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31 julho 2011

A origem do Alfabeto

Escrita cuneiforme
o texto tinha o formato de cunha
Tem sido um assunto bastante controvertido a origem do alfabeto. Em geral se aceita que o alfabeto de 22 letras foi inventado pelos fenícios e por eles levado aos gregos e depois aos latinos.

Até há pouco afirmava-se que a descoberta do alfabeto tinha sido pelos séculos XII ou XI A.C., sendo este argumento apresentado para provar que Moisés não podia ter escrito o Pentateuco, visto que em seu tempo não tinham ainda inventado a arte de escrever.

Ira M. Price no livro The Ancestry of Our English Bible, página 13, escreveu: "A escrita é muito antiga na Palestina. . . O trabalho dos arqueólogos nos mostra muitos exemplos de escrita antes de Moisés".

Ras Shamra
Escavações arqueológicas em Ur têm provado que Abraão era cidadão de uma metrópole altamente civilizada. Nas escolas de Ur os meninos aprendiam leitura, escrita, aritmética e geografia.Três alfabetos foram descobertos: junto do Sinai, em Biblose em Ras Shamra, que são bem anteriores ao tempo de Moisés(1.500 A.C.). Estudiosos modernos, baseados em evidências irrefutáveis, sustentam que Moisés escolheu a escrita fonética para escrever o Pentateuco.

O arqueólogo W. F. Albright datou esta escrita de início do século XV A.C. (tempo de Moisés). Interessante é notar que esta escrita foi encontrada no lugar onde Moisés recebeu a incumbência de escrever seus livros. Em Êxodo 17:14 encontramos a ordem divina para que Moisés escrevesse num livro. "Então, disse o SENHOR a Moisés: Escreve isto para memória num livro e repete-o a Josué; porque eu hei de riscar totalmente a memória de Amaleque de debaixo do céu." Exodo 17:14"

Localização de Has Shamra
Note-se ainda a frase de Merril Unger sobre a escrita do Antigo Testamento:"A coisa importante é que Deus tinha uma língua alfabética simples, pronta para registrar a divina revelação, em vez do difícil e incômodo cuneiforme de Babilônia e Assíria, ou o complexo hieróglifo do Egito.

"Sobre o problema de Moisés ter escrito ou não seus livros vale acrescentar o que escreveu o Dr. Renato Oberg: "Os primeiros livros da Bíblia a serem escritos foram os que compõem o Pentateuco e o de Jó, sendo a autoria deles atribuída a Moisés pela tradição judaica que, por sua vez, é aceita sem contestação por grande número de cristãos. O Talmude Babilônico afirma que "Moisés escreveu o seu próprio livro e as passagens erespeito de Balaão e Jó". (SDABC, vol. III, p. 493).

Como vimos, nem todos aceitam Moisés como sendo o real autor destes livros, especialmente o de Jó. Os que o fazem, dão Jó como tendo sido o primeiro dos livros escritos, e Moisés o teria feito quando pastoreava os rebanhos do seu sogro nas campinas de Midiã, após ter fugido do Egito. Os cinco livros que compõem o Pentateuco foram escritos posteriormente.

Os que não aceitam esta tese, já escreveram muito a respeito do assunto, procurando arrazoar com argumentos os mais variados, inclusive a diferença de estilo entre os livros e até dentro de cada um deles. . . .

Um dos argumentos mais fortes, porém senão o mais forte de todos, foi o que começou a dominar desde o fim do último quartel do século passado, quando Wellhausen, professor da Universidade de Greifswald, chegou a afirmar que se fosse tão-somente possível saber que Moisés pudesse escrever, seria ridículo não aceitá-lo.

Evidentemente, segundo tudo o que se conhecia até então,quando as primeiras grandes descobertas arqueológicas começaram a empolgar o mundo e quando se dizia que tudo tem de ser decidido pela razão, tinha-se como certo que a invenção do nosso alfabeto se devia aos fenícios que o tinham criado no afã defacilitar suas transações comerciais pelo mundo todo. Foi então que a decifração dos hieróglifos feita por Champollion revelou o conteúdo de uma série enorme de documentos com sinais tidos por muitos como decoração e misticismo religioso, e cujo conteúdo era, até então, desconhecido completamente.

Ora sendo o alfabeto inventado pelos fenícios, cuja existência  foi bem posterior à de Moisés, e se as escritas anteriores, hieróglifos e cuneiformes, foram apenas decifradas no século passado, como poderia Moisés ter escrito aqueles livros? Se o tivesse feito, só o poderia fazer em hieróglifos, língua na qual a própria Bíblia diz que Moisés era perito (Atos 7:22) e, neste caso ela, a Bíblia do Velho Testamento, teria ficado desconhecida por nós até Champollion! Daí a frase deWellhausen.

Acontece, porém, que no princípio do século XX ou, mais precisamente, nos anos de 1904 e 1905, Sir Flinders Petrie,fazendo escavações na Península do Sinai, patrocinadas pela Escola Britânica de Arqueologia no Egito, descobriu algumas inscrições muito diferentes do cuneiforme mas, embora aparentassem alguma semelhança com o hieróglifo, não o eram,em absoluto.

O caso despertou enorme interesse entre os que cuidavam do assunto, especialmente quando começaram a aparecer mais vasos e óstracos (cacos de vasos com inscrições) portadores de sinais idênticos, em outros lugares na Palestina. Para encurtar ahistória, os estudos que arqueólogos famosos como, inclusive, W.F. Albright fizeram, elucidaram completamente o caso e hoje se sabe perfeitamente que os sinais descobertos por Flinders Petrie pertencem à escrita chamada de proto-fenícia, proto-sinaítica ou cananita e . . . era alfabética!

Com esta descoberta, a origem do nosso alfabeto se transportava da época dos fenícios para a dos seus antecessores,séculos antes, os cananitas que viveram no tempo de Moisés e antes dele. Foram estes antepassados dos Fenícios que simplificaram a escrita, passando a usar o alfabeto em lugar dos hieróglifos, isto é, sinais que representam sons ao invés de sinaisque representam idéias. Para nós, porém, assume importância igualmente grande o fato de estes cananitas, inventores da escrita alfabética, serem justamente os da região onde Moisés pastoreava as ovelhas do seu sogro. Convém, portanto que os conheçamos um pouco mais.

A partir da XII dinastia, os egípcios começaram a explorar as minas de cobre e turquesa da região do Sinai, e uma das maiores delas ficava em Serabitel-Khaden, a cerca de oitenta quilômetros do tradicional Monte Sinai, onde foram dados os DezMandamentos.

Em termos de jornada, esta região distava cerca de três dias de viagem do Egito. Neste local trabalhavam para os egípcios muitos semitas que praticavam uma religião muito semelhante à dos israelitas, tal como pôde ser observado pelos restos deixados por eles e descobertos pelos arqueólogos.

Esta região era a mesma naquele tempo conhecida também pelo nome de "Terra de Midiã", para onde Moisés fugiu da presença de Deus (Êxo. 2:15). Com estas descobertas, perderam sua razão de ser muitos dos argumentos contrários à Bíblia feitos pela Crítica Histórica, porque se verificou que a história bíblica daquele período passou a ser perfeitamente compreensível dentro dos costumes da época, inclusive a boa convivência de Moisés com o sacerdote Jetro, cujas religiões eram fundamentalmente as mesmas.

Ora vivendo Moisés quarenta anos nesta região, é óbvio que tomou contato com a escrita rude daquele povo, viu nela a escrita do futuro e passou a usá-la por duas grandes razões que teria julgado decisivas: a primeira foi a impressão grandiosa que teve de usar uma língua alfabética para seus escritos e que se compunha apenas de vinte e dois sinais bastante simples comparados com os ideográficos que aprendera nas Escolas do Egito; a outra teria sido o fato de compreender que estava escrevendo para seu próprio povo, cuja origem era semita como a dos habitantes da terra onde vivia, tendo estes uma religião idêntica à dos primeiros, ambas, porém, deturpadas pelas influências pagãs e oriundas do pecado; seus leitores seriam homens e mulheres, moços e moças do povo, especialmente israelitas que, não sendo versados em hieróglifos por causa da sua posição de escravos no Egito, aprenderam com muito mais facilidade os poucos e simples sinais alfabéticos que representavam sons do que os inúmeros e complicados hieróglifosque representavam idéias. . .


A frase de Wellhausen, se tida por verdadeira pelos seus discípulos antes das descobertas de Sir Flinders Petrie, deveria ser respeitada por eles mesmos depois delas, e seus seguidores deveriam passar a aceitar, sem mais contestações, a autoria mosaica destes livros." (Revista Adventista, agosto de 1980,pp. 13 e 14.)
 
Materiais Usados Para Escrever
Papiro
Sendo que o papel só começou a ser usado na Europa por voltado décimo século A.D., antes disso eram usados os seguintes materiais para escrever: blocos de barro, ossos, pedras, tijolos debarro, couro, vários metais, tabuinhas cobertas de cera ou gesso,óstraco (cacos de vasos de barro), papiros e pergaminhos. Os museus do Velho Mundo estão repletos destes incipientes materiais de escrita. Dos escritos em blocos de pedra há documentos que se tornaram famosos pela antiguidade e conteúdo. Dentre estes se destacam: o Código de Hamurábi, a Pedra de Roseta, a Pedra Moabita e a Pedra de Siloé.

