estavam sempre no templo louvando a Deus", mas em outros se encontra - "orando a Deus". O texto bizantino reuniu as duas expressões, aparecendo: "e estavam sempre no templo louvando e orando a Deus".

Este é o texto da grande quantidade de unciais e cursivos. Nele está baseado o Novo Testamento de Erasmo, o Textual Receptus e todas as edições do Novo Testamento anteriores à de W. H. em 1881. Dentre seus unciais destacam-se A, E, L, F e o W.

O Bizantino tem sido classificado pelos entendidos como bastante deficiente.

Fonte: História do Texto Bíblico, autor Pedro Apolinário


O Tipo Textual Bizantino (também chamado Majoritário, Tradicional, Eclesiastico, Constantinopolitano, ou Sírio) é um dos diversos tipos textuais usados na crítica textual para descrever o carater textual do grego dos manuscritos do Novo Testamento. É a forma encontrada no amplo número de manuscritos sobreviventes, embora não o mais antigo. O texto do Novo Testamento da Igreja Ortodoxa Grega, a edição do Patriarcado de Constantinopla de 1904, foi baseado nesse tipo textual. Embora consideravelmente variado, ele também está sujeito ao Textus Receptus, o texto grego usado para a maioria da traduções do Novo Testamento em línguas vernáculas na época da Reforma. As traduções modernas usam principalmente edições ecléticas que se conformam mais frequentemente ao tipo textual Alexandrino.


A forma textual bizantina é marcada frequentemente com as abreviações M ou Byz.



Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Texto-tipo_Alexandrino

Texto Neutro



Para Westcott e Hort sob este nome se encontram os dois principais manuscritos, isto é, o  = alef e o B.


De acordo com o conceito destes eruditos, era o melhor texto por ser o mais primitivo e ter sido transmitido com pureza de forma. Denominaram-no de Neutro por não se desviar na direção seguida pelos outros grupos.

As idéias de W. H. marcaram época, e os princípios por eles defendidos ainda são válidos, mas o progresso da Crítica Textual e a descoberta de novos manuscritos mostraram a necessidade de revisão em seus métodos.

Quem se interessar por um conhecimento mais completo da teoria de Westcott e Hort deve estudar nas obras especializadas em Crítica Textual ou em Introduções ao Novo Testamento, como a de Everett F. Harrison, páginas 71 a 74.

A classificação mais usada e aceita por todos hoje pouco difere da de W. H. Ao estudá-la observe seus pontos afins e suas divergências.

Fonte: História do Texto Bíblico, Autor: Pedro Apolinário



Texto Alexandrino

O texto-tipo alexandrino (também chamado Neutro ou Egípcio) é um dos vários texto-tipo usados no Novo Testamento e na crítica textual para descrever e classificar a característica textual dos manuscritos da Bíblia. O tipo textual Alexandrino é a forma do Novo Testamento Grego que predomina nos primeiros documentos sobreviventes, bem como o tipo textual utilizado em manuscritos egípcios copta. Nos manuscritos posteriores (a partir do século IX), o tipo textual bizantino tornou-se mais comum e permaneceu como o texto padrão da igreja ortodoxa grega e também para a maioria das traduções protestantes da era da Reforma. A maioria das traduções do Novo Testamento, no entanto, agora usa um texto grego eclético que está mais próximo do tipo textual alexandrino.

Lista de manuscritos notáveis representado pelo tipo textual alexandrino:


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Texto-tipo_Alexandrino

Texto Siríaco



O nome siríaco deriva-se da conclusão de que na Síria, provavelmente em Antioquia, uma revisão textual se processou durante a primeira metade do 4º século. Esta revisão se fez necessária, porque o texto já apresentava muitas variantes e a Igreja ardentemente almejava uniformidade nas Escrituras.


Neste grupo está a maioria dos manuscritos gregos do Novo Testamento, sendo muitos unciais do V século e quase todos os minúsculos.

Fonte: História do Texto Bíblico, Autor: Pedro Apolinário




Texto Ocidental

Assim denominado porque suas mais influentes evidências são predominantemente latinas. Tem como característica preponderante divergir das outras famílias.

Ao contrário do siríaco, neste grupo se encontra um pequeno grupo de manuscritos, sendo liderado pelo Códice Beza ou D. Fazem também parte dele antigas traduções latinas e Pais da Igreja latinos, como Cipriano, Irineu e Tertuliano.