A Escrita Cuneiforme

Tablete Sumério
com escrita cuneiforme
A escrita cuneiforme foi desenvolvida pelos sumérios, sendo a designação geral dada a certos tipos de escrita feitas com auxílio de objetos em formato de cunha. É juntamente com os hieróglifos egípcios, o mais antigo tipo conhecido de escrita, tendo sido criado pelos sumérios por volta de 3500 a.C. Inicialmente a escrita representava formas do mundo (pictogramas), mas por praticidade as formas foram se tornando mais simples e abstratas.


Os primeiros pictogramas eram gravados em tabuletas de argila, em sequências verticais de escrita com um estilete feito de cana que gravava traços verticais, horizontais e oblíquos. Até então duas novidades tornaram o processo mais rápido e fácil: as pessoas começaram a escrever em sequências horizontais (rotacionando os pictogramas no processo), e um novo estilete em cunha inclinada passou a ser usado para empurrar o barro, enquanto produzia sinais em forma de cunha. Ajustando a posição relativa da tabuleta ao estilete, o escritor poderia usar uma única ferramenta para fazer uma grande variedade de signos.

Tabuletas cuneiformes podiam ser tostadas em fornos para prover um registro permanente; ou as tabuletas poderiam ser reaproveitadas se não fosse preciso manter os registros por longo tempo. Muitas das tabuletas achadas por arqueólogos foram preservadas porque foram tostadas durante os ataques incendiários de exércitos inimigos, contra os edifícios no qual as tabuletas eram mantidas.

A escrita cuneiforme foi adotada subsequentemente pelos acadianos, babilônicos, elamitas, hititas e assírios e adaptada para escrever em seus próprios idiomas; foi extensamente usada na Mesopotâmia durante aproximadamente 3 mil anos, apesar da natureza silábica do manuscrito (como foi estabelecido pelos sumérios) não ser intuitiva aos falantes de idiomas semíticos. Antes da descoberta da civilização Suméria, o uso da escrita cuneiforme apesar das dificuldades levou muitos filólogos a suspeitar da existência de uma civilização precursora à babilônica. A sua invenção ficou a dever-se às necessidades de administração dos palácios e dos templos (cobrança de impostos, registro de cabeças de gado, medidas de cereal, etc.).

O registro mais antigo até agora encontrado data do século XIV a.C. e está escrito em símbolos cuneiformes da língua acadiana. O pedaço de barro escrito foi achado em Jerusalém por arqueólogos israelenses.[1]

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Escrita_cuneiforme

Origem da Escrita - A Escrita Cuneiforme

Escrita Cuneiforme


Escrita Pictogramica

Determinar com precisão onde, como e quando a escrita teve sua origem tem sido um desafio. A escrita surgiu quando os seres humanos sentiram a necessidade de registrar suas realizações para as gerações futuras. Inicialmente, a escrita primitiva era pictográfica, utilizando figuras para representar objetos. Em seguida, desenvolveu-se a escrita ideográfica, na qual as figuras representavam ideias. Num estágio posterior, surgiram os fonogramas, onde figuras representavam sons.

Entre os povos antigos, os babilônios e os egípcios se destacaram no desenvolvimento da escrita. Os babilônios desenvolveram a escrita cuneiforme, caracterizada pelo uso de pequenas cunhas em pedras. Por outro lado, os egípcios utilizavam hieróglifos, pequenas figuras que representavam objetos e conceitos famosos.

A decifração desses sistemas de escrita foi um processo árduo e concentrado. A escrita cuneiforme foi decifrada por Henry Rawlinson, um oficial inglês, após intensos 18 anos de trabalho. Quanto aos hieróglifos, o renomado egiptólogo francês Champollion ficou conhecido por desvendar seus mistérios.


A Escrita Cuneiforme

Inicialmente, uma forma primitiva de marcação representava uma palavra inteira ou uma combinação delas. Com o desenvolvimento da escrita, surgiram "marcas" que passaram a representar partes de palavras ou sílabas. Esse tipo de escrita era utilizado na Babilônia no início do período histórico. Existiam mais de 500 símbolos distintos, que combinados podiam formar cerca de 30.000 combinações diferentes. Essas marcas eram frequentemente feitas em tijolos ou placas de barro macio, variando de 2 a 50 centímetros de comprimento, cerca de dois terços de largura, e eram inscritas em ambos os lados. Posteriormente, as placas eram secas ao sol ou cozidas em fornos. Através dessas inscrições cuneiformes em placas de barro, chegou até nós uma vasta literatura dos antigos babilônios (Manual Bíblico, p. 45).

Fonte: Historia do Texto Bíblico, Pedro Apolinário, pg. 75-76

30 julho 2011

Bíblia Percevejo

Percevejo de Cama,
típico inseto noturno.
A "Bíblia do Percevejo", nome com que foi apelidada a edição que traduziu Sl 91.5 deste modo: "Não temerás os percevejos à noite", quando a tradução correta é: "Não te assustarás do terror noturno". Para os ingleses, o percevejo é, realmente, terror noturno.

Errata Biblica - Conheça alguns erros de traduções de Bíblias antigas.

Obs: Note que ao ler se observa que foi apenas erro de impressão ou tradução (por distração ou falha humana), não houve intenção de mudar o que estava escrito.
 
 






Livro de Kells, segundo nome
foi adicionado na genealogia de Jesus
 O Livro de Kells ,  A genealogia de Jesus , no Evangelho de Lucas , tem um ancestral extra em Lucas 3:26. O segundo nome que aparece no livro. 
 
Mateus 10:34 b deve ler "Eu não vim trazer paz, mas a espada". No entanto, em vez de " gladius "que significa" espada ", Kells tem" gaudium "que significa" alegria ". Tornando o verso: "Eu não vim [apenas] para trazer paz, mas [também] alegria".

O Livro de cervos , No século 10. Tem uma série de erros. Na genealogia de Jesus, no Evangelho de Lucas, tem Seth como o primeiro homem e avô de Adam.


Bíblias impressas

Biblia de Coverdale - Coverdale “Bug Bible” : Myles Coverdale 's 1535 Bíblia era conhecido como o "Bug ​​Bíblia" porque Salmos 91:5 lemos: "Tu não deve ser nede afrayed para bugges Eny de noite" ou seja "Tu não deve ter medo de insetos de noite". Em Inglês Médio, a palavra " Bugge "significava um" espectro que ronda "ou um fantasma . A Bíblia King James usou a palavra "terror". O termo foi usado pela primeira vez realmente por George Joye , cujas traduções dos Salmos foram vistos através da imprensa por Coverdale, antes que ele traduziu o Antigo Testamento.


Este uso da palavra "bug" foi repetido na Bíblia 1539 Grande e na Bíblia de Mateus, 1551.

Melado - O Times, de Londres, o maior jornal da Europa, cuja tiragem diária atinge milhões de exemplares, publicou certa vez este singular anúncio: "Vende-se um exemplar da Bíblia do Melado em boas condições". Essa Bíblia, assim chamada, foi traduzida por Coverdale em 1535, e foi a primeira Bíblia impressa na língua inglesa. O apelido é proveniente de um descuido do tradutor, quando, traduzindo Jer 8.22, o fez assim: "Não há mais melado em Gileade", que devia ser: "Não há mais bálsamo em Gileade".


A Grande Bíblia - “Treacle Bible” : (Beck's Bible): Na edição de 1549 da Grande Bíblia , Jeremias 8:22 foi traduzida como "Não há tryacle [melaço] em Gileade?" As traduções modernas têm geralmente " bálsamo "ou" medicina "em vez. " Em Inglês Moderno , "melado" poderia significar "uma cura para tudo", bem como " melaço ".

A Bíblia de Genebra "Breeches Bible" 1579: Whittingham, Gilby e Sampson: traduzido em Gênesis 03:07 como "e semearam Figge árvore de folhas juntas, e fizeram para si calças." (Esta tradução foi menos preciso anotado na margem com uma tradução mais precisa, ainda mais,.) O significado é aceito "coberturas" (a King James Version tem "aventais").


"Coloque-makers" Bíblia "1562: a segunda edição da Bíblia de Genebra , Mateus 5:9 diz: "Bem-aventurados os placemakers (fabricantes de lugar em holandes): porque eles serão chamados filhos de Deus", deve ler-se "pacificadores".

No seu título de capítulo para Lucas 21 tem "Cristo condena a viúva pobre" em vez de "prova o".

A Bíblia de Genebra 1589, capítulo 24:15 no evangelho de Mateus que diz: "Quando vós pois shal si a abominação da desolação de que fala o profeta David ...  Deve ler-se: "Daniel, o profeta."