Fonte: História do Texto Bíblico, Autor: Pedro Apolinário


O Tipo Textual Ocidental é um dos vários tipos textuais usados na crítica textual para descrever e agrupar o carater textual do grego dos manuscritosdo Novo Testamento .




Outros manuscritos: 25, 29 (?), 41, 066, 0177, 36, 88, 181 (epístolas paulinas), 255, 257, 338, 383 (Atos), 440 (Atos), 614 (Atos), 913, 915, 917, 1108, 1245, 1518, 1611, 1739, 1836, 1874, 1898, 1912, 2138, 2298, 2412 (Atos).[1]


Notas e referências
1.↑ David Alan Black, New Testament Textual Criticism, Baker Books, 2006, p. 65.

Bibliografia
J. Rendel Harris, Four lectures on the western text of the New Testament (London 1894)

A. F. J. Klijn, A Survey of the Researches Into the Western Text of the Gospels and Acts (1949-1959), Novum Testamentum, Volume 3, Numbers 1-2, 1959, pp. 1–53.

Bruce M. Metzger, Bart D. Ehrman, The Text of the New Testament: Its Transmission, Corruption, and Restoration, Oxford University Press, New York, Oxford 2005, pp. 276–277.

Bruce M. Metzger, A Textual Commentary On The Greek New Testament: A Companion Volume To The United Bible Societies' Greek New Testament, 1994, United Bible Societies, London & New York, pp. 5*-6*.

Delobel J., Focus on the ‘Western’ Text in Recent Studies, Ephemerides Theologicae Lovanienses, 1997, vol.73, pp. 401–410.
 
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Texto-tipo_Ocidental

Quanto vale um ser humano?

 
Alguns acreditam que não passamos de um amontoado de carbono sem valor, outros acreditam que valemos mais do que pensamos. Vamos então buscar apoio da ciência para nos ajudar a valorar um ser humano e resolver esta questão.

 
Um bioquímico da universidade de Yale (EUA) faz a seguinte experiência: Considerando que o corpo humano consiste em 68% de água, ele então extraiu essa água de um corpo humano, obtendo assim a biomassa (peso seco) de 24 Kg e 436 gramas, para uma pessoa de 79 Kg total.

Depois o pesquisador fez o seguinte orçamento:

 
         COMPONENTE                                                            VALOR (R$)

  • 1g Hemoglobina                                                                       541,50
  • 1g Insulina                                                                                  90,25
  • 1g Tripsina purificada                                                                 68,40
  • Bilirrubina                                                                                  22,80
  • DNA humano                                                                          144,40
  • Colágeno                                                                                   28,50
  • Albumina                                                                                     5,70
  • Acetato quinase                                                                         16,85
  • Fosfatase alcalina                                                                     427,90
  • Ácido hialurônico                                                                     332,50
  • Bradiquina (aminoácido)                                                     22.800,00
  • 1g Hormônio estimulante do folículo                             15.200.000,00
  • 1g Prolactina (hormônio que estimula o leite materno)   33.250.000,00
Após isso, o pesquisador considerou a proporção química destas substâncias presentes em nosso corpo através de cálculos de porcentagem, chegando a um valor médio em gramas de R$ 466,52.

 
Pegando este valor médio (R$ 466,52) e multiplicando pelo peso da biomassa do corpo em gramas também, ele obteve o seguinte cálculo:

 
R$ 466,52 x 24.436g = R$ 11.399.882,72

 
Portanto, a cifra encontrada foi de Onze Milhões Trezentos e Noventa e Nove Mil Oitocentos e Oitenta e Dois Reais e Setenta e Dois Centavos.

 
Você ainda acha que não vale nada?

 
Ou, você ainda aceita ouvir de alguém que não tens valor?

Comentário do autor da Bíblia Curiosa: Com certeza esse valor é irrizório comparado ao preço que Jesus pagou por nós, dando a Vida Eterna a cada um que crer no seu sacrificio. Você é a criatura mais linda que Deus tem nesta Terra, você é único, não tem preço. Que Deus te Abençõe.