 A Biblia de Douai

"Rosin Bible" 1604: Jeremias 8:22 diz: "não há resina em Gileade?". Rosin "é uma substância frágil e pegajosa usada no arcos de instrumentos de cordas para fornecer atrito com as cordas. (O KJAV tem uma nota no Ezequiel dar "breu" como uma alternativa ao "balme")

"Manchester edição" 1793: O título do capítulo 3 do Levítico e do primeiro verso tem "abelhas" em vez de "bois" (plural de carne). Se lê: "Como os anfitriões pacifique deve ser de abelhas, ovelhas, cordeiros e cabras" ("hosts pacifique" = "paz ofertas")
"A Bíblia degenerada" 1815: e reimpresso sete vezes. Embora tenha utilizado a Igreja Católica Rheims texto do NT, esta foi uma edição protestante. Filipenses 2:07 diz que Cristo "aviltado a si mesmo". Outros Douai-Rheims edições disse: "se esvaziou". O texto original tinha 1582 disse que "exinanited si mesmo".

King James


Em impressões em vários pontos do King James Version da Bíblia , alguns dos exemplos mais famosos foram dadas seus próprios nomes. Entre elas estão:

O Comma Blasphemous Várias edições: Lucas 23:32 diz "E havia também outros dois malfeitores [crucificados com Jesus]." " Ele deveria ter lido "E havia também outros dois, malfeitores."

"Judas da Bíblia" 1611: Esta Bíblia tem Judas e não Jesus, dizendo: "Assentai-vos aqui enquanto eu vou ali orar." ( Matthew 26:36) ( Mateus 26:36)

"Impressoras Bíblia" 1612: Em algumas cópias Salmo 119:161 diz: "Impressoras me perseguiram sem causa" em vez de "Príncipes me perseguiram ..."

"Biblia má" ou "mau Bíblia "," Biblia adúltera"ou" Bíblia do Pecador "1631: Barker e Lucas: Omite um importante" não "do Êxodo 20:14, fazendo o sétimo mandamento ler "Tu cometer adultério." As impressoras foram multados £ 300 e a maioria dos exemplares foram recolhidos imediatamente. Apenas 11 cópias são conhecidas hoje.

"Mais do Mar da Bíblia" 1641 "... o primeiro céu e a primeira terra foram mortos e havia mais mar" em vez de "... o primeiro céu e a primeira terra morreu e não havia mais mar." ( Apocalipse 21:1)

"Bíblia injustos" ou "Bíblia Wicked" 1653: Cambridge Press: mais uma edição carregando este título omite um "não" antes da palavra "herdar", traduzindo I Coríntios 06:09 assim: "Não sabeis que os injustos herdarão o reino de Deus ?  Além disso, Romanos 6:13 diz: "Nem tampouco apresenteis os vossos membros como instrumentos de justiça para o pecado...  onde se deve ler "injustiça".

"Sin On Bíblia": 1716: João 8:11 diz: "Vá e pecado em mais" em vez de "Vai e não peques mais". "The Fools Bible" : "A Bíblia Fools": 1763: Salmo 14:01 diz "o tolo disse em seu coração há um Deus", em vez de "... não há Deus". As impressoras foram multados £ 3000 e todos os exemplares encomendados destruído.


"Vinegar Bible" : "Bíblia do Vinagre": 1717: J. Baskett, Clarendon Press: O título do capítulo de Lucas 20 diz: "A Parábola do Vinagre" em vez de "A Parábola da Vinha". Um crítico chamou esta edição especial "uma completa Baskett de erros", o que com o seu ser repleto de outros erros tipograficos.Uma cópia vendida por US $ 5.000 em 2008.



"Denial Bible" : 1792: "A negação da Bíblia": 1792: O nome é substituído por Philip Peter como o apóstolo que negaria Jesus em Lucas 22:34.

"Murderer's Bible" 1801: "Bíblia assassino" 1801: "murmuradores" é impresso como "assassinos", fazendo com que Jude 16 lemos: "Estes são assassinos, queixosos, andando segundo as suas próprias concupiscências, e cuja boca diz coisas mui arrogantes, tendo as pessoas dos homens em admiração por causa da vantagem ."

"Lions Bible" 1804: 1 Reis 8:19 ​​diz: "teu filho, que sairá do teu leões", ao invés de "partes íntimas". Esta edição teve um outro erro em Números 25:18 que dizia: "O homicida será juntos" em vez de "... condenado à morte".

"To-remain Bible" 1805: Em Gálatas 4:29 um revisor tinha escrito em "permanecer" na margem, como uma resposta para saber se uma vírgula deve ser suprimida. A nota inadvertidamente se tornou parte do texto, tornando a edição de ler "Mas como então aquele que nasceu segundo a carne perseguia ao que nasceu segundo o Espírito para permanecer, assim é também agora."

"Discharge Bible" 1806: "A quitação da Bíblia" 1806: "Descarga" substitui "carga" fazendo I Timóteo 5:21 ler "I descarga te diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo e dos anjos eleitos, que guardes estas coisas sem preferindo antes uma outra, fazendo nada por parcialidade. "

"Standing Fishes Bible" 1806: "Peixes" substituído "pescadores" fazer Ezequiel 47:10 ler "E virá passar, que os peixes estarão sobre ele a partir Engedi até a Eneglaim e devem ser um lugar para estender as redes ; seu peixe será, segundo a sua espécie, como o peixe do mar grande, superior a muitos ".

"Idle Shepherd" 1809: Zacarias 11:17 diz: "pastorear o idle" em vez de "ídolo pastor".

"Ears To Ear Bible" "Orelhas Para orelha Bíblia" 1810: Edição que faz com que Mateus 13:43 lemos: "... Quem tem ouvidos para ouvidos, ouça." A frase correta deve ser "ouvidos para ouvir".

"Wife-hater Bible" 1810: "Esposa-hater Bíblia" 1810: "Esposa" substitui "vida" nesta edição, tornando Lucas 14:26 redundante ler "Se alguém vier a mim, e não aborrecer a pai e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, sim, e sua esposa também, ele não pode ser meu discípulo. "

"The Large Family Bible" 1820: Isaías 66:9 diz: "Tenho que levar ao nascimento e não deixará de trazer?" ao invés de "Tenho que levar ao nascimento e não farei nascer?".

"Rebecca's Camels Bible" 1823: "Camelos" substitui "donzelas" em uma instância, tornando Gênesis 24:61 ler "E Rebecca levantou-se, e sua camelos, e subiram sobre os camelos, e seguiram o homem; e o servo, tomando Rebecca e seguiu o seu caminho. "

"Affinity Bible" "Afinidade Bíblia" 1927: Contém uma tabela de afinidades da família, que inclui a linha "Um homem não pode se casar com a mulher de seu avó."

"Owl Bible" "Coruja Bíblia" 1944: "Coruja" substitui "próprio", fazendo 1 Pedro 3:05 lemos: "Para que desta maneira nos tempos antigos as santas mulheres também, que confiou em Deus, adornada si, sendo submissas a seus maridos coruja . " O erro foi causado por uma placa de impressão com uma carta n danificado.

"Monochrome Bible" "Monochrome Bíblia" 1990: Uma grande editora americana Bíblia produzida uma nova edição carta Red , encadernado em couro. Um erro foi cometido na impressão do livro de Timothy e a placa de filme contendo o texto letra vermelha foi omitido.   Milhares de bíblias tiveram que ser destruídas.

Fonte: http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&langpair=en%7Cpt&u=http://en.wikipedia.org/wiki/Bible_errata

29 julho 2011

Biblia do Melado

Miles Coverdale
O Times, de Londres, o maior jornal da Europa, cuja tiragem diária atinge milhões de exemplares, publicou certa vez este singular anúncio: "Vende-se um exemplar da Bíblia do Melado em boas condições". Essa Bíblia, assim chamada, foi traduzida por Coverdale em 1535, e foi a primeira Bíblia impressa na língua inglesa. O apelido é proveniente de um descuido do tradutor, quando, traduzindo Jer 8.22, o fez assim: "Não há mais melado em Gileade", que devia ser: "Não há mais bálsamo em Gileade".

A Bíblia de Coverdale

Contexto histórico
A Bíblia de Coverdale é a primeira tradução completa da Bíblia para o inglês a partir dos textos originais em hebraico, grego e latim, lançada em um período de intensa reforma religiosa na Inglaterra. A Reforma Protestante estava em pleno desenvolvimento e havia uma demanda crescente por traduções da Bíblia acessíveis ao público comum, em sua língua vernacular.

Ano de publicação
A Bíblia de Coverdale foi publicada pela primeira vez em 1535.

Autor
A tradução é atribuída a Myles Coverdale, um teólogo inglês e reformador, que trabalhou como assistente de William Tyndale, um dos pioneiros da tradução da Bíblia para o inglês.

Criação
Coverdale baseou sua tradução em várias fontes: ele utilizou as traduções parciais feitas por Tyndale, principalmente para o Novo Testamento e os primeiros cinco livros do Antigo Testamento, além de consultar as versões em latim (Vulgata) e em alemão (Lutero) para as partes ainda não traduzidas. Coverdale não dominava o hebraico e o grego profundamente, por isso dependia bastante dessas versões intermediárias.

Publicação
A Bíblia foi impressa inicialmente em Hamburgo ou possivelmente em Zurique, lugares onde Coverdale estava exilado, e posteriormente introduzida na Inglaterra. A edição visava tornar a Bíblia acessível ao público inglês em um momento em que a leitura das Escrituras era fortemente incentivada pelos reformadores.

Características distintas
A Bíblia de Coverdale foi a primeira Bíblia inglesa completa impressa, incluindo o Antigo e o Novo Testamento, além dos livros deuterocanônicos. Sua diagramação foi influenciada pelo formato das Bíblias continentais e ela apresentou um texto que priorizava a fluidez e a clareza para os leitores da época.

Linguagem e estilo
A linguagem de Coverdale é considerada mais acessível e literária, com uma fluidez que buscava equilíbrio entre fidelidade e compreensão para o público leigo. O estilo influenciou traduções posteriores, trazendo uma linguagem que combinava simplicidade com certo refinamento literário.

Importância e influência
Esta Bíblia é fundamental para a história das traduções bíblicas inglesas, pois abriu caminho para versões posteriores, incluindo a famosa Bíblia do Rei Jaime (King James Version) de 1611. Ela representou um marco na democratização do acesso às Escrituras em inglês e ajudou a consolidar a reforma religiosa na Inglaterra.

Relação com outras traduções
A Bíblia de Coverdale dependeu diretamente do trabalho de William Tyndale, especialmente para o Novo Testamento e parte do Antigo Testamento. Posteriormente, suas traduções foram usadas como base ou referência para outras versões inglesas importantes, sendo uma ponte entre as primeiras traduções parciais e as completas.

Edições e legados
Após sua primeira publicação em 1535, a Bíblia de Coverdale foi reimpressa algumas vezes e utilizada em liturgias e estudos durante o período da Reforma. Embora tenha sido suplantada por versões mais precisas e sofisticadas, seu legado permanece como a primeira Bíblia inglesa completa impressa, fundamental para a história do protestantismo e da língua inglesa.

Conclusão
A Bíblia de Coverdale representa um marco na história da tradução bíblica em inglês, combinando diversas fontes para produzir a primeira Bíblia completa em inglês impresso. Seu papel foi crucial para a disseminação das Escrituras durante a Reforma e influenciou fortemente traduções subsequentes. A obra de Coverdale, apesar de suas limitações técnicas, democratizou o acesso ao texto sagrado e consolidou a base para futuras traduções.

Referência
McClure, Alexander. The Translators Revived: A Biographical Memoir of the Authors of the English Version of the Bible. 1858.
Froom, Le Roy Edwin. The Prophetic Faith of Our Fathers. 1946.
“Coverdale Bible.” Encyclopaedia Britannica, 2023.

Masturbação

O que a Bíblia diz sobre masturbação?

Por Alberto R. Timm

A Bíblia não fala explicitamente sobre masturbação, mas apresenta vários princípios que nos ajudam na compreensão do assunto. Somos ensinados pela Palavra de Deus que o sexo, em vez de ser usufruído egoisticamente, deve ser compartilhado exclusivamente dentro do relacionamento matrimonial. O plano divino não é “que o homem esteja só” (Gn 2:18), mas que se realize sexualmente no casamento (ver Gn 2:24; Êx 20:14; Pv 5:18; 6:20-35; 7:1-27).

A despeito de ser encarada positivamente por muitos médicos e sexólogos contemporâneos, a masturbação é uma negação direta do princípio bíblico de que “a mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também, semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher” (I Co 7:4). Além disso, ao se masturbar, a pessoa geralmente contempla fotos pornográficas ou imagina cenas eróticas, não condizentes com os elevados princípios de pureza moral e espiritual do cristianismo (ver I Pe 2:11).

Cristo foi claro em afirmar que o adultério condenado pelas Escrituras (Êx 20:14) não se restringe meramente às relações sexuais fora do casamento, mas envolve também os próprios pensamentos imorais, “que contaminam o homem” (Mt 15:19 e 20). Ele asseverou no Sermão do Monte: “Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela” (Mt 5:27 e 28). E no Salmo 24:3 e 4 lemos: “Quem subirá ao monte do Senhor? Quem há de permanecer no Seu santo lugar? O que é limpo de mãos e puro de coração...”

Apesar de não ser fácil romper com o vício da masturbação, a graça de Cristo é poderosa para nos dar a vitória sobre todo e qualquer hábito pecaminoso (ver I Co 15:57; Fp 2:13; 4:7; I Jo 1:7-9) e para desenvolver em nossa vida o ideal divino enunciado nas seguintes palavras: “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento” (Fp 4:8).

Fonte: http://www.centrowhite.org.br/textos.pdf/01/76.pdf
Sinais dos Tempos, setembro de 1998, p. 29

O LÓBULO FRONTAL E A ESPIRITUALIDADE

A maioria dos tratados de Psicologia expõe seus conteúdos sobre o fundamento da relação binária da
natureza humana, ou seja: corpo e mente.10 Por outro lado existe uma definição mais genérica da questão  
no sentido de considerar a centralização das funções do intelecto no córtex cerebral. A capacidade superior de uma função intelectual depende do tamanho ou espessura do córtex. Para os pesquisadores desse ramo de estudos, existem áreas do córtex cerebral que mostram estarem diretamente relacionados com habilidades mentais como: pensar, imaginar, raciocinar, capacidade de solucionar problemas, etc.11

Uma das mais impressionantes e também das mais polêmicas afirmações relativas ao tema é a ideia de que a função mental da espiritualidade está localizada no lóbulo frontal do cérebro. Andrew Newberg, que usa o epíteto de “neuro-cientista”, afirma que a estrutura cerebral pode mudar em longo prazo, principalmente o lóbulo frontal, lugar onde estão centralizadas as emoções. Essas alterações podem ser evidenciadas observando imagens do cérebro de uma mesma pessoa, em diferentes etapas da sua vida. Newberg recomenda a meditação, oração, jejum para estimular a transformação física do lóbulo frontal; práticas que podem inclusive alterar a química cerebral, estimulando o aumento dos níveis de serotonina e dopamina; embora que conscientemente afirme que não há provas disso. As concepções de Newberg entram
em conflito quando afirma que o crescimento do lóbulo frontal que determina o grau de espiritualidade, independe do tipo de religião que a pessoa pratica. Outra afirmação constrangedora é de que nunca se saberá se as mudanças do lóbulo frontal são o resultado da conversão da pessoa ou se ela já nasceu com essa estrutura.

A concepção de que o lóbulo frontal do cérebro determina a espiritualidade é admitida por vasto grupo de pessoas relacionadas com as práticas mediúnicas.

Tratada como uma atividade espiritual, para os seus praticantes, a mediunidade é uma função senso percepção, ou seja, para sua realização, é necessário a presença de um órgão que capte e outro que interprete. No caso o órgão receptor ou sensorial é a glândula Pineal ou Epífise que capta as ondas do espectro eletro-magnético que provém da dimensão espiritual; e o órgão da percepção é o lóbulo frontal que faz o juízo crítico da mensagem espiritual.13 Considerada dessa maneira, a espiritualidade além de estar ligada a estruturas físicas (glândula Pineal e lóbulo frontal), é uma atividade induzida que atua externamente e afeta o comportamento humano.

Seguindo essa linha de convicções, os palingenesistas (esotéricos, iogues, kardecistas, reencarnacionistas, etc.), qualificam a glândula Pineal como o órgão da vida espiritual e, sua atividade é estimulada por forças estranhas que procedem do espaço sideral. Assim, a glândula Pituitária é regida por Urano e, a glândula Pineal é regida por Netuno, relacionadas com o lóbulo frontal, constituem o lado espiritual da natureza humana.14

Uma das evidências que demonstra a relação do lóbulo frontal com a espiritualidade é a transformação regressiva de pessoas que sofreram um traumatismo no lóbulo frontal; embora que aplicando a lei das probabilidades, essas ocorrências sejam quase insignificantes. Mesmo assim, existe uma discrepância entre estudiosos que usam tal método para alcançar os indicados alvos do conhecimento. Edson Amâncio ao identificar com o adjetivo de “localizacionistas” os que procuram localizar a parte do cérebro que atua sobre a espiritualidade; afirma que tal grupo, sustenta a convicção de que as redes neurais que codificam a crença ou fé, e afetam a prática religiosa ou espiritualidade, residem no lóbulo temporal. A prova para enunciar tal asseveração está no relato da transformação de pessoas que sofreram lesão nessa área do cérebro, como é o caso de Vincent van Gogh.15
 
Fonte: www.unasp-ec.com/revistas/index.php/kerygma/article/download/32/26

23 junho 2011

"A Generosidade que Salva Vidas: A História de Howard Kelly"


Um jovem pobre de nome Howard Kelly, vendia bugigangas de porta em porta para pagar sua escola. Certo dia ele se achou sozinho e faminto, e ao vascular os bolsos percebeu que só tinha uma simples moeda de dez centavos.