 
Fonte: http://www.arqueologiadabiblia.com/2010/03/quanto-vale-um-ser-humano.html

14 abril 2012

Verdades inconstestaveis da veracidade da Bíblia

O maior, melhor e mais confiável documento de todos os tempos é a Bíblia. Suas afirmações são continuamente confirmadas, como mostra o artigo a seguir.


Novas escavações, achados arqueológicos, escritos antigos, descobertas surpreendentes e avanços no conhecimento científico confirmam o que a Bíblia diz. Um recente documentário da BBC comprovou que o êxodo dos israelitas do Egito foi real.

Os registros bíblicos poderiam estar certos

O relato bíblico da saída do povo de Israel do Egito pode ser comprovado cientificamente. Segundo um documentário da televisão britânica BBC, os resultados de pesquisas científicas e os achados e estudos de egiptólogos e arqueólogos desmentem a afirmação de que o povo de Israel jamais esteve no Egito. Contrariamente às teses de alguns teólogos, que afirmam que o livro de Êxodo só foi escrito entre o sétimo e o terceiro séculos antes de Cristo, os pesquisadores consideram prefeitamente possível que o próprio Moisés tenha relatado os fatos descritos em Êxodo – o trabalho escravo do povo hebreu no Egito, a divisão do Mar Vermelho e a peregrinação do povo pelo deserto do Sinai. Eles encontraram indícios de que hebreus radicados no Egito conheciam a escrita semita já no século 13 antes de Cristo. Moisés, que havia recebido uma educação muito abrangente na corte de Faraó, teria sido seu sábio de maior destaque. E isso teria dado a ele as condições para escrever o relato bíblico sobre a saída do Egito, conforme afirmou também um documentário do canal cultural franco-alemão ARTE.

Pragas bíblicas?

Segundo o documentário, algumas inscrições encontradas em palácios reais egípcios e em uma mina, bem como a descrição detalhada da construção da cidade de Ramsés, edificada por volta de 1220 a.C. no delta do Nilo, comprovariam que os hebreus realmente viveram no Egito no século 13 antes de Cristo. A cidade de Ramsés só existiu por dois séculos e depois caiu no esquecimento, portanto, o relato só poderia vir de uma testemunha ocular. Também as dez pragas mencionadas na Bíblia, que forçaram Faraó a libertar o povo de Israel da escravidão, não poderiam ser, conforme os pesquisadores, uma invenção de algum escritor que viveu em Jerusalém cinco séculos depois...

Moisés recebeu a lei no monte Karkom

Do mesmo modo, o mistério do monte Horebe, onde Moisés recebeu os Dez Mandamentos, parece que está começando a ser desvendado pela ciência. No monte Sinai, onde monges do cristianismo primitivo imaginavam ter ocorrido a revelação de Deus, os arqueólogos nunca encontraram qualquer vestígio da presença de 600.000 homens. Em contrapartida, porém, ao pé do monte Karkom, localizado na região fronteiriça egípcio-israelense, foram encontrados os restos de um grande acampamento, as ruínas de um altar e de doze colunas de pedra. Essa concordância com a descrição no livro de Êxodo (Êx 24.4) provaria, segundo citação dos cientistas na BBC, que o povo de Israel realmente esteve por um certo tempo no deserto". (Idea Spektrum, 8/2000)

Não há dúvida de que os relatos bíblicos são corretos. Lemos no Salmo 119.160: "As tuas palavras são em tudo verdade desde o princípio, e cada um dos teus justos juízos dura para sempre." Nosso Senhor Jesus confirmou a veracidade de toda a Palavra de Deus ao orar: "Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade" (Jo 17.17). Nessa ocasião já existiam os escritos do Antigo Testamento, portanto, Jesus confirmou todo o Antigo Testamento, a partir do livro de Gênesis, como sendo a verdade divina.

No Egito, Israel tornou-se um grande povo, exatamente como Deus havia prometido a Abraão séculos antes (Gn 12.1-3). Quando Israel ainda nem existia como nação, Deus já disse a Abraão: "Sabe, com certeza, que a tua posteridade será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos. Mas também eu julgarei a gente a que têm de sujeitar-se; e depois sairão com grandes riquezas" (Gn 15.13-14). Foi o que aconteceu com exatidão sob a liderança de Moisés alguns séculos mais tarde. Mas por que Israel foi conduzido para fora do Egito? Para tomar posse de uma terra que Deus lhe havia prometido, pois nessa terra deveria nascer como judeu o Salvador Jesus Cristo.

Hoje muitas pessoas não querem crer em Jesus e na Sua obra de salvação, por isso colocam em dúvida a veracidade das histórias bíblicas, pois gostariam de interpretá-las de outra maneira. Mas ninguém o conseguiu até hoje, pois continuamente são encontradas novas provas que confirmam a exatidão dos relatos bíblicos. Como poderia ser diferente, se o texto original da Bíblia foi inspirado pelo próprio Deus?

Muitas falsas doutrinas, ideologias e teorias têm sua origem em uma postura contrária a Deus. Karl Marx e Friedrich Engels, por exemplo, odiavam tudo que dizia respeito a Deus. Charles Darwin também rejeitava a Deus. Ele desenvolveu a teoria da evolução porque tinha se afastado conscientemente de Deus. Evidentemente, quando se faz isso, precisa-se buscar uma nova explicação para tudo o que existe visivelmente. Mas o pensamento lógico já nos diz que aquilo que nossos olhos vêem não pode ter surgido por si mesmo. Peter Moosleitner (que por muitos anos foi redator-chefe da popular revista científica alemã PM) acertou em cheio ao afirmar: "Tomemos a explosão inicial, talvez há 16 bilhões de anos – ali reinavam condições que conseguiam reunir, num espaço do tamanho da ponta de uma agulha, tudo o que forma o Universo. Então, esse ponto se expandiu. Segundo essa concepção, temos duas alternativas: (1) Paramos de perguntar pelas origens do Universo. (2) Se existe algo capaz de colocar o Universo inteiro na ponta de uma agulha, como poderei chamá-lo, a não ser de Deus?"

Mas, na verdade Deus é infinitamente maior! Ele criou tudo a partir do nada, através de Sua Palavra, e isso não aconteceu há bilhões de anos, mas há cerca de 6000 anos atrás, em apenas seis dias. Hebreus 11.3 diz: "Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem." A Palavra de Deus não é apenas absoluta verdade e absolutamente poderosa, ela também salva por toda a eternidade, concede vida eterna, livra do juízo, e vence até a própria morte. Jesus Cristo diz: "Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida" (Jo 5.24). (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br/)

Fonte: http://www.chamada.com.br/mensagens/provas_biblia.html

05 março 2012

Como provar se um profeta é verdadeiro?

"Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora." I João 4:1.

Prova 1
O verdadeiro profeta sempre promove o obediência à vontade de Deus.

Se levantar no meio de vós profeta, ou sonhador de sonhos, e vos anunciar um sinal ou prodígio,
e suceder o sinal ou prodígio de que vos houver falado, e ele disser: Vamos após outros deuses - deuses que nunca conhecestes - e sirvamo-los!
não ouvireis as palavras daquele profeta, ou daquele sonhador; porquanto o Senhor vosso Deus vos está provando, para saber se amais o Senhor vosso Deus de todo o vosso coração e de toda a vossa alma.
Após o Senhor vosso Deus andareis, e a ele temereis; os seus mandamentos guardareis, e a sua voz ouvireis; a ele servireis, e a ele vos apegareis. Deuteronômio 13:1-4.

Prova 2
Suas profecias quando não condicionais, sempre se cumprem.

Quanto ao profeta que profetizar de paz, quando se cumprir a palavra desse profeta, então será conhecido que o Senhor na verdade enviou o profeta. Jeremias 28:9.

Prova 3 O verdadeiro profeta fala de acordo com a Lei de Deus e o testemunho da bíblia.

Quando vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os feiticeiros, que chilreiam e murmuram, respondei: Acaso não consultará um povo a seu Deus? acaso a favor dos vivos consultará os mortos?
A Lei e ao Testemunho! se eles não falarem segundo esta palavra, nunca lhes raiará a alva. Isaías 8:19, 20.

Prova 4
Os frutos da vida do profeta revelam suas credenciais divinas.

Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Mateus 7:15.

Prova 5
Os Verdadeiros Profetas enfatizam a Jesus Cristo.

Amados, não creiais a todo espírito, mas provai se os espíritos vêm de Deus; porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo.
Nisto conheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus;
e todo espírito que não confessa a Jesus não é de Deus; mas é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que havia de vir; e agora já está no mundo. I João 4:1-3.