Decidiu então que na próxima casa, em vez de oferecer algo, pediria comida. No entanto, sentiu seus nervos reagirem ao ser atendido por uma linda jovem, quando decidiu pedir somente um copo de água. A jovem, porém, notou que ele parecia faminto e lhe trouxe um grande copo de leite. Ele tomou devagar, e então lhe perguntou ”Quanto lhe devo?”

“Não me deves nada”, respondeu a moça. “minha mãe sempre me ensinou a jamais aceitar pagamento por atos de caridade”.

Quando Howard Kelly saiu, não somente se sentia mais forte fisicamente, como também sua fé em Deus e nos homens havia aumentado. Ele que já estava disposto a desistir de tudo.

Anos depois, essa jovem mulher ficou gravemente enferma. Os médicos do local estavam confusos e não entendiam a razão de sua enfermidade. Finalmente a enviaram a uma cidade grande onde chamaram especialistas para estudar e diagnosticar a rara enfermidade da jovem.

Chamaram o então doutor Howard Kelly para consultá-la. Quando ele viu o nome da cidade de onde ela veio, uma estranha luz encheu seus olhos. Imediatamente subiu vestiu seu jaleco médico e foi consultá-la.

Quando a viu a reconheceu de imediato. Voltou para sua sala e começou a pensar no que fazer para salvá-la. 
Desse dia em diante começou a observar mais atentamente cada detalhe do caso, e depois de muita dedicação ganhou a batalha em favor da vida dela.

Finalmente, o Dr. Kelly pediu a fatura à administração do hospital e o total de gastos para aprovar . Revisou, escreveu algo na borda da fatura, e enviou ao quarto da paciente que temia abrir o envelope, (pois sabia que levaria o resto de sua vida pra pagar aquele tratamento) por fim abriu, e algo chamou sua atenção na borda da fatura. Estava escrito:

“JÁ FOI PAGO COMPLETAMENTE A MUITOS ANOS ATRAS
COM UM COPO DE LEITE"
(assinado) DR. Howard Kelly.

Lágrimas de alegria banharam seu rosto e lavou seu coração que, agradecida orou: “ Obrigado Deus porque teu amor se manifestou nas mãos e nos corações de seres humanos”.

Fonte: http://metanoiacruz.blogspot.com/2010/03/bendito-copo-de-leite.html

Ele virá - Leonardo Gonçalves e Laura Morena

Não há Razão - Riane Junqueira

Eu não preciso mais sonhar - Riane Junqueira

Davi, Rei de Israel


David ou Davi (em hebraico: דוד, literalmente "querido", "amado"; no hebraico moderno Dávid, no hebraico tiberiano Dāwiḏ; em árabe: داود) foi o segundo monarca do reino unificado de Israel, de acordo com a Bíblia hebraica. Foi retratado como um rei bondoso, embora dotado de alguns defeitos, bem como um guerreiro, músico e poeta talentoso, que recebe tradicionalmente crédito por alguns dos salmos presentes no Livro de Salmos.

O célebre arqueólogo americano Edwin Thiele estabeleceu sua data de nascimento por volta de 1040 a.C., e sua morte em 970 a.C., tendo reinado sobre Judá de 1010 a 1003 a.C., e sobre o reino unificado de Israel de 1003 a 970 a.C.[1] Os livros bíblicos de Samuel, I Reis e I Crônicas são a única fonte de informação disponível sobre sua vida e seu reinado, embora a estela de Tel Dan registre a existência, em meados do século IX a.C., de uma dinastia real judaica chamada de "Casa de David".

A vida de David é particularmente importante para a cultura judaica, cristã e islâmica. No judaísmo David, ou Melekh David ("Rei Davi"), é o Rei de Israel e do povo judaico; um descendente direto seu será o Mashiach, o Messias judaico. No cristianismo David é mencionado como um ancestral do pai adotivo de Jesus, José, e no islamismo é conhecido como Daud, um profeta e rei de uma nação. Filho de Jessé, da tribo de Judá, teria nascido na cidade de Belém e se destacado na luta dos israelitas contra os filisteus. Tornou-se rei, sucedendo a Saul e conquistou Jerusalém, que transformou em capital do Reino Unido de Israel.

Seu nome é citado 1.139 vezes na Bíblia.

Arqueologia
Como acontece com vários outros personagens do antigo Israel, é relativamente difícil questionar a existência histórica de Davi. Embora não existam inscrições contemporâneas que façam referência ao rei, textos não muito posteriores achados na Palestina parecem mencionar seu nome. Um desses artefatos é a chamada estela de Tel Dan, descoberta ao norte da Galiléia. A estela de Tel Dan, achada no norte de Israel, traz um texto aramaico com a possível menção mais antiga ao nome de Davi fora da Bíblia. Também foram descobertas minas de cobre na Jordânia que podem ser uma indicação da existência do personagem bíblico Rei Salomão, filho e sucessor do Rei David.
Tradição bíblica
David viveu algures à volta de 1050 a.C., foi o segundo rei de Israel sucedendo a Saul (sua história é relatada em detalhes nos livros de I e II Samuel). Foi um rei popular e o homem mais vezes mencionado na Bíblia. Ele foi o oitavo e o mais novo filho de Jessé, um habitante de Belém. O seu pai parece ter sido um homem de situação modesta. O nome da sua mãe não se encontra registrado, mas alguns pensam que ela era a Nahash. Quanto à sua aparência pessoal, se sabe apenas que ele tinha cabelos ruivos, formoso semblante e gentil aparência.

Na narrativa bíblica ele aparece inicialmente como tocador de harpa na corte de Saul e ganha notoriedade ao matar em combate o gigante guerreiro filisteu Golias, ganhando o direito de casar com a filha do rei Saul e a isenção de impostos. Depois da morte de Saul, Davi governou a tribo de Judá, enquanto o filho de Saul, Isboset, governou o resto de Israel. Com a morte de Isboset, Davi foi escolhido o rei de toda Israel e seu reinado marca uma mudança na realidade dos judeus: de uma confederação de tribos, transformou-se em uma nação estabelecida. Ele transferiu a capital de Hebron para Jerusalém, após conquistá-la, pois esta não tinha nenhuma lealdade tribal anterior, e tornou-a o centro religioso dos israelitas, trazendo consigo a Arca Sagrada (seu mais sagrado objeto). Expandiu os territórios sobre os quais governou e trouxe prosperidade a Israel. Seus últimos anos foram abalados por rebeliões lideradas por seus filhos e rivalidades familiares na corte. Ele é tradicionalmente visto como o autor do livro dos Salmos, mas apenas uma parte é considerada seu trabalho.

Foi concedido por Deus, de acordo com a Bíblia, que a monarquia israelita e judaica iria certamente vir da sua linha de descendentes. O Judaísmo Ortodoxo acredita que o Messias será um descendente do Rei David. O Novo Testamento qualifica Jesus como descendente de David. Porém é certo que Jose esposo de Maria era descendente de Davi, porém como a historia diz Maria ficou gravida do Espirito Santo logo Jesus não descende de Davi. Segundo a tradição Judaica, o genro se tornava filho do seu sogro, então sendo assim Jesus descende de Davi. Maria também é descendente de Davi, portanto Jesus descende de Davi.

Foi ungido rei pelo profeta Samuel ainda durante o reinado de Saul, causando ciúmes de sua parte. Por isto David se exilou por um tempo ( evitando uma rebelião contra o rei, pois confiava em Deus, e não tinha o direito de tocar no ungido do Senhor)

Foi durante seu reinado que Jerusalém foi capturada dos jebuseus, tornando-se capital do reino de Israel.

Contudo hoje os historiadores já encontraram vestiges que comprovam a vida de Davi, este fato foi noticiado a pouco sobre uma pedra com relatos sobre o rei Davi

A Davi são atribuídos diversos salmos da Bíblia. Sabe-se contudo que se trata de pseudoepígrafe (uma falsa assinatura). Muitos salmos são historicamente datados após a morte de Davi.

Resumo do relato bíblico sobre DavidDeus havia ordenado por meio de Samuel que Saul destruísse completamente o povo amalequita por haverem atacado o povo de Israel durante o período do êxodo do Egito, no entanto Saul não destruiu o melhor dos despojos e o próprio rei Amalequita Agague. Por essa desobediência Samuel profetizou que Saul não seria mais o rei de Israel.

Samuel, instruído por Deus vai secretamente até a casa de Jessé para ungir um novo rei para Israel. Apesar de David ser o mais novo de seus sete irmãos ele foi o escolhido por Deus para ser ungido. A bíblia relata que nessa época um "mau espírito" atormentava Saul e seus servos buscaram alguém que soubesse tocar lira para que Saul se acalmasse. Saul se afeiçoou por David e fez dele seu escudeiro. Mais tarde quando o exército filisteu se reuniu para enfrentar os israelitas, um gigante chamado Golias desafiou o exército israelita a enviar um homem para enfrentá-lo, no entanto, os israelitas tiveram medo do gigante. David, indignando-se da vergonha que Golias trazia a Deus e a todo exército de Israel com suas palavras, decidiu enfrentá-lo. Saul ofereceu sua armadura para David, no entanto ele recusou por não ser treinado no combate com armadura e ser de pequena estatura em comparação à armadura (a Bíblia relata que Saul era particularmente alto dizendo que seus ombros sobressaíam acima do resto do povo), então Davi enfrentou Golias munido apenas de uma funda e algumas pedras. Logo no começo da batalha Davi acertou-lhe a testa com uma pedrada e, caindo Golias, arrancou-lhe a cabeça com sua própria espada.