24 fevereiro 2012

Beber é pecado?

Não devemos adorar imagens de escultura?

Sobre o Sábado

Como entender o Apocalipse

Por que a IASD não pratica os dons do Espirito Santo?

Personificação da segunda vinda de Cristo

Como as pessoas poderão ser enganadas no fim dos tempos?
Satanás vai imitar a segunda vinda de Cristo?
Se Jesus é onipresente, por que Ele precisou passar do lugar santo para o santíssimo no santuário?
Por que nos Dez mandamentos é dito para não matar mas, a pena para alguns pecados era a morte?
Sou estudante de medicina e vários cursos ocorrem no sábado. Estou pecando ao participar desses cursos?
Mateus 12:5 diz que os sacerdotes violavam o sábado e ficavam sem culpa, isso vale hoje?
Com quem Caim se casou?
Em adultério, precisamos confessar somente a Deus ou também ao cônjuge para ser perdoado?
O que aconteceria se Eva oferecesse o fruto a Adão e ele rejeitasse?
Ir às festas Juninas é pecado?
Nossa descendência vem de Adão ou Abraão?

Pacto com o diabo

Fim do mundo

Drogas, Malaquias 4:5, a mulher vestida de Sol…

Como a divulgação das drogas pode influenciar o nosso relacionamento com Deus?
Em Mal.4:5 diz que Deus enviará o profeta Elias antes de sua vinda. O que isso significa?
Quem é a mulher vestida de sol citada em Apoc 12?
Quando Jesus irou-se e expulsou os cambistas do templo, Ele pecou?
Quantos tipos de batismos existem?
O antigo testamento foi escrito só para judeus?
Quem é o monstro leviatã mencionado em Jó?
A igreja adventista será obrigada a realizar casamentos de pessoas do mesmo sexo?
O que é a língua dos anjos citada em 1ºCor. 13:1?
Como Deus lida com alguém que promete que vai mudar mas continua pecando?
No casamento em que Jesus transformou água em vinho, esse vinho era alcoólico?

Pecado imperdoável

A Guarda do sábado nas regiões polares

Os tuiteiros perguntam sobre a guarda do sábado nas regiões polares, lilith e a esposa de Caim. Leandro Quadros responde com base na Bíblia.

Deus proíbe que alguém com deficiência física ofereça sacrifício?

Deus proíbe que alguém com deficiência física ofereça sacrifício?
A mulher de Jó blasfemou contra Deus?
Se a morte é como um sono Jesus acordou Elias e Moisés na transfiguração?
O que é o pecado imperdoável?
Por que Deus diz para não matar e não furtar se Ele mesmo mandou saquear e destruir várias nações?
Por que Deus criou Lúcifer sabendo que ele ia pecar? Deus também erra?
É pecado o relacionamento amoroso com alguém de outra fé?
Quem morre continua consciente?
O ser humano é dividido em corpo alma e espírito ou apenas em corpo e alma?
Quantos eram os oficiais dos exércitos de Salomão? 550 ou 250?
O batismo só é valido se for em água corrente?

A alma é imortal?

A alma continua viva após a morte do corpo?
Porque todos devemos guardar o sábado se na Bíblia só os judeus guardavam?
Porque os adventistas batizam uma vez e rebatizam se a Bíblia diz que há um só batismo?
O ser humano é formado por corpo alma e espírito?
Qual a maneira certa de jejuar?
Fui batizada na igreja católica e agora sou evangélica devo ser batizada novamente?
Somente quem guarda o sábado vai pra o céu?
Qual o significado do véu que cobria a cabeça de Cristo?
É certo beber refrigerantes de cola?
Se o salário do pecado é a morte todos nós vamos morrer porque Satanás ainda não morreu?
Os reis citados em Apocalipse 17 são os papas? Existe a possibilidade de algum papa ressuscitar?
Vai existir ressurreição uma parcial antes da volta de Jesus e outra depois?

Origem do Mal

De onde vem o mal?
Se Lúcifer é mortal ele poderia ser morto por arma de fogo?Onde ele vive se não existe o inferno?
Em II Cor.9: 6 e 7 o dízimo foi abolido, restando apenas as ofertas?
Isaias 45:7 afirma que Deus criou o mal?
Qual a base bíblica para afirmar que não existe inferno?
Judas terá o nome nas portas de Jerusalém com os outros discípulos?
Por que Cristo recebe o nome de Miguel em Dan 12?
José filho de Jacó guardava o sábado, como poderia ele sendo escravo guardar esse mandamento?
As filhas de Ló embebedaram o próprio pai e tiveram relação sexual com ele?
No céu existe o pecado? Em Jó 15:15 afirma que o céu é impuro?
Há relatos bíblicos afirmando que erupção de vulcões destruirão a terra?

Volta de Jesus, acupuntura e divórcio

Em Mateus 16:28 Jesus mentiu aos discípulos ao fazê- los crer que alguns estariam vivos em sua volta?
A alma é imortal? Como provar pela Bíblia?
Satanás tem domínio do mundo?
É correto para os cristãos fazer uso da medicina oriental como a acupuntura, por exemplo?
Satanás está solto ou preso na terra?
O dom de línguas é falar em idiomas diferentes?
É pecado cortar o cabelo feminino?
Porque os padres conhecem a bíblia e não seguem o que está escrito nela?
Em que casos o divórcio é permitido?

Podemos fazer alguma coisa para abreviar a segunda vinda de Cristo?

Teria Deus um propósito ao criar o homem?

Teria Deus um propósito ao criar o homem?
Publicado em 8 de agosto de 2011, por admin

Postado em: Vídeos

Qual o propósito de Deus ao criar o ser humano?
A nova terra será aqui na terra mesmo?
Jonatas e Davi tinham um relacionamento homossexual?
Deus apóia a poligamia?
Por que Deus permitiu que existissem textos complicados que gerem dúvidas?
Se Deus teve necessidade de criar, isso mostra que Deus não é perfeito?
Doenças são conseqüências do pecado?
Por que Deus se ira contra nós seus filhos?
Omitir é correto?
Podemos orar em qualquer momento ou sempre devemos orar ajoelhados?
O dom de revelação é bíblico?
O anticristo virá antes ou depois do arrebatamento?
O diabo pode impedir que nossas orações cheguem a Deus?

Os 144.000 mil.

Saiba quem são os 144 mil. Seria este um número literal ou simbólico? Teria Deus purificado todos os animais para alimento? Onde habita o diabo? Outras perguntas relacionadas a semana santa, santuário e santos também são respondidas neste programa.

Deus pode perdoar um assassino ou estuprador?

Temas desse vídeo:
Deus pode perdoar um assassino ou estuprador?
O que é justificação pela fé?
O Pentateuco foi escrito por Moisés?
Nabucodonozor escreveu parte da Bíblia?
Foi Jesus ou Deus Pai que criou o mundo?
O diabo pode manipular nossos sonhos?
Hebreus 4:9-11. Deus mudou o dia de Guarda?
A lei de Moisés foi abolida na Cruz?
Jesus curava por seu poder ou pelo poder do Pai?
Qual a importância do Jejum?

A Bíblia proíbe a doação de sangue?

Publicado em 15 de julho de 2011,
Qual deve ser a nossa a nossa atitude se Deus nos diz que não devemos adorar imagens de escultura?
Pintar os cabelos é pecado?
A Bíblia proíbe a doação de sangue?
Quais as conseqüências para a vida de quem consome animais impuros?
A mágica é do diabo?
Na descrição do 5º selo, quem são as almas dos mortos que estão debaixo do altar do senhor?
Porque os adventistas não acreditam no batismo do Espírito Santo?
Em Aos 15:1 Diz que quem não fosse circuncidado não seria salvo. Isso é válido ainda hoje?
O que é o Dragão mencionado na Bíblia? Esse animal realmente existiu?
No céu existirá a dor?

17 fevereiro 2012

CINCO RAZÕES PORQUE NÃO VOU AO CINEMA


É pecado ir ao cinema ou não? A igreja parece impotente para dar respostas convincentes, e os nossos jovens exigem uma que esteja escrita na

Bíblia ou no Espírito de Profecia. No tempo de Ellen White não havia cinema, mas havia teatro e ela foi claramente contra. A igreja, no intuito de preservar os nossos jovens da influência do mundanismo, estabeleceu o estigma de que ir ao cinema é pecado. O cinema em si pode não ser ruim, contudo, a tradição religiosa da igreja diz que isso é pecado (tanto no Brasil, como nos Estados Unidos, para minha surpresa). Na realidade, o motivo da proibição , era impedir os nossos jovens de assistir aos filmes, e não de ir ao cinema em si.