Após a vitória David foi colocado como líder de um grupo de soldados e tornou-se o melhor amigo de Jônatas, filho de Saul. Sendo David bem sucedido em todas suas missões e ganhando fama entre o povo, o rei Saul passou a invejá-lo e temeu perder o poder para David. Algumas passagens Bíblicas falam da grande amizade que havia entre Davi e Jônatas . Como no caso da Declaração de Davi, para a Morte de Jônatas, onde Davi afirma: "Angustiado estou por ti, meu irmão Jônatas; quão amabilíssimo me eras! Mais maravilhoso me era o teu amor do que o amor das mulheres." 2 Samuel1:26

A partir daí Saul tentou por inúmeras vezes matar David, o qual fugiu para salvar-se. Percebe-se nitidamente na narrativa bíblica que David sempre respeitou a unção de Saul como rei.

David fugiu para o deserto, e começaram a reunir em torno de sí, todos os indesejáveis da época, a Bíblia fala que ladrões e assassinos começaram a procurá-lo, formando um pequeno contigente bélico, o qual o ajudava a se defender das investidas tanto do rei Saul, quanto de outros povos. Quando rei Saul morreu David governou a tribo de Judá. E Isboset, filho de Saul, governou o restante de Israel. Quando Isboset morreu David foi escolhido por Deus para governar a toda Israel. Ele foi um homem usado por Deus e fez muitas mudanças a Israel.

AscendênciaAbraão, com Sara
Isaque, com Rebeca
Jacó, com Lia
Judá, com Tamar
Farés, com mulher desconhecida
Esrom, com mulher desconhecida
Arão, com mulher desconhecida
Aminadabe, com mulher desconhecida
Nasom, com mulher desconhecida
Salmom, com Raabe
Boaz, com Rute
Obede, com mulher desconhecida
Jessé, com mulher desconhecida
Davi,com Bate-Seba

Descendência David, casado com Betsabá
Salomão, casado com Anelise
Roboão, casado com mulher desconhecida
Abia, casado com mulher desconhecida
Asa, casado com mulher desconhecida
Josafat, casado com mulher desconhecida
Joram, casado com mulher desconhecida
Ozias, casado com mulher desconhecida
Joatham, casado com mulher desconhecida
Acaz, casado com mulher desconhecida
Ezequias, casado com mulher desconhecida
Manassés, casado com mulher desconhecida
Amón, casado com mulher desconhecida
Josias, casado com mulher desconhecida
Jeconias, casado com mulher desconhecida
Salathiel, casado com mulher desconhecida
Zorobabel, casado com mulher desconhecida
Resá, casado com mulher desconhecida
Joanã, casado com mulher desconhecida
Jodá, casado com mulher desconhecida
José, casado com mulher desconhecida
Semeim, casado com mulher desconhecida
Matatias, casado com mulher desconhecida
Maat, casado com mulher desconhecida
Nagai, casado com mulher desconhecida
Esli, casado com mulher desconhecida
Naum, casado com mulher desconhecida
Amós, casado com mulher desconhecida
Matatias, casado com mulher desconhecida
José, casado com mulher desconhecida
Janai, casado com mulher desconhecida
Melqui, casado com mulher desconhecida
Levi, casado com mulher desconhecida
Matã, casado com mulher desconhecida
Heli, casado com Anna
Maria, mãe de Jesus, casada com São José
Jesus Cristo, solteiro, sem filhos
Abiud, casado com mulher desconhecida
Eliacim, casado com mulher desconhecida
Azor, casado com mulher desconhecida
Sadoc, casado com mulher desconhecida
Achim, casado com mulher desconhecida
Eliud, casado com mulher desconhecida
Matham, casado com mulher desconhecida
Jacob, casado com mulher desconhecida
São José, casado com Maria, mãe de Jesus
Jesus Cristo, solteiro, sem filhos
Natão, casado com mulher desconhecida
Matatá, casado com mulher desconhecida, sem filhos
Essa não é a única versão, pois não existe um consenso.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/David

20 junho 2011

Por culpa do pai, avô amaldiçoou o neto!

Cam foi irmão de Sem e de Jafé. Todos filhos de Noé. E é sobre ele, o “filho mais moço”, que eu quero refletir um pouquinho com você, agora.

A história de Cam é trágica. O jovem ajudou o pai a construir a Arca. Viu os animais, de dois em dois, entrarem no grande barco e conviveu com eles por um ano e dez dias. Sobreviveu, com os outros 7 da família, a maior catástrofe da história antiga, o dilúvio. Cam tinha tudo para ser uma referência positiva na história pós-diluviana. Mas, não foi. Fracassou.

E o fracasso de Cam aconteceu justamente em casa. Um tempo depois do dilúvio e da farta colheita de uvas na vinha que plantara, Noé se entusiasmou com o fruto da vide. Bebeu demais. E, como sempre acontece com quem bebe demais, Noé fez bobagem. Chegou até a ficar sem roupa dentro de casa.

Cam, que viu a nudez do pai nessa vergonhosa situação, contou aos irmãos. A forma como fez isso não deve ter sido nada elogiável ou positiva. Depois do porre e de ficar sabendo da atitude de Cam, o velho Noé proferiu uma maldição. O curioso é que a maldição não é direcionada ao filho Cam e sim para o neto, Canaã, que era filho de Cam.

Noé usa a situação como um espelho. Assim como ele fora humilhado por Cam, o filho deste o faria sofrer da mesma maneira. E, de acordo com a narrativa bíblica, foi exatamente isso que aconteceu. Os descendentes de Cam, Mizraim (que é o Egito) e Canaã, foram condenados por práticas sexuais abomináveis (Levítico 18:3). Posteriormente, conforme profetizado por Noé e narrado por Josué, os descendentes de Canaã se tornaram escravos dos filhos de Sem, o filho mais velho do patriarca.

O mandamento bíblico que ordena aos filhos honrarem pais e mães é muito sério. “Honra teu pai e tua mãe para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá” (Êxodo 20:12). É o único dos mandamentos com uma promessa: vida longa. Você tem alguma dúvida que este mandamento ainda esteja vigorando no século 21? Eu não.

Pense nisso no dia de hoje.

(Da série “Personagens quase desconhecidos da Bíblia”)

Fonte: http://novotempo.com/amiltonmenezes/2011/06/17/por-culpa-do-pai-avo-amaldicoou-o-neto/

ERROS, CONTRADIÇÕES E FALHAS NA BÍBLIA

A Bíblia está CHEIA de erros


- o primeiro erro foi quando Eva duvidou da Palavra de Deus;

- o segundo erro aconteceu quando seu esposo fez o mesmo;

- e assim erros e mais erros ainda estão sendo cometidos…

- porque as pessoas insistem em duvidar da Palavra de Deus.

A Bíblia está CHEIA de contradições

- Ela contradiz o orgulho e o preconceito;

- Ela contradiz a lascívia e a desobediência;

- Ela contradiz o seu pecado e o meu.

A Bíblia está CHEIA de falhas

- porque Ela é o relato de pessoas que falharam muitas vezes ;

- assim foi com a falha de Adão;

- com a falha de Caim;

- e a de Moisés;

- bem como a falha de Davi e a de muitos outros que também falharam.

- Mas Ela é também o relato do amor infalível de Deus.

Fonte: http://novotempo.com/amiltonmenezes/2011/06/20/erros-na-biblia/

20 maio 2011

“Entre Lagrimas e Milagres: O Poder da Oração”


Há algum tempo, uma de nossas equipes fez uma visita a uma igreja tradicional, onde se reuniu com o líder cristão local. Durante essa visita, entregaram algumas Bíblias e tiveram uma conversa encorajadora sobre a fé e a comunidade. Enquanto estavam imersos nesse diálogo, uma senhora entrou na igreja, segurando um bebê nos braços. Ao se aproximar do altar, seu olhar se encheu de emoção e, sem conter as lágrimas, ela começou a chorar. O choro se prolongou por um bom tempo, criando um momento de reflexão no ambiente.

Percebendo a situação, o líder se voltou para nós e disse: "Desculpem, mas preciso cuidar daquela senhora. Por favor, esperem um momento." Com compaixão, ele se aproximou dela e, com um tom gentil, perguntou: "Senhora, posso ajudá-la?"

Ela o olhou nos olhos, e por um instante, a tristeza e a gratidão se entrelaçaram em seu olhar. "O senhor não precisa fazer nada por mim," respondeu, antes de novamente se deixar levar pelas lágrimas.