Com o advento do viodeocassete, a igreja foi traída pela sua proibição, e agora todo mundo assiste em casa, e a polêmica definitivamente se estabeleceu. Ir ou não ir? Pode ou não pode? Em primeiro lugar, temos que lembrar que para a pessoa que está realmente determinada a ir ao cinema, nada vai convencê-la do contrário. Contudo, as cinco razões que apresento aqui pode ajudar aqueles que são sinceros, e que, na dúvida, estão orando a Deus, querendo fazer a Sua vontade.

A Primeira Razão:

Vou usar como primeiro argumento aquilo que muitos jovens acham elementar. Se hoje você vai ao cinema e alguém o vê indo, essa pessoa pode ficar escandalizada, e isso é pecado.

Se o seu comportamento escandaliza o seu irmão, o princípio é claro ao dizer que é melhor não fazer. A Bíblia fala fortemente sobre esse princípio em I Coríntios 8. Paulo fala que alguns, não tendo conhecimento profundo da verdade, têm uma consciência fraca. No verso 9, Paulo estabelece o princípio quando diz: “vede, porém, que esta vossa liberdade não venha, de algum modo, a ser tropeço para os fracos.” Em I Coríntios 10:23 3 32, Paulo diz que “todas as coisas me são lícitas, mas nem todas me convêm”. “não vos torneis causa de tropeço... para a igreja de Deus.” E o que mais me impressiona é a declaração do capítulo 8:12 quando Paulo diz: “E deste modo (referindo-se ao pecado do escândalo), pecando contra os irmãos, golpeando-lhes a consciência fraca, é contra Cristo que pecais.” Se ao ir ao cinema, escandalizo a minha igreja ou o meu irmão, estou pecando contra Cristo, diz a Bíblia.

Segunda Razão:

Um princípio elementar, mas que não deixa de ser uma razão, é que ali é a “roda dos escarnecedores”. Bem, você pode dizer que a “roda dos escarnecedores” está em todo lugar, no metrô, no ônibus, etc. Contudo, a “roda dos escarnecedores” do cinema é específica. O grupo que ali está, não está por uma necessidade, mas porque querem ir espontaneamente para satisfazer a si próprios e entreter o seu ego. Vão lá porque gostam e querem assistir ao filme, mas existe algo mais que o filme: como o ambiente, o escurinho, o silêncio, o som e o tamanho da tela. Tudo isso é planejado de uma maneira, não para fazer você assistir ao filme, mas para você entrar no filme. Concordo com o salmista no Salmo 1:1, quando ele diz: “Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores”. Creio que o cinema é uma roda específica de escarnecedores, que estão buscando um tipo de prazer que só lá dentro alcançarão.

Será que ao ir ao cinema não estou me detendo no caminho dos pecadores?

Terceira Razão:

A escuridão do ambiente afeta tremendamente o ouvinte. Engraçado é que ninguém percebe e acha normal. E é aí que a gente vê como o diabo é sutil. O ambiente escuro é para ninguém ver ninguém, e para tentar colocar na sua cabeça que aquela imagem é uma realidade só sua, feita para você; ainda que seja só naquele momento. Seu subconsciente consegue captar mensagens que podem afetar profundamente sua maneira de ver, pensar e agir, baseado em imagens que muitas vezes nem sequer fazem parte do nosso mundo real. Normalmente, não gostamos da escuridão. Temos medo. E tão logo entramos em um ambiente escuro, procuramos uma luz para acender. Entretanto, no cinema, as trevas têm por objetivo captar a sua mente, levando você a uma fantasia que não é a sua realidade.
Pode parecer que não, mas ver o filme no escuro do cinema, e ver no claro na sala de estar da sua casa, faz uma grande diferença quanto à influência que você recebe. E às vezes, essa influência é  involuntária, você nem a percebe, mas ela está lá. Ao escrever esta declaração, não estou defendendo a liberação de qualquer filme em casa, mas tentando mostrar que, definitivamente, o cinema não é um lugar para cristãos.