O líder, surpreso e preocupado, insistiu: "O que a senhora quer dizer? Se eu puder ajudar, estou aqui para isso." Ela respirou fundo, tentando reunir as forças para explicar, e então disse:

"Talvez o senhor não se lembre de mim, mas estive na sua igreja exatamente um ano atrás. Eu era muçulmana e meu casamento estava desmoronando. Estava profundamente triste, pois não conseguia engravidar, e meu marido queria se divorciar. Eu me sentia completamente desesperada. Então, ouvi falar que o Jesus dos cristãos poderia operar milagres, e, tomada pela angústia, decidi ir até a sua igreja.

Naquele dia, o senhor orou comigo, implorando a Jesus por um milagre em minha vida. O que aconteceu em seguida foi algo que eu nunca poderia imaginar: pouco tempo depois, descobri que estava grávida! Meu marido e eu nos reaproximamos, e juntos decidimos nos tornar cristãos. Hoje, estou aqui para dedicar meu bebê a Jesus, como forma de agradecimento por tudo o que Ele fez por mim."

A emoção na voz da mulher e a sinceridade de suas palavras tocaram profundamente o coração do líder, que, ao ouvir sua história, se sentiu imensamente grato por poder fazer parte daquela transformação.


Fonte: Recebido por email.

10 maio 2011

O Imperador e o Senhor

Um certo imperador romano, cuja palavra nunca era contestada, mandou chamar certa vez o sábio Gamaliel, o rabino, para confundi-lo diante da corte e zombar do Deus de Israel. Então, o imperador romano disse ao sábio: “Oh judeu, dize-me se aquele que rouba é ou não é um ladrão”. O rabi Gamaliel imediatamente concordou: “Sim imperador; não há como negar a evidência. Aquele que rouba é ladrão”. Ao ouvir esta resposta, que era a que ele esperava ouvir, o imperador, com ironia e rispidez, disse grosseiramente: “Então, o teu Deus é um deus ladrão, um trapaceiro. Pois, segundo consta no livro santo, Deus fez dormir Adão e durante o sono roubou-lhe uma costela”. O sábio ficou sem palavras.


O imperador romano estava torcendo as Escrituras para zombar de Deus. Pego de surpresa, o sábio não teve reação senão o silêncio. Mas Gamaliel tinha uma filha chamada Raquel, que ouviu aquela conversa por detrás da cortina. Então, ela entrou de improviso na sala e, ajoelhando-se diante de César, implorou aflita: “Oh César, meu imperador, venho te pedir justiça. Fui roubada, miseravelmente roubada”. O imperador, sentindo-se lisonjeado, interessou-se pelo caso imediatamente e disse: “Como foi isso, minha jovem?”. E Raquel disse: “Entrou ladrão na minha casa enquanto eu dormia à noite e furtou-me um pequeno vaso de barro. Mas no lugar, o trapaceiro deixou um precioso vaso de ouro, cheio de rubis, diamantes e outras pedras preciosas. Imperador, eu peço justiça”. O imperador disse: “Minha filha, quem me dera ter um ladrão assim todas as noites assaltando os meus aposentos, levando tudo o que é meu e deixando vasos de ouro e pedras preciosas. Desculpe, mas este homem não agiu como um ladrão, mas sim como um benfeitor”.

Raquel ouviu a resposta que esperava. Então, ela disse àquele altivo imperador: “Como ousas, então, César, atirar sobre o nosso Deus, o Deus de Israel, o título de ladrão? Lembra-te que Ele furtou de Adão uma costela e deixou-lhe em troca uma linda e dedicada esposa”

É extraordinário! Deus usa destes meios para nos enriquecer. Esta Ilustração se aplica em Gênesis 2: 21. Através de algo hediondo, Deus nos proporciona algo extraordinário. Através da morte de um inocente os culpados são absolvidos; através das feridas e das chagas de um homem saudável, os doentes são curados; através dos tormentos de um homem puro, os atormentados e os dignos de tormento recebem a paz; através de um que era riquíssimo e foi empobrecido e através da sua pobreza, ele enriquece a muitos. Deus é assim: Ele usa as coisas pequenas para confundir as grandes; usa as coisas loucas para confundir as sábias.


Através da loucura da cruz Deus te concede a salvação e a vida eterna. Através da vergonha que Jesus sofreu, das humilhações que passou, Ele nos concede a honra e o privilégio de sermos chamados filhos de Deus. Isso tudo parece loucura, como parece loucura que através da costela de um homem pudesse surgir uma mulher. Durante muito tempo as pessoas achavam que isso era fantasia. Hoje, a ciência moderna comprova que através de um osso é possível reproduzir todo o código genético de um outro ser vivo; através de um simples fio de cabelo é possível criar vida em laboratório. Deus realmente fez uma operação em Adão. O sono que ele sofreu foi uma anestesia divina. Deus extraiu uma costela, de onde formou um ser vivo; Deus criou a mulher. E através do nada Deus pode criar coisas extraordinárias na sua vida. Através da morte de Jesus, Deus pode te dar vida e vida de verdade. Através do castigo de Jesus, Deus pode te dar a verdadeira paz. Deus é maravilhoso! Através das coisas pequenas Ele faz as coisas grandes.

Através do Senhor Jesus, Deus te concede a salvação e a vida eterna.


FONTE: http://scarpgospel.blogspot.com/

22 março 2011

ANTES DA CRIAÇÃO




Gênesis: O Verdadeiro Começo

Apesar do nome "Gênesis," que significa "começo," e de sua localização como primeiro livro da Bíblia, o livro de Gênesis não é o começo de tudo. Gênesis 1:1 nos lembra: "No princípio criou Deus." Assim, antes de estudar os fundamentos apresentados em Gênesis 1-11, vamos nos familiarizar com o que Deus fez antes daquilo que se encontra registrado em Gênesis. Depois disso, estudaremos o que Deus fez e que aparece no relato de Gênesis e, por fim, o que ocorreu depois de Gênesis. Isso nos dará a visão mais ampla de que precisamos para estudar o restante da revelação de Deus na Bíblia.

Antes de Gênesis: O Plano de Redenção

O que estava acontecendo antes de Deus criar o universo com Sua palavra? Essa pode parecer uma pergunta hipotética e pouco razoável, do tipo: "quantos anjos cabem na cabeça de um alfinete?" Mas não é. Afinal, Deus não age de modo arbitrário, e o fato de ter criado algo indica que devia ter em mente um propósito magnífico. Qual era, então, a situação antes de Gênesis 1:1 e o que ela nos ensina sobre Deus e sobre nós mesmos?

Deus já existia em glória sublime

Deus é eterno. Ele não tem começo nem fim. Assim, é totalmente autossuficiente, não precisando de nada além Dele mesmo para existir e agir.

De acordo com Tozer: "Deus tem uma relação voluntária com tudo o que criou, mas não tem uma relação necessária com coisa alguma além Dele próprio."

Deus não precisa de nada, nem do universo material nem da raça humana e, no entanto, criou os dois.

Quer confundir sua cabeça? Medite sobre o conceito de eterno, algo que não tem começo nem fim. Sendo criaturas ligadas ao tempo, você e eu podemos facilmente nos concentrar nas coisas passageiras ao nosso redor. No entanto, é difícil, para não dizer impossível, imaginar aquilo que é eterno. Contemplar a natureza e o caráter do Deus trino que sempre foi, que é, e que sempre será, daquele que nunca muda, é uma tarefa grande demais para nós. Moisés escreveu em seu Salmo: "Antes que os montes nascessem e se formassem a terra e o mundo, de eternidade a eternidade, tu és Deus" (Salmo 90:2).

A metade dos Salmos foi escrita por Davi. Os títulos o identificam como autor de 73 salmos. Atos 4:25 e Hebreus 4:7 atribuem mais dois ao segundo rei de Israel. Salomão, o filho de Davi, acrescentou mais dois (72 e 127), e Moisés escreveu um (90). Vários homens que conduziam o louvor em Jerusalém (Asafe, Etã e os descendentes de Corá) escreveram 25 dos salmos. Os autores de quase um terço dos salmos não se identificam.

A teologia de processo, uma antiga heresia com uma roupagem moderna, fala de um deus limitado que se encontra no processo de tornar-se um deus maior. Contudo, se Deus é Deus, da forma como entendemos esta palavra, então Ele é eterno e não precisa de nada; Ele é onisciente, onipotente e onipresente. A fim de ter um deus limitado, é preciso, antes de tudo, redefinir a palavra Deus, pois de acordo com a própria definição desse termo, Deus não pode ser limitado.

Além disso, se Deus é limitado e está se expandindo, que poder o está tornando maior? Esse poder teria de ser maior do que Deus e, portanto, ser Deus. Isso não faria, então, com que tivéssemos dois deuses em vez de um? Porém, o Deus da Bíblia é eterno e não tem começo. Ele é infinito e não possui qualquer limitação de tempo ou espaço. Ele é perfeito e não tem como melhorar; por ser imutável, não tem como sofrer qualquer alteração.