Quarta Razão:

O tamanho da tela gera uma imagem muito realística, que associada com o escuro, exerce um poder fascinante, transportando você da sua realidade para dentro de um mundo imaginário no filme. Como todo mundo nesta vida de pecado tem sonhos, os filmes não são outra coisa senão os sonhos dos seres humanos se tornando realidade. Daí porque o mundo está fascinado com Hollywood. Jamais a tela de um televisor, por maior que seja, vai exercer sobre você um poder tão fascinante como dentro do cinema. Se fizermos uma pesquisa com duas pessoas, sendo que uma assiste a dez filmes em casa, e depois dermos um questionário para elas responderem, buscando ver o efeito dos filmes no subconsciente, compreenderemos o poder do cinema, e por que a igreja está certa em dizer que ele é
pecado.

Quinta Razão:

O último motivo pelo qual o cristão não deve ir ao cinema é simples. Eu até diria elementar, mas de uma sabedoria fantástica: “Na dúvida, não ultrapasse.” Por que correr o risco, se o assunto é polêmico? Será que jesus entraria com você no cinema? A mesma pergunta pode ser feita quanto à escolha que você faz dos seus filmes. Será que ele sentaria com você na poltrona da sua casa e assistiria aos filmes que você está assistindo? acho que, na dúvida, não é bom ultrapassar. Que sabe esse último princípio, ainda que simples, possa salvar jovens que ainda não têm fé suficiente para compreender os quatro princípios anteriores.
Talvez você não esteja convencido de que não deve ir, mas se a dúvida está no seu coração, é mais seguro não ir. Para aqueles que não têm dúvida, e que se sentem confortáveis em ir, achando que não há nada de mais, eu diria que a sua consciência não é um guia seguro.
Você pode até estar sendo sincero no que faz, mas se caminhar na direção errada, perderá o jogo da vida eterna.

Certa vez, li uma história em que a Coca-Cola resolveu fazer um teste de marketing para testar o poder da imagem sobre o subconsciente das pessoas. Na produção de um filme para o cinema, eles incluíram várias vezes, no meio da projeção, rápidas imagens de uma garrafa de Coca-Cola . Os flashes eram rápidos como um relâmpago e, embora as pessoas vissem aquele rápido flash na tela, elas não conseguiam identificar a imagem. Na saída do cinema, eles colocaram bancas de Coca-Cola para vender e, à porta ,eles perguntavam às pessoas se elas podiam dizer o que viram na imagem dos flashes. Ninguém conseguiu dizer o que tinha visto na imagem, mas todos perceberam o flash rápido. Apesar de não terem notado a imagem da garrafa de Coca-Cola, 70% daqueles que assistiram ao filme, compraram uma garrafa de Coca-Cola para beber, na saída do cinema. Os outros 30% não compraram, mas confessaram que estavam com vontade de beber. Essa experiência mostra que o poder do subconsciente de captar as imagens é muito grande. Somos afetados sem perceber, e aí reside o perigo.
Em minha opinião, a igreja está certa quanto a não ir ao cinema. Se bem que também devemos cuidar muito com o que assistimos em casa.
Hollywood está determinando o comportamento da sociedade moderna e criando filmes que, em lugar de entreter as pessoas, as levam a ficarem insatisfeitas com a sua vida, porque elas vêem nos filmes um mundo de sonhos e cores. A comparação é uma arma de Satanás para nos conduzir ao pecado. Ele fez isso no Éden, tentando comparar o homem a Deus. E hoje ele usa os meios mais sofisticados para levá-lo a comparar a realidade da sua vida com a imagem fantasiosa dos filmes. Se a sociedade pudesse imaginar o que existe por trás dessas produções, e como se situa o mundo artístico, talvez nem assistisse aos filmes que por eles são produzidos.
O critério para provar se um filme é bom ou não? Faça a pergunta: Poderia Jesus assistir comigo? Sim ou não? Lembre-se de que lá no Céu não existe o mundo imaginário dos filmes e das superproduções. Lá, sim, nos encontraremos com a verdadeira realidade dos nossos sonhos, e a tela, seja do cinema ou da TV, já não terá mais poder sobre nós, e nem existirá, porque Aquele que é real, nos transformará para as realidades eternas.

Pr. Dilson Bezerra

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