O Deus que Abraão adorava é o Deus eterno (Gênesis 21:33), e Moisés disse aos israelitas: "O Deus eterno é a tua habitação e, por baixo de ti, estende os braços eternos" (Deuteronômio 33:27). Habacuque disse que Deus era "desde a eternidade" (Habacuque 1:12; 3:6). Paulo chamou-o de Deus eterno (Romanos 16:26; 1 Timóteo 1:17).

A Trindade Divina Encontrava-se em Comunhão de Amor

"No princípio, criou Deus" seria uma declaração assustadora para um cidadão de Ur dos Caldeus, lugar de onde Abraão veio, pois os caldeus e os povos ao seu redor adoravam uma miríade de deuses e deusas maiores e menores. No entanto, o Deus de Gênesis é o único Deus verdadeiro e não tem "deuses rivais" para contender com Ele, como acontece nas fábulas e mitologias do mundo antigo.

Ele é único e existe na forma de três pessoas: Deus o Pai, Deus o Filho, e Deus o Espírito Santo.

Isso não quer dizer que Deus se manifesta de três formas diferentes, nem que há três deuses, mas sim que um Deus existe em três pessoas, iguais em Seus atributos e, no entanto, individuais e distintas no que se refere a Seus ofícios, incumbências e ministérios.

De acordo com o credo de Nicéia: "Cremos em um só Deus, Pai... e um só Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus, gerado do Pai... luz da luz, Deus verdadeiro do Deus verdadeiro, gerado, não criado, de uma só substância com o Pai... Cremos no Espírito Santo."

Certa vez, um pastor começou um culto orando: Pai, obrigado por morrer por nós na cruz.

Contudo, foi Deus, o Filho, e não Deus, o Pai, que morreu pelos pecadores na cruz, e é Deus, o Espírito Santo, que convence os pecadores e os conduz ao arrependimento e à salvação. Misturar e confundir as três pessoas da divindade implica fazer algo arriscado: mudar o que é ensinado nas Escrituras.

A doutrina da Trindade não foi revelada claramente no Antigo Testamento, pois a ênfase dessa parte das Escrituras é sobre o fato de que o Deus de Israel é um só Deus, que não foi criado e que é o único e verdadeiro Deus.

Adorar os falsos deuses dos povos que viviam ao seu redor foi a grande tentação e o pecado no qual Israel caiu repetidamente, de modo que Moisés e os profetas bateram na tecla da unidade e da singularidade do Deus de Israel. Até hoje, o adorador judeu devoto recita o Shema todos os dias:

"Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força" (Deuteronômio 6:4,5).

O Deus revelado nas Escrituras não tem semelhantes nem rivais.

Os relatos de Gênesis 1:26; 3:22; 11:7 e Isaías 6:8 indicam que as Pessoas da divindade trabalham juntas, e as diversas ocasiões em que "o anjo do Senhor" entrou em cena mostram a presença do Filho de Deus.

A Trindade Divina Planejou a Redenção

O plano da redenção não foi algo improvisado para o povo de Deus escolhido em Cristo.

  • Foi feito antes da fundação do mundo (Efésios 1:4; Apocalipse 17:8).
  • Foi entregue ao Filho pelo Pai, tanto para pertencer ao Seu reino (Mateus 25:34) quanto para participar de Sua glória (João 17:2,6,9,11,12,24).

A morte sacrificial do Filho não foi um acidente, mas sim um compromisso (Atos 2:23; 4:27,28); pois Ele foi morto desde a fundação do mundo (Apocalipse 13:8).

Deus criou um mundo que incluiria seres humanos feitos à imagem de Deus. Não só o Pai, mas o Filho e o Espírito Santo participaram da criação.

Deus não criou o mundo porque precisava de alguma coisa, mas sim para que pudesse compartilhar Seu amor com Suas criaturas que, diferente dos anjos, são feitas à imagem de Deus e podem corresponder ao Seu amor livremente.

A divindade determinou que o Filho viria à terra e morreria pelos pecados do mundo.

  • Jesus veio para fazer a vontade do Pai (João 10:17,18; Hebreus 10:7).
  • As palavras de Jesus vinham do Pai (João 14:24).
  • Suas obras eram comissionadas pelo Pai (João 5:17-21,36; Atos 2:22).
  • E investidas pelo poder do Espírito (Atos 10:38).

O Filho glorifica o Pai, e o Espírito glorifica o Filho. As Pessoas da Trindade trabalham em conjunto para realizar a vontade de Deus.

De acordo com Efésios 1:3-14, o plano da salvação é trinitário:

  • Somos escolhidos pelo Pai.
  • Redimidos pelo Filho.
  • Selados com o Espírito.

Tudo isso para o louvor da glória de Deus. O Pai concedeu autoridade ao Filho para dar vida eterna àqueles que Ele entregou ao Filho. Tudo isso foi planejado antes mesmo que o mundo existisse.

2.Plano da Redenção

O Papel das Três Pessoas da Trindade na Salvação

É importante observar que as três pessoas da divindade têm um papel na salvação dos pecadores perdidos.

Deus, o Pai, em Sua graça, me escolheu em Cristo antes da fundação do mundo. No entanto, eu não tinha conhecimento algum da eleição divina até que fui convertido.

No Filho, fui salvo quando Ele morreu por mim na cruz, e eu sabia dessa grande verdade desde os primeiros dias de minha vida.

No Espírito Santo, fui salvo em dezembro de 1991, quando fui convencido pelo Espírito de Deus e confiei em Jesus Cristo. Então concretizou-se em minha vida aquilo que Deus havia planejado desde a eternidade.

Quando você pensa na profundidade do plano eterno de Deus, percebe que são grandes demais para sua mente. Mas não desanime, pois ao longo dos séculos, teólogos competentes e devotos não conseguiram chegar a um consenso sobre suas especulações e conclusões. Um professor de teologia disse certa vez: "Tente explicar essas coisas e você pode perder a cabeça, mas tente desfazer-se delas e perderá sua alma."

Moisés expressou muito bem essa verdade: "As coisas encobertas pertencem ao Senhor, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei" (Deuteronômio 29:29).

O importante não é saber tudo o que Deus sabe, mas obedecer a tudo o que Ele nos ordena. "Porque nós conhecemos em parte" (1 Coríntios 13:9).

Palavras finais

O livro de Gênesis, apesar de seu nome que significa "começo", nos leva além do simples início físico do universo. Ele nos conduz ao coração do eterno propósito de Deus, revelando não apenas a criação do mundo visível, mas também o mistério da redenção planejada desde antes da fundação do mundo.

Antes de qualquer relato registrado em Gênesis 1:1, antes da criação do céu e da terra, existia a glória sublime de Deus. Eternamente existente, Deus em Sua Trindade divina - Pai, Filho e Espírito Santo - vivia em perfeita comunhão de amor. A Bíblia nos ensina que Deus é eterno, não sujeito ao tempo como nós, Sua criação. Ele é completo em Si mesmo, sem necessitar de nada além de Sua própria essência para existir.

Pensar na eternidade de Deus nos desafia e nos convida a contemplar Sua grandiosidade infinita. Moisés, em sua adoração, declarou: "Antes que os montes nascessem e se formassem a terra e o mundo, de eternidade a eternidade, tu és Deus" (Salmo 90:2). Essa realidade nos leva além das limitações do tempo e nos coloca diante do Deus eterno, cujo amor e plano transcendem nossa compreensão humana.

A revelação da Trindade divina na Escritura nos revela o amor perfeito e a unidade divina. Antes de criar o mundo, o Deus triúno já planejava a salvação da humanidade caída. Ele não apenas criou todas as coisas, mas estabeleceu um plano de redenção que se desdobraria através da história humana. O Pai enviaria o Filho para resgatar pecadores perdidos, e o Espírito Santo convenceria os corações à fé e à reconciliação com Deus.

O plano de redenção não foi um acidente ou uma resposta a uma situação de emergência. Foi um plano divino estabelecido antes mesmo que o universo existisse. Efésios 1:4 nos diz que Deus nos escolheu em Cristo antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis diante dEle em amor. Esse é o coração do evangelho: um Deus que ama tão profundamente que planejou nossa redenção antes que o pecado entrasse no mundo.

Ao considerar o amor insondável de Deus e Seu plano eterno, somos convidados a uma resposta de fé e gratidão. Reconhecemos nossa necessidade de redenção, pois somos pecadores separados de Deus pelo pecado. O convite divino para cada um de nós é responder à Sua oferta de salvação em Jesus Cristo, o Filho de Deus que veio para nos reconciliar com o Pai.

Nesse contexto, Gênesis não é apenas o início físico do universo, mas o prólogo de uma história maior - a história do amor redentor de Deus por toda a humanidade. Que possamos, ao contemplar o verdadeiro começo revelado em Gênesis, render-nos diante do Deus eterno, aceitando Seu perdão e respondendo ao Seu chamado para uma vida transformada em Cristo.

Que cada um de nós possa experimentar a profundidade desse amor e viver em resposta à verdade eterna de que Deus é o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim de todas as coisas.


Espero que este texto ressoe com o que você estava procurando!



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